quarta-feira, 1 de maio de 2013

Reflexões Sobre a Ciência, Uma Pitada de Filosofia Oriental, Viagens no Espaço-Tempo e Blindagens na Arqueologia

  Ficou mais fácil discorrer das leis da física, dos sistemas solares, das formações de nebulosas, de galáxias, buracos negros; de nascimentos, explosões ou colisões de planetas que dão origens a fragmentos ou a colossais corpos siderais errantes, a cometas de aparecimentos e rotas surpreendentes, e de tudo mais que sabem ou explicam homens de ciência, de cérebros superdotados, que se debruçam por dias e noites em intermináveis e febris estudos ou experimentações.
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 Pois um monumental acervo da ciência tradicional e da jovem ciência da atualidade está maciçamente apropriado e compendiado oficialmente nas imensas bibliotecas governamentais de diversos países em todo o planeta, sobremaneira auxiliados pela informática. Mais que isto: órgãos controladores de governos possuem computadores fabulosos de bilhões e até trilhões de operações por segundo. Tais super máquinas respondem a tudo o que se conhece, fazendo análises e previsões com incríveis acertos. uma conquista inacreditável da ciência tecnológica de nossos dias.

  Considerável parcela do conhecimento científico, no entanto, - à inteira vigilância - se encontra hermetizada, guardada por códigos complicados, sendo manipulada no mais absoluto sigilo, em segredos de estado – notadamente nas questões de armas de defesa e ataque.


O mundo todo está ciente destas preservações e táticas de encolhimento das informações pelos países cientificamente desenvolvidos, bem como da existência do Grande Coletor de Hadron ou “Large Hadron Collider” do CERN – fabuloso monumento de estudos, experimentos e realizações científicas, voltado quase inteiramente - acredita-se - aos enigmas do espaço físico sideral. 

Dissimulado nestas e noutras mais profundas pretensões, o seletivo clero docente desta verdadeira usina da cibernética, passa ao mundo científico exterior unicamente as informações que deseja e possa controlar, e nada mais que isto.

Se lhe disserem que a física quântica não está na primeira linha das investigações dos fabulosos equipamentos do LHC não acredite, prezado leitor. Todas as possibilidades científicas têm de ser verificadas quando se entra no campo das investigações, e os mundos paralelos -  a principal meta da física avançada dos dias de hoje - sem dúvida está na pauta.

 Se todo o conhecimento técnico que foi utilizado para a construção desta espantosa e temerária máquina da ciência proveio de know-how e administração de aliens negativos, aproveitando o raro momento cósmico de nosso sistema solar para suas definitivas conquistas raciais na Terra, agora já era..., não adianta mais gritar – pois nada pôde impedir governos de alavancar meios e modos para a materialização de tal extraordinário e incrível projeto.

Imagine só o leitor habituado ao conhecimento esotérico oriental, onde aprendeu que somente poderia rever o passado se conseguisse ler as imagens gravadas no éter ou akasha, desde que já tivesse desenvolvido o raro poder psíquico superior da psicometria, e aos poucos descobrisse que as organizações científicas mundiais, estariam sim envolvidas em pesquisas quânticas, que já possuíam naves se deslocando nos fluxos temporais do espaço físico, que estas naves dobram as malhas do tempo, adentram surpreendentes portais cósmicos, e chegam rapidamente noutros pontos do universo sideral.  Ou, de outro modo mais incrível ainda, conseguem transladar-se para séculos e milênios do passado ou do futuro, como fez a “Máquina do Tempo” de H.G. Wells, da literatura e cinema.

É de ir dando, não somente uma, porém mais voltas na cabeça!
Seria pequeno o retorno financeiro, não mais somente de globalizados faturamentos literários ficcionistas, tipo o superado Júlio Verne; das atuais produções em quadrinhos, vídeos e filmes, como da “comics editions”; e como das férteis imaginações dos inúmeros amantes pelo mundo que se aventuram na atual rede “science ficction” -  ou valeriam, mais ainda, todos os esforços e investimentos possíveis de ambiciosas e biliardárias organizações para este novíssimo projeto sobre as tais profecias da física moderna, a fim de adquirir maiores e mais extraordinários poderes econômicos, bélicos e científicos por todo o planeta?

Não é de hoje que a ciência se lança em conjeturas sobre o relativismo do espaço-tempo. Sabemos que as três leis de Newton: da Inércia, da Força e da Ação-e-Reação foram passadas a limpo pelos cientistas modernos, principalmente Einstein. Os conceitos da dinâmica de Newton, de força, massa e movimento, foram basicamente requalificados. Um dos conceitos que mais mexeu com a física quântica, defendida por Einstein e por parte da comunidade científica da época, deu-se com relação à grandeza do tempo. Newton propunha que o tempo seria de uma grandeza absoluta, não dependendo de qualquer instrumento de medida. Já Einstein rebateu que o tempo é de uma grandeza relativa e tanto as medições de um relógio quanto de um observador estão em fatores dependentes do movimento.

Einstein foi mais longe ainda, já que em 1905 publicou sua teoria de A Relatividade Especial baseado, principalmente, no matemático Henri Poincaré e no físico Hendrik Lorentz, em que substitui a independência de espaço e tempo de Newton pela unificação do espaço-tempo como uma só figura.

Neste quadro é possível verificar uma analogia dos princípios da física de Einstein com o pensamento oriental sobre dimensões ou planos do universo, uma vez que na teoria espaço-tempo de Einstein existe a variação de três dimensões espaciais e uma temporal. Ou seja, pelos novos conceitos da física de então as três dimensões espaciais, largura-comprimento-profundidade, estariam adstritas – entendemos - ao mundo “físico-etérico” dos ocultistas orientais; e a temporal, chamada de 4ª dimensão, estaria adstrita ao campo vibratório “astral”.  Antes de tudo temos o conceito da dimensão zero, representada por um ponto.

A quarta dimensão exemplifica a duração, considerando, por exemplo, o homem, um ser quadridimensional desde o seu começo como bebê até o seu final, provavelmente velho, em que ao longo desta linha existencial não lhe é possível voltar nem avançar no tempo. Neste conceito, viveríamos unicamente o tempo presente, que não é o tempo real.

Alargando este conceito, entendemos que tudo se torna diferente ao não tratarmos do homem somente como uma máquina biológica quadridimensional, de bilhões de células ativas, onde incontáveis delas agregam-se para formar o aparelho cerebral que enseja temporariamente um ente racional, objetivo e matemático. Ajustamos assim os conceitos de tempo e espaço e de espaço-tempo também ao ser psíquico, pouco compreendido pela ciência terrena nas suas reais estruturas, interagente com os diversos mundos que nos rodeiam e atravessam. As dimensões quânticas do esoterismo são bem mais elásticas do que as explicações iniciais da teoria das supercordas, e este parâmetro ainda um tanto rígido da física moderna, poderia ser adicionado da possibilidade do ser humano quadridimensional avançar mentalmente ao futuro como voltar ao passado - mesmo por segundos – sem alterar significativamente sua linha do tempo físico na Terra, e trazendo as impressões lá vivenciadas.

Nestes casos que sempre existiram no distante passado da humanidade, e sendo cada vez mais frequentes - e conscientes - nos sensitivos de hoje, e mesmo em um número de pessoas não sintonizadas mentalmente com esses fatores extra-físicos, a noção do tempo terreno destacado de uma consciência que viaje para além do presente, torna-se, em termos gerais, sem a duração absoluta numa rígida linha esticada, porém adicionada com acidentais intersecções e quantificações, normalmente pequenas, devido aos mencionados interagentes dimensionais simultâneos, ou até paralelos.

Por exemplo, se uma consciência se desloca, na vigília ou no sono, para dimensões superiores a fim de ler fatos na memória da natureza, ou viajar no tempo para outros planetas em naves, ou sem naves, mas diretamente em corpo mental, a sua forma física densa continuará vivendo normalmente na linha do tempo da Terra. O cérebro poderá naqueles instantes já estar registrando as experiências daquela consciência, ou ainda vir a registrar noutro momento. E a consciência estará vivendo desperta em muitos e absolutamente não raros casos no espaço-tempo dimensional, por onde momentaneamente se desloque e na dimensão onde tenha chegado, e lá permanecerá simultaneamente ao tempo terreno que aqui decorre. Entretanto, para os rigores das fórmulas físicas, e provavelmente nos limites da parapsicologia, fenômenos tais estariam num âmbito unicamente do cérebro com suas percepções em níveis físicos condicionantes, e não numa existência móvel e flexível incondicionada ao tempo controlado.

Mestre El Morya nos dá um exemplo de como trabalhadores da luz conseguem se transportar em tempo quase imediato para situações diversas:
“Podem imaginar uma metrópole grande de vossa Terra e verificar o funcionamento de todos os órgãos de poder, de ensino, de artes, de política, de administração de instituições, de comunicação, de lazer, etc? Temos milhares delas assim, em dimensão superior, mas ainda no plano astral.
 Agora imaginem, irmãos da Terra, os núcleos que não se situam na dimensão astral e sim na dimensão causal.
Somente percorrendo os túneis de luz que são plamados para facilitarem os meios de transporte dos seres, para que não necessitem de trabalho constante de densificação e sutilização, e para poderem se adaptar a cada localização espiritual, esses túneis nos levam de forma rápida para onde queremos nas estâncias superiores.
Não conhecíeis este detalhe imprescindível?
Por meio deles chegam, em sutilização de corpos astrais e/ou densificação de nossos corpos átmicos, a um universo de atividades que se desenvolvem na dimensão Melquisedek, por exemplo, onde existem círculos concêntricos de órbitas dimensionais, que são andares aos milhares, onde outros milhares de departamentos de todos os raios que neste organismo complexo funcionam, inclusive os do raio azul.
Na dimensão Metatrônica, mais outros milhares de órbitas e esquemas, e trabalhadores aos milhões em cada anel desses, em cada órbita, de cada direção, o que é algo quase infinito...e muitos seres de luz envolvidos com as ações do raio azul e dos outros também... outros que não conheceis, como disse, no vosso espectro de cores visíveis aos vossos sentidos visuais!” (Não Custa Relembrar– “Muitos Mestres Muitas Luzes” – Ver Arca de Ouro e http://rosane-avozdoraiorubi.blogspot.com).

E, voltando à física de nossos tempos, se Einstein e outros contestaram Newton outros também contestam Einstein, principalmente sobre suas teorias da Relatividade e Curvatura do Tempo.  Abstrações ou fórmulas, estas duas vertentes da ciência transformaram-se em módulos metafísicos, a exemplo dos místicos e ocultistas de outrora nas suas operosidades da ciência hermética.
Para mentes desconfiadas o LHC [o maior acelerador de partículas do mundo] veio trazer novos elementos de reflexões, pois seu astronômico investimento de 18 bilhões de dólares não justificaria somente os fins para pesquisas científico-filosóficas do bóson de Higgs - a partícula de Deus - que seria a unidade mestra da qual se originaria toda a massa das partículas elementares do universo, coisa já comemorada pela comunidade científica internacional como encontrada em 21 de abril de 2011.

Observando o equipamento instalado no portal da descomunal máquina do CERN, nos damos conta de que a geometria do TAO chinês, na figura milenar do octograma [Pa Kua] atribuído ao imperador Fu-Shi, ali está não só totalmente presente, mas sendo o princípio revelador para cujo organismo se voltam todas as investigações e experimentos em que se concentram os homens de ciência espacial. Pois o que não seria o octograma tal como é, senão um símbolo-base ou planificação para tantos jogos filosóficos de interpretações e analogias incrivelmente abarcantes com a vida e o espaço que nos rodeia?



É dito sobre o octograma pelo imperador Fu-Shi: “No movimento dos trigramas se encontram os segredos e os mistérios da existência (universo). Assim é que os quatro primeiros trigramas são chamados Céu Anterior (o passado naturalmente) e os quatro trigramas posteriores são denominados Céu Posterior (o futuro, está bem claro) e nisto se estabelecem os princípios dos movimentos yang-yin (positivo e negativo, as bases do equilíbrio cósmico universal).

Isto nos leva a imaginar duas linhas de movimentos: a que gira para a esquerda,sendo a negativa = o passado, e a que gira para a direita, sendo a positiva = o futuro.
A arqueologia paralela ignorada pelas academias de ciência, levada a cabo por heroicos pesquisadores de visão acima dos postulados pétreos erradamente ensinados nas escolas, desvela-nos a todo o momento coisas extraordinárias que nos fazem repensar o quanto da oficialidade histórica precisa ser revista nestes novos tempos.

Assim é que, esqueletos de gigantes e de seres de tipos biológicos completamente diferentes de todos os modelos raciais da Terra, são encontrados pelos quatro cantos do mundo, filmados, fotografados, examinados por especialistas e mensuradas as suas idades por métodos oficiais da ciência. Amiúde se descobre que são de raças desconhecidas na Terra, cujas características físicas são alienígenas.

Na China descobriram restos de uma cidade soterrada pelo tempo, que pelos sinais ainda presentes de poderosas radiações – superiores até as das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki – teria sido destruída. Havia restos calcinados de objetos metálicos, peças de maquinários e outros pedaços de ferramentas de materiais impossíveis existirem na época, há alguns milhares de anos. Concluiu-se que houvera ali uma guerra nuclear.

Canais de TV, internet, vídeos, livros, revistas e reportagens em jornais nos dão conta de que, através das explorações científicas usando moderna tecnologia, são encontradas em águas oceânicas, pirâmides e cidades submersas. As cidades desconhecidas pela história tradicional estão sendo calculadas em terem existido no continente de Atlântida.

Dwaraka, cidade de ouro de Krishna, citada no poema épico milenar do Mahâbhârata, foi descoberta pela equipe “Underwater Archaelogy Wing” da Índia, onde em Jamnagar, Gujarat, existe a atual Dwaraka, antiga Dvarari. Sodoma e Gomorra, citadas no antigo evangelho, estão sendo do mesmo modo pesquisadas onde em seus supostos locais de passadas existências, se tem achado fragmentos de cerâmicas com sinais de destruições por elementos ainda não identificados, demonstrando, a priori, tratar-se pelo menos de uma dessas cidades bíblicas.

Com a descoberta de outros sítios arqueológicos identificados como de antigas cidades bíblicas, além das cidades históricas do Oriente Médio que permaneceram em pé até hoje, comprova-se, aos poucos, que a Bíblia não mentiu em tantos eventos colocados em dúvida pelo ceticismo, e as imagens com que se descrevem suas histórias e destruições, podem agora ser remontadas com melhor critério científico.

De inusitado e incrível modo, a julgar pelas imagens gravadas pela própria equipe arqueológica da Universidade de Bristol em Château Gaillard, na França, próximo ao Sena, na Normandia, chega-nos a sensacional descoberta do ano 2008, no interior de uma fortaleza local. Numa das tumbas da fortaleza, o grupo houvera encontrado uma armadura medieval. Noutra tumba encontrara fósseis de um cavalo, e moedas identificadas como pertencidas ao reinado de Philip II - entre 1180 e 1223 - e outras moedas cunhadas com o nome de Richard, sugerindo de propriedade do rei Ricardo Coração de Leão, de reinado entre 1189 a 1199.   

Mas a descoberta mais estonteante e inexplicável, como acentuamos, foi de uma bicicleta de modelo moderno, de duas rodas com tamanhos iguais, com peças torneadas, pneus, pedais, corrente, selim e tudo mais de uma bicicleta normal; objeto completamente impensável na época. A bicicleta seria somente inventada muitos séculos depois em 1880, e as peças que compunham tal achado, bem como pneus de borracha jamais existiram na época.

Os defensores e apologistas das viagens físicas no espaço-tempo entendem não haver qualquer dúvida de que o objeto foi levado para aquele século por viajantes do tempo. Ou, quem sabe, teria sido “tele transportado”, a exemplo do que ocorria com pessoas e objetos no filme Jornada nas Estrelas. Em sendo isto verdade nesta linha de acontecimentos e conjeturas, e já existindo outras provas arqueológicas extemporâneas trazendo constantes elementos para intensas reflexões, seria justo também admitir que nossas atuais pesquisas da física moderna estejam avançando para estes mesmos módulos.

E em sendo também isto possível, não nos surpreenderia novamente a ficção se tornar investigação ou ciência, como das invenções e elementos dos livros de Julio Verne, já citado, e dos inventos experimentais de homens fora de série como Leonardo Da Vinci.  Os muitos protótipos de Da Vinci se concretizariam definitivamente séculos depois, além de serem encontrados em seus pessoais pertences, cadernos com estudos de diagramas, que se desconfiam, seriam de abordagens geniais para a época, sobre máquinas do tempo.

Aguardemos os anos vindouros e esperemos que os perigos anunciados de uma terceira guerra mundial dissolvam-se no entendimento e derrotas do mal, ao contrário do que neste momento os fatos internacionais pareçam convergir. De todas as loucuras do homem, uma guerra, tal como se desenha é, sem dúvida, a pior; pois nela rapidamente grassam e convivem de uma só vez todas as misérias humanas, e o homem, premido pelas necessidades básicas, recua de suas conquistas humanitárias, tornando-se duro e até selvagem.

Esperemos que não, e homens aportados na Terra se apresentando como mensageiros de um futuro não muito distante, tenham nos enganado, ou deliberadamente mentido sobre guerra nuclear, epidemias dizimadoras e catástrofes naturais, e os homens de nosso tempo finalmente envidem os seus melhores esforços para resolverem os problemas dramáticos contemporâneos de todas as raças, arrumando primeiro sua própria casa, deixando para depois outros ambiciosos projetos.

Rayom Ra

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