quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Regresso à Lemúria (2) - Kryon

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 NA MANHÃ
  Saudações, queridos, Eu Sou Kryon do Serviço Magnético. Tenho dito isso muitas vezes: sei onde estou. Vocês sabem? Realmente sabem? Ontem à noite, num evento menor, para os que vieram, mulheres em sua maioria, para se iniciarem realmente com esta energia especial, falei disso, e voltarei a falar outra vez e outra.

  Aos vinte e oito anos, quando meu sócio abriu sua mente ao potencial que possuía a mais, sucedeu outra coisa: uma educação muito lenta dele mesmo e uma aliança com quem é Kryon. Uma aliança que cresceu em confiança e amor, adequação, incluindo lógica. O mundo inteiro celebrava coisas como a oração, o Deus único, os profetas, os capazes de realizar curas, as mensagens do outro lado – todo o planeta de alguma maneira crê na vida depois da morte, em todas essas coisas. Sem dúvida, a ideia de sentar-se numa cadeira e ter uma conexão direta não resultava, necessariamente, em aceitação. Levou muito tempo a dar-se conta de que os apóstolos mesmos, os profetas, todos aqueles que prestavam informação, estariam canalizando. Como chamam a isso? Que outro nome o dariam? Quando se tem um livro escrito por homens e mulheres, que é a palavra de Deus, de que outro modo a chamariam? É a palavra de homens e mulheres sob a influência da canalização. Chamem-na como queiram, ponham-na o nome que desejem, porém, queridos, existe uma conexão entre vocês e o mais além, seja o que seja de que vocês creiam.

  E logo a informação começou a vir sobre quem seria um Deus amoroso, formoso, não ajuizador, que unia as coisas, as almas que estavam sempre ali e não obrigatoriamente criadas para estar somente no planeta. Uma velha energia de natureza humana foi então colocada sobre Deus – não obstante ali Ele sempre estivesse – de que Deus é tão disfuncional como o humano. Que Deus impõe regras, que tem certos tipos de disciplina, que a Deus importa o que você faz quando gira à esquerda ou a direita; portanto, se faz  o mal e não faz o bem, esse Deus formoso e amoroso tomará sua alma e a castigará por toda a eternidade. Queridos, isso é da natureza humana, não é de Deus.

  E lentamente, muito lentamente, em especial depois da mudança, existiu em muitos um despertar. Um despertar que diz: “talvez o que nos passaram seja um pouco diferente”. Esses amam a seus profetas e podem seguir amando-os. O profeta é belo e cheio de conhecimento, amor, sabedoria, benevolência, pureza, poderes curadores. Podem seguir amando a seu profeta e a entender que talvez, somente talvez, o Deus que o profeta representa seja algo maior do que lhe tenha dito alguma doutrina; quer seja maior, mais amoroso, mais misericordioso, mais compreensivo!

  É assim como hoje está. Mas essa mudança começa a despertar em muitos, outros potenciais. Vocês não se sentem unicamente numa luz, mas estão mudados; o que sucede é que se sentem numa luz e veem coisas que não viam na obscuridade. De modo que cada ser humano, todos, recebem uma oportunidade de ver algo que antes não viam. Não há uma energia que esteja a guiar sobre o planeta e que não houvesse estado aqui antes. Em mudanças estão os seres humanos, como sempre tem sido, como deve ser; os seres humanos controlando-se a si mesmos com livre arbítrio, e a iluminação que sobrevem é que se caracteriza como resultado do livre arbítrio. E ao acender-se a luz no planeta, o livre arbítrio de milhares de milhões começa a ver – ou não. As almas mais velhas são as primeiras a despertar. As mais velhas estão aqui; estão escutando, são parte disso que chamamos a experiência lemuriana.

  As canalizações nesses dias estarão tratando disso, na maior parte. Uma vez que devemos começar pelo começo é dar-lhes alguma visão de como transcorreu tudo isso. E cada vez que falamos da história, os historiadores e cientistas que nos escutam, reviram os olhos e deixam de escutar.

  Cientista, historiador: deixem-me dizer-lhes só um momento algo sobre a natureza humana. Entusiasma-lhes a história? Historiador, arqueólogo: a resposta é sim; não fosse assim vocês não teriam  ido parar ali e feito isso. Não teriam os títulos que têm, não estariam tão entusiasmados, a menos que realmente, deveras, estivessem interessados nas coisas que a humanidade fez, como se sucederam, o que estão passando. Sem dúvida, vocês imaginam uma caixa e colocam dentro dela aquilo que creem teria acontecido. Passam por uma escola onde os instrutores depositam-lhes o que tenham descoberto. Logo vocês postulam, baseados nos descobrimentos feitos, sobre o que seria a probabilidade do acontecido, antes mesmo de saberem o que de fato houvera acontecido. Se usam a extrapolação, coisa lógica, isso se converte no modelo do que sucedeu no planeta. Uns pensariam que um arqueólogo, historiador ou cientista estaria se babando por encontrar coisas melhores que as já descobertas.

  Agora, digo-lhes o que se passa. Esta é uma energia velha, tão lógica e tão linear; porém, queridos, é o que sucede. Babam-se tanto do que descobrem, e colocam na caixa aquilo que imaginam de fato ter acontecido. Mas quando descobrem algo que está fora da curva, geralmente descartam. E não são os únicos: os físicos fazem o mesmo. Isto é da natureza humana, mas, exatamente, é a construção deles que começa agora mudar. A construção que quase nada reconhece, essa sequer existe – a caixa da crença da ciência e da história, que se mantém baseada naquilo que hajam visto e naquilo que não hajam visto! Portanto, quando começamos a falar do planeta da maneira como não está nas escolas, do que lá não é ensinado, isso é descartado imediatamente, é demasiado esotérico, não há evidências; portanto não se irá considerar.

  Sento-me diante dos que escutam e dou-lhes a história que é bela – mais além da educação que se dá no planeta – e a que lhes dou não está obrigatoriamente contida nas caixas daquilo que é ensinado. E se essas caixas fossem abertas para permitirem sair o potencial de algumas dessas coisas, seria uma via acelerada a algo glorioso, e a informação que seria muito grandiosa, cheia de maravilhas, daria mais do que aquilo que se acha agora estabelecido.

  A história da humanidade é tão grandiosa no seu desenvolvimento, na maneira em como chegaram aqui. Não no que fizeram, senão naquilo que Deus fez. Queridos, se não descobriram, existem diversas classes de akash. E nesta série de seminários pedimos-lhes que se concentrem no akash da alma do ser humano. Todas as vezes que lhes falamos sobre almas, identificamos tratar-se da alma do ser humano e temos dito isso anteriormente, em conferências e canalizações sobre as almas; há muitas classes, porém a alma do ser humano é a que tem Deus no seu interior. É a única com Deus em seu interior: a alma humana. E começou literalmente aqui neste planeta. As visões que teve o doutor são tão magníficas porque são metafóricas – (N. T. - Dr. John G. Ryan) – em outras palavras: aquilo que um ser humano possa entender e discernir numa imagem que signifique algo não ainda compreendido, que, no entanto, dá-lhe um quadro interior do possivelmente sucedido, não quando aqui já esteja, porém antes de ter chegado e anteriormente nas etapas de planejamento. É pois, como se alinha, como se encaixa, como se reconhece o que há na Gruta da Criação para que hoje se sintam como são. Cada um de vocês, milhares de milhões, tem uma alma grandiosa, como as que se sentam diante de mim, almas antigas, que são as que fizeram as coisas bem, na antiga Lemúria.

   Estou, porém, me adiantando. Existe algo chamado alma cósmica e é uma palavra inadequada para ser usada; é algo que consideram pertencer a vocês, seu nome, seu corpo. Temos falado que isso não é exatamente correto, porém quando falamos da alma cósmica isso significa que não são vocês que aqui estão, mas são vocês a estar num Lugar que não aqui.

  Esta alma que vocês têm, não é alma humana, mas a alma que é cósmica; é aquela quem vocês são no Universo. Verão; não houve princípio e nem haverá fim para quem vocês são. Vêm a esse planeta e vão tantas vezes. Suas vidas são tão curtas e envolvem uma alma: a alma cósmica se torna parcialmente uma alma humana para essas ocasiões. Temos falado disso antes. Parte de quem vocês são põe-se do outro lado, vocês sabíam? É chamado Eu Superior ou como vocês desejem. Porém, estejam inteirados de que uma parte sua está sempre mais além. E há tanto de vocês! Está aqui. Essa é a alma que conhecem, porém a alma cósmica é aquela de que queremos falar agora.

  A alma cósmica é a que veio quando a Terra era criada. Muito antes do que pensam de o Universo ter existido, vocês já existiam. A alma cósmica tem seu próprio akash. De quantos universos, creem, hajam tido parte? De quantos planetas de livre arbítrio, creem, tenham tido parte, almas antigas? Não têm ideia, não podem conceber, porque seu akash somente recorda o akash humano, não lhes permite irem mais além disso.

  Quando não estão aqui, o quadro é muito, muito maior. E eis aqui o que quero contar-lhes. Biólogo: escute. Historiador: escute. Este planeta evoluiu biologicamente segundo um plano grandioso que não é acidental. Podem explicar qualquer forma de evolução que desejarem, desde uma única célula até ao ser humano e não vão acertar como seja. Tanto tempo, queridos, conforme creem, teria levado, e seria quase para sempre, uma célula ter chegado até o humano. Entretanto, isso realizou-se através de um plano, com propósito e demasiado rápido para ter acontecido aleatoriamente. Foi desígnio humano!

  O amor começou no começo a nível dos micróbios: criar um ser humano é um tempo breve, e que este planeta teria antes tido vida é absolutamente impossível. Lancem os dados e saquem duplo seis durante dez anos. Então se aproximaria das possibilidade disso, na forma em como sucedido. E alguns biólogos estão realmente olhando isso, fazendo os cálculos com alguns dos computadores que programaram o darwinismo, com todas as coisas que montaram e creram nesse tipo de evolução. E já começam reconhecer que não poderia ter sido assim, sem uma consciência, um plano que excedesse qualquer coisa que vocês pensam que ali estava estabelecido. Esta consciência acelerou mais e mais até chegar ao ponto em que os seres humanos estavam habilitados a receberem a semente vinda das estrelas. Há evidências disso. Pedirei ao meu sócio que apresente algo dela dentro em pouco.

  Assim sendo, este planeta se desenvolveu demasiado rápido para ser de modo aleatório. Logo vieram os pleiadianos. Queridos, alguns de vocês ainda não entendem o que foi a Lemúria. A Lemúria não foi o Jardim do Éden; isso foi há dezenas de milhões de anos, muito antes que a Lemúria tivesse acontecido. Quando a semeadura começou, e a história da Criação sobre o que vocês leem em tantas escrituras se mostra correta e verdadeira, sendo toda ela metafórica, realmente aconteceu justo deste modo. Retrocedam ao que é fundamental, ao que aprenderam em criança, que é exato e verdadeiro. O que chamam Jardim do Éden é uma metáfora de Gaia. Gaia é energia materna. Posso dizer-lhes agora que Gaia foi muito determinante nessa evolução avançada, muito avançada, do ser humano. Foi Gaia quem cooperou tão grandemente, da maneira que vocês, não obstante, não conhecem, a fim de impulsionar os limites da velocidade para que tudo sucedesse de forma tão veloz, tão rápida: tudo por desígnio, tudo habilitado para avançar. Foi mais que seleção natural; foi impulsionante e Gaia esteve ali para aceitar. Gaia não só tem uma energia senão uma consciência, inclusive a chamamos a Alma de Gaia, a alma coletiva – abraçadoras de árvores: e já falamos disso antes; não abraçam a uma só árvore, as abraçam a todas.

  O Jardim do Éden é Gaia. O “Adão” e a “Eva” são os nomes dos gêneros: homens e mulheres. E de acordo com esta bela história metafórica, um anjo veio, mostrou-lhes e implantou-lhes o conhecimento da escuridão e da luz. Na escritura está implícito que o conhecimento não estava ali antes que tivessem vindo; disse o anjo, e isto é correto e verdadeiro. Os humanos estavam preparados para o que chamarei a semeadura da informação sobre a luz e a escuridão, dezenas de milhares de anos antes da Lemúria. Dizemos que começou 200.000 anos atrás; se comparado com a idade do planeta de 4.000.000.000 de anos (quatro mil milhões), foi ontem. E logo uma aceleração trouxe algo mais. Meu sócio falará disso, há evidências de quando a humanidade começou a mudar já não se pareceu com outros mamíferos do planeta. Inclusive os biólogos o têm notado na história que se pode ver e estudar.

  E onde entra a Lemúria? Retrocedamos 50.000 anos. Não à história de Adão e Eva; a Lemúria é a plataforma de lançamento, mas do ensino. Vocês chegarão ao ponto certo quando o ensino começou, e os que semearam vieram das estrelas para permanecer. Queridos, há algumas culturas em alguns lugares, inclusive de vocês, a dizer que eles estão aqui. Alguns têm nomes legendários, como Pelé, por exemplo. É interessante, e o deus do vulcão mesmo, da ilha mesma, tudo o que seja, é feminino. A diferença dos deuses gregos que começaram pelos varões e logo os fizeram disfuncionais (risos). Pelé tinha permanecido igual. Pelé é o eco metafórico da mãe pleiadiana; compreendem, e é poderosa, amorosa, e sábia. É uma lenda, queridos, porém é importante no lugar onde hoje estão.

  Então, este episódio particular da história, que é o pequeno continente de Mu, Le-Mu-ria, aquela que foi a montanha mais alta do planeta, empurrada até acima pelo que chamam o magma de um lugar quente por um tempo, a fim de assentar esta plataforma de lançamento nesta montanha, muitos de vocês participaram, uma vez. Aqui foi muito especial; não se encarnavam uma vez, outra e outra vez; somente estiveram aqui uma vez. Criavam algo interessante na civilização da Lemúria; eram todos novatos, de modo que precisava haver uma ancoragem e a ancoragem era essa: as pleiadianas, as mães, que eram as mestras. E elas criaram um grupo de humanos que viveram por muito tempo e foram também mestres a fim de que pudesse haver estabilidade e uniformidade e crescesse a maturidade da informação. Não se podia ter recém vindos, indo e vindo, indo e vindo sem a estabilidade de alguns que permanecessem e transmitissem a informação. Converteram-se, então, somente umas poucas, em almas velhas da Lemúria. Algumas estão aqui: sabem que estão aqui, mas não reconhecem a qual parte desempenharam, não sabem sequer seus nomes lemurianos, mas sabem que aqui estiveram. Não me refiro às que passaram, mas as que permaneceram por muito tempo.

  Meu sócio não foi necessariamente uma delas, não foi mestre. É interessante; (risos) quem foi e o que fez é insignificante, não foi mestre. As mestras estão algumas delas agora, aqui. E são as que mais vão ressoar com esta terra.  Isso os remete há 50.000 anos atrás, falaremos mais disso a medida que avancemos. Daremos-lhes informação da borda da caldeira. Falaremos mais sobre Makúa, como já fizemos à noite. Daremos-lhes, talvez, algumas visões sobre o que realmente aconteceu, queridos, para que não passem em branco na história da humanidade do que não foi escrito, nem visto, nem descoberto; vocês se encontram num dos lugares mais importantes do espiritual em todo o planeta. Não foi acidentalmente que esta montanha esteve no meio do Oceano Pacífico. Não havia viagens nela e a partir dela, não podia ser influenciada, não podia ser mudada nem conquistada e permaneceu a mesma por milhares de anos. A pureza permanecia a mesma, o ensino era o mesmo, as mães permaneciam as mesmas.

  Vocês podem se perguntar como poderia qualquer criatura, de qualquer planeta, de qualquer lugar como este, viver durante milhares e milhares de anos. Queridos, os pleiadianos vieram de um planeta graduado, onde a biologia não era necessariamente o que vocês hoje pensam que é. Há muito tempo suas almas estão entrelaçadas com sua biologia de modo que estiveram quase sempre numa mesma forma biológica – quase para sempre. Eles escolheram ir e vir ao que vocês chamam o outro lado do véu.

  E assim é: pode ser que vocês os vejam como deuses – muitos assim fizeram – porém, chegará o dia em que vocês serão iguais a eles, este é o plano! Foi isto o que se iniciou em 2012, o começo deste ciclo tão magnifico, a razão que justifica o retorno, a razão para que os anjos estejam aqui, a razão pela qual a Galáxia esteja observando o que tenha sucedido e o que está sucedendo agora. Tudo o que veem no planeta que está tão estranho, tão mudado, que os incomoda tanto; tudo isso tem a ver com a mudança. Sistemas de sistemas que devem mudar e transformar-se, coisas que devem cair e ser reconstruídas a fim de que recomece a integração, e este é um exemplo; o que se enseja nestes dias é o cerne, a espiritualidade do ensinamento das mães que aqui estiveram.

  Enquanto vocês estão aqui, são suscetíveis às descargas. Falo aos que estão na montanha nesse momento, diante de mim; que estão abertos às descargas (N.T. descida de informação). Refere-se esta palavra que todos conhecem  a um termino popular que entendem. Estão abertos a receber algo que não é linear, que será dominante em seus corpos, que é novo e pleno de luz, finalmente, ideias! Alguns de vocês não se darão conta da descarga até que se tenham ido. E se voltarem ao lugar de onde vieram – alguns vivem aqui – voltam às suas casas, estarão mudados. Notadamente quem vive aqui e sente a terra debaixo de seus pés terão novos sentimentos sobre o que isto significa.

  Formula-se a pergunta; “bem, por que o cume desta montanha em particular, que agora chamam de a ilha grande, é tão específica para os outros?”; isso porque, incluído 50.000 anos atrás, aqui estava Pelé. Porque até 50.000 anos muito era diferente. O vulcão estava um pouco mais ativo, porém os demais estavam extintos. Aqui era de onde fluía, aqui se criava a nova terra, aqui é onde se fizeram muito dos ensinos, nesta encosta, neste pico de montanha em particular que se converteu em ilha. Esta é a lição de história.

  Aqui está o repasso. Se pudessem ver seus akash cósmicos agora ficariam sem ar. De pronto se levantaria o véu e vocês exclamariam: “Aaaah! Sou para sempre!” e toda essa ideia de morrer e nascer, de vir e ir-se, acabaria. Acabaria! Veriam as muitas encarnações como uma só, conforme nós as vemos; veriam suas almas regressando uma e outra vez; que vocês não morrem, não morrem! Seus corpos gastam-se, isso é tudo! Vocês não morrem. Duas percepções muito distintas; a vida não está relacionada com a biologia, simplesmente não está.

  Posso contar-lhes – outra vez e mais outra – o que é o ambiente? Por todo o tempo em que meu sócio tem estado aqui, desde a primeira vez, o ambiente permanece amiúde composto das almas que vocês têm amado e perdido em suas vidas. Entretanto, estão aqui. Esta é a parte que confunde: muitos têm reencarnado e sem dúvida estão aqui no ambiente. Bem, como pode ser isto? Bem vindos à multidimensionalidade não linear, onde muitos podem estar em muitos lugares ao mesmo tempo. Vocês creem nisso de Papai Noel? Qual é o problema?

  Isso é o que é. Aqui estão no momento certo, talvez para sentir coisas a que não estavam preparados; para receberem ensinamento porque o recordarão, o recordarão! E recordarão a mestra, e amiúde isso trará lágrimas aos seus olhos. Dar-se-ão conta do quanto são de outro mundo; seu DNA não é completamente humano! Essa é a história de amor! Contaremos-lhes mais sobre isso.

  É isso que vocês são; isso é quem são! A observar este planeta e a um akash cósmico que recorda todas as galáxias, todos os universos. Nunca “nasceram” – esta é uma palavra inadequada, nunca jamais tiveram um começo; estão num círculo de tempo, tem sido sempre! Onde é o começo e onde é o fim de um círculo? É isso que são, porém para a Terra representam o começo do ensino, da pureza, do amor do Deus interior. A unicidade de todas as coisas pertence-lhes e agora começam a regressar com a percepção do todo que São.

  Há mais. Voltarei. Eu Sou Kryon, enamorado da humanidade sobre o solo do lugar onde aprenderam tudo sobre mim, tudo o que seja Deus, tudo sobre vocês.

  E assim é.
  Kryon

  Regresso à Lemuria - Parte 2
  Canalização de Kryon por Lee Carroll
  Hawai, 20 de Diciembre de 2017

  Transcrição e tradução: M. Cristina Cáffaro

  Tradução Espanhol / Português: Rayom Ra

                                                                            Rayom Ra
                                                           http://arcadeouro.blogspot.com.br
  

domingo, 7 de janeiro de 2018

Regresso à Lemúria (1) - Kryon


  Saudações, queridos, Eu Sou Kryon do Serviço Magnético. O momento é o mais comovedor de que vocês tenham conhecimento. Alguns têm vindo para umas férias, outros para celebrações, porém nenhum de vocês tem verdadeiramente ideia onde esteja. Não poderiam! Não poderiam! Por mais sintonizado que esteja seu akash, o que sucedeu aqui – aqui mesmo – é demasiado profundo para muitos neste planeta, especialmente para os que chegam agora para celebrá-lo, e tão profundo, que realmente não podem conter-se. No entanto, é o resíduo daquilo que os traz de regresso.

  Nos próximos dias irei dar-lhes algo de história, algumas recordações do que aqui sucedeu. Porém, ainda antes de fazê-lo, a recordação é esta: não estão numa ilha, estão sobre a montanha da Lemúria. A montanha, uma montanha enorme, a mais alta da Terra. E a recordação é que vocês não estão em absoluto na elevação que a Terra de Mu costumava estar – o pequeno continente em meio ao Pacífico. Tudo isso será explicado novamente, tanto em canalização quanto pelo meu sócio nos próximos três dias.

  O que quero contar-lhes é algo que só mencionei brevemente no passado; uma experiência que meu sócio teve e que quero transmitir-lhes nessa ocasião. Silêncio! Podem sentir o vento? Mesmo dentro desta sala, esotericamente; o vento da Criação?

  A Lemúria que vocês celebram não é de tanto tempo atrás, realmente; contaremos-lhes mais sobre ela. Foi o início da informação da Luz Sagrada, a plataforma de lançamento do akash, e muitos chegaram através dessa sociedade.

  Isso agora é uma ilha; foi o cume do vulcão naquele tempo, como é agora, exceto que na ocasião estava mais ativo – ligeiramente. Os outros cumes da montanha que hoje são ilhas, nos tempos da Lemúria estavam ainda extintos, uma vez que o deslizamento das placas do planeta é lento. A Lemúria foi muito recente, conforme voltaremos a discutir; recente na história que vocês chamam história. Já podem sentir? Há algo aqui. O solo, a lava em que estão parados; muito poucos estiveram aqui nos dias da Lemúria, porque ela estava aproximadamente a 33.000 pés de altura (N.T. aprox. 10.600 mts). Sem mais delongas, deixem-me contar-lhes o que sucedeu com o meu sócio.

  Antes do conhecimento que vocês hoje celebram, antes que meu sócio nada canalizara sobre a Lemúria, sobre o que poderia ter sucedido aqui, o que isso significasse esotericamente, historicamente, o que seja, ele veio canalizar de Kryon e, estranhamente, canalizou aqui, sobre este cume da montanha que hoje chamam a Ilha Grande. Foi sua primeira experiência, há mais de vinte anos. Num lugar chamado Parker Ranch foi ali onde esteve. Nesse lugar, então, a assistência não era numerosa; haviam talvez cinquenta pessoas. E o lugar onde esteve costumava ser um clube. Antes de começar a canalizar, meu sócio viu um homem entrar e sentar-se na última fila. Tinha ele os cabelos grisalhos; obviamente era havaiano. Trazia um bastão. Sentou-se e observou quando meu sócio sentou-se a canalizar. Quando meu sócio saiu da canalização o homem se tinha ido. Isso sucedeu duas vezes mais quando meu sócio voltou a esses lugares, estas ilhas, aos cumes da montanha. Meu sócio sabia que havia algo nisso, ele sentia. Costumava orar antes de chegar, sabendo que havia algo nisso e, não obstante, a canalização não dizia o que era. Na medida em que o tempo passava comecei a contar-lhe algo mais sobre o fato.

  O homem de cabelos brancos e bastão regressou duas vezes mais, conforme houvera feito na primeira vez. Fosse qualquer outra ilha que meu sócio lá estivesse a canalizar, o homem assistia e só por uns momentos era visto, indo-se antes que meu sócio saísse da canalização. Meu sócio sequer entendia se aquilo era real ou não, porque unicamente o via por um momento e ele logo se ia. Meu sócio não o via ir-se, porém já tinha ido.

  Em certa ocasião ele se apresentou dando-se a conhecer como um Kamuna e cujo nome era Makúa. Na mais completa inocência e ingenuidade meu sócio perguntou-lhe: “o quer dizer Makúa?”. E ele disse: “significa Makúa. Shaman para a Era, para o tempo”. Então, meu sócio se deu conta de que era o conservador das tradições dos ancestrais, das tradições originais de Mu, da Lemúria. As que datavam diretamente dos Pleiadianos. Então Makúa aceitou ser mestre para alguns dos grupos que meu sócio iria trazer às ilhas do Hawai, especialmente a esta ilha chamada Hawai, que era seu lugar.

  Quero contar-lhes somente um episódio, queridos, a fim de que os de vocês que irão à caldeira recordem essa história, porque é ali onde estarão. A grande abertura lá de cima da montanha, a caldeira, encontrava-se cheia de lava que então estava ativa na Lemúria e agora não mais. Vez por outra ou se abre uma fissura ou aparece umidade ou ainda se pode ver a lava. Após os dias da Lemúria ainda existiram muitos lugares onde a lava subia. De modo que a caldeira não se encontra tão ativa como na Lemúria. Não era possível vê-la; estava demasiado alta.

  Não faz muitos anos eu estava com meu sócio, conduzidos por Makúa. “Que lhe parece isso, os dois juntos?”. Uma vez que havia canos à borda da caldeira. Ele então deu os ensinamentos que o grupo desejava. E após começou a canalização. Ao seu término, Makúa disse: “quero mostrar-lhes algo”. E levou meu sócio a um lugar onde o grupo já estava por lá. Após pequena caminhada, ele disse: “esse é o lugar onde se reuniam os varões”. Isso foi antes que meu sócio compreendesse as diferenças no respeitar ao feminino nesta ilha. Ele não tinha ideia porque os varões iam a um lugar e as mulheres a outro, sem entender sequer que ainda em nossos dias, em certas culturas, há lugares em que as mulheres se reúnem de maneira sagrada, e ali somente vão as mulheres. Não se trata de uma segregação dos gêneros, mas uma homenagem a sacralidade da mãe. Esse é o ponto. Os varões tinham de ir a outro lugar uma vez que eles não tinham essa sacralidade da mãe. Não compreendiam à mãe, não estavam equipados, estavam para outras coisas com que homenageavam à mãe.
  E levou-me juntamente com meu sócio a outra área a parte, visto que meu sócio sentia que estava canalizando. Ele sentia a energia da canalização e não sabia porque, pois já havia encerrado a canalização e no entanto eu seguia com ele. Era com a finalidade de eu poder receber, dar-lhe a mensagem e dizer: “está bem, meu sócio”, quando Makúa apontou para um local à distância, dizendo: “ali é onde estão enterradas as canoas de Luz”. Meu sócio não sabia o que isso significava. Nesse momento, o guia deu uma piscadinha e disse-lhe: ‘é uma metáfora, uma metáfora! Algo assim”. Quero que pensem nisso; os Pleiadianos chegaram neste lugar. E se vocês pensam que vieram esotericamente, ou em veículos, ou o que quer que seja, a questão é que enterraram a essência de sua viagem, porque permaneceriam. Esta é uma das maiores histórias de amor da galáxia. Mais ainda se revelará a medida que vocês avancem, pois eles permaneceriam, não havendo regresso. Eles sabiam que esse era o lugar, essa era a área onde ensinariam durante milhares de anos, onde teriam filhos que seriam especiais, que também ensinariam e onde nasceria o akash (1) com que se continuaria sua estirpe. Continuaria sua linha de sangue.
  (1) Nota do tradutor: “Akash, Âkasha (terminologia sânscrito) o mesmo que o éter de um modo geral. Tudo fica registrado no akash desde a queda de um fio de cabelo, uma ideia, um pensamento ou o gestar do cosmos. É, verdadeiramente, o Livro do Universo que não permanece num só local, nem em lugar algum, mas em todo o cosmos ao mesmo tempo. Contabiliza todas as vidas existentes e suas trajetórias nos eons do tempo-espaço. Chamado também de a ‘“memória da natureza”’. (Rayom Ra)
  Nos meios sociais alguns acusaram meu sócio de não ser totalmente humano (risos). Disseram que vem do espaço e dizem: “cuidado, não é realmente humano”. Bem, tenho notícias para qualquer um que escute: “Nenhum de vocês o é! Nenhum o é!”. Esta é a história de amor que a quero falar neste fim de semana. E essa é a história da Criação; a razão pela qual vocês, aparentemente, têm 23 pares de cromossomas.
  Makúa deu a meu sócio um manuscrito; era um de quatro. E disse: “aqui estão todos os segredos da linhagem que eu ensino. Tive que revisá-los durante anos para ver se era [linhagem] pura, porque a linhagem de pureza de minha raça algum dia desaparecerá, e essas coisas devem ficar conhecidas”. Pouco tempo depois, Makúa faleceu em um acidente de trânsito nesta mesma ilha. Os shamãs não dirigem bem. E a linhagem de seu shamanismo passou a uma mulher; pela primeira vez na história não havia um herdeiro elencado para receber essa herança. Essa mulher está aqui, e vive aqui, não longe de onde vivia Makúa. Seu nome é Kalei. Ele deu-lhe o mesmo manuscrito que deu ao meu sócio. Meu sócio e Kalei estão aliados na tradição da Montanha.
  Eu disse ao meu sócio que não o lesse, e ele obedeceu-me. Eu não queria que contaminasse o que viria canalizar; queria que esperasse até muito depois de 2012 para abrir essas páginas e ler a verdade que ele vem canalizando durante todos estes anos. Uma verdade que diz que a humanidade conseguirá, e que já é passado este belo capítulo da evolução chamado 2012, a precessão dos equinócios. Há muito mais para dar-lhes. Porém, como vocês logo estarão junto à cratera, e eu não canalizarei de novo ali, quero que sintam o vento da Criação que soprará sobre vocês e em seus rostos, e que incluo fazer agora os que sabem de que falo e compreendem a metáfora; esta é uma área especial, um tempo especial; vocês vieram ao lugar onde começou o ensinamento da Luz e da beleza. Aquilo que vocês hoje necessitam para poderem cruzar esta ponte de evolução da humanidade que começará a crescer e florescer, a tornar-se sábia e continuar.
  Queridos, venham ao lugar certo no momento certo; recordem Makúa. Venham a Makúa em Kalei porque ela conta as mesmas histórias que ele contou, porém entendam que agora o feminino leva a tocha dos ancestrais, a plataforma de lançamento do akash para a humanidade, aqui mesmo.
  E assim é.
  Kryon
  Regresso à Lemuria - Parte 1 - Canalização de Kryon por Lee Carroll
  Hawaí, 20/12/2017
  Fonte: www.traducciones para el camino.blogspot.com.ar
  Tradução Espanhol / Português: Rayom Ra

                                                                                   Rayom Ra
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

A Revolução do 8 (revisto)

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  Imaginemos o 8 na vida brasileira, não meramente como um símbolo presente na escrita algébrica que aprendemos da matemática ensinada em nossas escolas. 

  Não assim tão simplesmente. Mas peguemos uma pitada aqui e ali das noções gnósticas tecidas no inconsciente das massas e coloquemos nele, no algarismo 8, uma noção brasileira e outra geral.

  Abstração, analogia, embriologia, cognição e tudo mais do espaço tempo da literatura esotérica não serão evocados de maneira técnica aprofundada, porque não é o caso. A ideia baseia-se num contexto bastante aberto. Não será inútil aos ateus e céticos, aos agnósticos preguiçosos, aos religiosos fanatizados e aos que remam contra o rio das águas limpas se assim desejarem entender pela clareza dos fatos calcados numa realidade atual.

  Então, entremos logo no cerne e objetivo dessa mensagem, em algo de impossível negação e visibilidade, que é a condução por inteiro de nosso sistema social que está um lixo podre, super repugnante e vergonhoso. Tudo isso já vem atrelado à história dos nossos governos desde o Brasil colônia – das capitanias hereditárias – esta triste história construída por assaltos a propriedades e a direitos alheios, incluindo, e muito, aos indígenas, tomados à força pelos poderes portugueses, aviltados nas raízes de suas culturas, escravizados e assassinados em massa. E também pelas consequentes benesses distribuídas a poucas e privilegiadas famílias, que rapidamente enriqueceram, tornando-se verdadeiros suseranos feudais; aquele sistema cruel, aquela coisa banida da Europa e reimplantada no Brasil e que, provavelmente, algumas daquelas famílias, por isso, continuam abastadas e latifundiárias. A mão escrava do negro, aviltado em sua raça e cultura tal como os nativos indígenas, foi-lhes a mola propulsora para suas malditas riquezas.

  A par disso, nossa pátria de flora e fauna riquíssimas, ambicionada no mundo inteiro, com vida natural plena de energia saudável e curativa veio sendo doada de pouco em pouco a poderes estrangeiros, a troco de corrupção de homens dos governos republicanos enganadores do povo, sentados em poltronas macias de gabinetes confortáveis. Antes, os imperialistas portugueses como donos da casa, já nos tinham levado toneladas em ouro e prata, e tudo mais que puderam de nossos produtos naturais.

  Essa corrupção continuou feroz e cruel até agora. Somos ainda enganados todos os dias pelos poderes que nos vendem ao estrangeiro e ao empresariado brasileiro. Formaram-se redes abrangentes, entrelaçadas com nós fortíssimos entre empresários de todos os ramos e homens do governo, entre os diversos departamentos e ministérios, onde os inescrupulosos e diabólicos tomados da malignidade e ganância se unem não mais à sombra, em ambientes fechados, mas abertamente, à luz do dia, a qualquer hora.

  Nossa sociedade é humilhada pelos três poderes, insultada e calada à força por sentenças absurdas e bizarras do judiciário, por leis fabricadas para interesses de minorias influentes e por medidas caóticas contra o povo, enquanto eles, os três poderes, celebram suas vaidades, elitismos, generosos salários e não menos generosos benefícios garantidos por fisiologismos revoltantes, que lhes aumentam os direitos – e, principalmente, pela corrupção que lhes garante muito mais em suas contas bancárias.

  Não são todos os seus representantes que se incluem na corrupção direta, sabemos disso, mas também nunca reclamam de nada que o corporativismo lhes dá, não se negam em receber as excelentes mordomias que nunca os trabalhadores de outros segmentos da sociedade terão, e continuam a usufruir de tudo tranquilamente. São tantos os violadores diretamente ligados com a enorme e inacreditável máquina da corrupção que nos deixam abismados. E os principais mandatários da nação – os presidentes dessa república humilhada – unem-se a esse mecanismo destrutivo de uma nação nascida para trazer ao mundo um brilho próprio e indevassável, que ofuscaria as mazelas e crimes de outros continentes de tantos milênios de ódios, de ferozes revoluções e inexplicáveis guerras fratricidas.

  No entanto, essa década que rapidamente se esvai, passou a se caracterizar por receber energias cósmicas que forçam o desvelamento no mundo inteiro de segredos guardados a sete chaves por governos, religiões, núcleos sociais e famílias, e que desmascaram a mentira e a hipocrisia de homens injustos e hipocritamente austeros. Essa energia logicamente nos atinge e vem começar uma revolução em nossa adulterada história, ao abrir e escancarar os males dos poderes aqui vigentes por séculos. Pois muito do que esteve guardado e oculto de mal e ignominioso na história brasileira vem sendo tratado abertamente. O povo, neste instante, começa a conhecer aquilo que esteve por tanto tempo soterrado nos porões da mentira, em baús lacrados e intocáveis. Famílias e governantes corruptos transformam-se agora em vitrines frágeis através das quais se é possível observar quantidades de seus crimes e encobrimentos de mentiras.  Está aberta a caixa de Pandora.

  Assim, as negras páginas encobertadoras de nossa fraudada história começam a ser trocadas, dando lugar às luzes das verdades antes sufocadas. Não tudo ainda, pois há muito mais a desfraldar, porém, ao curso de um processo irrefreável a história desvelada virá se constituir, cada vez mais, numa até então insondável revolução mental. Essa revolução mental, agora em seus preâmbulos, já sobe do popular às elites mais poderosas, através de homens honestos da lei e da verdadeira justiça; já alcança e mostra abertamente quem são os atuais e insensíveis vendilhões traidores do povo, que nos vem roubando ano após ano. Essa ação leva a eles, os rapinadores, grandes temores às suas próprias e apodrecidas almas, pois jamais imaginaram tamanho acontecimento. E correm feito baratas tontas.

  Claro que os déspotas e safardanas se agarram ao poder em desespero, não nos enganemos tão facilmente. Um presidente da república, impopular e indesejável – que substitui outros tão ruins quanto ele e vendilhões da nação – toma medidas críticas vergonhosas, convencendo, contemplando e locupletando, através de sua própria e pessoal ideologia, com vultosos favores monetários, aos partidários e opositores moralmente frágeis em detrimento de apelos e revolta popular - uma síndrome de idênticas proporções e consequências das que já encaminharam homens e mulheres de impérios faustosos ou falidos às guilhotinas, e, em recentes ditaduras ao cadafalso político ou ao linchamento nas ruas pelo povo.

  Mas que tem isso a ver com o algarismo 8? Bem, o 8 tem muitas interpretações em diversas dimensões da vida da personalidade e da alma, mas também da vida planetária. Esse símbolo aqui se insere numa analogia simples para um raciocínio simples de significado gnóstico para predições amplas e transcendentes. A parte de baixo do 8 (0) representa para a humanidade um longo ciclo de sofrimentos desde um continente chamado Atlântida, quando de suas iniciais destruições, em que foi fragmentado. O continente, hoje das Américas, que se formou pelo desligamento do restante da Atlântida, manteve-se oculto e inacessível por terra. Naqueles tempos catastróficos milhões de almas decaíram e muitos outros milhões foram trazidos para existência terrena. Daí, outra etapa na vida planetária se iniciou e prosseguiu por milênios, ainda que a dualidade bem e mal deixasse jamais de existir e o mal viesse de tempos em tempos novamente arrastar aos infernos do ser incontável número de almas.

  Tudo no sistema solar e particularmente em nosso planeta está ligado e condicionado aos ditames de leis que somente Mestres hierárquicos de graus superiores têm conhecimento e sabem como nelas se inserir em certas perspectivas emergentes. Mas há leis cósmicas que independem de quaisquer outros fatores, não podendo ser contidas nos seus efeitos maiores, quer em nosso subuniverso, nossa galáxia ou sistema solar. Nesse instante, conforme já explicado, desencadeia-se a força de uma dessas leis cíclicas irrefreáveis trazendo com ela as muitas influências e efeitos que de um lado destruirão aquilo que não avançou em suas histórias de vida e por outro lado renovarão sobre todas as coisas. Uns chamam a isso de Era de Aquário. Sobretudo, trata-se da manifestação de uma lei global, universal e cósmica, que transcende a todos os universos e subuniversos criados pelo Deus Todo-Poderoso.

  Essa manifestação cósmica adentrou nosso sistema solar ligada ao alvorecer da Era de Aquário prevista nas cartas astrológicas e embora essa Era ainda não esteja propriamente atuante com toda a sua potencialidade, a ação cósmica de que tratamos, obediente aos princípios do ritmo universal de ação-reação-transformação, já causa enormes transtornos e desconfortos às submersas diretrizes da evolução da matéria e, principalmente, de almas. A renovação é imprescindível para que as vidas de todos os reinos, sob os efeitos dessa lei, possam avançar nos caminhos de novas aquisições.  Nos muitos milhões de homens de pouca ou nenhuma espiritualidade, e assim opacos, isso já se revela pela negação total aos princípios ensinados pelos mentores espirituais de todos os tempos. Em contrapartida, nas almas mais lúcidas e de ações correlatas com a lei da harmonia entre os contrários, a energia eleva seus teores atômicos e celulares tornando-as isentas de males destrutivos e irreparáveis neste ainda breve tempo de transição.

  Uma das características dessa manifestação cósmica à ação da Lei, conforme já destacamos, é desnudar todas as coisas que se acham guardadas. Porém, essa ação revela-se com especial ênfase no íntimo de egos sensíveis inclinados a uma renovação espiritual, abrindo preciosas vias para a liberação de opressoras energias que ali se acham retidas desde vidas passadas. Portanto, nesse aspecto é uma lei progressista com efeitos renovadores. No oriente, essa Lei na sua total ação exercida sobre vidas e matéria, diz-se que é Shiva, o destruidor. No ocidente é a outra face do Cristo que exerce o mesmo poder destruidor e tal como exercido por Shiva, vem e atua para fins renovadores e novos crescimentos. Opostamente, nos muitos milhões de egos presos unicamente à materialidade escura essa energia, ao concentrar sua natural potência, os torna mais ainda cegos à luz. Essa é uma das razões de tanta e crescente violência e mortandade entre os homens.

  Portanto, numa grande proporção, os maus, os adernados à vida comum e simples, por própria escolha, os impolutos amantes do egocentrismo, os cruéis e avessos à igualdade entre todas as pessoas, os assassinos, os empedernidos mercenários, os corruptos e outros recalcitrantes são, nesses ligeiros exemplos, os que mais acumularão os efeitos negativos dessa lei, não importando em nada o quanto detenham de conhecimentos terrenos, de desenvolvimento intelectual ou de consciente aplicação da tecnologia científica. Não é questão unicamente ética, intelectual ou cultural segundo nossas falidas instituições e professores de visões míopes, presos à fútil mídia mundial, controladora de sistemas educacionais e da cultura acadêmica mentirosa. Mas sim, na sua ação, afeta de vários modos e gravames aos que estejam desprovidos da consciência interior, despidos de valores da alma, obscurecidos pelas paixões materiais, escravizados assim pelo egocentrismo doentio.

  Desejamos lembrar aos leitores do seguinte:

  Não somos nós quem faz abordagens sobre fatos não admitidos por muitos e recriminados, que aparenta discriminar valores e pessoas ou as estaria julgando, mas são os mentores da humanidade que ainda alertam dos efeitos a se precipitarem sobre todas as coisas planetárias, por decorrência dos valores inerentes aos próprios fatos e seus autores. Somente estamos reproduzindo aqui, nessa visão e ângulo, um pouco dos princípios contidos na lei de causa e efeito que nos permitem conotar livremente e sem dogmatismos sobre alguns desdobramentos.

  Então, a humanidade como um todo e naturalmente o Brasil, galgaram a parte inferior do 8 em várias voltas, estando a se aproximar novamente de seu ápice em tempos agora de colheitas mais amplas e universais. Os que conseguiram apreender valores relativos conscientemente e vivencia-los com equilíbrio, bem como valores absolutos e valores superlativos, terão obtido conhecimento e gamas de sabedoria, podendo avançar para a outra esfera do 8, em condições eletivas, e assim iniciar novo roteiro de voltas nessa esfera superior, providos de novas forças.

  Claro que isso, embora verdadeiro para nós é um criticismo ainda limitado. Haverá muito mais a chegar-nos. Não nos referirmos a análises de algo criptológico; tão pouco tratamos de premissas sustentadas por teoremas ocultistas, voltamos a nos referir. Embora sob forças de um esoterismo, que por sua natureza filosófica oculta segredos, ressaltamos uma visão direta de valores psicológicos algo maiores ou comumente menores, de muita nitidez para todos, e também de acontecimentos macro relacionados à vida planetária.  

  Entretanto, esse criticismo, completamente teórico para uns – que até procuramos entender – essa visão aqui colocada, ata-se a formas e efeitos concretos de um mundo moralmente decadente ante os olhos de todos, e nesse particular o planeta Terra passa por enorme e profunda comoção e provas de fogo. Não é por simples coincidência que essa bagunça veio instalar-se no bojo e íntimo de uma superpopulação mundial que não para nunca de crescer a despeito de guerras entre países, guerras urbanas e seguidos crimes por homens selvagens de organizações criminosas. Mediante tudo isso e pelas causas naturais que simultaneamente se precipitam destruindo coisas e vidas é evidente o desespero inconsciente que toma conta daqueles que não controlam seus instintos. E milhões que se debatem ante os poderes da matéria viciada, agora atuada por essa Lei Cósmica, tornaram-se escravos muito mais obedientes e mais ainda atrelados às sensações grosseiras em seus vários e nocivos teores.

  Portanto, sob os efeitos dessa energia cósmica nossos governantes aqui no Brasil continuarão a se debater mais e mais, a correr daqui para ali, a fazer acordos espúrios na tentativa de salvar seus patrimônios e liberdade bem como suas posições de mando e privilégios pessoais em detrimento dos direitos de todas as demais classes da sociedade brasileira. Porém, para eles é a última volta dos ciclos que pautaram a parte inferior do 8 por muitas Eras. É a queda definitiva deles e de bilhões de seres humanos, nesse tempo cósmico, diretamente para regiões ou dimensões inferiores a fim de, mais tarde, reiniciarem suas escaladas, partindo dessa mesma situação em que se encontram agora, novamente em longos e penosos ciclos de vida material em classes sociais inferiores.

  O ciclo de provação planetária ainda não atingiu seu ápice, continuará em diversas ações, quer geológicas quer diretamente na massa humana. Porém, já é bem clara uma ação destrutiva, no mínimo saneadora em meio a tanta ebulição mundial, para o posterior implemento de uma nova filosofia de vida sã e harmoniosa que tanto aspiramos experimentar. Acreditemos nos homens da lei que aqui estão a trabalhar, enfrentando os poderes audaciosos do despotismo hermetizado. E acreditemos nos outros que virão instruídos e disciplinados para cumprirem esse mesmo papel renovador e que são os instrumentos preparados para derrubar definitivamente os velhos e caquéticos valores de sistemas encruados nos três poderes brasileiros. Eu acredito.


                                                                                  Rayom Ra
                                                           http://arcadeouro.blogspot.com.br