segunda-feira, 15 de julho de 2024

Ilusões e Verdades - II


   Cabe-nos refletir sobre a impermeabilidade do fator tempo sob cujos ciclos existenciais estamos obrigatoriamente imersos há eons, sem que possamos alterar este mecanismo. Diríamos, sem desejar construir um aforismo que: o tempo segue o mesmo percurso e ritmo repetitivos na sua eternidade, levando-nos juntos em suas voltas.

  E assim estaríamos destinados a esse mesmo percurso por toda uma eternidade infinita-finita, se em nós não existisse um desejo inato de um dia despertar uma vontade para o Alto – que é a única via real, por onde o homem adentrar, para o regresso ao seu verdadeiro lar – quando ele conscientemente queira escapar desta rotatividade.

  Ou seja: permaneceremos inexorável e consequentemente atrelados a uma girante e reincidente roda, vidas--ciclos-vidas, no mundo físico, na medida em que realmente assim a aceitemos. Há, entretanto, neste cenário, fatores outros que gostaríamos de inserir e analisar a fim de complementar este pensamento.

  1. As almas em formação primária no mundo físico seguem um ritual vivo, pleno, natural e evolutivo a fim de chegar a um estágio também primário de individualidade. Não é possível, em tempos de primeiras encarnações, uma alma deter uma visão aprofundada da vida na Terra que a motive escapar da roda das encarnações, através de uma vontade firmemente centrada para o Alto.

  2. Múltiplas experiências são necessárias para todas as vidas de reinos, onde findo um tempo de manifestação de um reino – numa ronda – suas vidas ou essências que tenham obtido necessárias experiências, transferem-se para o reino seguinte a fim de obter novas experiências. Assim se dá nesta ordem com os reinos mineral, vegetal, animal e hominal.  

  3. Os mundos ou planos de existência oferecem condições evolutivas para as vidas migratórias, pelo tempo em que as vidas ali permaneçam em cenários denominados físico, etérico, astral, mental concreto e mental abstrato. As manifestações de seus elementos ou famílias estarão incorporando sempre maiores adaptabilidades ao meio ambiente, nas dimensões respectivas, onde as vibrações as alcancem. A cada ronda é forçoso seus veículos ou formas de manifestações adquirirem maior integração num reino.

  4. Um reino passa para outro sua natureza energética que se transmite ao contado direto de suas auras, através de correntes de energias que circundam ou interpenetram o planeta. A integração é possível em âmbitos de grupos, não importando a distância.

 5. Essa integração é também conduzida e suportada localmente por vidas de seres, chamados genericamente gnomos da terra, silfos do ar, salamandras do fogo, ondinas, nereidas ou sereias da água, havendo também desses elementos em hierarquias no próprio éter, operando em todo o planeta.

  Para melhor entendimento de “rondas,” clique no link abaixo, para ver  Capítulo XIV  da Obra “O Monoteísmo Bíblico e os Deuses da Criação”:

https://arcadeouro.blogspot.com/2017/12/o-monoteismo-biblico-e-os-deuses-da_6.htm

 Rayom Ra

sábado, 13 de julho de 2024

Ilusões e Verdades - I


  As  ilusões  estão  sempre  na contramão das verdades. Vivemos diariamente  mergulhados  num  mundo  de ilusões, séculos após séculos, milênios após milênios. E sob ilusões tem sido o caminho  percorrido pela maior parte da humanidade. E perguntamos se a ilusão é algo ruim e danoso  para o mundo?  E respondemos que nem sempre.

  Entendemos que se todos vivessem sob uma mesma ótica esotérica ou iniciática aqui neste planeta Gaia ou Terra, de mais ou menos oito bilhões de seres humanos, o planeta não poderia ser como é. Pois, o planeta foi projetado desde um tempo longínquo exatamente para a finalidade que nele vem sendo cumprida para a evolução de muitos reinos.

  Foi empregada uma engenharia sideral fantástica, de difícil compreensão, senão impossível para nosso entendimento, por não alcançarmos os meios científicos que seus construtores utilizaram para tal evento. Nada vem do nada e o planeta Terra teve um projeto concebido e reavaliado para poder existir com toda essa capacidade de renovar-se e ser a casa para tantas vidas de diferentes reinos.

  De nada adianta os cientistas de íntimos materialistas a querer demonstrar, por suas teorias imaginativas, de um surgimento da Terra e de todo o nosso cosmos, por um acaso ou pela interação de acontecimentos saídos do “Nada” de um antiverso. A existência que geraria um cosmos – de que início fosse – jamais teria saído do nada, pois o nada já seria algo, e teriam de comprovar de onde teria vindo esse algo para criar o nada. Isso seria como o cão tentando morder a sua própria cauda.

  Foi somente quando da longa viagem da nave exploradora Hubble, que alguns antigos fatos explicados pela astronomia acerca do espaço que nos cerca e suas múltiplas variedades, foram corrigidos mediante novas provas coletadas e enviadas para a Terra por aquela nave espacial.

  Pois a parte da astronomia que trabalha admitindo um automatismo do universo utiliza relações, equações, efemérides, tabelas, padrões matemáticos, imagens, relatórios e outros recursos sobre viagens espaciais e o que mais seja possível envolver com elementos da física atual e outras ciências. Entretanto, essas ferramentas estarão sempre limitadas ao que sejam observações concretas e raciocínio, porém não extensivos aos padrões metafísicos vivenciados pela presença esotérica iniciática de outra realidade de experienciações.

  E não é possível aos homens de ciência da atualidade apreender o que seja supra mental através de correlações com equações matemáticas ou pelos caminhos das relações da física de nosso tempo. Esse alcance, está bem acima dos padrões frequênciais do cérebro, que é físico, portanto, fora de suas medidas. Pois, o estudante do ocultismo, através de seus avanços, consegue decifrar padrões cósmicos supra mentais muito acima das conjeturas do puro intelecto, podendo perceber o que existe em dimensões superiores aos parâmetros científicos mais acurados.

  Pois além de todos os planos ou mundos dimensionais de nosso universo físico e não físico, está outro mundo dimensional, acima ainda do que estabelece o ensinamento iniciático esotérico de nosso tempo. Assim, estando dimensionalmente acima, este outro mundo será somente habitado por aqueles que avançarem para padrões frequênciais maiores, dentro do que hoje entendemos por iniciações espirituais superiores.

  E este avanço somente será possível para aqueles seres espirituais de nosso ciclo terreno atual, que tenham alcançado aqui sete iniciações maiores, como Buda Gautama e outros. Pois, o destino mais imediato desses Mestres da Sabedoria é o Esquema de Evolução do planeta Vênus, onde possam treinar para alcançar duas novas iniciações que não existem nas dimensões do nosso planeta.

Rayom Ra
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terça-feira, 9 de julho de 2024

Depois do Amanhã - IV

                                Mantra da Unificação

                            Os filhos dos homens são um,

                            E Eu Sou um com eles.
                            Trato de amar e não odiar,
                            Trato de servir e não ser servido,
                            Trato de curar e não ferir.

                            Que a dor traga devida recompensa,
                            de Luz e Amor.
                            Que a alma controle à forma externa,
                            e traga à Luz, o Amor,
                            Que subjaz em tudo quanto ocorre,
                            nesta época.
                            Que venham a visão e a percepção
                            interna!

                            Que o porvir quede revelado,
                            Que a união interna seja demonstrada,
                            E cessem as divisões externas!
                            Que prevaleça o Amor,
                            Que todos os homens amem!

  Exemplifiquemos por vetores o que consigamos passar de entendimento real e verdadeiro sobre aquilo aqui abordado: 

 1 - A realidade de nossas vidas, a inalienável revelação de que cada alma é portadora, é uma só. O âmago de qualquer alma humana estará sempre ansiando por receber a revelação única, que se sobrepõe a tudo quanto possa a alma estar experienciando. A revelação virá da Fonte Criadora Única, através do conhecimento. Mais tarde, continuará pela sabedoria iniciática, sob muitos graus e aspectos.

 2 – A vida que conhecemos sob qualquer visão que a percebamos é múltipla em aspectos, qualidades e aparências, abrangentes ao mundo físico e demais mundos ou dimensões. Ou seja: aquilo que diariamente vemos ou experienciamos, desde a infância, são formas que vão de condensadas até as mais sutis. Isso nos chega, primeiramente, através de nossos sentidos comuns, e pela imediata análise do cognitivo.

  Esta forma de condicionar a experiência através dos sentidos continua sempre em trânsito, passando elementos pela nossa tela etérica, para um armazenamento mnemônico sempre crescente. Mas à medida que vamos colhendo outras experiências, vamos aumentando aquele patrimônio, ou substituindo conceitos, visões, ilusões ou realidades que não nos cabem mais, por outros mais dinâmicos e de maiores profundidades.

 3 – Assim, os níveis culturais para os quais vamos mentalmente migrando, ao longo de nossas experiências em muitas áreas, somam-se e se sobrepõem em diversos fatores ou idiossincrasias, durante os muitos ciclos reencarnatórios de nossas existências. Isso nos permite, também, operar nas almas raciais a que estejamos submersos e contribuir com seus avanços, dentro de situações cada vez mais aprofundadas.

  4 –  ­ Todas as vidas planetárias, no sentido abrangente de reinos e espécies, estão subjugadas obrigatoriamente aos processos de vidas múltiplas, condicionadas às necessárias experienciações.

  5 – Cada novo ciclo de vidas que repovoa o planeta em vivências de reinos elementais e grupamentos de reinos estruturados em seus significados de espécies, promove o desenvolvimento de elementos distintos em qualidades.

 6 – ­Há sempre uma consciência de reino operando incessantemente como nuvens nas espécies que se situam em diferentes escalas vibratórias e precisam estar continuamente em manifestação. Aquelas vidas de reinos precisam reagir sempre ao impulso vibratório que lhes é atuado em incorporações, para enriquecimentos de suas cargas por espécies.

  7 – Conforme os ensinamentos elaborados para o aprendizado de estudantes do esoterismo, cada reino sempre avança, segundo sua própria vida elemental que circunscreve sua ação interiormente, sob nuvens de energia. Isso abrange as necessidades coletivas de reinos e sub-reinos quer mineral, vegetal, animal e humano, em determinadas escalas, adstritas às suas próprias necessidades evolutivas.


Tempos Outros
 
  Realmente, vivemos tempos estranhos. Isso, sem dúvida, se deve a uma obscura e invisível nuvem, agindo já há algum tempo sobre coletivos, ganhando espaço e energia com relativa rapidez.

  Contudo existir alertas através de videntes e intuitivos e nas revelações milenares, a maioria das pessoas por todo o mundo não quer saber nem acreditar. Algo como um "salvem-se quem puder," parece ecoar aos ouvidos dos mais sensíveis, mas as religiões não conseguem convencer como antes.

  Verdade que praias ainda lotam; também os restaurantes e parques, apesar desses alertas subliminares que por todo um resto de nossas atividades, vai seguindo mecanicamente como sempre. Mas, há sim, temores no íntimo de tantos, e sensações de estarmos como em gaiolas constantemente vigiados. O que realmente são essas sensações em coletivos, qual a explicação sobre o que oprime a tantos?

 Mediante acontecimentos surpreendentes e catastróficos pelo mundo, ficou demonstrado que os problemas com a poluição atmosférica eram unicamente desculpas pontuais de governos e não o cerne de tudo, muito embora precisasse ser resolvido. Isto ficou explicado de modo insofismável por alertas de seres galáticos, como Ashtar Sheran Ashtar, Metatron, Arcanjos, Ramatís e outros também reais e verdadeiros comunicadores.

  Recentemente, antes mesmo destes atuais momentos assustadores e sequer se suspeitasse de algo semelhante  na vida planetária, Ramatís, ao final da década de quarenta, já noticiava seguidamente deste próximo porvir. Seus alertas tinham por base a aproximação de um planeta de massa física regulando com a massa física do planeta Terra, porém com aura energética bem maior que a da Terra, mas com teor primitivo e avassalador. 

  Dentre outros nomes, este planeta "higienizador" era chamado de Hercólubus, responsável por provocar catástrofes na Terra. Vejamos pequeno trecho do que já dizia Ramatís, ao final de década de 1949, sobre o Hercólubus, cuja aproximação causaria a verticalização do eixo da Terra, adernado em 23 graus e 27 minutos:

 Embora a elevação do eixo da Terra tenha de se processar gradativamente, de modo tal que, a princípio, não despertará a curiosidade científica ou a apreensão humana, ser-vos-á fácil avaliar as consequências decorrentes do fenômeno. Certamente, os cientistas hão de explicar o acontecimento dentro das leis consagradas pelo academismo oficial e situá-lo no campo das modificações climatéricas e previstas no “tempo geológico”. 

  A verticalização, quando for percebida, será incondicionalmente atribuída à periodicidade espontânea dos movimentos naturais do orbe. Dificilmente a vossa ciência haverá de aceitar a “absurda” notícia da aproximação de um planeta desconhecido nas cartas astronômicas.

  O atrito magnético, que provocará gradativamente o aquecimento de vosso orbe, será levado à conta de fenômeno comum e inerente às alterações da massa planetária. Mas, apesar de todas as explicações cientificamente ‘muito bonitas’, dos vossos cientistas, os acontecimentos se efetivarão de acordo com os planos elaborados pelos Construtores Siderais e não conforme as opiniões acadêmicas”.... [O Astro Intruso - Ramatís, por Hur-Than de Shida]

  Ramatís continuaria suas narrativas sobre os chamados "Sinais do tempos", de onde retiramos este trecho:

  "`A aproximação do astro intruso [Hercólubus], juntamente com o superaquecimento planetário, resultado da ação nefasta do homem sobre a natureza, instigam a força do elemento água, que suporta grande carga energética do orbe. O mar avançará [na época desta comunicação este cenário no mar ainda não acontecia da forma tão intensa quanto após],os ventos serão mais fortes, os ciclones e tornados serão mais comuns, mesmo em áreas onde eles não existiam na história recente.
 
  O clima será fortemente afetado em todo o globo, com inversões climáticas significativas de calor para o frio e vice-versa. O magnetismo do planeta se enfraquecerá e a proteção da camada de ozônio será menor. A Terra está doente porque os homens com suas imperfeições morais e espirituais desfiguram a obra divina."

  Muito ainda Ramatís enfatizaria em respostas a questionários, sobre o superaquecimento global, explicando-nos não existir um único e fundamental fator causador da deflagração em série de hecatombes no planeta. O superaquecimento não representa um só dos fatores daninhos ao mundo, porém conjugado com poluição de mares e oceanos, queimas desordenadas de matas e florestas com consequentes aumentos de CO2 na atmosfera. Além das desordenadas extrações do petróleo pelo mundo para o refino, em função de suas múltiplas finalidades na produção mundial de numerosos itens de que nos tornamos dependentes na vida moderna. Os veículos automotores, formavam a fileira principal das emissões diárias de CO2 pela atmosfera.

  Isto tudo já sabemos, bem como das reuniões de representantes de países industrializados, onde discutiam incluir numa lista comprometedora também países que operavam com percentuais mínimos no efeito estufa.

                                                   Rayom Ra
                                 http://arcadeouro.blogspot.com
            

domingo, 7 de julho de 2024

Depois do Amanhã - III


   Voltemos ao tema, tempo x dimensões, que tanto nos atrai e aos cientistas. Já mencionamos que a perspectiva do tempo existe de modo linear, mas sendo também curvo em seu percurso, onde os fenômenos temporais acontecem simultaneamente. Fizemos referências às civilizações passadas e a um tempo futuro considerando o tempo presente como fator transitório na linearidade.

   Neste transcorrer, lembramos-nos de uma definição antiga, inserida nas considerações da geometria, compreendendo o ponto, a uniformidade do movimento, o próprio movimento, e a linha como o produto da mistura desses tríplices elementos. Essa formulação tenta definir o início de todas as figuras geométricas, muito embora o tempo esteja aí implícito como em tudo de nossas vidas, Dizia: “Ponto, vestígio sem dimensão alguma que no seu movimento uniforme gera a linha.”

  Esta definição, relativa a uma retilineidade, vem encontrar maior clareza na explanação euclidiana, assim comentada na Wikipedia: "A curvatura do espaço-tempo é a principal consequência da teoria da relatividade geral, de acordo com a qual, a gravidade é efeito ou consequência da geometria curva do espaço-tempo. Os corpos em um campo gravitacional seguem um caminho espacial curvo, mesmo que eles possam estar se movendo como linhas do mundo possíveis "em linha reta", através do espaço-tempo curvo. É importante salientar que as linhas mais "retas" ou unindo dois pontos com o comprimento mais curto possível em um determinado espaço de tempo são chamadas de "linhas geodésicas" e são as linhas de curvatura mínima."

  Mas nessas considerações encontramos também singularidades, pois todos os estudos da geometria são construídos sob e sobre uma plataforma mental no espaço-tempo, que obviamente não é plataforma física, como também não é física a dimensionalidade do ponto.

 Estas afirmações, naturalmente, são levadas a efeito, considerando as suas relações com o nosso cérebro físico. Pois este é um mundo de formas concretas com leis e princípios atinentes, onde andamos, nos movemos e temos o nosso ser em manifestações objetivas. E o nosso corpo mental concreto não consegue entender as relações subjetivas do nosso corpo mental abstrato, precisando recorrer a analogias e simbolismos representativos de ideias e relações espaciais. 

 Admitamos, então - nesta nova análise - que o presente exista, porém falsamente, em nossas circunstâncias diárias, relativamente aos fatores dia, noite, datas ou pela inexorável marcha instrumental dos relógios. E que este tempo presente, para o nosso entendimento, esteja limitado aos fenômenos naturais observados na astronomia, não se constituindo como o único e instantâneo momento convergente, mas também esteja correlacionado com um passado instantâneo e simultaneamente o estejamos experienciado com um futuro instantâneo. Admitindo também que nesse futuro estejamos igualmente vivendo num passado simultâneo convergente como também simultaneamente num futuro convergente, todos abrangentes a um único momentum. 

  Para o nosso entendimento, portanto, isto não configura uma perfeita retilineidade do tempo, mesmo uma curva, pois neste estereótipo o passado não é o passado, o presente não é o presente e o futuro não é o futuro. Assim,  sob outra análise, o tempo linear também não existe, conforme não nos ensinaram. E podemos resumir, neste entendimento, que o futuro linear só exista numa perspectiva, o presente numa transição e o passado num histórico. Tudo numa só expressão de um só "não tempo" considerando-se também que a linha do tempo não seja unicamente linear e uniforme, mas existindo com paralelismos dimensionais nos três eventos do tempo, sob um único momentum quântico.

 Vejamos como o nosso próprio movimento respiratório nos dá conta de uma só convergência simultânea dos três fatores. Assim, ao iniciarmos a inspiração, já estamos entrando na linha do futuro e neste andamento, onde não existe o presente como um módulo estacionário, mas como uma falsa passagem, chegaríamos àquele futuro, que já estaria incorporado do pseudo presente, instantaneamente, e já sendo o pseudo passado, na medida em que continuamos com o mesmo ritmo da inspiração. E quando alcançamos o final da inspiração, atingimos um ponto reversível, que seria o futuro, que chega com o presente, que vem atrelado com o passado, e novamente com o futuro, etc. que ao final desta sequencia terá sido a simultaneidade tríplice sob um único módulo abrangente.

  Se nesses movimentos, ao alcançarmos o ápice da inspiração e retivermos o ar, ali também se equacionarão os três formatos de tempo convencionados. É só começarmos contar mentalmente, 1, 2, 3, 4... que estabeleceremos para cada algarismo um pseudo presente, um pseudo passado e um pseudo futuro. Temos então o algarismo 1 e a transição para o algarismo 2 e uma perspectiva imediata de um futuro que será o próprio algarismo 2, e assim sucessivamente com os demais algarismos. Resumo da ópera: verdadeiramente, não há divisão no tempo e nem linha do tempo em nosso planeta, senão um único momentum quântico.

  Note-se que estes módulos de passado, presente e futuro, aceitos por nossos cérebros, não desenvolvem uma passagem do tempo, conforme fomos ensinados admitir. Pois são todos uma única e perene convergência num único setor de um espaço multidimensional. As nuances que constatamos são só nossas, através de nossos cérebros físicos.

  Ou seja: o tempo não existe conforme os nossos sentidos entendem, e ao mesmo tempo existe sob três perspectivas modulares que são uma só convergência: passado, presente e futuro. Assim, estamos sempre emersos num mundo dimensional da mais completa ilusão, onde tudo o que nos rodeia existe, e paralelamente não existe. 


  Voltamos a acentuar, para aclarar sobre a existência ou não do presente, como sendo um módulo, como são também o passado e o futuro. Esse módulo do presente é uma elasticidade para nossas conjeturas, a fim tentarmos situar aquilo que nossos sentidos entendam de pausa entre o passado e o futuro. Usamos a figuração e o termo "transição", ou "passagem" embora isso numa perspectiva do tempo como um todo, não exista. Pois tudo é um só momentum e uma só causa fora de nossos sentidos humanos.

Parte II
Ver Partes I e II
                                                            Rayom Ra
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quinta-feira, 4 de julho de 2024

Depois do Amanhã - II

  É sempre bom relembrar as serenas palavras do nazareno ao alertar: “Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis.”

  Excetuamos alguns poucos esotéricos, iniciados ou não, através da internet, sem arroubos personalistas, a demonstrar cuidados com suas palavras ou análises sobre profecias. E assim permanecem periféricos. Há, porém, videntes profissionais – homens ou mulheres – cheios de empáfias, com duvidosas revelações, normalmente copiadas, a se dirigir a uma pessoa solicitante dando-lhe falsas esperanças. Ou mesmo a vaticinar do futuro da Terra e da humanidade.

  Faz-nos bem relembrar, porém do alerta do Mestre da Galiléia, ao profetizar: “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome dizendo: eu sou Cristo, e enganarão a muitos... Porquanto se levantarão nação contra nação, reino contra reino e haverá fome e terremotos em vários lugares; porém, tudo isso é o princípio das dores. Então sereis atribulados, e vos matarão, Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Neste tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros. Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos, E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho por todo o reino, por todo o mundo, para testemunho de todas as nações.... Então virá o fim.”

  Fazem-se evidentes os dias de ajustes de contas, ao vermos o mundo revirar-se, revolvendo-se em absurdos acontecimentos, quer naturais, familiares ou sociais. Os acontecimentos naturais, relativos aos fenômenos da natureza que se desencadeiam pelo mundo, chegam-nos também de modos brutais e aterrorizantes, As dissensões familiares tornam-se constantes e os escândalos de “famosos” servem de alimento diário a uma grande parte da mídia, que sem nenhum resquício de compaixão os expõem abertamente.

  Comumente, revelam-se dicotomias entre um acontecimento extraordinário que tomamos conhecimento e o nosso comportamento social ou rotineiramente familiar. Pois, na manhã seguinte – no geral – passamos de surpresos a estados de ausências, e as imagens ou noticiários daqueles momentos que polarizaram nossa atenção, após o sono noturno, vão perdendo forças nos seus impactos e vamos voltando à normalidade de nossas rotinas. Sendo muitas as nossas obrigações diárias vamos maquinalmente ao café da manhã, à volta ao trabalho, ao almoço, ao expediente da tarde, à caída da noite, ao retorno ao lar, ao jantar, ao dormir. Tudo mecanicamente rotineiro e seqüencialmente hipnótico com poucas variantes no lar ou em nossas atividades diárias.

  Mesmo atividades esportivas em clubes e associações – necessárias e importantes a muitos e recomendadas para a juventude – acabam, não raro, por se constituir em rotinas mecânicas, mesmo que sejam para a saúde física ou libertação psicológica de problemas ou traumas. Há, naturalmente, profissões em grande número e tipos de obrigatórias rotinas ocorrendo noturnamente. Enfim, da necessidade de adequações, condicionamentos e obediências às regras impostas a que devamos nos submeter ao longo de nossas vidas, para termos remunerações e vivermos o que é chamado de vida normal.

  Numerosas atividades extra profissões são recomendadas pela ciência médica para profissionais em várias áreas, inclusive o lazer com a família. Mas este é somente um ponto fora da curva nesta digressão. O que realmente desejamos expor é da vivência do ser humano entre uma constante pressão de um lado e uma obediência mecânica de outro lado ao longo deste cotidiano. Isso faz com que naturalmente nos convertamos de modo coletivo a um tipo comum de cordeirismo onde a mídia mundial forte e psicologicamente organizada nos mantém sob vigilância, de modo claro para uns ou subliminarmente oculta para outros. 

  Pois há pelo mundo os diversos modelos de atividades humanas que já são de muitos modos controlados por organizações mundiais, sejam nas práticas religiosas, artísticas, novelísticas, esportivas, educacionais, industriais, econômicas, e etc. E se constituem simplesmente nos seixos de uma única máquina psicológica, que a tantos consegue condicionar. Há muitos outros exemplos deste forte controle midiático introduzido nos estereótipos grupais ou coletivos maiores. E quando não prestamos a devida atenção em como somos seduzidos e conduzidos diariamente às situações de controle mental e emocional onde nos encontramos, podemos nos tornar mais facilmente servis daquela engrenagem que nos mantém presos a ela.

  Bem, todas essas observações nos conduzem a outras questões a que não podemos deixar de conjeturar. Uma dessas questões se torna fundamentalmente verdadeiro paradigma para os chamados “despertos” que conseguem ver claramente a ação dessa máquina psicológica continuamente remontada e operante desde séculos.
                                              Rayom Ra
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Segue: Depois do Amanhã III https://arcadeouro.blogspot.com/2024/07/depois-do-amanha-iii.html 

terça-feira, 2 de julho de 2024

Depois do Amanhã - I

  Nada restará senão memórias de povos indígenas e de uns poucos de outras raças aqui permanecidos. O planeta passará por uma viração como é feita com a terra ao ser preparada para o plantio de nova sementeira, quando antes o terreno fora tomado por extenso capinzal eivado de ervas daninhas e espinheiros. Nada sobrará daquilo que antes se constituíra em estereótipos de civilizações que se degradaram de seus princípios existenciais. Tudo será tragado por mares e oceanos; abismos se abrirão levando continentes inteiros para profundezas imensas, onde lá permanecerão por milênios.      

  O que virá sobrar de antes serão poucas ilhas, mas outras extensões de terra emergirão de sob as profundezas planetárias, das camadas de gelo e dos oceanos que as mantinham em estado hibernal. Serão de antigos continentes e ilhas que se elevarão do fundo de oceanos trazendo nova flora, conformando uma nova geografia sob um mesmo céu anil que, como outrora, por refrações dos raios solares, continuará alternando belos matizes nas manhãs e finais de tardes.

  Povos indígenas em evolução étnica trabalharão o repovoamento das novas terras ou continentes em lugares apropriados, reiniciando novo ciclo de vidas humanas e em pouco tempo haverá também o completo ressurgimento de florestas planetárias. Algumas vezes, muitos abalos serão seguidamente sentidos na superfície terrena, em decorrências dos processos de acomodações interiores de quilômetros de terra, em ilhas e lugares continentais. Os malignos do mundo astral e almas diabólicas encarnadas em corpos humanos terão sido tragados da face da terra, juntamente com os seus laboratórios de lúgubres experiências genéticas e criações monstruosas.

  Quase tudo o que antes existira – sob aspectos de entendimentos da cultura humana e presença da tecnologia como hoje conhecemos – desaparecerá completamente e durante algum tempo o planeta será um mundo pouco habitado por seres humanos. Porém, a vida animal logo estará plena com variadas espécies, bem como o reino vegetal, que após a sua hibernação por milênios, se mostrará novamente cheio de viço e de fundamental importância para o equilíbrio ecológico planetário. Do mesmo modo, o reino mineral voltará recomposto e robustecido nos seus veios de ouro, nos metais nobres, bem como nos mananciais de tantos outros elementos importantes, conforme já acontecido em longos passados ao cabo de periódicos e reincidentes ciclos de vidas terrenas.

  Profecias sobre o fim dos tempos tornaram-se conhecidas através das parábolas de Jesus acerca da humanidade e alguns trechos mais gerais vieram sendo trazidos por outros videntes do recente passado, notadamente por Michel de Nostradamus no século XVI. Mais mensageiros divinos, em diferentes épocas e civilizações, ocupando  mentes humanas de seus escolhidos na Terra, constituíram-se também em tabernáculos de Deus para muitos povos do planeta. Na atualidade, Ramatís, há algumas décadas, em muitas de suas obras, tem ampliado consideravelmente o entendimento dessas profecias, com interpretações mais adequadas para os nossos tempos, comentando com admiráveis abrangências e alertando do tempo da colheita que se aproxima.

  Entendamos, entretanto, que este momento terreno pelo qual atravessamos, não seja ainda a colheita de "o final do final dos tempos" do apocalipse - ou revelação - que ainda prosseguirá até, provavelmente, um século e meio vindouro e cujos resultados estarão próximos daqueles que descrevemos em parágrafos anteriores. E sequer imaginemos que naves extraordinárias de resgates, conduzidas por seres extraterrestres amistosos, aqui estejam somente para não permitir que Gaia - a Terra - e seus moradores, passem por profundas transformações na sua real situação mundial. Absolutamente, não! É exatamente o contrário. Os expurgos de aproximadamente 2/3 da humanidade acontecerão por que precisam acontecer pelas incongruências humanas com o planejamento divino para a humanidade. As mudanças físicas do orbe terrestre de há muito já vêm acontecendo, ligadas diretamente com os débitos cármicos de populações.

  Se fossem atribuições dos extraterrestres unicamente deter os malignos em todas as incursões destrutivas deles, eles já teriam feito isso: teriam resolvido tudo e ido embora para suas casas em seus respectivos cosmos. O trabalho deles, porém, é muito mais cioso, demorado e profundo, não implicando simplesmente na interveniência dos fatores cármicos de bilhões de almas aqui viventes em corpos biológicas terrenos. Esses, continuarão colhendo em suas almas os resultados de suas escolhas pelos maus ou criminosos atos, até o término do período cronológico da definitiva separação. Na verdade, a grande separação entre "lobos e cordeiros'' já se encerra, restando tão somente  pequeno percentual de indecisos ou arrependidos.

  É também verdade que nem todos os bilhões de habitantes do planeta, embora não praticantes de atos criminosos ou destrutivos, estejam completamente isentos de também sofrer de algum modo dos efeitos negativos em suas vidas, pelos desarrazoados erros dos inclementes e reincidentes que permanecem na via contrária. Pois mesmo aqueles moradores do planeta, isentos do retorno cármico mundial, ainda  detém, de algum modo, restos de carmas que precisam descartar. 

  Por outro lado, os seres chamados cósmicos - também semeadores da nova humanidade neste atual período de Gaia - que tendo o cuidado de que o Plano da Criação na Terra seja cumprido, segundo os projetos dos pais da humanidade para o planeta - não podem, com seus fantásticos poderes e inacreditável avançada tecnologia, interferir definitivamente no carma gerado pela humanidade.

  Antes, seres cósmicos, referidos nas antigas histórias dos povos da Terra como sendo deuses e também os semeadores de nova humanidade, teriam em determinados períodos de nossa história, se introduzido em raças e etnias, gerando descendentes. E alguns descendentes da linhagem de longínquas gerações, ainda estariam habitando a Terra, fazendo parte da população terrena. Na verdade, continuariam cooperando com as Hierarquias Criadoras, embora em números reduzidos.

  É possível admitirmos que nosso cosmos, com tantas galáxias, sóis e sistemas solares, haja existido com mais de um prévio e grandioso planejamento de extraordinária magnitude e avançada ciência. E esses engenhosos planejamentos tenham trazido em seus conteúdos mistérios sobre mistérios, que o limitado conhecimento popular de outrora não conseguisse ainda elucidar. E o mesmo conteúdo de sabedoria galática, através daqueles majestosos seres de infinita inteligência e capacidade, constituídos em Hierarquias - desde anteriores experiências cósmicas  - regeria, também, a construção de nosso sistema solar. Assim, por um Organograma Cósmico abrangente, surgiriam o nosso sistema solar, o nosso planeta e sua cadeia planetária.

  Esses incríveis "engenheiros construtores" são agentes do Logos Criador e Logos Solar, que mesmo possuidores de inacreditáveis poderes, não podem, contudo, tomar em suas próprias mãos os destinos de bilhões de almas aqui encarnadas, sem obediência à uma Lei Cósmica Maior em permanente vigência.  Em nosso caso, até certo ponto onde suas atribuições permitem e sob orientações do Conselho Galático, os engenheiros construtores representados pelos "extraterrestres" estacionados em nosso espaço sidéreo, usam de sua superior prerrogativa a fim de trabalhar para a não destruição de nosso planeta. Mas dentro dos requisitos da Lei, a preservação planetária precisa ser também realizada por ação da raça humana, ou seja, que ela permaneça agindo seguidamente para tentar salvar o seu planeta, a sua casa cósmica, da completa extinção.

   Medidas mais emergenciais são, no entanto, tomadas, mediante ordens superiores a fim de tentar evitar que a ira e a belicosidade humanas possam levar o planeta a um estado estéril, radiativo e inabitável. Isso, no cosmos, nem sempre é possível evitar pelos engenheiros siderais, como no complexo de Capela onde um de seus planetas foi destruído pela incúria de autoridades humanas no uso de sua ciência para fins destrutivos. Caso se torne iminente, aqui na Terra, algo como uma guerra nuclear, eles resgatarão parte menor de sua humanidade, realocando-a em dimensões respectivas às suas índoles e estados evolutivos. 

  Uma medida radical já antecipadamente programada e estabelecida desde outros idênticos ciclos apocalípticos na Terra, obrigará que bilhões de homens e mulheres avessos ao próprio sentido da vida, sejam tragados por maremotos, terremotos ou arrebatados por outros acontecimentos da natureza açulada. Esses, conforme antes acentuamos, variam seus procedimentos desde estados animalizados, perigosos e vandalizadores, a estados psicológicos condicionadores de crimes, vícios e violências de toda espécie, não importando que na sua maioria estejam habitando em países de sociedades humanamente organizadas.

  Pois, à ótica espiritual, a evolução de seres humanos requer, a cada um, a edificação de uma alma, tanto quanto vibrátil, que aos poucos se vá constituindo em seu íntimo, na medida de seus bons atos e pensamentos, a fim de que consiga, por pessoal esforço, realmente avançar em suas encarnações. Seres sem verdadeiras almas são unicamente instintivos, muitos de reações animalescas ferozes, e uma vez terminada outra de suas encarnações, não tendo obtido algum progresso, pouco restará de aproveitável nas suas formações endógenas ou manifestações íntimas. 

  Com efeito, aqueles casulos de energia primária que a natureza constrói para objetivo da evolução humana individual, segundo o protótipo homem ou mulher, não tornados aproveitáveis a grande percentual nas encarnações de bilhões, serão então desarticulados do protótipo e dissolvidos após as suas mortes.

  Alguns leitores ainda perguntarão por que não é permitido aos irmãos extraterrestres evitar diretamente a destruição de um planeta como a Terra, se eles têm poderes para tal. Reafirmamos que as leis cósmicas não podem ser tergiversadas além dos limites do livre arbítrio que os seres humanos desfrutam. O sentido da missão com que os extraterrestres hierárquicos se apresentam nestes tempos em visita ao planeta Terra é unicamente reparador, dentro de limites estabelecidos por leis cósmicas. 

  Pois, toda e qualquer criação em nosso universo planetário ou grandes destruições, tendem a acontecer por situações de causas e efeitos não sustentados pelos homens nos planejamentos da criação anteriormente estabelecidos. Nem um calcáreo, uma rocha ou montanha podem ser removidos para outros e eventuais acontecimentos não previstos num organograma cósmico adrede. Ou, sequencialmente, o planeta Terra jamais teria se mantido em harmonia com leis mecânicas nas suas rotações e transladações espaço tempo. Assistências emergenciais fazem parte de um entrosamento entre as forças criadoras. Porém, como último e derradeiro evento, após esgotadas todas as possibilidades cooperativistas e assistenciais por agentes cósmicos, a destruição do planeta Terra - pelo estado como atualmente se encontra - não está completamente descartada.

  Para melhor entendimento destes fatores extremos, lembremos que o continente da Atlântida foi ao seu tempo destruído pela Hierarquia Planetária, inicialmente através de um grande cataclismo e por outros subsequentes ao longo da história mundial, depois de ser constatado que as forças negras tinham inicialmente tomado todos os postos de comando atlante, mudando o sentido da experiência humana para objetivos unicamente negativos. Embora os desastres que se sucederam na Atlântida e em milênios posteriores, pelas mesmas causas, fossem de uma grandeza e dimensão menores do que atualmente possa acontecer, e a Hierarquia Planetária houvesse de alterar toda uma engenharia global com o proposital adernamento do eixo virtual da Terra, em relação à elíptica, para 23 graus e 27 minutos, o problema com as forças opositoras continua em proporções ainda maiores.

  A população do planeta atinge hoje números nunca antes acontecidos e as diferenças sociais, as revoluções e guerras por tomadas de poder têm sido muitas, desde tempos longínquos. Atualmente, as populações continentais interagem por todos os quadrantes planetários, resultado de uma ciência expansiva e tecnologia integradora, onde também acontecem incursões pelas forças negativas, reforçadas ao longo dos milênios. Pretendem, essas forças, muito mais agora em segmentos vitais, exatamente uma tomada mundial definitiva, diferentemente do ocorrido em tempos atlantes, quando não existia naquele continente e no planeta inteiro tal expansão tecnológica como na atualidade.                                                                                                         
                                              Rayom Ra

quarta-feira, 22 de maio de 2024

Sirius

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    Sirius, uma das mais maravilhosas estrelas de nosso firmamento, possui sua aparente grande magnitude por causa do simples fato de que ela está a somente 8,7 anos luz da Terra. Ela emite 23 vezes mais luz do que o Sol e é 1,8 vezes maior do que ele. Comparada com outras estrelas como Rigel ou Beltegeuse, (da constelação de Orion) Sirius, no entanto, é relativamente pequena.

  Ao redor de Sirius, orbitam planetas, e posso descrever especificamente um deles que me é muito especial, chamado Elfy. Trata-se de um planeta altamente tecnológico, com vias aéreas por onde veículos de baixa densidade transitam. Existe uma área urbana, ponto de conexão com os outros planetas do sistema. As viagens entre planetas são comuns. Cada planeta tem uma função específica, sendo Elfy o centro tecnológico do sistema, mas num tom tecnológico muito superior ao que conhecemos hoje, sem a necessidade de aparelhos ou dispositivos para processamentos ou intercomunicação. A força do pensamento é evidente, mas nem por isso deixa-se de lado o uso do corpo físico mais denso.

  Porém, uma particularidade se revela latente: uma mesma entidade pode habitar mais de um corpo, sendo possível que um habitante tenha vários "corpos" alocados em regiões diferentes e a eles se conectam para reduzir distâncias. Fora das áreas urbanas, a tecnologia se funde com a natureza, e respeita-se a vida em todas as suas formas. Os habitantes tem tom azulado, são de maior estatura, e conectam-se a tudo com extrema facilidade. As noites são repletas de cores, os riachos luminosos, as árvores com tamanho equivalente aos nossos prédios de 70 ou 80 andares e os ventos sopram como melodias.

  Há certa relação entre Elfy e o planeta Eudora, do filme "Avatar". Vale ressaltar que toda obra cinematográfica de sucesso, normalmente é inspirada pelo invisível - seja no bem ou no mal. O autor, em desdobramento, é levado a outros planos (ou outros mundos) e trás para a tela da TV um esboço do que lá viu, fato não muito diferente dos desdobramentos espirituais retratados pelos famosos pintores do passado. O que aconteceu com o filme Avatar foi algo semelhante, ou seja, veio da inspiração de um desdobramento.

  Muitas das particularidades de "Eudora", o planeta onde a trama se desenvolve, bem como a de seus habitantes, remete ao real cenário do que existe hoje no planeta Elfy, na constelação de Sirius. Obviamente o autor não conseguiu traduzir todos os detalhes com fidedignidade, preenchendo as lacunas com elementos análogos conhecidos na Terra, mas na essência, Avatar trás a nós uma realidade de um mundo muito mais avançado, não só em termos de tecnologia, mas também em termos de harmonia com o todo e respeito à vida em todas as suas formas de expressão.

  Sirius é a primeira estrela conhecida com absoluta certeza pelos hieróglifos egípcios, (e as vezes representada por um cão), e aparece nos monumentos e templos ao longo do Rio Nilo. Entre estes existem os Templos da Deusa Hathor, ou Isis Hator, que eram erguidos com orientação para a estrela Sirius. Os Egipcios acreditavam que Sirius detinha o destino de nosso planeta. É para lá que iam as almas dos Faraós e sacerdotes após a morte para "receberem instruções" e ganhar conhecimento. Alguns historiadores pensam que à partir desta estrela chegaram ao Egito os Deuses que ensinaram toda a sua sabedoria a este povo da antiguidade. Uma antiga representação egípcia mostra a deusa Isis com a estrela Sirius, sobre sua cabeça e segurando o cetro wadj e o ank (da dilatação e da espiritualidade da vida), precedida por Orion, que segura o cetro uas (do fluxo da seiva) , enquanto olha para trás, para Isis, e apresenta a vida com a sua mão esquerda. Atrás de Isis estão representados Júpiter, Saturno e Marte.

  Todos estão numa barca que desce o rio Nilo, na direção do Oriente para o Ocidente. O que aparece na figura, é que Isis retira o seu poder de Sirius (que está representada ao lado de outra pequena estrela, indicando que os Egipcios sabiam que esta estrela tinha uma companheira menor!) e que ela a transmite a Orion que por sua vez o transmite aos "filhos do Sol". Sirius era também atribuída ao Deus Thoth, ou Hermes do Egipcios ou Mercúrio dos Romanos.

  O pesquisador americano Robert K. G. Temple, especialista em sânscrito da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfìa, publicou um livro tão complicado quanto fascinante: The Sirius Mystery (0 Mistério de Sírius). Nesse livro, ele defende a tese de que o planeta Terra foi no passado visitado pelos habitantes de Sírius. "Quando comecei a trabalhar, aprofundando-me no assunto, essa questão já fora postulada nas tradições de uma tribo africana, os dogons , que vivem no Mali, região do antigo Sudão francês. Os dogons possuíam dados tão incríveis a respeito da estrela Sírius que me senti forçado a examinar as informações deles. Sete anos mais tarde, em 1947, consegui provar que os dados dos dogons têm mais de 5 mil anos de idade, fazendo parte também do conhecimento dos egípcios nos tempos pré-dinásticos. Também provei que os dogons descendem cultural e biologicamente daqueles egípcios".

  De acordo com a doutrina secreta desta tribo, nosso mundo terrestre surgiu da Constelação de Sírius. Não de Sírius propriamente dita, mas de uma estrela pequena e branca, próxima dela. De acordo com os sábios dogons, essa estrela é a menor de todo o cosmos, e também a mais pesada. Eles acreditam que a terra ali consiste em algo chamado por eles de sagolu, que significa ao mesmo tempo terra podre e metal. Essa substância brilha um pouco mais que o ferro, e é tão imensamente pesada que um grão dessa matéria tem o mesmo peso de 480 burros carregados de trigo.

  Dessa estrela, flutuando em um ovo dourado, veio Amma, que criou a Terra. Mais tarde, Amma mandou os nommos para nosso mundo. Nommos são seres anfíbios, capazes de movimentar-se na água ou na terra, e são chamados "mestres". Eles chegaram em uma espaçonave cuja descrição lembra muito as descrições atuais dos UFOs. Para os dogons, a estrela mais importante dos céus é a pequena estrela perto de Sírius, de onde vieram seus deuses Amma e os nommos. Eles a chamam Po Tolá . Po é o nome de um grão de cereal oriundo da nascente o rio Niger e que possui um peso muito grande em relação ao seu tamanho; Tolo quer dizer estrela. Tudo isso já seria bastante interessante, não fossem os demais atributos de Po Tolo, que são simpIesmente estonteantes.

  1- Existe realmente uma estrela desse tipo na Constelação de Sírius, chamada de Sírius B pelos astrônomos.

  2 - Ela pertence à categoria das estrelas anãs - estrelas implodidas - descoberta por Clark em 1862, não através de observações diretas, mas por meio de cálculos matemáticos .

  3 - Sírius B, o Po Tolo dos dogons, é 1000 vezes menos luminosa do que Sirius A ; e sua massa é 36 mil vezes mais pesada que a do Sol e 50 mil vezes mais densa do que a água . Seu diâmetro é de 39 miÌ qüilometros , mas ela contém a mesma quantidade de matéria que uma estrela normal com um diâmetro de 1.296.000 km. Uma caixa de fósforos cheia de matéria de Sirius B pesaria no mínimo uma tonelada.

  4 - Sírius B gira ao redor de si mesma e, a cada 50 anos, dá uma volta ao redor de Sïrus A, descrevendo uma elipse. Como os dogons não conheciam as leis de Kepler, eles não tinham como saber deste fato. E, no entanto, eles sabiam.

  5 - 0 mais espantoso é que Sírius B é totalmente invisível a olho nu. Ela pode ser vista através de um telescópio de 320 milímetros, já que se encontra a apenas 11 segundos de Sírius A. A doutrina religiosa secreta dos dogons a respeito de uma estrela invisível e com atributos incomuns é uma tradição "impossível"

Por Antony Valentim  

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