sábado, 26 de julho de 2014

Sobre o Livro de Enki - Pai Tomé - Babagiananda



  "O Livro de Enki e as tabuletas encontradas são engendragens planejadas para contaminação das mentes, para quando chegassem eras terrenas de redenção humana. Algumas verdades ali constam, dentre mentiras vis, pelo Pai registradas, nos arquivos eternos, como erros graves de raças siderais.

  Nossa informação visa coibir, através dos filhos da Luz mais conscientes, o avanço pestilento deste 'desserviço' espiritual, qual seja o da propagação ardilosa, na atualidade esotérica, de destituir, com base em deduções subsequentes, o Criador, do seu Onipotente dom da Criação, e a verdade da contínua propulsão evolutiva de 'almas', em corpos planejados por cortes ancestrais de seres co-creadores, divinas virtudes de Sua Augusta Coroa .

  O 'princípio vital' que anima todos os seres, além do mais, somente pelo dom de decisão desse Logos que a humanidade desconhece, tem o poder de soprar onde Ele quer.

  Ouça quem tiver ouvidos de ouvir !"
---- Pai Tomé --- Babagiananda --- 

Psicofonia, por Rosane Amantéa
26 de julho de 2014 ---
Londrina - Pr- Brasil

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          http://vozesdograncor.blogpsot.com

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"Obrigado Pai Tomé por reforçar de maneira clara e com maior profundidade meus argumentos sobre as origens divinas da humanidade por um Pai Maior, colocados em meus comentários no post anterior. Como você mesmo diz: o 'Princípio Vital' deste Logos tem o poder de soprar onde Ele quer" [Rayom Ra]

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Nagas - Mito e Realidade


  ÍNDIA – Uma serpente, cinco cabeças. O espécime da foto foi encontrado em Mangalore [ou Mangaluru], uma cidade do estado de Karnataka, sudoeste da Índia, nas dependências do Infosys Campus, uma empresa de tecnologia.

  
 É comum entre historiadores e antropólogos, atribuir a crença em animais fabulosos e sua representação em peças artísticas como mera demonstração da incrível imaginação dos povos da Antiguidade. Todavia, a serpente com cinco cabeças poderia se um filhote da divindade Naga esculpida em pedra e exposta no Buda Park, do Laos.

 Essas serpentes dotadas de múltiplas cabeças, policéfalas, são uma imagem milenarmente conhecida no Oriente e representam seres arcanos, que teriam existido em tempos muitíssimo remotos. No caso, estes seres ofídicos com muitas cabeças ou não são denominados Nagas. Os Nagas teriam sido um povo, uma raça híbrida, mistura de réptil e humano que habitava [ou habita] os subterrâneos deste planeta. Sua lembrança perdura até hoje, na esfera mitológica, como símbolo de sabedoria.





                                                         
                                                                           *****************

                                               O SIMBOLISMO DA SERPENTE 
           

  A profecia maia diz que uma "escada" surgirá no centro da Via Láctea no ano de 2012;  da escada "descerá" uma serpente, o deus Quetzalcoalt.  Essa escada é uma imagem representativa de um fenômeno celeste, uma tentativa de explicar ou definir uma "abertura" que se forma no espaço por onde passam viajantes interestelares com destino à Terra. 

  Em outras palavras, a escada é uma alegoria para os hoje conhecidos worm holes (buracos de minhoca). A serpente enrodilhada também pode ser interpretada da mesma maneira: seu corpo dobrado sobre si mesmo parece uma espiral. A serpente que morde a própria cauda é um antigo símbolo do infinito que, estilizado, assemelha-se a um "8" deitado - ∞; é o Leminiscato, figuração do Infinito

  Os Maias dizem que em 2012 um grande basilisco vai surgir no centro da nossa galáxia, a Via Láctea; virá para liquidar esta humanidade, para que os homens alcancem a iluminação.

  O pesquisador John Major Jenkins propôs que o termo arcaico "a grande serpente" representa um intercâmbio com termo científico moderno de "buraco de verme", "buraco de minhoca" (worm hole) ou, ainda, "porta estrelar" que uma formação cósmica semelhante a um túnel que une duas regiões do espaço. Se Jenkins estiver certo então a simbologia da serpente é mais um forte indício de que em remoto passado, a Terra foi visitada por seres de outro planeta.

  Uma das principais razões dos detratores, que dizem que é impossível contato com civilizações extraterrestres, são as imensas distâncias que separam a Terra do planeta habitável mais próximo.

 O Dr.Carl Sagan era um deles; se há um milhão de civilizações tecnológicas viáveis em uma galáxia semelhante à Via Láctea, a uma distância aproximadamente de uns 300 anos luz - que é tempo que a luz viaja em um ano (um pouco menos de seis trilhões de milhas) - isto significa que o tempo de trânsito em sentido único de uma comunicação interestrelar para uma civilização mais próxima será de 300 anos.

  Em seu livro Contato, sobre o primeiro contato com uma civilização extraterrestre, Sagan propõe uma porta estrelar ou buraco espiralado como uma maneira cientifica válida, enquanto hipótese, de uma "civilização tecnologicamente avançada" viajar para Terra. O Dr. Paul Davis, em artigo publicado na Scientific American, nota que há dois tipos possíveis de portais estrelares: aqueles que ocorrem naturalmente, que são conseqüências do Big Bang e os subatômicos que são abertos com aceleradores de partículas.

             Na Índia, os Nagas são criaturas reptilianas, cobras
             [ou dragões, na China] e  simbolizam a Sabedoria.


  Serpentes ─ Um símbolo que se repete em mitologias antigas é a Serpente. Zecharia Sitchin, especialista em escrita cuneiforme e que estuda hipótese da colonização da Terra por viajantes de outro planeta, identifica a serpente como um símbolo que remete ao mítico Nibiru, o mundo dos Anunaki, que teriam produzido a raça humana em laboratórios de genética, implantado os princípios da civilização entre suas criaturas (os homo sapiens) e, finalmente, teriam voltado para Nibiru deixando a expectativa de um retorno próximo entre os povos da Mesopotâmia de mais de cinco mil anos atrás.

  René Guenon, místico francês diz que é a Espada Flamejante é uma porta em direção ao céu. Entre as páginas desses dois estudiosos podemos encontrar visões assombrosas. "Nibiru" (mais corretamente transcrita como "neberu") pode significar várias coisas e há várias histórias sobre a serpente emplumada dos Maias (e a espada flamejante da porta do Éden).

  Para os sumérios Nibiru era um criador de vida. Era o "o criador dos grãos e das ervas que causa o crescimento da vegetação... quem abre os poços, proporcionando água em abundância" - o irrigador do céu e da terra". Nibiru era o A.SAR.U.LU.DU que significa "rei corpulento, alto, luminoso cuja luz é abundante". As pinturas mostram-no com um raio saindo do corpo, segundo Sitchin. (*)

  Os editores do Dicionário Assírio de Chicago (CAD), localizaram e compilaram todos os lugares em que aparece a palavra "nibiru" e formas relacionadas a essa palavra nas tábuas existentes. Uma olhada no CAD (volume N-2, p 145-147) nos diz imediatamente que a palavra tem uma variedade de significados, todos relacionados com a idéia de "cruzamento" ou sendo alguma classe ligada de "marcador de cruz" ou "ponto de cruz".



 
  Entre os maias, a serpente, a escada e a espiral aparecem com freqüência com as formas estilizadas em totens e pirâmides. O deus e Salvador dos Maia , Quetzocoalt, é a Serpente Emplumada; emplumada porque associada aos pássaros; porque voa!

  A cruz é o símbolo do Deus supremo Annunaki, Anu, e Annu é o lugar no Egito onde o equinócio se cruza, também de Anit (Neith, Isis, Issa e Mary), quem trás o menino diante da cruz. A "idéia raiz" do grupo de palavras nibiru e suas formas quase sempre significa algo como "cruzando", "a porta".

  "Permita a Nibiru ser o possuidor do cruzamento entre o céu e a terra" - diz um texto. No Épico de Gilgamesh, por exemplo, nós lemos a frase (repetida mais tarde por Jesus no Sermão da Montanha): "Preciso de um ponto de cruzamento (nibiru;uma entrada), e esse trecho é o caminho para ele."

  "A Barca, o transporte"; "o meio de transporte";" "(el acto) de transportar" também são definições de Nibiru. Esta é a mesma definição de Makara. Quando se classificam os significados acumulados de Nibiru, podemos interpretar a palavra como referindo-se a uma "estrela, porta, ponto de cruzamento."

  Nibiru é um Planeta Ponte, que conecta o material, o lado mortal da humanidade com a nossa mais alta natureza imortal e espiritual. O lugar oposto à Terra é o Jardim do Edén, com centenas de milhões de galáxias,  similares com a nossa,  e isso compreende o universo conhecido.

  Os sumérios e babilônicos celebram a nave serpente como veiculo de EA (o Kronos/Saturno grego). Os sacerdotes de Lagash o conhecem como Ningirsu, "a nave querida"; "um veiculo celestial que sobe até o dique mais profundo".

  De resto a nave de EA, chamada de o barco-Magur e estimado como "Grande Barco do Céu", é uma das imagens mais representadas pela arte Mesopotâmica. Tão estreitamente está E.A.(Enki) conectado com este barco serpente do céu que ele aparece retratado no barco serpente.





  Compare a imagem artística do barco serpente com a imagem egípcia do Livro dos Mortos. Ambos retratam o barco serpente navegado sobre outra serpente. Nos detalhes na ilustração do Livro dos Mortos vemos que a nave serpente (buraco vermifugado), na forma de uma dupla serpente, descansa sobre a montanha do mundo, a Colina Pristina, representada em primeira instância como um pilar de apoio, e em segunda instância uma coluna de água.

  Caracterizado como o Escaravelho do Céu, o vôo mitológico dos degraus, a conexão entre a nave e a escada é palavra khet - egípcia que significa "degraus" e também "mastro da nave". "O Mastro da Nave" é o Escaravelho do Céu por que a própria nave é o condutor entre a Terra e o Céu.

  A evidência pictórica se complementa com os textos que mostram o tema de uma nave girando, lembrando um cruzamento num círculo ao redor da proteção do pilar cósmico, a montanha do mundo. É o mito da garça cruzando as águas da vida na Barca ou a Arca de Milhões de anos.

  Em sua pintura mostrada, a garça senta em cima desta Arca - a nave serpente de duas cabeças - o escaravelho do céu. Duas garças sentam em cima dos degraus da Arca empoleiradas no pilar. Os quatro ventos de Hórus estão embaixo delas. Como podemos ver, o simbolismo sumério, egípcio e maia retratam o mesmo conceito. A nave serpente dos Deuses se transforma em um homem serpente barbado na terra. 

                                                               *********** 

Nota de Rayom Ra: - “A questão da criação do homem e sua natureza para o mundo científico e de pseudo pesquisadores de ciência – e leia-se também dentre estes: teóricos absolutamente descompromissados e analistas especializados, confortavelmente instalados em ambientes refrigerados versando sobre achados antropológicos e arqueológicos – é tão nebulosa e confusa quanto são as distantes nebulosas cósmicas, os temíveis e abissais buracos negros, os fantásticos sistemas solares da via láctea e de outras galáxias, bem como a teoria do big-bang. Esta teoria, tantas vezes abordada infantilmente pelas mentes científicas herméticas e materialistas, aprisionadas às fórmulas físicas e às visões astronômicas fabulosas, encontra-se sempre relativizada diante de uma realidade imprecisa e improvável, fruto de causas encobertas por tantos véus inalcançáveis pela ainda tão pequena ciência objetiva dos orgulhosos homens.

  Desejo deixar claro que postei o texto (ou reportagem) porque é sério como tem sido a autora, e ao link subsequente que o complementa por conter informações procedentes. Porém, as alusões a Carl Sagan e Zecharia Sitchin que entraram no contexto geral exposto por William Henry, claro está, foram por conta do autor, porém, ambos, absolutamente, não jogariam no meu time e sequer sentariam no banco de reservas. O primeiro, Sagan, foi materialista, ateu convicto e irredutível que frequentemente debochava da existência de um Criador e das instituições religiosas, e não surpreende ter sido analista ou qualquer coisa semelhante da NASA, além de ter escrito histórias ficcionista sobre mundos, pois o intelecto humano se arroga sempre em conhecedor do que nunca viu nesta vastíssima e totalmente enigmática área.

  O segundo, Sitchin, insistia em que a raça humana descendeu dos anunaki e a Gênesis da Bíblia teria sido “colada” da genealogia anunaki. Total inverdade. Antes, os anunaki, se é que existiram mesmo conforme imaginam seus entusiastas ao montar as pecinhas num tabuleiro, ligados ao planeta nibiru, se é que este também existiu exatamente como aventado, é que “colaram” muito mal, por sinal, esta genealogia da tradição de povos atlantes e lêmures, e das citações védicas precedentes em alguns milhares de anos à civilização assírio-babilônica e demais povos daquele ciclo. O homo sapiens pode até ter sido um produto anunaki – ou sabe-se lá de algum outro povo cósmico invasor – mas teria sido algo artificial, uma criação genética sem alma, no meu modo de ver cruel e macabra, e que desapareceu porque seus pais tomaram o rumo de suas casas abandonando-os a sua própria sorte. E sem sorte, teriam desaparecido por não possuírem a orientação monádica que possui a humanidade terrena criada por um Pai verdadeiro e sábio.

  Embora a personalidade Adão tenha existido com seus descendentes, o que Sitchin e seguidores procuram desmerecer é que o povo de Gilgamesh é que cruzou antes a linha de chegada, e Adão, ou Adam-Kadmon – o arquétipo atemporal – vem a ser um arremedo de um original anunaki, que, pelo antedito, não é também, de modo algum, original. Enfim, houve personalidades bíblicas, e sobre estas há correlatas figuras míticas e seus simbolismos, como bem sabem os ocultistas. Portanto, as origens da humanidade não remonta à Mesopotâmia, ao Adão bíblico de uns poucos milhares de anos, nem aos anunaki, mas sim à criação iniciada há milhões de anos, e aventuramos também, quando a Lemúria poderia ter sido Pangeia ou Gondwana e Laurásia.

  Ademais, o improvável dilúvio bíblico de 40 dias e 40 noites, do mesmo modo, não é originário de algo semelhante contado nas histórias anunaki, mas bem anterior, como relatado nas memórias egípcias de um tempo muito mais antigo que o Egito dos faraós - que remete ao ciclo atlante -  sobre pelo menos duas enchentes que teriam coberto até ao ápice de suas pirâmides afogando suas populações, e nas próprias citações das tradições védicas, onde há incríveis coincidências com a história de Noé.  

  Ainda, em relação a uma cronologia da ancestralidade humana, é sabido de ingerências extraterrestres em nossas raças desde tempos remotíssimos como nos referimos. Mas segundo esotéricos, houve civilizações terrestres em períodos inabordáveis antes do Pralaya que precedeu a quarta ronda, que nestes tempos presentes veio povoando a todos os reinos da Terra em ordenados compassos evolucionários, juntamente com suas, até agora, 5 Raças Raízes – tema a que já me referi algumas vezes em meus escritos. E no reaparecimento da Terra, após este último Pralaya ou repouso planetário, quando tudo volta para a objetividade, alguns escassos e diminutos fósseis hoje achados, ainda identificam incríveis resquícios de civilizações existentes naqueles períodos totalmente obscuros ao homem, mas claros e exatos nos registros akásicos do éter planetário, que um dia a humanidade futura terá integral acesso às suas leituras.” 

   NAGAS - MITO E REALIDADE 
  FONTE: Amazing Snake Five Heads
   IN BERMUZE Blogspot – publicado em 23/04/2010
   [http://bezmuke.blogspot.com/2010/04/amazing-snake-five-head.html]
   TEXTO L. Cabus
                                                
   O SIMBOLISMO DA SERPENTE
   de William Henri (inglês)
   tradução: (espanhol) - Adela Kaufman
   tradução (português) por Carol Beck & Lygia Cabus
   In 2012, Puerta Etelar de los Dioses - BIBLIOTECA PLEIADES

Rayom Ra 
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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Máquina Datada em 400 Milhões de Anos Encontrada na Rússia

        O carretel (ou bobina) encravado na rocha pré-histórica: uma visão anacrônica.

  RUSSIA. Em 2009, o LAI (Laboratório de História Alternativa) recebeu uma carta com fotos muito interessantes. O autor das fotografias era Alex Gobulev. Nas imagens, obtidas próximo à aldeia de Serpukhov Sarakseevo, nos arredores de Moscou - aparecia uma pedra de aspecto normal, terreno, que continha, incrustada em seu âmago, um parafuso.

  A pedra, originalmente muito maior, foi extraída para ser fragmentada e usada em construções da aldeia. Um grupo de pesquisa da instituição - privada e independente, uma ONG - o Centro de Pesquisa Internacional de Pesquisa Cósmica da Rússia ou, simplesmente Kosmopoisk (presidido pelo engenheiro aeroespacial Vadim A. Chernobrov) que, na ocasião estava investigando a suposta queda de um meteorito na região,nas proximidades da cidade de Kaluga foi chamada para avaliar a descoberta.

  A primeira avaliação indicava que a rocha era muito antiga e em um dos pedaços, um pequeno objeto. do tamanho de um centímetro era, surpreendentemente - muito semelhante a um parafuso de metal. Em outro, fragmento, havia um carretel (ou bobina).

                                                                  O PARAFUSO

  A pedra com o parafuso e vários outros pedaços daquele mesmo material foram entregues a especialistas de um Instituto Paleontológico. Na análise, dezenas de cientistas de várias áreas analisaram o material. E havia outros objetos estranhos igualmente fossilizados que foram revelados através da exposição ao raio X.

Os detalhes somente aumentam o mistério: o parafuso e o carretel estão claramente depositados ou acondicionados em cavidades vazias e cilíndricas. O processo de fossilização não preencheu o vazio circundante. O espaço que o contém tem uma forma bem delineada e pode-se ver suas extremidade arredondadas.

                                                                  O PARAFUSO

  Os litologistas (estudiosos geólogos especialistas em rochas) determinaram a idade do bloco rochoso original. Entre 300 e 320 milhões de anos. Ao redor do anacrônico parafuso, havia depósitos de outros materiais, igualmente fossilizados que foram identificados como restos de organismos marinhos pertencentes a um período geológico extremamente recuado: são crinóides ou, os chamados Lírios do Mar. Esse fato reforça e confirma a datação. O achado tornou-se, então, algo de inexplicável.

  Os crinóides são equinodermos e não são semoventes (ou seja - não se locomovem por meios próprios, mas, quando não se fixaram uma base, seguem o movimento das águas sendo levados pelas correntes). Se encontram um "porto", seus corpos aderem a uma base fixa, geralmente rochosa ou mesmo madeira, como os cascos de navios.

  Os crinóides têm seus tecidos moles sustentados uma estrutura interior rígida, feita de carbonato de cálcio: um endoesqueleto. No processo de fossilização esses tecidos moles decompõem-se restando apenas o material sólido que, frequentemente, se parecem com objetos artificiais, como engrenagens de uma máquina. Isso explicaria como os artefatos ficaram isolados em cápsulas: porque, durante certo tempo foram protegidos pela matéria orgânica do crinóides.

  Porém, o parafuso e o carretel encravados na rocha, isolados em suas cápsulas, não poderiam ser confundidos com os fósseis dos organismos em virtude de sua anatomia muito bem definida. Esta, em nada se parece com com os crinóides.

                                         INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

  KOSMOPOISK - Общеросси́йская нау́чно-иссле́довательская обще́ственная организа́ция «Космопо́иск» [http://en.wikipedia.org/wiki/Kosmopoisk]

   CRINOID - [http://en.wikipedia.org/wiki/Crinoid]
 
 PALAVRAS CHAVE DA PESQUISA -  (in russian): Калуга винт окаменелые (translating/english: Kaluga screw fossilized) - (translating spanish: Kaluaga, tornillo, fosilizado).

  MECANISMO DE BUSCA UTILIZADO - Google [www.google.com.br]

  A origem dessa notícia foi uma pesquisa em um website em lígua espanhola (veja em Fontes). Porém, este editor achou pouco e caçou o original que, segundo o editor do blog espanhol seria ama revista russa chamada Ogonek, cuja URL precisa o website espanhol, não divulgou (mas deveria ter divulgado, hell...). Essa fonte não foi encontrada. Encontramos uma OGONEK.NET, em alemão, inglês e polonês [http://www.ogonek.net/].

  A pesquisa avançada neste website [http://www.ogonek.net/], usando as palavras chave que indicamos acima, mas em alemão, inglês e polonês, não resultou em referência alguma. Então, usamos as palavras chave em russo e encontramos a notícia (na fonte indicada abaixo). Ali havia várias ilustrações e ao menos uma contradição com o quê foi publicado em espanhol. O website ENIGMAS Y MISTÉRIOS informa que a descoberta deu-se em 1996. Mas o website russo, menciona claramente 2009.
  
  As fotos no site russo. Em outro site russo eu até entro mas naquele... este editor... Oxxxxxxxx, eu não volto mais lá não.

  Para saber a data correta buscamos uma referência na página do grupo de pesquisa Kosmopoisk, em inglês e russo, na Wikipedia. Nestas fontes, encontramos o registro de uma série de expedições realizadas em outubro de 1996 em Kaluga (no subtítulo Korenevo).

  Naquele ano, equipe do Kosmopoisk estava nessa região - Kaluga - para investigar o que teria sido a queda de um meteorito e coincidiu, segundo o website russo, que a rocha contendo o anacrônicos objetos foi encontrada na ocasião de uma dessas expedições. Assim, o grupo teria sido convocado para investigar os fatos e recolher as amostras que, mais tarde, foram analisadas.

  A editoria do Sofä da Sala Notícias quer deixar claro que, com esse tipo de jornalismo sem critério de exatidão da informação, que não divulga suas fontes (caso do website espanhol), fica difícil compartilhar, de fato - o conhecimento. Consideramos esse tipo de omissão um amadorismo impensável para um jornalista profissional.

  Mas publicamos aqui a notícia, com o máximo de detalhes obtidos porque, sem dúvida, trata-se de uma peça não desprezível para uma coleção de eventos forteanos. Ou seja, Charles Fort, inspirador deste site e do gênero jornalístico que hoje é conhecido por jornalismo forteano, uma das propostas explícitas deste BLOG, porque, com seu trabalho, inspirou o crescimento de um gênero de literatura ainda mais amplo, o Realismo Fantástico, enfim - Charles Fort teria recortado a página do jornal e guardado em seus arquivos. Assim o fizemos.

  Lembramos, ainda, que essa notícia tem uma evidente conexão com outra matéria, aqui publicada: Máquina datada em 400 milhões de anos encontrada na Rússia. Também publicada na versão em inglês deste BLOG - o BRAZIL WEIRD NEWS (BWN) - e não só causou muita polêmica e mas também o escárnio de outras editorias e leitores de língua inglesa para com o BWN BLOG: Machine dated at 400 million years found in Russia [http://brazilweirdnews.blogspot.com.br/2012/03/machine-dated-at-400-million-years.html].

  A origem, um website italiano que também omitiu sua fonte mas mencionou o mesmo cientista, citado no início desta matéria - Alex Gobulev como a pessoa que teria feito os primeiros registros do achado.

  Finalmente, advertimos que ao entrar na página do website russo, nossa máquina desconectou-se imediatamente da internet. Maldição, coincidência ou página contaminada? Não sabemos. Mas fica aqui o registro do fato. Salvamos o texto em russo e capturamos as imagens através de uma ferramenta, sem download. Este editor tem muito apreço por seu PC, por isso, hesito (não vou mesmo!) em entrar lá de novo. Esse negócio de page russa que desconecta a rede é muito desagradável...

por Lygia Cabus

Fonte:http://sofadasala-noticias.blogspot.com.br/2012/03/maquina-datada-em-400-milhoes-de-anos.html

Rayom Ra 
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