quarta-feira, 15 de junho de 2016

Cadeias Planetárias

 O Logos ao estabelecer o circulo de sua existência, também denominado de “circulo-não-se-passa”, determinou o seu campo de manifestação como encarnação do sistema solar. É sabido pelo esotérico que o sol material representa o corpo físico do Logos, existindo ainda duas outras representações solares nessa manifestação: o Sol Central Espiritual e o Coração do Sol.
      
  Precisando o Logos fazer torrentes de vidas se manifestar no Grande Plano da Criação, idealizou 10 esquemas de cadeias planetárias com 7 globos em cada esquema, portanto 70 globos planetários. Cada esquema encarna 7 cadeias, manifestando assim 49 globos nas suas 7 encarnações. Havendo 10 esquemas de cadeias teremos ao final de suas 7 encarnações a manifestação de 490 globos.

  Entretanto, os mestres do esoterismo referem-se à passagem das vidas em cada globo numa encarnação da cadeia, como globos-períodos. Assim, a cada ronda ou giro vamos ter 7 globos períodos. Ao final das 7 rondas teremos, portanto, 49 globos-períodos, ou 1 período-cadeia, ou uma encarnação da cadeia. Ao final das 7 encarnações da cadeia, ou 7 períodos-cadeias, teremos 343 globos-períodos ou um esquema de evolução. Considerando-se todas as cadeias com igual desenvolvimento, resultam 70 períodos-cadeias, ou 3430 globos-períodos, ou 10 esquemas de evolução ou o sistema solar.

  Ao criar os mundos e determinar o tipo de matéria de cada um deles, o Logos propiciou que pudessem existir reinos e evolução em cada um dos mundos. A consciência do Logos é o próprio sistema solar e as vidas que nele evolucionam estão todas contidas em Sua consciência.

  Os mundos criados pelo Logos nessa manifestação do sistema solar foram cinco; dessa maneira, os dez esquemas de cadeias planetárias estão distribuídas com as respectivas organizações atômicas relativas às matérias de cada um desses cinco mundos.

  As cadeias em seus respectivos esquemas começaram a ser habitadas em tempos diferentes, estando, portanto, umas adiantadas em relação às outras. Temos informações sobre sete atuais esquemas; os três restantes são ainda ignorados quanto aos seus graus e aspectos evolutivos. São as seguintes as denominações dos sete esquemas: Vênus, Terra e Netuno, representando os mais adiantados, sendo Vênus o mais evoluído dos sete esquemas. A seguir, sem ordem evolutiva por faltar dados mais concretos, temos os esquemas de Vulcano, Júpiter, Urano e Saturno.

  Conforme vemos, o atual sistema solar entendido pela astronomia difere totalmente daquele revelado ao esotérico, visto essa ciência oficial admitir a existência unicamente de planetas de matéria concreta. E o esquema da Terra atravessa agora a quarta encarnação da cadeia, havendo dentre os seus sete globos três com corpos de matéria física concreta. A cadeia atinge, nesse atual período, sua máxima densidade física e como tal o planeta Terra é a principal referência do processo evolutivo na cadeia. Vejamos um esboço simples de nossa cadeia.

                     _____________________________
                        (A)    O                                  O    (G)      MUNDO
                     _____________________________           MENTAL

                             (B)    O                       O    (F)             MUNDO
                     _____________________________            ASTRAL

                                 (C)   O MARTE     O    (E) MERCÚRIO
                                                                                          MUNDO
                                             (D)  O TERRA                        FÍSICO
                     _____________________________


  Os globos A e G têm matéria do mundo mental; B e F têm matéria do mundo astral e C, D e E têm matéria física concreta. Os planetas Marte, Terra e Mercúrio, portanto, são aqueles em nossa cadeia possuidores de matéria física densa.  

  O enfoque principal da cadeia nesse momento, como dissemos, é o planeta Terra, pois nele os reinos fervilham de energias e forças em continuadas renovações. Isto se deve ao fato de as precipitações das torrentes de vidas na encarnação da cadeia, ter inicio no globo A, migrar para o B e para o C, e já há algum tempo se estabelecer no globo D, a Terra. Na Terra, as torrentes de vidas precisarão continuar a adquirir novas experiências na matéria, o que nos descortina ainda um futuro de uns poucos milhões de anos.

   As torrentes de vidas ao alcançar a Terra, terão atingido o seu nadir ou o ponto máximo da involução. Quando terminar o tempo de suas experiências neste nosso planeta, as torrentes de vidas migrarão para o planeta E (Mercúrio), onde a partir daí se dará o novo enfoque da cadeia com os produtos principais migratórios da Terra e de outros globos da própria cadeia, ou de fora dela. Nesse avanço para Mercúrio, se iniciará a escalada do arco ascendente para as vidas em evolução.     

  No entanto, é bom destacar que a partir do instante em que as vidas mergulham do globo A para o B, e sucessivamente até o D, no arco descendente, estes saltos involutivos já representam em suas bagagens saltos evolutivos, pois as experiências que as múltiplas vidas virão adquirir nos reinos dos mundos de matéria sutil, também serão para elas situações novas.

  O processo evolucionário é extremamente longo, profundamente bem elaborado, pleno de inúmeras e insólitas alternâncias e notadamente minucioso. É muitas vezes complexo, necessitando de seguidas reflexões e pesquisas para o seu entendimento mínimo, e treino do estudante nos níveis do pensamento abstrato. E não seria mesmo possível destacá-lo inteiramente nesta obra, ou em qualquer outra escrita por mãos humanas, e mais ainda pelas limitações dessas páginas.                           

  Temos, assim, que o ponto máximo de aprofundamento acontece quando as torrentes de vidas atingem o reino mineral. Daí em diante se inicia o sentido ascendente do arco que irá terminar no globo G. E como vimos, um percurso inteiro das torrentes de vidas que se inicia no globo A, descendo o arco, atingindo o globo D, e depois galgando o arco ascendente até alcançar o globo G, é chamado no esoterismo de uma ronda.

  Quando uma ronda se completa acontece o que é denominado de “pralaya de ronda”, caracterizado pelo recolhimento de toda a cadeia, que desaparecerá da objetividade talvez até por milhões de anos terrenos. Não nos esqueçamos de que os padrões de tempo nos mundos superiores não são os mesmos da Terra, pois as vibrações no espaço-tempo em tais mundos são bem mais rápidas, e milhões de anos lá podem representar somente algumas centenas de anos aqui na Terra, segundo nossos calendários.

  A cadeia ao reaparecer trará basicamente as mesmas vidas que reiniciarão suas evoluções a partir do globo A.

  Sete sucessivas vezes acontecerão rondas, e ao cabo da sétima se terá completado uma encarnação da cadeia, que novamente entrará num repouso, dessa vez mais amplo, chamado de “pralaya de uma cadeia”. Esse período de recolhimento serve para definir novas etapas e estratégias que as hierarquias criadoras estabelecerão para a vindoura encarnação da cadeia, além de propiciar às vidas um retempero de suas longas caminhadas. As vidas são trabalhadas enquanto permanecem num estado parecido ao letárgico. Através de um processo de indução, acontecerá um reabastecimento energético que as virá fortalecer e estimular para que, nas suas futuras manifestações, venham corrigir os erros em que estiveram incursas e que as fizeram fracassar em muitas instâncias da caminhada.

  Façamos alguns repasses do que já foi dito anteriormente e destaquemos em tópicos, aspectos que se desdobrarão ou implicarão nas encarnações de nossa cadeia planetária.
        

   1.  São sete os reinos existentes nos mundos da cadeia planetária da Terra. Quatro são os reinos chamados mineral, vegetal, animal e humano. Três são chamados reinos elementais, dos quais pouco sabe o esotérico. Na realidade, para que as unidades de consciência cumpram todas as suas etapas evolutivas precisarão galgar, além dos sete reinos já mencionados, três outros. Entretanto, não nos ocuparemos deles pelo fato de representar estágios acima do humano e pelas poucas informações que deles se detêm.

Os reinos vêm à existência através da ação do Segundo Logos que trabalha à matéria dos mundos construídos pelo Terceiro Logos, organiza as formas através das quais as miríades de vidas atuarão objetivamente, além de imprimir nos reinos as matrizes ou modelos arquétipos da energia-forma pela ação de anima-mundi.

   2. Anima-mundi, a alma universal, é característica do Terceiro Logos, no entanto atuante nas formas de vidas das matrizes arquétipas dos reinos, pela ativação da energia do Segundo Logos no seu trabalho espírito-matéria. Não se deve julgar que as ações do Terceiro Logos sejam parciais e temporais para que depois se determine o momento da participação do Espírito do Segundo Logos. Esse trabalho é simultâneo, de Um para Outro, absorvendo-se Um no Outro sem que as qualidades se diluam em suas características básicas e fundamentais, mas sim se complementem sem perder suas essencialidades.

             3.  A energia-vida e a energia-forma, sob um ângulo mais restrito, são a mesma essência emanada do Segundo Logos quando Ele estabelece o seu divino cimento em cada átomo ou partícula de vida organizada dos reinos. A diferença reside na relação “qualidade-vida” e “qualidade-forma”, que além de estabelecer funções específicas se complementam nas relações positivo-negativo ou vida-matéria.

                 4.    Na primeira encarnação da cadeia havia:
                        
      a.  Dois globos A e G no mundo Atma, dois globos, B e F no mundo Buddhi, dois globos C e E no mundo Mental Superior e um globo D no mundo Mental Inferior.           

b. Na segunda encarnação a cadeia desceu um mundo, havendo dois globos A e G no mundo Buddhi, dois globos B e F no mundo Mental Superior, dois globos C e E no mundo Mental Inferior e um globo no mundo Astral, deixando assim de ter globos no mundo Atma.

c.  Na terceira encarnação a cadeia desceu outro mundo. Havia dois globos A e G no mundo Mental Superior, dois globos B e F no mundo Mental Inferior, dois globos C e E no mundo Astral e um globo D no mundo Físico Concreto, deixando assim de ter globos nos mundos Atma e Buddhi.

d.  Na quarta e atual encarnação a cadeia desceu mais um mundo. Há dois globos A e G no mundo Mental Inferior, dois globos B e F no mundo Astral e três globos C, D e E no mundo Físico Concreto.                

e.  Na quinta encarnação a cadeia subirá, passando a ter um globo D no mundo Físico Concreto, dois globos C e E no mundo Astral, dois globos B e F no mundo Mental Inferior e dois globos A e G no mundo Mental Superior.

f. Na sexta encarnação a cadeia continuará a subir, passando a ter um globo D no mundo Astral, dois globos C e E no mundo Mental Inferior, dois globos B e F no mundo Mental Superior e dois globos A e G no mundo Buddhi.

        g. Na sétima encarnação a cadeia subirá pela última vez no esquema, passando a ter um globo D no mundo Mental Inferior, dois globos C e E no mundo Mental Superior, dois globos B e F no mundo Buddhi e dois globos A e G no mundo Atma.

  5.  Um reino perfaz o período inteiro das sete rondas ou uma encarnação da cadeia para evolucionar. São necessários bilhões de anos (considerando-se, conforme já explicado, que no espaço-tempo de mundos superiores a contagem do tempo detém outros parâmetros de maiores velocidades) para atingir um ponto máximo da escala prevista no seu avanço, a fim de que seus produtos sejam levados ao reino seguinte para a continuidade evolucionária. Essa evolução se dá pelos índices alcançados na intimidade da energia-alma do reino, somados todos os avanços das diferentes almas-grupos das espécies do reino.

 Quando os sucessos de um reino pulam para o reino seguinte ao início de uma nova encarnação da cadeia, o vácuo existente formado pelas vidas que se foram é preenchido pelas novas vidas que chegam do reino anterior. As vidas graduadas que pulam de reino necessitarão de mais uma encarnação inteira da cadeia nesse seu novo reino, que são novamente sete rondas, para poder avançar para o reino seguinte. Essas escaladas dos reinos proporcionam os índices de progresso numa encarnação de uma cadeia.

                6.    Apesar de as vidas se organizarem em almas grupos, há unidades que avançam além do previsto bem como há aquelas que se atrasam ou estacionam. No caso do avanço excepcional, as vidas nesse padrão se habilitam a pular para o reino seguinte e se incorporar nas formas mais atrasadas daquele reino, mas se adiantando em milhões de anos em relação ao seu anterior reino e a sua espécie.      

No caso de atraso ou estanque, as vidas nessas situações permanecerão nos seus reinos durante a nova encarnação da cadeia, tendo, portanto, de rever suas experiências e aquilatar necessários valores.

O reino humano está também inserido nesse processo, todavia não exatamente da mesma maneira que os reinos anteriores. O homem já é uma unidade de vida que ao cabo de algumas rondas pode alcançar status superiores e diversos, não necessitando mais reencarnar-se por imposição da lei evolutiva. Estará, assim, antecipando-se à libertação do carma e se habilitando a, dentro em pouco, deixar o planeta em direção de outra cadeia ou sistema solar da galáxia.
 
            Um quadro geral das cadeias planetárias de nosso sistema solar pode ser resumido no seguinte:


                                             1 ronda =       7 globos-períodos
                                           7 rondas =     49 globos-períodos,
                                                                   1 encarnação da cadeia,
                                                                   1 período-cadeia.
                                                                          
                 7 encarnações da cadeia =      7 períodos-cadeias,
                                                                 49 rondas,               
                                                               343 globos períodos,       
                                                                   1 esquema de evolução.
        
         70 encarnações das cadeias,
                      70 períodos-cadeias,
                    490 rondas,                 
                   3430 globos-períodos,
                10 esquemas de evolução  =       O sistema solar.

  Os aspectos da criação e evolução do sistema solar avançam sempre para estágios maiores e mais adiantados em que neles se inserem as hierarquias criadoras e mantenedoras do grandioso Plano. Nesse particular, podemos adicionar brevemente, pela complexidade do assunto e pela falta de espaço nesse trabalho, acerca do espírito planetário que na sua essência é o próprio planeta Terra. A Terra, como atravessa um momento ímpar na sua história, sendo o ponto chave onde quase todos os produtos da cadeia aqui se manifestam em reinos, detém a responsabilidade de encarnar o que é chamado um dos sete Logoi Planetários, ou o Homem Celestial. Esse Logos (ou um dos Logoi) que encarna todo o processo evolutivo da cadeia é um dos ministros do Logos Solar sendo, em verdade, o deus planetário sobre quem pesa toda a responsabilidade de plasmar a vontade, inteligência e sabedoria emanados do Logos Solar, e desses atributos construir no espaço-tempo.

  Quando a cadeia do planeta Terra tiver alcançado todos os objetivos que dela se esperam, sob a tutela e incorporação do Logos Planetário e assistência de sua hierarquia, esse Logos terá obtido a sua iniciação final na cadeia e avançado para outras conquistas. Acontecimentos semelhantes ocorrerão com os seis outros Logoi das respectivas cadeias de nosso sistema solar.

  Por oportuno, o Logos Planetário de nossa cadeia veio de Vênus para a Terra há milhões de anos durante o período lemuriano, sendo conhecido, dentre outros nomes, por Melquisedec e Sanat Kumara, o Senhor do Mundo. Hoje a posição de Senhor do Mundo está sendo ocupada pelo Divino Buda Gautama.

Capítulo XIV do livro “O Monoteísmo Bíblico e os Deuses da Criação”, por Rayom Ra, disponível para leitura em [Rayom Ra (Rayom_Ra) on Scribd | Scribd].

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terça-feira, 14 de junho de 2016

O Reino das Fadas, as Dimensões Astrais, os Espíritos da Natureza e as Formas de Vidas Elétricas - Metatron


  Saudações Mestres:

  Eu Sou Metatron da Luz angélica, e uno-me nesta sessão com Tyberonn do Serviço Cristalino. Saudamos-los de um vetor de amor incondicional.

  Queridos, há realidades objetivas que de fato existem no astral e noutras dimensões, dentro e por cima das polaridades terrestres da Omni-Terra [de toda a terra; da terra inteira]. Os habitantes viventes nas dimensões terrestres não visíveis são muito mais complexos e numerosos em tipos e formas que os meros espíritos da natureza. A maioria é proteica, o que significa que muitos são capazes de não ter forma bem como de também assumir formas diversas.

  Desejamos enfatizar o fato de que de 2016 em diante as energias astrais se tornarão muito mais tangíveis na ressonância iônica melhorada da Nova Terra. A Terra, a Omni-Terra, expande-se de maneiras assombrosas na transformação transicional em curso, chamada Ascensão Planetária. É uma época surpreendente!

  Os idos de 2012 iniciaram mudanças maravilhosas à sua visão e percepção de realidades ao seu redor. Os reinos da vida, que antes eram bem mais difíceis de serem percebidos, são agora na Nova Terra bem mais acessíveis para os sensitivos da humanidade.

  A “Transformação Cristalina” do planeta tem expandido a Terra de 3 a 12 dimensões e a radiação solar tem revelado a taxa iônica de tal forma aferível que influi beneficamente na visão do terceiro olho por meio da pineal. Recordem que todas as lentes de suas consciências, incluindo a 3ª. dimensão, são como sonhos lúcidos, estados de transe; portanto, a consciência é simplesmente a direção em que o eu está focalizando; é o canal que vocês escolhem para estarem enfocados. Então, muitos de vocês começarão a experienciar o reino astral e a terem atividades em dimensões mais altas; por isso estamos aclarando nossa visão para o que vive dentro dessas outras realidades.

  Agora, bem: o canalizador, James Tyberonn, nos pediu que examinássemos nesta reunião a um tema fascinante e muito interessante que havíamos previamente discutido: o das formas de vidas fotônicas e elétricas. Essas podem ser consideradas seres que existem no mesmo âmbito dimensional dos seres do reino das fadas e dos devas. Porém, são de realidades e composições diferentes das de espíritos da natureza. Os mencionaremos brevemente na primeira parte desta mensagem de duas partes; a segunda parte dará muitos mais detalhes sobre esses seres diversos e complexos.

  Tomem nota, e repetiremos enfaticamente, que ao entrarem em 2016 e seguirem em frente, os empáticos e sensitivos entre vocês irão descobrir – de modo mais frequente e muito mais fácil – uma capacidade aumentada na observação das formas de vidas de outras dimensões com uma ressonância completa do espectro, especialmente nas zonas de nodos de poder. Por isso é apropriado oferecer-lhes uma compreensão dessa realidade.

  As impressões atuais que muitos humanos nas culturas ocidentais têm sobre o reino dévico estão programadas, em não menor grau, pelo folclore celta, pelos mitos gregos e escritos da sociedade teosófica de Helena Blavatsky, Charles W. Leadbeater, Annie Besant e Geoffrey Hodson. Ainda que a mitologia e as complexidades da cosmogonia (de seres espirituais não humanos) dos ensinamentos védicos estejam suficientemente disponíveis, a maioria das pessoas nas culturas ocidentais está apenas familiarizada com elas. Porém, verdadeiramente, muitas das informações teosóficas sobre esses temas são provenientes dos antigos vedas, (em termos da hierarquia desses seres) e das tradições mitológicas catalogadas por Thomas Keightley, muitas décadas antes de Blavatsky e Leadbeater.

A EXPANSÃO ASTRAL

  Sem dúvida, essa vida “astral” se expande muito além dos escritos dos teósofos. Como temos mencionado, há muitos mais seres e formas de vidas etéricas existindo no que se chamam planos astrais paralelos da Omni-Terra e dimensões mais elevadas dos âmbitos terrestres (após 2012, dimensões de 7 a 12).

  Na verdade, as aparições de orbes e duendes de luz que começaram há, relativamente, recentes poucos anos são uma variedade de formas de vidas fotônicas, que agora acontecem de modo visível. Estas estão se expandindo constantemente em formas e variedades, não só nos reinos da Terra, mas na infinidade dos cosmos dinâmico. O âmbito da dualidade terrestre na Terra física e no sistema solar da 3ª. dimensão de seu universo é somente um dentre um número infinito de universos ou “sistemas de realidades”; alguns de natureza física, outros se descreveriam melhor como de natureza mental ou espiritual; e há outros que são completamente estranhos a todo conceito humano e muito além do que vocês possam imaginar. Cada um existe com suas próprias leis naturais e cada dimensão é absolutamente tão válida quanto outra qualquer, quer física ou não física.

  Leadbeater faz referência às “formas-pensamentos” viventes em outra vida energética quer profusas dentro do plano astral quer fora e falaremos brevemente sobre elas, bem como nos estenderemos sobre algumas outras.

VIDA ANIMAL E NÃO TRANSMIGRAÇÃO

  Porém, desejamos aclarar – em desacordo com as fontes acima mencionadas – que a transmigração da alma é um mal entendido generalizado e um conceito inexato em sua interpretação. Ainda que os animais existam nas dimensões astrais, asseguramos-lhes que não evolucionam para chegarem a ser humanos. Conforme temos explicado em mensagens anteriores sobre o reino animal do plano terrestre, todos os “animais” operam em uma consciência grupal, sem individualidades verdadeiras (com exceção do Cetáceo Delfin). Os animais estão pré-acordados, em formatos de consciência descidos para seus inacreditáveis serviços à humanidade na dualidade, com propósitos ou maia.

  Tendo a isso esclarecido desejamos enfatizar que os humanos não reencarnam fisicamente no grupo de consciência dos animais, como também no âmbito da dualidade terrestre os espíritos animais não evolucionam até chegarem às almas humanas. Cada forma de vida que reencarna dentro do sistema terrestre o faz dentro do formato no qual está, porém pode crescer até uma forma de energia vibratória mais elevada do que aquela do mesmo “campo grupal” de sua existência. Porém, o reino animal não está na Terra para evolucionar até uma consciência criadora individual do mesmo modo que a alma humana, pois essa evolução humana tem lugar na consciência individual, e os animais estão em espírito grupal, vivendo em padrões abaixo da programação instintiva a nível mental. Entretanto, os membros do gênero e reino animal maior têm certamente uma “natureza álmica”, como todas as formas de vidas, incluindo as que vocês consideram não vivas.

  Asseguramos-lhes que todos os membros do reino animal têm certamente uma “natureza álmica” como todas as formas de vidas. Não obstante, os humanos têm sim, sem dúvida, a capacidade para incorporar porções de sua energia numa forma animal.

  Para sermos mais claros: essa “incorporação” não é uma transmigração de almas. Não significa que um homem possa se reencarnar em um animal. Significa isto sim que as personalidades podem enviar uma porção de sua energia para diversas classes de vidas nos reinos da Terra. Nesta razão, os lemurianos e atlantes da pré-dualidade com frequência experienciavam o plano terrestre projetando suas consciências para dentro de animais, minerais e árvores, formando com eles uma “terceira” fusão.

OS TOTENS ANIMAIS COMO ESPÍRITOS DÉVICOS

  O espírito do búfalo, o da águia, o do urso, o do lobo e o espírito do jaguar (assim como muitos outros), existem numa forma tangível “dévica” mais elevada, especialmente nas regiões das Américas, lugares com suficiente energia de nódulos de poder para permitir e oferecer uma projeção plena do espectro dimensional. São classificações mais elevadas de projeções dévicas arraigadas à alma grupal, e são certamente energias sábias e poderosas.

  O reino animal tem uma compreensão e consciência mais plena e vasta dos outros reinos conscientes da Terra, e sempre deteve a capacidade de ensinar isso à humanidade. Nos tempos atuais vocês têm desprezado, lamentavelmente, o quanto aprenderam de todos os seres do reino animal. A humanidade em suas sociedades e culturas campestres aprendeu muito de medicina e nutrição observando o comportamento dos animais na sua integração com o reino das plantas.

  A humanidade observava cuidadosamente quais plantas evitar e quais cultivar. Vocês aprenderam técnicas de sobrevivência e, certamente, de conduta social não só observando os animais, senão comunicando-se diretamente com eles por via telepática.

  Daremos mais detalhes sobre os sábios espíritos e guias homenageados por totens animais, em suas intercomunicações com as nações tribais e sociedades indígenas, que os honravam com cerimônias e experienciavam sua sabedoria como mestres dévicos de formas mutáveis nos reinos astrais.

REALIDADES SIMULTÂNEAS

  Cada humano encarnado existe pelo menos em quatro reinos simultâneos de vidas, e, em verdade, em inumeráveis âmbitos adicionais, segundo seu nível de adiantamento. As quatro realidades básicas em que coexistem todos os humanos são: 1. O universo físico em 3ª. dimensão; 2. O mundo do sonho; 3. O reino cristal-elétrico “mental” no qual o ser interior reside e onde ocorre toda a atividade mental; e 4. O angélico – o reino da antimatéria que, em forma simplista, pode ser denominado reino angélico. E este reino “angélico/antimatéria” é de energia ponto zero, sendo de âmbito de não polaridade.

  Temos muitas vezes falado sobre a vida no astral e em outras dimensões mais além da 3ª. por meio de mensagens dadas através de Tyberonn, e certamente este canalizador tem compartilhado suas experiências em suas comunicações específicas com os devas dos lagos do Canadá e Chile, formas de vidas elétricas e dévicas, e fadas na Escócia, Canadá, Grécia, Irlanda, Inglaterra, Arkansas, Monte Shasta e nos Andes do Chile, Bolívia, Venezuela e Peru.

  Agora, com objetivo de abreviar esta mensagem, somente nos referiremos brevemente aos reinos dos devas ou angélicos da Terra, por que este tema já foi tratado com maiores detalhes em nossa mensagem anterior sobre o reino angélico.

NOVA TANGIBILIDADE

  Asseguramos-lhes que a consciência é muito mais móvel do que a humanidade se dá conta. Quanto à função e propósito, vocês como espécie, se têm concentrado em um reino relativamente estreito da 3ª. dimensão física, desde a caída do firmamento. Tendem a pensar na consciência como uma “coisa” conceitualmente misteriosa. Uma descrição mais adequada e exata da consciência é de uma qualidade específica e de um atributo da “existência” ou ser multidimensional. Cada porção é holográfica, o que significa que cada segmento de sua consciência contém a totalidade da consciência.

  Este é um atributo que a humanidade como espécie tem desprezado e durante os últimos milênios, de modo geral, não mais o experienciou. Certamente, até o presente e em sua maioria, a humanidade tem descartado, incredulamente, qualquer ideia de que pode estar simultaneamente em seu corpo mental de 3ª. dimensão e fora dele.

  Nas primeiras fases da vida terrestre a consciência era muito mais “móvel” e se aceitava facilmente essa condição. Como antes dissemos, a humanidade podia facilmente, em épocas de pré-dualidade, ver e certamente estar em outras dimensões com a capacidade de interagir profundamente, inclusive de fundir-se com árvores, animais, minerais, vidas elementais e experiencia-los como reinos subjetivos de maior consciência e identidade.

  Em tempos atuais, a “matrix” está num processo gradual de transição que permite tais experiências. É melhor que se entenda isso em lugar de descartar as experiências visionárias de consciência como ilusões enganosas. Existem formas de vidas que podem experienciar-se no presente, mas não foram tão tangíveis ou visíveis antes da ativação da grade cristalina 144 de 12-12-12.

VISÃO GERAL DA VIDA ASTRAL

  Para os propósitos de sintaxe desta mensagem estamos combinando em grandes grupos – até certos limites – os espíritos da natureza, os seres fotônicos e as vidas elétricas na categoria de os “dévicos”. Tenham em conta que existe uma espécie de hierarquia e talvez fosse melhor dizer-se, diferentes níveis entre eles, que se podem chamar quocientes de luz, inteligência, polaridades de ressonâncias e níveis dimensionais em que habitam. Também queremos recordar-lhes que o reino astral tem suas subclasses e que as porções mais baixas do astral são lugares de dualidades.

FORMAS PENSAMENTOS VIVENTES

  As formas pensamentos absolutamente existem em inumeráveis formatos nos reinos astrais, porém não são dévicas. Sem dúvida, as formas pensamentos são energias válidas, animadas, que têm diversos níveis de cognição desde as consciências simples às consciências mais abrangentes. Algumas são bastante independentes, outras podem associar-se vibratoriamente e combinarem-se segundo suas atrações frequenciais em campos grupais.

  Algumas são o que se podem chamar formas pensamentos originadas por processos intelectuais humanos. Os pensamentos são realidades eletromagnéticas e têm vitalidade e validez reais nos planos astrais. Por certo, os pensamentos combinados das massas humanas têm criado formas pensamentos viventes, não só de certos semideuses mitológicos como também de personagens de ficção de livros, que chegam a ter uma realidade quase virtual. Muitos dos santos a quem vocês rezam e personagens de mitos a quem lhes dedicam suas energias pensantes, como Papai Noel, são criados por um processo psíquico dentro de uma realidade holográfica criadora específica.

  Pode ser que os surpreenda saber que Edgar Cayce falou certa vez de um personagem de uma obra de Shakespeare que assistiu a uma de suas classes em Virginia Beach, numa matriz de forma pensamento, como consciência bastante independente e tratando de aprender. Imaginem isso! No entanto, esses não são de origem elemental quando existem na mesma frequência dimensional paralela a dos elementais.

  Os que praticam isto chamado “Ciências Ocultas” em diversas culturas compreendem que se pode dotar aos pensamentos de uma identidade independente, e podem ser usados para propósitos que se poderiam chamar de positivos e negativos, quer sejam deliberadamente ou sem intenção, por meio da insistência mental subjetiva, ou por uma concentração com carga emocional. Portanto, astralmente, há tantas classes de formas pensamentos e aparições de “sombras” como se fossem pessoas. Estas podem ser originadas de humanos vivos ou falecidos. Os fragmentos de formas pensamentos projetados por humanos falecidos estarão tão conscientes ou inconscientes, quanto sejam seus níveis transitórios de “força-energia”.

  Sem dúvida, não estão enfocados na realidade física, quer sejam em personalidades ou em formas e esta é a diferença principal com respeito às formas pensamentos projetadas pelos humanos biológicos. Algumas de tais aparições são meros resíduos de emoções; outras são fragmentos de personalidades que persistem em sobreviver. São bastante inofensivas de per si.  Unicamente surgem dificuldades quando vocês reagem com medo ante elas, porém isto é auto induzido.

FORMAS ELÉTRICAS E FOTÔNICAS

  Por favor, agora tomem nota! Edgar Cayce falou de alguns dévicos como enganadores ardilosos. Então lhes dizemos que é oportuno e certamente prudente que saibam existir formas de vidas elétricas habitando os planos astrais que, por assim dizer, pertencem à física do espectro eletromagnético, o que significa que alguns podiam chamar-se “positivos” e outros “negativos”. Igualmente, há seres fotônicos nos níveis astrais inferiores da dualidade dimensional que se podiam chamar, em linha com essa discussão, como de “luz” ou “escuros” com relação à polaridade que os contrapõe. Nos de “formas de vidas elétricas”, o seu efeito de polaridade espectral se poderia descrever como dar-e-tomar, por que alguns dos seres elétricos “negativos” são vampiros energéticos que se alimentam do medo.

  Nos parâmetros opostos da categoria do espectro elétrico há dévicos que foram qualificados como malévolos, perversos e demoníacos nas publicações teosóficas. Na tradição celta foram chamados amiúde “fadas boas” e “fadas más”.

  Recordem que o reino astral inferior é um âmbito de polaridade com formas de existência de dualidade num campo eletromagnético. Nesta categoria há seres dévicos singulares capazes de induzir ao medo, de aderir-se a uma aura aberta e alimentarem-se da energia do medo. Não são verdadeiramente demoníacos, porém é compreensível que hajam sido assim considerados. Ainda que possam ser somente malévolos como parasitas, detêm efeito sinistro caso sejam temidos, mas são absolutamente inofensivos se não são temidos. De modo que o problema está na reação do medo em si. Trataremos este tema mais tarde na segunda parte desta interessante mensagem, que por certo é um tema fascinante. Entretanto, desejamos aclarar que não existem outros demônios que não sejam os que vocês criam.

ESPÍRITOS DA NATUREZA – ELEMENTAIS E INTELIGÊNCIAS DIVINAS

  As diversas formas de vidas denominadas espíritos da natureza são em essência aspectos projetados do ar, da água, do fogo e dos reinos terrestres (minerais e plantas), que têm uma expressão consciente dinâmica válida, em formatos de corpos etéricos que se estendem desde mais além de sua origem central, através de veículos vitais de energia eletromagnética e cristal-elétrica.

  Essas formas de vida astral têm também sua hierarquia, posto que algumas das formas dévicas, espíritos da natureza, são mais avançadas que outras. As que estão nas classificações mais elevadas dentro do “reino de fae” possuem inteligência que se poderia considerar divina; no entanto, outras de âmbito dévico se parecem mais tipos inferiores das que chamam aves ou reino alado, no sentido de terem uma consciência dentro de um padrão de pensamento grupal, em oposição a uma consciência individual. Os espíritos da natureza de fae se originam dos cinco reinos da Terra; se originam do planeta, dos elementos e amiúde são chamados elementais.

  A intenção dos elementais de fae tem o propósito de servir aos reinos da Terra, que são a água, o ar, o fogo, a terra e o éter. A mais alta inteligência entre os elementais de fae é a mais disposta a interatuar com certos humanos, e pode sentir-se atraída aos humanos de vibrações positivas. Isso é especialmente certo nos espíritos da natureza projetados pelos reinos das plantas. Os dévicos em todas as suas formas são conscientes dos humanos, especialmente das crianças que têm a capacidade anômala para vê-los claramente, e os espíritos de fadas cintilantes escolhem em feliz coincidência interagir com elas, com grande deleite e curioso júbilo.

  Porém, a maioria se sente menos disposta a uma interação comunicativa muito próxima e se mantem a certa distância, não muito diferente do pardal que veio voando a um arbusto de jardim, ou de uma lebre que rapidamente se põe a esconder-se se alguém se acerca demasiado. Assim, esses do reino mais baixo conseguem de tal modo concentrar-se em seus diversos papéis de serviço e equilíbrio, que prestam pouca atenção aos humanos menos empáticos para quem, esses dévicos, são invisíveis e, quanto seja, para manterem-se também a prudente distância.

  Como já dissemos, nem todas as formas dévicas são o que vocês consideram positivas ou de naturezas benévolas. Algumas são consciências originadas de campos eletromagnéticos, e como tal, positivas e negativas que se necessitam mutuamente para o equilíbrio do espectro elétrico. Então veem? Algumas consideram a humanidade afim, outras não. Algumas projetam uma essência vibratória de amor supremo; outras estão na métrica oposta da categoria eletromagnética e são algo maliciosas e travessas na perspectiva de vocês. Fora de dúvida, ambas são formas espectro-elétricas de vidas plasmáticas bioelétricas, e por assim dizer sendo necessárias para mutuamente compensarem-se no âmbito da dualidade.

FADAS

  O reino das fadas é de elementais, principalmente, baseados na luz, originados do ar, porém há variedades significativas de fadas originadas da água e também do reino das plantas. As fadas originadas das plantas são tradicionalmente chamadas no folclore, duendezinhos. Ambas têm um tipo de vibração positiva muito excitada, comumente criam sensações associadas com o deleite e risada dos humanos. São bem reais e existem em todo o planeta. O reino de fae tende a ser massivo em áreas de energia mais alta, como nos lugares chamados nódulos de poder e sítios sagrados. Porém, para sermos claros: esses lugares são chamados sagrados e poderosos precisamente por que nesses vetores os véus dimensionais são delgados. Toda variedade de fadas se vê atraída aos riachos borbulhantes, às pequenas cascatas, aos tanques, aos cristais, às plantas em flor, aos cogumelos e em especial às samambaias exuberantes.

O REINO DOS ELFOS

  Alguns membros do reino dos elfos são seres dévicos que se projetam a partir de certas árvores e plantas, porém dentro dessa categoria a maior parte são projeções do reino mineral terrestre. Incluem-se elfos, gnomos e duendes. Os elfos existem em selvas e arvoredos verdes e há aspectos de elfos especialmente associados com o Homem Verde. Em um sentido real todos os elementais estão interiormente relacionados; cada aspecto é algo dependente de outro; as plantas necessitam da terra, da água e da luz, por exemplo.

  Edgar Cayce, entre outros, falou com muitos detalhes, ter tido experiências bem reais e interações com fadas, duendes e brownies durante sua infância. O canalizador, James Tyberonn, compartilhou suas extraordinárias experiências na Rocha de Miguel com manifestações lúcidas de fadas e duendes em contato visual prolongado. O visual é um aspecto do campo de energia em Skellig e noutras partes da Irlanda (e noutros nódulos estabelecidos) em que os campos dimensionais se concentram e superpõem-se com concentricidades mais tangíveis.

  Os elfos dos bosques tendem a residir nas bases e ocos das árvores maiores, como os carvalhos, e suas presenças são notadas nos nódulos das raízes superficiais e ramas das árvores.

DRAGÕES, SEREIAS, TRITÕES E UNICÓRNIOS

  Mestres, o que agora lhes contarei pode surpreender a muitos de vocês, porém a legião de seres etéricos também inclui aos que chamam unicórnios, dragões, sereias e tritões. Esses seres benévolos e plenamente conscientes existem, e são parte de sua Terra, tanto como é a humanidade. Possuem inteligência divina suprema e são sumamente avançados. São protetores da humanidade e do planeta e estão despertando um protagonismo maior na transformação cristalina do novo planeta Terra.

  Os “mer”, comumente chamados sereias e tritões são parte do aspecto elemental do mar e do reino das águas. São guardiões das águas e possuem inteligência divina; com frequência estão intimamente associados com os golfinhos (delfins). Dizemos-lhes que muitos de vocês experimentaram a vida da Terra com esta capacidade antes da dualidade, como temos narrado em mensagens anteriores com Tyberonn. Os seres mer são vistos pelos golfinhos e baleias, interagindo amorosamente com eles. Entretanto, aclaremos que os golfinhos e as baleias são seres físicos altamente evoluídos, porém os mer dos níveis superiores dentro da matriz dos elementais são etéricos, não físicos.

UNICÓRNIOS

  Os unicórnios são projeções conscientes do “espírito” tanto do reino animal como do pensamento humano, combinados em aspectos etéricos dos cinco reinos elementais. Os indígenas costumavam interagir com formas conscientes evolucionadas do reino animal, como totens, incluindo a águia, o falcão, o urso, o puma e outros. O processo mesmo de interação com a energia do espírito grupal de luz superior destes seres do reino animal criou uma interseção de formas de pensamentos muito reais em que, através do cruzamento mútuo das energias, surgiu uma energia do mesmo modo bem real em forma etérica. Essas não são energias elementais, senão existentes como energias muito conscientes, autoconscientes no reino etérico ou de antimatéria.  

  Como o unicórnio foi incluído muito pontualmente na tradição, em regiões da Bretanha, Irlanda e da Europa pagã – especialmente a Grécia antiga – estas formas certamente existem conscientes e independentes, especialmente nas energias de campos concêntricos da Grécia, Irlanda, França e Bretanha. Isso ocorre mais ou menos do mesmo modo como ocorre com o espírito do búfalo, da águia, do lobo e do jaguar e outros que existem em forma tangível em regiões da América..., dentro de áreas com suficiente energia de nódulos de poder como para afrontar e oferecer uma projeção plena do espectro dimensional.

OS DRAGÕES SAGRADOS

  Os dragões sagrados são seres benévolos e plenamente conscientes. Certamente existem e têm existido no planeta desde muito antes da humanidade. Possuem suprema inteligência divina e são sumamente avançados. São protetores da humanidade e do planeta, desempenhando um papel maior na transformação planetária. Estes seres são mestres do que se chama kundalini terrestre, e como tais, estão empenhados nos aspectos da engenharia das bem chamadas correntes de linhas dragão e linhas ley, que são de fato as artérias de força da vida de seu planeta, dentro do gênero elemental do fogo.

  Os dragões sagrados agora têm um papel maior, estando envolvidos na formação de novas linhas ley da onda cristal-eletromagnética da expansão cristalina da Nova Terra e na transformação cristal-elétrica das linhas de correntes da Terra.

  Acaso as culturas do mundo antigo não tiveram lendas e histórias sobre esses seres? Incluindo as religiões da Ásia que se dedicaram a reverenciá-los. Dizemos-lhes que há os dragões angélicos benévolos entre os Mestres Ascensos. Esses dragões devas sagrados, foram mencionados em textos religiosos.

  Não confundam esses com os conceitos dos mitos tradicionais sobre dragões perversos que sequestram princesas em seus castelos e cavernas. Tão pouco com essas teorias sensacionalistas provocativas baseadas no medo, sobre invasões de reptilianos perversos em seu planeta. Bem, agora, a mitologia dos contos do rei Artur sobre dragões lança-chamas como seres perversos que capturam princesas são certamente mitos e descrições distorcidas bastante obtusas.

  Entretanto, lhes diremos que em dias muito antigos, em fases da Terra anterior à Lemúria e Atlântida, houve dragões que entraram no plano terrestre provenientes de Zeta Reticuli, que não eram benévolos. De fato, foram combatidos e expulsos da Terra pelos dragões sagrados, seres benévolos que não obstante residem em seu planeta. Ainda que menos numerosos sempre existiram aqui e são grandes protetores do planeta, trabalhando em estreita colaboração dentro das energias da força kundalini planetária.

  Entretanto, agora as palavras dragão, serpente e reptiliano causam calafrios de temor nos humanos do mundo ocidental, e a maioria das pessoas do ocidente associa esses seres com o mal, ou os desestima completamente como folclore mitológico. As metáforas de São Jorge matando o dragão e outras variações desta história foram implantadas durante o domínio da igreja, em suas cruzadas, para demolir o paganismo a fim de reinar e dominar politicamente. As tradições irlandesas de São Patrício livrando a Irlanda de uma serpente pagã, incluindo as descrições deliberadamente mal construídas da serpente no Jardim do Éden e do Arcanjo Miguel matando a serpente, se agregam a este desejo cristão de abolir as tradições pagãs e celtas. A despeito disso, em muitas outras culturas e religiões, especialmente na Ásia, reverenciavam o dragão e o consideravam uma fonte de sabedoria, divindade e “boa sorte”.

OS DRAGÕES COMO DÉVICOS E DEVAS

  Há uma forma dévica de seres similares a dragões que existem no reino elemental, porém não são os dragões sagrados – plena e divinamente conscientes – dos quais falamos. Mas, exatamente, são elementais que possuem uma forma consciente do reino elemental, projeções do elemento fogo.  Os indígenas costumavam usar os dévicos do fogo em suas cerimonias, atribuindo a um guardião do fogo, o porta-voz do fogo para celebrar cerimônias na busca de visões e em danças ritualísticas. Também há elementais do fogo como projeções, consideradas etéricas, salamandras e glifos do fogo.

  Os seres divinos plenamente conscientes ao que agora nos referimos residem na terra interna, especialmente em regiões vulcânicas, e outros se veem atraídos pelas montanhas magno-cristalinas de alturas muito grandes. Esses seres não são do reino eletromagnético elemental, ainda que estejam estreitamente alinhados com as energias eletromagnéticas e cristalinas da Terra.

  Alguns deles são de tamanhos enormes, até 50 metros de altura e irradiam uma luz dourada. Existem, principalmente, numa dimensão paralela mais elevada, mas também podem manifestar-se corporalmente no mundo físico. São seres de luz dourada ativamente envolvidos nas energias do planeta. São guardiões de alguns dos portais interdimensionais. Certamente são de inteligência divina tanto etéricos quanto físicos. Existem em regiões vulcânicas e podem ser vistos em lugares de alta energia como Banff no Canadá, ou Monte Shasta e lugares de vórtices cristalinos de Arkansas.

SERES CRISTALINOS

  Muitos de vocês estão inteirados sobre a consciência de gemas e cristais. Muitos trabalham com seres cristalinos. Esses são as formas mais elevadas de projeções elementais minerais e são de inteligência suprema. Os cristais são conscientes por geoestrutura e por natureza, dentro das projeções do reino mineral. Os cristais e as gemas têm uma consciência de natureza triádica (de tríade) e podem ser marcadores de espaço como transmissores e receptores em existência plena. Os cristais portam luz e a luz expande a consciência dentro da perfeição matricial da forma cristalina.

  As regiões de cristais naturais projetam um aspecto elemental singular que parece como orbes de luz e correntes radiantes. Banff no Canadá, Arkansas e Brasil são copiosos em tais aspectos projetados. Os lagos de silicatos cristalinos da Patagônia na América do Sul são cristais líquidos e são muito poderosos, exibidos e projetados em Banff. Essas águas não newtonianas são cristais fluidos, conscientes, sendo entidades vivas.

OS DEVAS SINGULARES DE BANFF

  Mestres, o campo de energia faz de Baniif tão singular e é em grande medida definido pela capacidade de formar um extraordinário vetor dimensional inter e intrasecional.  Este é certamente um coração central, um vetor coronário de matriz geocristalina, projetando uma ressonância de amor puro numa disposição concêntrica não polar. E dizemos-lhes: esta combinação única permite ao reino angélico não só fundir-se com a 3ª. dimensão, como também suplantar a 3ª. dimensão em atributos. É por esta razão que o Arcanjo Miguel ancorou este vórtice. É o que poderia chamar-se um ponto de infinito, e é um verdadeiro vetor do “céu na Terra”, certamente habitado por uma legião de anjos. Dizemos-lhes que além da extraordinária profundidade das vidas das fadas e devas nesta ressonância, há anjos querubins originados de Miguel, que sobejam benevolamente nos campos das águas cristalinas.

  Ao alcance específico e na frequência vibratória precisa do Lago Louise e Lago Moraine, existem formas de vidas cristais-dévicas sumamente positivas que não existem em nenhum outro lugar do planeta. Dentro dessa matriz inusitadamente combinada há manifestações de seres angélicos de uma natureza feminina nutrícia que não só podem ser vistos como orbes de luz brilhante como também ouvidos, pois esses angélicos projetam um coro tranquilo e sereno que penetra toda a vida nesta extraordinária região. É uma energia eufórica que alinha os chackras, abre o coração e amplia a percepção visual do que chamam terceiro olho.

MIGUEL E A DEUSA DOS LAGOS

  Não é uma coincidência que esses vetores obtenham o melhor dos visitantes, incluindo os desprevenidos, por serem comovedores e impressionantes. Adiante, falaremos mais sobre o reino das fadas e a deusa do lago nessa maravilhosa mensagem. Por que a deusa espírito da natureza, a dama do lago, instalou-se muito poderosamente no Lago Louise. E dizemos-lhe – a James Tyberonn – com espírito amoroso, que desempenhou um papel comunicador importante na extraordinária visão do Arcanjo Miguel que experimentou em seu jejum na busca de visão, anos atrás, no Lago Louise.

  Sua presença é dos fae sagrados, de natureza dévica, porém em nível mais elevado da consciência elemental, muito próximo da frequência angélica. E devemos agregar que ela personifica espiritualmente o Lago Louise e espera-o por que todos os que têm tais experiências nessa energia de cristal, depositam porções de sua essência álmica nessa impecável, magnífica energia no ponto do infinito.

SUPORTE DAS LEIS DA FÍSICA

  Antes de encerrar, desejamos nos referir brevemente ao que poderiam chamar devas angélicos que existem no reino terrestre da dualidade, como suportes das leis da física. E recordem que, como já lhes contamos previamente, não existem os “anjos caídos”. Mas sim há angélicos operando em reinos não celestiais, em dimensões da dualidade, com papéis diversos de sustentação da física e das leis da polaridade-dualidade em seu lugar, dentro deste mundo de livre arbítrio.

  Não elencamos a esses como devas; mas sim como angélicos singulares, ou devas altamente avançados (no Induísmo e budismo, os devas são formas divinas como arcanjos ou deuses).

  É interessante notar que muitas sociedades espirituais e religiões, incluindo aos nativos americanos e aos indus, honram aos suportes das “direções sagradas”. Os vedas referem-se a esses como os quatro devarajahs, ou regentes da Terra, ou anjos dos quatro pontos cardeais e elementos. E nas culturas antigas, um dos quatro regentes era um dragão sagrado! Os indus referem-se a esses devas como chatur maharajahs. Os pontos da bússola correspondentes a cada ser em ordem correta, leste, sul, oeste, norte e as cores simbólicas: branco, azul, roxo e amarelo ouro, também usados pelos nativos americanos na “roda da medicina”, honram as quatro regiões ou “quartos” da Terra. No Induísmo a cada um se atribui um aspecto divino e se subdividem em oito pontos, que podem corresponder às quatro direções cardeais e aos quatro elementos.

  Na Doutrina Secreta de Blavatsky são mencionados como “globos alados e rodas de fogo”, e na Bíblia cristã Ezequiel faz um notável esforço para descrevê-los, onde usa palavras muito semelhantes. É possível encontrar referências a eles na simbologia de todas as religiões, e sempre receberam as maiores reverências como protetores da humanidade. Esses pontos cardeais de energia também foram mencionados em escritos religiosos como os Arcanjos Miguel, Gabriel, Rafael e Melquisedeque. O que lhes dizemos é que esses pontos são de intercessão de correntes de “forças de vidas” e cada processo coordena pontos que possuem consciência divina, e são interfaces entre o físico e o não físico.

  Com o fluxo laminar das linhas verticais de longitude e os fluxos horizontais de latitude e plasma antimatéria se cria uma rede de correntes. A corrente vertical principal induz outras correntes em ângulos retos a ela para formar ramificações em ângulos dourados a noventa graus em jorros que se estendem direta e horizontalmente desde as correntes verticais. Essas são pulsadas em sequências uniformes de acordo com as unidades de luz do “fluxo luminoso” da consciência, o que de algum modo correspondem com a escala conceitual de Planck na teoria do espaço-tempo.

  Dizemos-lhes que na sua Terra, as linhas do campo magnético emergem do Polo Norte, curvam-se até abaixo e entram no Polo Sul através de sua magnetosfera ovoide. Dentro da Terra, sem dúvida, essas linhas do campo se movem até acima desde o Polo Sul, para unirem-se no Polo Norte. Esses campos de forças são plasma iônico carregado. Esses fluxos estão tanto em forma de matéria como de antimatéria. Portanto, ocorrem dentro da “Terra paralela de antimatéria” e de fato definem sua composição. O plasma de antimatéria contém muitas partículas carregadas, incluindo o que se poderia chamar antielétron e antipróton.

  Dentro da antimatéria ocorre o bioplasma e pululam as formas de vida de bioplasma dentro desses campos. Então, dentro e fora da Terra física há correntes eletromagnéticas que são portadoras de unidades de força de vida divina consciente, e em pontos específicos há seres angélicos, devas, sustentando as leis da física em seu lugar para os planos físicos da dualidade, e entremeando-os com o plano físico.

  Esses são fluxos de energia viventes que operam de algum modo em correntes de jorros que fluem numa direção sobre e acima da Terra e no seu interior, por baixo da superfície, em direção oposta. Portanto, há fluxos de corrente que são paralelos uns com outros, fluindo em direções opostas dentro do ovoide da magnetosfera. Esses são de algum modo análogos a suas linhas longitudinais e são toscamente reconhecidos como Linhas Curry.

  O que não se tem compreendido, ou ao menos não se tem reconhecido, todavia, é que essas também fluem em plasma antimatéria, antimagnetismo, antieletricidade, e são a mesma rede de energia que conecta a Terra física às interfaces antimatéria (angélicas) da Terra, as Omni-Terras gêmeas ou “Terras Paralelas”, através do aspecto refulgente de micro furos negros receptores (prótons) e os micro furos brancos projetores (elétrons). Há certos pontos dentro da refulgência matéria/antimatéria que formam nódulos pressurizados. Esses nódulos atuam como amplificadores de partículas subatômicas que projetam correntes helicoidais coerentes de íons de antimatéria em vetores específicos sobre o planeta, e dentro de tais pontos a multidimensionalidade de todos os reinos é mais tangível.

  O reino angélico dentro dessas áreas é um resultado direto disso, e pululam formas de vidas assombrosas nesses vetores, incluindo fotônicas, etéricas e eletro plásmicas, numa matriz bioplásmica.

  A vida bioplásmica é muito real e de fato, como dizemos, os corpos sutís de vocês e seus centros de chackras se enlaçam na esfera plásmica da antimatéria, a Terra Paralela. É uma forma de vida menos densa e não é usualmente visível à simples vista. Opera numa frequência muito mais alta, e nessa energia sobejam formas de vidas sumamente altas e nelas evolucionam mais rápido.

  Devido à mineralogia única e às anomalias gravitacionais em lugares como Banff, Canadá, o reino etérico existe com extrema lucidez. Porém, sejamos claros: o reino astral e suas subdimensões de dualidades existem em toda parte da Terra e de fato estão se tornando mais tangíveis para a humanidade.

FECHAMENTO – A OMNI-TERRA

  Em muitas mensagens temos falado das assombrosas qualidades da Terra Vivente. E lhes dizemos que não importa como vivam e amem sobre a Terra, vocês ganham, expandem-se ao explorar a majestade e a sabedoria de Gaia. A Terra, a Omni-Terra, está se expandindo em formas assombrosas na expansão chamada Ascensão. É uma época impressionante, e em 2012 incorporou câmbios maravilhosos em sua visão e percepção das realidades ao seu redor, que previamente eram muito mais difíceis de percebê-las. Em 2016, e daqui em diante, vocês estão convocados a eliminar as escórias e a fundirem-se com as novas energias a fim de explorar o fascínio do Novo Planeta Terra.

  Certamente não irão maravilhar-se ante a grandeza de seu planeta até que experimentem sua beleza. Maravilhar-se-ão ante o brilho verdadeiramente contido na Terra, e deleitar-se-ão nas vastas bibliotecas do conhecimento dentro do multifacetado, multidimensional Ser de Gaia. Por que a Terra também existe como antimatéria e os paralelos da Omni-Terra estão cheios de vida.

  Eu sou Metatron, com Tyberonn do Serviço Cristalino e compartilhamos com vocês estas verdades sagradas. Queridos, vocês são profundamente amados.

  Assim é! Assim é!

Fonte Original: http://www.earth-keeper.com/ J. Tyberonn
Traducción: M. Cristina Cáffaro

Tradução Espanhol/Português: Rayom Ra

                                                                                              Rayom Ra
                                                                    http://arcadeouro.blogspot.com.br