Hoje em dia há um carrossel de abordagens; um
girante de muitas voltas nas teses, hipóteses e remontagens de achados fósseis
antropogênicos e de outras relíquias, em sítios arqueológicos. Há um tipo de
engenharia reversa sedutoramente aplicada aos restos fossilizados encontrados
nas páginas quase todas subterrâneas do livro caduco da natureza, seguida de
uma impressionante fertilidade de ideias e sugestões viajoras ao passado de
nossas histórias verdadeiras.
O palco maior são as vindas ao planeta azul
dos anunnaki: as passagens marcantes de personagens provenientes de Nibiru –
seu planeta de origem – para a Mesopotâmia, em tempos, principalmente, de sumérios
e babilônicos. Personagens como Enki, segundo entusiastas, um fabuloso
cientista geneticista e Gilgamesh, desfilam sempre na ribalta de tais
resenhistas.
A mitologia suméria é extensa e
apresentaremos unicamente trechos de algumas de suas histórias, iniciando pelo
conceito que possuíam da existência de duas grandes forças cósmicas chamadas
Apsu e Tiamat. Apsu representava o poder positivo e masculino; Tiamat
representava o poder negativo e feminino. Quando se uniram criaram Anu, o céu, Enlil,
a terra, e Ea, o mar. Ea criara o homem do barro, mas como a terra era Enlil,
ele reinava sobre tudo. Havia outros deuses representados pelos planetas (vemos
aqui como a astronomia suméria já descobrira outros planetas) que foram criados
pelas três forças ou deuses que também criaram o Sol e a Lua.
Os
homens estavam mergulhados no pecado e Enlil decidiu castigá-los afogando-os
com uma grande inundação. Ea, a deusa das águas, foi contra esta drástica
punição e procurou Utnapishtem, seu amigo, contando-lhe a decisão de Enlil.
Utnapishtem resolveu então construir um grande barco que abrigasse toda a sua
família e a salvasse do dilúvio.
Outra lenda vem ressaltar o pensamento
cultural sumério e diz respeito à busca da imortalidade, fazendo lembrar o
Jardim do Éden por seus elementos simbólicos. Gilgamesh, rei sumério, teria
governado após o dilúvio. Seria ele mais deus do que humano, tendo 2/3 de
origem divina e 1/3 terrena, e por toda a vida andara em busca de aventuras.
Seus feitos remetem ao herói grego Héracles e ao bíblico Nimrod, filho de Cuxe
da linhagem de Noé, que em determinada época de sua tumultuada vida migra para
a África e lá daria início aos cultos de deuses e semideuses iorubas.
Gilgamesh, após a morte de Enkidu, seu amigo
de aventuras, busca pelos frutos da árvore da vida, de apanágio dos deuses,
para oferecê-los aos homens a fim de torná-los imortais. Procura Utnapishtem
que lhe informa onde estaria a árvore da vida. O pai da humanidade
pós-diluviana o alerta, contudo, de que não seria possível dar imortalidade aos
homens, pois Ea, ao criá-los, dera-lhes o legado imutável da morte. Mas
Gilgamesh, intrépido, suficiente, acostumado a vencer desafios vai à busca da
árvore da vida, encontrando-a. Porém, a serpente guardiã ataca-o e o mata.
Os sumérios entendiam a separação do céu e da
terra, descrevendo também Enlil como o deus do ar, o separador, quando todas as
coisas tiveram origem. Interessante, da mesma forma, é a lenda do herói Etana,
levado aos céus no dorso de enorme águia e que observara a forma esférica do
planeta e as águas separadas da terra. Segundo seu relato, a extensão de terra,
qual gigantesca montanha plana encurvada para baixo, flutuava sobre as águas de
Ea.
No
capítulo do Gênesis bíblico há a referência ao Deus Criador de todo o universo
trabalhando durante seis dias e descansando no sétimo dia. Jehova, IHVH (IEVE),
Jah-Eva ou Jah-Hovah, tornou-se o Deus único formador do credo religioso hebreu
monoteísta. Esse Deus, destarte, é muitas vezes mencionado como Eloha, IHVH
Alhim ou Jeovah Elohim. Segundo os hebreus, Elohim eram deuses conhecidos como cocriadores
do universo, da natureza e dos homens. Seriam as próprias forças criadoras,
tantas vezes mencionadas no politeísmo sumério e por outros povos da Ásia.
Essas
histórias do povo anunnaki em alguns pontos são similares à trechos de primitivas
histórias da Bíblia e causam a impressão inicial de terem sido retiradas de um formato original, um tipo de matrix dos relatos que se conhecem do livro dos profetas ou velho testamento.
O que mais chama a atenção dos modernos
antropologistas da internet, que logo se apressam em afirmar que nossas origens
terrenas são evidentemente extraterrestres de Nibiru, é a coincidência do
capítulo da inundação da Terra, conforme Noé. Essa narrativa bíblica e a dos
anunnaki são basicamente a mesma dos indus, pois a deste povo originariamente ariano
conta que uma inundação de todo o planeta teria afogado a humanidade pecadora.
Porém, um barco que conduzia os eleitos autorizados pelo deus conhecido por
Manu, ficou a salvo, tendo sido guiado e protegido por um enorme peixe – Ó
Bharata. Semelhantes histórias são contadas por povos anteriores aos hebreus,
gregos e maias, dentre outros.
Não é segredo e nem espanto para esotéricos e
ocultistas aprofundados na sabedoria milenar, que nosso pequeno planeta da Via
Láctea já foi visitado por extraterrestres desta mesma galáxia e de outras mais
distantes, que aqui vieram em busca de suas necessidades. Uns criaram colônias,
outros chegaram meramente como terríveis predadores que sempre foram. Há uma
relação bastante estreita entre as vindas dos anunnaki em repetidos ciclos de
mais ou menos 3200 anos, a escravização de povos da Terra e os reptilianos e
grays. Esses mesmos povos invasores registram suas passagens pelo Egito e
Américas, sempre escravizando, fazendo experiências genéticas e se alimentando
de seres humanos.
A história anunnaki conhecida mais
interiormente em seus meandros ocultos, não é somente de um povo evoluído, pois
suas lendas podem ter sido enxertos de culturas terrenas, porém suas aparências
físicas ocultadas, seus propósitos e intenções, teriam sido bem outros e
imensamente dissimulados.
Para quem somente se dedica às pesquisas de conspirações,
deveria saber que Zecharias Sitchin, o maior divulgador dos anunnaki, seria
exatamente um produto híbrido deles aqui na Terra, e seu principal papel foi de
desinformar, criar teorias enganosas, misturando fatos reais com mentiras.
Assim, para os pretendentes à conquista da Terra e ao domínio hoje, de 7.5 bilhões
de pessoas, quanto mais desviassem da verdadeira história das origens de nossa
humanidade – já bastante fraccionada e em muitas instâncias apagada – estabelecendo
falsas premissas, maior sossego teriam em suas maquinações.
Vejamos só o que nos alerta Babagiananda, em
vestidura na Umbanda de Pai Tomé:
"O Livro de Enki e as tabuletas encontradas são engendragens
planejadas para contaminação das mentes, para quando chegassem eras terrenas de
redenção humana. Algumas verdades ali constam, dentre mentiras vis, pelo Pai
registradas, nos arquivos eternos, como erros graves de raças siderais.
Nossa informação visa coibir, através dos filhos da Luz mais
conscientes, o avanço pestilento deste 'desserviço' espiritual, qual seja o da
propagação ardilosa, na atualidade esotérica, de destituir, com base em deduções
subsequentes, o Criador, do seu Onipotente dom da Criação, e a verdade da
contínua propulsão evolutiva de 'almas', em corpos planejados por cortes
ancestrais de seres cocriadores, divinas virtudes de Sua Augusta Coroa .
O
'princípio vital' que anima todos os seres, além do mais, somente pelo dom de
decisão desse Logos que a humanidade desconhece, tem o poder de soprar onde Ele
quer.
Ouça quem tiver ouvidos de ouvir !"
---- Pai Tomé --- Babagiananda --- Psicofonia,
por Rosane Amantéa.
26 de julho de 2014 ---Londrina - Pr-
Brasil
Fica aqui o alerta, muito embora creiamos que
para mentes fanatizadas unicamente com conspirações e revelações
extraterrestres, desmerecendo a sabedoria de muitos milhões de anos dos Mestres
Ascensos e de sábios operários da luz, que vêm vivenciando o desenvolvimento
natural de nossas, até agora, 5 Raças Raízes, isso de nada adiantará.
Vemos
unicamente uma origem para nossa humanidade. Os acontecimentos tão explorados
por sensacionais revelações extraterrestres não nos sensibilizam. Sabemos
existir Hierarquias Solares que muito trabalharam para a criação de nossa
humanidade, segundo o Grande Plano Divino Criador e hoje nos trazem esclarecimentos.
Mas não são todos que a isso se dispõem, na verdade são muito poucos.
Os Mestres autorizados por Shamballa nos
contam que nossa humanidade nesta quarta ronda (*) começou sua caminhada ainda
em planos ou dimensões de matéria não concreta. As vidas que mais tarde seriam terrenas
vieram de planos mais elevados começando a se densificar no plano etérico para
dar formação a todos os reinos e espécies. Ou seja, a matéria física da Terra
estava ainda incandescente e a natureza não podia se manifestar nessas
condições.
Vejamos o seguinte:
“As concepções acerca das primeiras raças
giram em torno do continente da Lemúria e de Atlântida, calculados em se terem
formado há milhões de anos. O remotíssimo tempo destas decorrências é ainda um
entrave para melhores asserções, pois ao divulgarem-se milhões de anos a partir
dos Livros Sagrados, não se tem a certeza de que se trate de anos esotéricos ou
terrenos. Os indus e tibetanos detêm ainda em suas cosmogonias alguns mistérios
que não revelam diretamente, senão em símbolos.
A
paleontologia tem trazido muitas considerações acerca das datas dos achados
fósseis e cada vez mais se estabelecem incertezas. Deste modo, sobre a Lemúria,
levantam-se algumas hipóteses de suas datações.
“Há
mais ou menos 350 milhões de anos, segundo ainda a ciência, os aquáticos se
metamorfoseiam para anfíbios; haveria muitas plantas e répteis que viriam gerar
os dinossauros, havendo a hipótese da existência de um só continente chamado
Pangéia. Como se sabe, essa é a hipótese criada em 1917 pelo meteorologista
alemão Alfred Lothar Wegener, segundo a qual há 200 milhões de anos havia
somente uma formação continental, chamada por ele de Pangéia, banhada por um
único oceano chamado de Pantalassa. Discute-se também que essa data poderia ser
de 540 a 250 milhões de anos na Era Paleozóica. Por acontecimentos
desconhecidos, o continente se fragmentou dando origem às formações de dois
outros continentes, chamados Gondwana e Laurásia. Gondwana seria formado pelas
atuais América do Sul, África, Austrália e Índia enquanto Laurásia teria se
constituído de América do Norte, Europa, Ásia e Ártico”.(1)
O
que sabemos é que nossa humanidade começada, propriamente, com as raças etéreas
Polar e Hiperbórea, Primeira e Segunda Raças, respectivamente, vieram para
povoar o planeta inseridas no Grande Plano da Criação de nosso Logos Criador.
Esse Plano incluiu todos os reinos existentes, ou seja, os reinos conhecidos
por suas contrapartes físicas – o mineral, o vegetal, o animal e o humano e os
demais reinos não visíveis neste nosso estágio, ou ainda não alcançados pela
quase totalidade de nossa humanidade. E são chamados os três reinos elementais,
anteriores aos quatro reinos conhecidos, e os três outros reinos acima do reino
humano, que são: o reino egóico, o reino planetário e o reino solar,
totalizando, assim, dez reinos devidamente inseridos no Grande Plano da Criação”.[arcadeouro.blogspot.com/2014/02/ainda-sobre-as-primeiras-racas.html]
Teorias bastante infelizes de homens
completamente ateus, apegados unicamente aos parâmetros materialistas, buscam
nas histórias darwinistas admitir uma evolução humana natural, sem Deus e sem
tutores. Escreveram milhares de páginas para explicar o que jamais
existiu. Alguns amantes das teorias conspirativas também resolveram adotar as
ideias de que realmente existiu uma raça de homo sapiens sapiens que teria evoluído
para seres humanos, sendo hoje o homem moderno e que continuará sua evolução
começada desde há somente 35.000 anos [datação
hoje desmentida pelos achados dos próprios pesquisadores, uma vez que tanto o Cro-magnon
quanto o Neandertalenses não se originaram um do outro, mas foram
contemporâneos há mais de 100 mil anos].
Especula-se que esses hominídeos citados
foram produtos genéticos criados pelos anunnaki para servir-lhes de escravos
enquanto exploravam minas de ouro e prata na África. E tendo terminado esse
ciclo de exploração, esses escravos foram abandonados às suas próprias sortes,
tendo assim degenerado, involuído e desaparecido.
Afirmações materialistas da evolução natural
do homem através de um único ancestral bem como histórias de viajores extraterrestres
contadas ao público Nova Era, como sendo eles os celeiros “da verdadeira origem
da humanidade”, carecem em muito da verdade, são teorias completamente anêmicas,
invenções caóticas, evidentemente não fazendo parte do Plano de nosso Deus
Criador; são, portanto, ensaios do nada que a nada levam a não ser confusão.
Porém, como esotéricos e espiritualistas,
sabemos que há esquemas de mundos encadeados com o esquema de nossa Terra. E
houve num passado distante transmigrações de muitos milhões de almas ao nosso planeta.
Isso ocasionou a transmissão aos seus novos corpos físicos aqui na Terra, de alguns
caracteres raciais trazidos de seus planetas de origem, que vieram impressos na memória dos átomos de suas configurações etéricas. Trouxeram também um surto maior de
progresso aos povos terrenos de almas menos treinadas que eles, contribuindo
assim com a evolução de nossos povos.
Atenção, portanto, com teorias esdrúxulas que
divulgam nas suas mensagens intencionais mentiras.
Rayom
Ra
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