quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Quantas Verdadeiras Histórias da Origem da Humanidade Você Conhece?



  Hoje em dia há um carrossel de abordagens; um girante de muitas voltas nas teses, hipóteses e remontagens de achados fósseis antropogênicos e de outras relíquias, em sítios arqueológicos. Há um tipo de engenharia reversa sedutoramente aplicada aos restos fossilizados encontrados nas páginas quase todas subterrâneas do livro caduco da natureza, seguida de uma impressionante fertilidade de ideias e sugestões viajoras ao passado de nossas histórias verdadeiras.

  O palco maior são as vindas ao planeta azul dos anunnaki: as passagens marcantes de personagens provenientes de Nibiru – seu planeta de origem – para a Mesopotâmia, em tempos, principalmente, de sumérios e babilônicos. Personagens como Enki, segundo entusiastas, um fabuloso cientista geneticista e Gilgamesh, desfilam sempre na ribalta de tais resenhistas.

  A mitologia suméria é extensa e apresentaremos unicamente trechos de algumas de suas histórias, iniciando pelo conceito que possuíam da existência de duas grandes forças cósmicas chamadas Apsu e Tiamat. Apsu representava o poder positivo e masculino; Tiamat representava o poder negativo e feminino. Quando se uniram criaram Anu, o céu, Enlil, a terra, e Ea, o mar. Ea criara o homem do barro, mas como a terra era Enlil, ele reinava sobre tudo. Havia outros deuses representados pelos planetas (vemos aqui como a astronomia suméria já descobrira outros planetas) que foram criados pelas três forças ou deuses que também criaram o Sol e a Lua.

  Os homens estavam mergulhados no pecado e Enlil decidiu castigá-los afogando-os com uma grande inundação. Ea, a deusa das águas, foi contra esta drástica punição e procurou Utnapishtem, seu amigo, contando-lhe a decisão de Enlil. Utnapishtem resolveu então construir um grande barco que abrigasse toda a sua família e a salvasse do dilúvio.

  Outra lenda vem ressaltar o pensamento cultural sumério e diz respeito à busca da imortalidade, fazendo lembrar o Jardim do Éden por seus elementos simbólicos. Gilgamesh, rei sumério, teria governado após o dilúvio. Seria ele mais deus do que humano, tendo 2/3 de origem divina e 1/3 terrena, e por toda a vida andara em busca de aventuras. Seus feitos remetem ao herói grego Héracles e ao bíblico Nimrod, filho de Cuxe da linhagem de Noé, que em determinada época de sua tumultuada vida migra para a África e lá daria início aos cultos de deuses e semideuses iorubas.

  Gilgamesh, após a morte de Enkidu, seu amigo de aventuras, busca pelos frutos da árvore da vida, de apanágio dos deuses, para oferecê-los aos homens a fim de torná-los imortais. Procura Utnapishtem que lhe informa onde estaria a árvore da vida. O pai da humanidade pós-diluviana o alerta, contudo, de que não seria possível dar imortalidade aos homens, pois Ea, ao criá-los, dera-lhes o legado imutável da morte. Mas Gilgamesh, intrépido, suficiente, acostumado a vencer desafios vai à busca da árvore da vida, encontrando-a. Porém, a serpente guardiã ataca-o e o mata.

  Os sumérios entendiam a separação do céu e da terra, descrevendo também Enlil como o deus do ar, o separador, quando todas as coisas tiveram origem. Interessante, da mesma forma, é a lenda do herói Etana, levado aos céus no dorso de enorme águia e que observara a forma esférica do planeta e as águas separadas da terra. Segundo seu relato, a extensão de terra, qual gigantesca montanha plana encurvada para baixo, flutuava sobre as águas de Ea.

  No capítulo do Gênesis bíblico há a referência ao Deus Criador de todo o universo trabalhando durante seis dias e descansando no sétimo dia. Jehova, IHVH (IEVE), Jah-Eva ou Jah-Hovah, tornou-se o Deus único formador do credo religioso hebreu monoteísta. Esse Deus, destarte, é muitas vezes mencionado como Eloha, IHVH Alhim ou Jeovah Elohim. Segundo os hebreus, Elohim eram deuses conhecidos como cocriadores do universo, da natureza e dos homens. Seriam as próprias forças criadoras, tantas vezes mencionadas no politeísmo sumério e por outros povos da Ásia.

   Essas histórias do povo anunnaki em alguns pontos são similares à trechos de primitivas histórias da Bíblia e causam a impressão inicial de terem sido retiradas de um formato original, um tipo de matrix dos relatos que se conhecem do livro dos profetas ou velho testamento.

  O que mais chama a atenção dos modernos antropologistas da internet, que logo se apressam em afirmar que nossas origens terrenas são evidentemente extraterrestres de Nibiru, é a coincidência do capítulo da inundação da Terra, conforme Noé. Essa narrativa bíblica e a dos anunnaki são basicamente a mesma dos indus, pois a deste povo originariamente ariano conta que uma inundação de todo o planeta teria afogado a humanidade pecadora. Porém, um barco que conduzia os eleitos autorizados pelo deus conhecido por Manu, ficou a salvo, tendo sido guiado e protegido por um enorme peixe – Ó Bharata. Semelhantes histórias são contadas por povos anteriores aos hebreus, gregos e maias, dentre outros.

  Não é segredo e nem espanto para esotéricos e ocultistas aprofundados na sabedoria milenar, que nosso pequeno planeta da Via Láctea já foi visitado por extraterrestres desta mesma galáxia e de outras mais distantes, que aqui vieram em busca de suas necessidades. Uns criaram colônias, outros chegaram meramente como terríveis predadores que sempre foram. Há uma relação bastante estreita entre as vindas dos anunnaki em repetidos ciclos de mais ou menos 3200 anos, a escravização de povos da Terra e os reptilianos e grays. Esses mesmos povos invasores registram suas passagens pelo Egito e Américas, sempre escravizando, fazendo experiências genéticas e se alimentando de seres humanos.

  A história anunnaki conhecida mais interiormente em seus meandros ocultos, não é somente de um povo evoluído, pois suas lendas podem ter sido enxertos de culturas terrenas, porém suas aparências físicas ocultadas, seus propósitos e intenções, teriam sido bem outros e imensamente dissimulados.

  Para quem somente se dedica às pesquisas de conspirações, deveria saber que Zecharias Sitchin, o maior divulgador dos anunnaki, seria exatamente um produto híbrido deles aqui na Terra, e seu principal papel foi de desinformar, criar teorias enganosas, misturando fatos reais com mentiras. Assim, para os pretendentes à conquista da Terra e ao domínio hoje, de 7.5 bilhões de pessoas, quanto mais desviassem da verdadeira história das origens de nossa humanidade – já bastante fraccionada e em muitas instâncias apagada – estabelecendo falsas premissas, maior sossego teriam em suas maquinações.

  Vejamos só o que nos alerta Babagiananda, em vestidura na Umbanda de Pai Tomé:

  "O Livro de Enki e as tabuletas encontradas são engendragens planejadas para contaminação das mentes, para quando chegassem eras terrenas de redenção humana. Algumas verdades ali constam, dentre mentiras vis, pelo Pai registradas, nos arquivos eternos, como erros graves de raças siderais.

  Nossa informação visa coibir, através dos filhos da Luz mais conscientes, o avanço pestilento deste 'desserviço' espiritual, qual seja o da propagação ardilosa, na atualidade esotérica, de destituir, com base em deduções subsequentes, o Criador, do seu Onipotente dom da Criação, e a verdade da contínua propulsão evolutiva de 'almas', em corpos planejados por cortes ancestrais de seres cocriadores, divinas virtudes de Sua Augusta Coroa .

  O 'princípio vital' que anima todos os seres, além do mais, somente pelo dom de decisão desse Logos que a humanidade desconhece, tem o poder de soprar onde Ele quer.

  Ouça quem tiver ouvidos de ouvir !"

---- Pai Tomé --- Babagiananda --- Psicofonia, por Rosane Amantéa.

26 de julho de 2014 ---Londrina - Pr- Brasil

  Fica aqui o alerta, muito embora creiamos que para mentes fanatizadas unicamente com conspirações e revelações extraterrestres, desmerecendo a sabedoria de muitos milhões de anos dos Mestres Ascensos e de sábios operários da luz, que vêm vivenciando o desenvolvimento natural de nossas, até agora, 5 Raças Raízes, isso de nada adiantará.

 Vemos unicamente uma origem para nossa humanidade. Os acontecimentos tão explorados por sensacionais revelações extraterrestres não nos sensibilizam. Sabemos existir Hierarquias Solares que muito trabalharam para a criação de nossa humanidade, segundo o Grande Plano Divino Criador e hoje nos trazem esclarecimentos. Mas não são todos que a isso se dispõem, na verdade são muito poucos.

 Os Mestres autorizados por Shamballa nos contam que nossa humanidade nesta quarta ronda (*) começou sua caminhada ainda em planos ou dimensões de matéria não concreta. As vidas que mais tarde seriam terrenas vieram de planos mais elevados começando a se densificar no plano etérico para dar formação a todos os reinos e espécies. Ou seja, a matéria física da Terra estava ainda incandescente e a natureza não podia se manifestar nessas condições.

(*) Ver capítulo XIV de “O Monoteísmo Bíblico e os Deuses da Criação” acessando o link do Scribd ao final deste texto

  Vejamos o seguinte:

“As concepções acerca das primeiras raças giram em torno do continente da Lemúria e de Atlântida, calculados em se terem formado há milhões de anos. O remotíssimo tempo destas decorrências é ainda um entrave para melhores asserções, pois ao divulgarem-se milhões de anos a partir dos Livros Sagrados, não se tem a certeza de que se trate de anos esotéricos ou terrenos. Os indus e tibetanos detêm ainda em suas cosmogonias alguns mistérios que não revelam diretamente, senão em símbolos.

  A paleontologia tem trazido muitas considerações acerca das datas dos achados fósseis e cada vez mais se estabelecem incertezas. Deste modo, sobre a Lemúria, levantam-se algumas hipóteses de suas datações.

  “Há mais ou menos 350 milhões de anos, segundo ainda a ciência, os aquáticos se metamorfoseiam para anfíbios; haveria muitas plantas e répteis que viriam gerar os dinossauros, havendo a hipótese da existência de um só continente chamado Pangéia. Como se sabe, essa é a hipótese criada em 1917 pelo meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener, segundo a qual há 200 milhões de anos havia somente uma formação continental, chamada por ele de Pangéia, banhada por um único oceano chamado de Pantalassa. Discute-se também que essa data poderia ser de 540 a 250 milhões de anos na Era Paleozóica. Por acontecimentos desconhecidos, o continente se fragmentou dando origem às formações de dois outros continentes, chamados Gondwana e Laurásia. Gondwana seria formado pelas atuais América do Sul, África, Austrália e Índia enquanto Laurásia teria se constituído de América do Norte, Europa, Ásia e Ártico”.(1)

  O que sabemos é que nossa humanidade começada, propriamente, com as raças etéreas Polar e Hiperbórea, Primeira e Segunda Raças, respectivamente, vieram para povoar o planeta inseridas no Grande Plano da Criação de nosso Logos Criador. Esse Plano incluiu todos os reinos existentes, ou seja, os reinos conhecidos por suas contrapartes físicas – o mineral, o vegetal, o animal e o humano e os demais reinos não visíveis neste nosso estágio, ou ainda não alcançados pela quase totalidade de nossa humanidade. E são chamados os três reinos elementais, anteriores aos quatro reinos conhecidos, e os três outros reinos acima do reino humano, que são: o reino egóico, o reino planetário e o reino solar, totalizando, assim, dez reinos devidamente inseridos no Grande Plano da Criação”.[arcadeouro.blogspot.com/2014/02/ainda-sobre-as-primeiras-racas.html]

  Teorias bastante infelizes de homens completamente ateus, apegados unicamente aos parâmetros materialistas, buscam nas histórias darwinistas admitir uma evolução humana natural, sem Deus e sem tutores. Escreveram milhares de páginas para explicar o que jamais existiu. Alguns amantes das teorias conspirativas também resolveram adotar as ideias de que realmente existiu uma raça de homo sapiens sapiens que teria evoluído para seres humanos, sendo hoje o homem moderno e que continuará sua evolução começada desde há somente 35.000 anos [datação hoje desmentida pelos achados dos próprios pesquisadores, uma vez que tanto o Cro-magnon quanto o Neandertalenses não se originaram um do outro, mas foram contemporâneos há mais de 100 mil anos].

  Especula-se que esses hominídeos citados foram produtos genéticos criados pelos anunnaki para servir-lhes de escravos enquanto exploravam minas de ouro e prata na África. E tendo terminado esse ciclo de exploração, esses escravos foram abandonados às suas próprias sortes, tendo assim degenerado, involuído e desaparecido.

  Afirmações materialistas da evolução natural do homem através de um único ancestral bem como histórias de viajores extraterrestres contadas ao público Nova Era, como sendo eles os celeiros “da verdadeira origem da humanidade”, carecem  em muito da verdade, são teorias completamente anêmicas, invenções caóticas, evidentemente não fazendo parte do Plano de nosso Deus Criador; são, portanto, ensaios do nada que a nada levam a não ser confusão.

  Porém, como esotéricos e espiritualistas, sabemos que há esquemas de mundos encadeados com o esquema de nossa Terra. E houve num passado distante transmigrações de muitos milhões de almas ao nosso planeta. Isso ocasionou a transmissão aos seus novos corpos físicos aqui na Terra, de alguns caracteres raciais trazidos de seus planetas de origem, que vieram impressos na memória dos átomos de suas configurações etéricas. Trouxeram também um surto maior de progresso aos povos terrenos de almas menos treinadas que eles, contribuindo assim com a evolução de nossos povos.

  Atenção, portanto, com teorias esdrúxulas que divulgam nas suas mensagens intencionais mentiras.

Rayom Ra
[Leia mais Rayom Ra (Rayom_Ra) on Scribd | Scribd em páginas on line ou em downloads completos ]

Nenhum comentário:

Postar um comentário