domingo, 24 de julho de 2011

A Nova Religião Mundial (II)

       Saint Germain é o avatar da Era de Aquário e esta Nova Era para a humanidade é das mais importantes por que vem iniciar um novo estágio conscencional das massas, devendo perdurar por 2160 anos, como tantas e anteriores eras.
 
       A Era de Peixes, inaugurada pelo avatar Jesus, teve em Cristo seu principal propulsor e, antes, Buda, na Era de Áries, por sua busca individual, encontrara a iluminação através da meditação trazendo verdades por sua poderosa mente que se perpetuariam nos milênios seguintes.

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Krishna em guerra contra Bhishna
       Antes destas eras, Krishna viria ao mundo e seus ensinamentos mais tarde fariam parte do Livro dos Vedas, onde diversas outras autorias se acham compiladas em muitos capítulos e versos. Por alguns milênios, a sabedoria de Krishna fora transmitida oralmente pela tradição religiosa, onde os mais eruditos e iniciados aprofundavam-se nas suas significações ocultas vivenciando os ensinamentos sob outra visão interior. Sobre o Livro dos Vedas não há um consenso de sua idade, pois enquanto uns afirmam ter 5.000 anos, outros falam de 25.000 anos de existência ou muito mais. Krishna, embora seja entendido por uns como personagem mítico, existiu de fato, tendo sido uma das encarnações de Cristo.

       A Religião do Fogo, na Pérsia, conhecida por Parsismo e Masdeísmo, dentre tantos outros nomes, teria existido há no mínimo 6.000 anos, que tendo em Zarathustra seu fundador, fora, do mesmo modo, religião esotérica composta de simbolismos e revelações entre as forças do bem e do mal.

       Outras religiões, desde a antiguidade, se mesclariam com elementos mitológicos. A religião egípcia, a grega e a romana, como exemplos e por força de seus impérios, espalhariam aspectos de seus cultos para povos diversos que os incorporariam em suas culturas étnicas e grupamentos raciais. Em todas as épocas as religiões que influenciaram grandes massas populacionais tiveram sempre a direção sacerdotal, estabelecedora de seus ensinamentos, ritos e rituais.

       Desejamos aqui enfatizar ao fato de que muito mais que crenças a se seguirem encadeadas de um para outro povo ou de um império para outro, as religiões, primeiramente raciais, depois seguindo outros rumos e adquirindo outras idiossincrasias, foram organizadas, estabelecidas e mantidas pela hierarquia da Grande Fraternidade Branca Universal, sob a direção e comando de Sanat Kumara. Esta verdade é robustecida pelas declarações de madame H.P. Blavatski, com as seguintes palavras:

       Apesar da imensa diversidade que oferecem desde o ponto de vista exterior, todas as religiões têm um fundo comum em idéias dogmáticas, filosóficas e morais. Com efeito, o estudo comparado das religiões demonstra que os ensinamentos fundamentais acerca da Divindade, do homem, do universo, da vida futura, são substancialmente idênticos em todas elas, apesar de suas aparentes diversidades. São as mesmas verdades encobertas pelo véu próprio das religiões exotéricas que as desfigura em parte. É como uma luz branca encerrada num farol que tem em cada um de seus lados um vidro de cor diferente, e segundo seja o lado de onde se olhe parecerá roxo, azul, verde ou amarelo, a exemplo dos cristais, e todo o mundo verá a luz em sua pura cor natural. Este fundo comum de todas as religiões dignas deste nome se explica por que todas elas dimanam da Grande Fraternidade de Instruções espirituais, que transmitiram aos povos e raças as verdades fundamentais da religião segundo a forma mais apropriada às necessidades daqueles que deviam recebe-las, assim como as circunstâncias de lugar e tempo...”
      
       No que tange aos aspectos esotérico e sacerdotal, as religiões formaram conjuntos seqüenciados a dar sustentação ao trabalho interno espiritual daqueles que se adiantavam em relação a consciência popular. Nos períodos em que as religiões organizadas se mantiveram como portadoras de verdades vindas diretamente de Shamballa, seus sacerdotes e oficiantes de ritos internos e populares eram obrigados a submeterem-se às normas morais e éticas, passando por provas e iniciações sob a orientação, autoridade e ordenamento de oficiais da hierarquia planetária, ou de seus prepostos encarnados.


Zarathustra

       Esta visão ficou mais bem delineada para o conhecimento da posteridade, a partir, principalmente, dos mistérios eleusinos e orfeicos da Grécia(1) e dos mistérios herméticos do Egito(2), quando fragmentos destes ciclos esotérico-religiosos foram rescaldados por pesquisadores e estudiosos do ocultismo. Sobre este tema, indissociado das religiões, temos os seguintes excertos retirados de H.P.B.:

(1) “Mistérios, em grego, teletai, consumações, cerimônias de iniciação, eram cerimônias que geralmente se mantinham ocultas dos profanos e das pessoas não iniciadas, durante as quais se ensinavam por meio de representações dramáticas e outros métodos, a origem das coisas, a natureza do espírito humano, as relações deste com o corpo e o método de sua purificação e reposição a uma vida superior.
       A ciência física, a medicina, as leis da música, a adivinhação, se ensinavam todas elas da mesma maneira. O juramento de Hipócrates não era mais do que um compromisso místico. Hipócrates era um sacerdote de Asclepios, alguns de cujos escritos chegaram por casualidade ao domínio público. Porém os asclepíades eram iniciados do cultos da serpente de Esculápio, como as bacantes eram do dionisíaco, e ambos os ritos, com o tempo, foram incorporados aos eleusinos. Os sagrados Mistérios eram clebrados nos antigos templos pelos hierofantes iniciados, para proveito e instrução dos candidatos. Os mistérios mais solenes e secretos eram seguramente celebrados no Egito pela ‘companhia de guardadores do secreto’(...)
       A palavra ‘Misterios’ deriva do grego ‘muô’, (fechar a boca) e cada símbolo relacionado com eles (os mistérios) tinha uma significação oculta. Segundo afirma Platão e muitos outros sábios da antiguidade, os Mistérios eram altamente religiosos, morais e benéficos como escola de ética. Os Mistérios gregos, os de Ceres e Baco eram somente imitações dos egípcios.
       Em breves palavras, os Mistérios eram em todos os países uma série de representações dramáticas nas quais os mistérios da cosmogonia e da Natureza em geral eram personificados por sacerdotes e neófitos, que desempenhavam o papel dos diferentes deuses e deusas, repetindo supostas cenas (alegorias) de suas vidas respectivas. Estas eram explicadas em sentido oculto aos candidatos a iniciação, e incorporadas nas doutrinas filosóficas.”

       “Os Mistérios eleusinos eram os mais famosos e mais antigos de todos os Mistérios gregos (exceto os de Samotrácia), e eram celebrados nas cercanias da aldeia de Eleusis, não longe de Atenas. Epifanio os faz remontar aos tempos de Inachos (1.800 a.C), e foram fundados, como se expressa noutra versão, por Eumolpo, rei da Trácia e Hierofante. Eram celebrados em honra a Demeter, a Ceres grega e a Isis egípcia. O último ato da representação aludia a uma vítima sacrificial expiatória e uma ressurreição, quando o iniciado era admitido ao supremo grau de Epopta(...)
       O sacrifício do ‘Pão e do Vinho’ eram executados antes dos Mistérios da iniciação, e durante a cerimônia se revelavam aos candidatos os mistérios de ‘Petroma’, espécie de livro feito de tabuinhas de pedra (petrai), unidas por um lado e dispostas para abrir-se como os demais livros.”

       “Os Mistérios Orfeicos vinham depois dos mistérios de Baco, porém, diferiam muito destes. O sistema de Orfeu se caracteriza por sua puríssima moralidade e severo ascetismo. A teologia que Orfeu ensinava é, por outro lado, puramente indu. Para ele a Essência divina é inseparável de tudo quanto é no universo infinito, posto que todas as formas estão ocultas nela desde toda a eternidade. Em determinados períodos, estas formas são manifestadas emanando da Essência divina, ou se manifestam elas mesmas. Assim, graças a esta lei de emanação (ou evolução), todas as coisas participam de dita Essência e são partes e membros impreganados da natureza divina, que é onipresente.
       Havendo todas as coisas procedido Dela, a Ela devem necessariamente voltar e, portanto, são relativas a inumeráveis transmigrações ou reencarnações e purificações, antes de chegar a consumação final.
       Isto é pura filosofia Vedanta. Por outro lado, a Fraternidade orféica não comia alimentos animais, usava vestuários de linho branco e praticava muitas cerimônias parecidas com as dos brahmanes.”

       (2)Qualquer doutrina ou escritura relacionada com ensinamentos esotéricos de Hermes, que, considerado já como o Hermes grego, era o deus da sabedoria entre os antigos, e segundo Platão, ‘descobriu os números, a geometria, a astronomia e as letras’. Apesar do que diziam alguns hábeis e interessados autores de que (os escritos) ensinavam o monoteísmo puro, os livros herméticos e trimegísticos são puramente panteísticos. A deidade de que se faz menção, neles é definida por Paulo como aquele em que ‘vivemos, nos movemos e temos nosso ser’”

       Portanto, as religiões nunca foram algo a parte, nem alienadoras da mente popular nem representaram barcos de ilusões para sacerdotes, monges ou seguidores que  nelas se mantiveram de corpos e almas. As religiões que se degradaram nas civilizações em que floresceram, chegavam ao final de seus ciclos por que os impérios ou reinos onde existiram se destruiam. Como regra de um passado longínquo até os tempos recentes da história mundial, sempre que o mal se alastrou nas raças, com os valores morais irreversivelmente invertidos e a libidinosidade incontrolada, as civilizações decaíram em todos os sentidos, sendo afinal destruídas por invasores bárbaros ou catástrofes naturais. Quando isto aconteceu, as religiões, crenças ou cultos mitológicos - pela corrosão sacerdotal de suas práticas - tinham sido antes abandonados pela direção maior da hierarquia de Fraternidade Branca Universal. No entanto, suas principais revelações e princípios ocultos permaneceram resguardados e a salvo da insanidade humana.

       Os filósofos, reconhecidos como homens de imensa racionalidade ou abstrações, a exemplo de Arquimedes, Aristóteles ou Platão, detiveram muito de seus conhecimentos dos hierofantes que organizavam as religiões tanto nos seus aspectos externos como nos ocultos. A história criou e estabeleceu uma cortina entre as filosofias e as religiões como a pretender uma separação definitiva, sem qualquer possibilidade de mútuo reconhecimento. A realidade do passado, entretanto, não foi assim. Os mistérios e a sabedoria iniciática sempre estiveram ligados como dois lados de um mesmo prisma. A Grande Fraternidade Branca cuidou de que tanto a psique dos egos mais adiantados quanto a das massas, durante largos ciclos dos avanços culturais, pudessem exercitar suas emoções superiores.

       A imaginação é o elo primordial que sempre esteve ligado à psique das massas e das elites sacerdotais. Os cleros, ainda que sob a exaltação espiritual e entrega aos ofícios dos sagrados serviços, podiam se dar a um aprofundamento mais técnico de visualização mental e experienciações da ciência física. Pela imaginação dirigida com métodos, os iniciados chegavam e chegam mais rapidamente ao conhecimento intuitivo e à sabedoria. A magia pode ter segredos revelados através de princípios axiomáticos, porém o praticante somente avançará na sua manipulação prática ao trabalhar com a imaginação. A imaginação move as energias mentais e astrais do ego, cria formas outras de energia, e pelas leis naturais de atração dos opostos atrái as forças do próprio ego aos modelos pré-existentes ou arquetípicos, tanto interiores da alma como das relações externas das forças naturais.

       Crer e imaginar são dois verbos que dão a vida tanto para o bem como para o mal, para a luz da alma ou para seu desterro aos umbrais inferiores. O neófito nos mistérios religiosos, que por sua própria vontade cria com o pensamento seu mundo interior de identidade com Deus, acaba por identificar-se com sua própria alma. O homem da religião prende sua atenção a um Deus externo que o fará realizar-se nas suas mansões superiores quando de sua partida deste mundo. Mas tanto um quanto outro, em seus respectivos estados conscensionais, acharão réstias do caminho que conduzirão a outros estados mais elevados. O primeiro chegará aos seus objetivos pelo conhecimento direto e sabedoria da alma e o segundo avançará pela devoção externa a Deus, mas que nele mesmo sempre habitou.

Buda

       As religiões, em que pese os dramáticos erros humanos que as levaram em muitas ocasiões às deteriorações, foram, não obstante, inteligentemente projetadas pelos mestres da sabedoria como um sistema de práticas reais calcadas inicialmente nas formas da imaginação que serviram e ainda servem para conduzir as almas a um objetivo regulado pelo tempo de existência evolucionário das raças e civilizações.

       Entretanto, a vontade e a imaginação exercitadas em direção ao objetivo do conhecimento, independentemente do sistema religioso, também despertam certas energias mentais e da alma que tanto mais sutilizadas pelo desejo verdadeiro do saber, ou de servir, abrirão caminhos a um estado de consciência mais abrangente que proporcionarão os subsídios mínimos e necessários para a alma ancorar-se na Terra e ser reconhecida como um filho de Deus.

       Portanto, no tempo decorrido e naquilo que os homens mais sensitivos e sintonizados com suas almas religiosas ou não, puderam conscientemente bem realizar, ousamos afirmar que:

       “A imaginação é a alma da mente. Até certo ponto é a alma da própria alma. Eis por que também os poetas, os escritores, os músicos, os pintores e todos os inspirados que trazem as diversas artes ao mundo são importantes e especiais.

       Sem a imaginação a ciência não teria existido; nem as religiões cumpririam seus papéis na Terra; tão pouco os astrólogos, alquimistas e magos e tantos quantos no invisível ou abstrato se lançaram, não teriam alçado voos aos reinos mais elevados da alma, abraçando o maravilhoso Espírito da Criação.

       Deus não é imaginação. Como o Ente mais que perfeito é a realidade que permeia a todos os átomos da grandiosa Vida da qual Ele mesmo é a parte mais sedutora. Mas sem a imaginação o Seu espelho não refletiria a Sua imagem aos olhos obnublados do homem-criatura.

       Por isso, o homem precisa andar pelos tortuosos caminhos das dores e desenganos até elevar os olhos cansados, imaginando a beleza e perfeição de que sua memória espiritual ainda detenha esmaecidas imagens. E depois mais e mais....”

Continuaremos.
Rayom Ra

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domingo, 17 de julho de 2011

A Nova Religião Mundial (I)

   
      


       Ainda que o número de religiosos formais cresça numa taxa uniforme em todo o mundo - hoje são em média 5.250 bilhões – alguns núcleos destes egos vêm ao longo dos anos abrindo a perspectiva de que a fé possa ser calcada mais na experiência do que simplesmente na visão emotiva ou aceitação doutrinária. A sensibilidade humana aumenta na medida de um conhecimento interno mais amplo da realidade de Deus e as necessidades mentais e experienciais de muitos serão os fatores incidentes que, em futuro, sem dúvida, sobrelevarão a qualidade da fé religiosa. Neste novo compasso, o passado irá ficar cada vez mais esquecido nos anais da sofrida e dramática história dos povos e de suas capacidades em crer sob as mais difíceis e cruéis adversidades.

       As grandes religiões sempre desempenharam papéis marcantes para que se edificasse na consciência dos povos a necessidade do reconhecimento mínimo da alma num direcionamento devocional para Deus, e o devoto usufruísse das compensações pós-mortem. Isto, com todos os percalços e erros sacerdotais, sem dúvida funcionou como realidade momentânea, embora muito longa em nossos calendários, pois, excetuando as religiões mitológicas e as de fundo esotérico, as demais, inclusive as cristãs, estiveram impossibilitadas de declarar publicamente, senão em simbolismos ou indicações dúbias, que a roda do mundo girava trazendo e levando sempre as mesmas almas para cenários terrenos e divinos, periodicamente repetidos. Deste modo, em muitas delas, o eterno divinal foi sempre postergado sob os olhares obnublados dos crentes que por inumeráveis vezes precisariam ainda retornar à Terra.

       Indubitável, porém, a inclinação humana para o mistério da criação. Este fato sempre foi inerente desde as mais remotas famílias e grupamentos primitivos, e o homem-animal veio rudemente galgando muitas etapas até chegar ao instante devocional, quando grandes avatares e iniciados avançados se esforçavam sobremaneira para organizar, manter e expandir religiões em planejamentos étnicos e raciais.

       O homem lemuriano não conheceu a religião. Os mestres raciais e principais manipuladores de sua genética trataram de trabalhar primeiramente sua formação física e o cérebro material. O representante lemuriano surgiu como a primeira raça física encarnada no planeta sob os auspícios dos Pitris Lunares que se constituíram numa hierarquia desde os tempos da Lua habitada. Pelo meio da quarta subraça lemuriana, há mais ou menos 18 a 20 milhões de anos, veio então Sanat Kumara de Vênus para assumir o papel de Rei do Mundo, a fim de trabalhar os avanços dos povos na Terra e reinos da natureza, aqui fundando a hierarquia da Grande Fraternidade Branca Universal. (1) (2) (3)
                                        
       (1) Santa Kumara veio também à Terra no papel de Ministro do Logos, em cumprimento a um planejamento adrede do Grande Plano da Criação de todo o Sistema Solar. O Logos Criador tem Sete Principais Ministros que incorporam suas ordens em processo indescritível, ao mesmo tempo em que cada um representa um dos poderosos raios de energia e força que perpassa todos os átomos de vida da natureza em todos os planetas que fazem parte do grande campo de experiências do sistema solar, onde a vida evolui. Antes de vir para a Terra, mesmo Sanat Kumara teve de passar por provas de amor e vontade, por isso foi-lhe permitido ver a situação do planeta naquele momento, há mais ou menos 18 milhões de anos, a fim de que decidisse por ele mesmo aceitar ou não a missão. Tocado pelo grande amor que já o possuía, ele meditou sobre a situação do planeta e no avanço que viria a ter na Hierarquia Cósmica e resolveu se transferir para a Terra.

        (2) Vênus, de onde Sanat Kumara, seus Kumaras e obreiros vieram, pertence à outra cadeia planetária constituída de sete planetas, como a Terra pertence a sua. Entretanto, a cadeia de Vênus está adiantada em relação à cadeia da Terra em uma ronda, o que representa, em média, alguns bilhões de anos terrestres. A cadeia de Vênus atua nos esquemas do Logos como uma espécie de pólo negativo em relação à cadeia da Terra, estando, assim, ambas as cadeias interligadas nos prolongamentos das leis cósmicas que regem os princípios evolucionários fundamentais.

       (3) O processo evolutivo dos lêmures avançou a cada subraça e a par de construir uma civilização, edificando cidades, estradas e tendo os Pitris Lunares e Sanat Kumara a ajudar no seu aprimoramento físico, eles passaram a receber ensinamentos especiais. Da quarta subraça lemuriana, os melhores elementos foram trabalhados para vir formar a futura raça atlante milhões de anos depois, enquanto a grande maioria da quarta subraça evoluía para a quinta subraça e nesse andamento a Lemúria cumpriria mais tarde seu ciclo evolutivo de sete subraças, sendo sucedida no enfoque principal das raças pela quarta raça, chamada Atlante.
                                                      (1) (2) (3) CLIQUE NO TÍTULO -  [NO ARCO DAS INICIAÇÕES - RAYOM RA] 

       Foi unicamente no final do período atlante que os mestres da hierarquia planetária iniciaram o planejamento dirigido para a fé e a devoção através da instituição de um sistema de práticas que visava trazer o homem das massas para um treino de seu mental-devocional e a um conhecimento mais aprofundado das forças naturais. Isso seria possível pelo fato de o homem atlante já se encontrar suficientemente experimentado no desenvolvimento cerebral, naquilo em que o aparelho intelectivo viria requerer. O conceito de religião trazia incorporada a idéia do “re-ligare”, ou seja, de religar o homem ainda criança aos seus aspectos adultos das formações endógenas mais elevadas o mais conscientemente possível, dentro de sua realidade temporária. A mente unicamente observadora dos fenômenos interiores astrais, como fora a mente atlante, sentiria agora nela crescer o estímulo inquisidor que a obrigaria lançar-se não somente na devoção, mas também no esforço do entendimento e a dar formas mais delineadas nas idéias, fossem elas corretas ou enganosas.

       A estrutura do ego humano transcende infinitamente ao tempo em que ele veio surgir na Terra na posse de um veículo físico. O homem darwiniano sequer existe como parâmetro na programação evolucionária projetada pelas hierarquias para a encarnação sucessiva de 7 raças raízes no panorama planetário, quanto mais seja aquele reconhecido como referência a qualquer estágio ascendente das aspirações humanas. O que os achados fósseis conhecidos podem representar numa outra realidade, são rastros da involução de subraças lêmures-atlantes bem como restos de uma ou outra linhagem genealógica débil, anômala e artificial sem quaisquer ligações com o projeto evolucionário dos mestres raciais, cujo desenrolar na Terra por milhões de anos de nossos calendários, conta hoje com uma massa de bilhões de almas encarnadas.

       A despeito de o projeto ser eminentemente evolucionário, segundo a vontade do Logos ou Deus Criador, o nascer-crescer-maturar-decrescer-desaparecer são fases irreversíveis e insofismáveis regidas por um grupo de leis cósmicas sistêmicas que se representam tanto nos aspectos mais visíveis da natureza biológica - e em suas contrapartes etérico-astral de todos os reinos - como nos aspectos mais sutis da estrutura ego-alma-personalidade.

       Deste grupo de leis perenes no espaço-tempo – logo de ação finita – existe a Lei da Desintegração, de que os iniciados detêm outros conhecimentos mais significativos e profundos, pois esta lei rege momentos evolucionários que se desdobram em aspectos tanto construtivos quanto destrutivos. Quando um tempo determinado se expira e não havendo mais a possibilidade da transformação, senão unicamente para padrões ou níveis superiores, há a destruição do estacionário. Deste modo e contrariamente à ação destrutiva para aspectos evolucionários, os elementos concentrados na natureza permanentemente alheios às leis sistêmicas cristalizam-se em aspectos inferiores e sem outras possibilidade de avanços, passam pelo crivo da Lei da Desintegração que age na maioria dos casos tanto catastroficamente, a exemplo de os cataclismos geológicos de grandes magnitudes, como vem regular o sentido involutivo segundo as necessidades previstas e ajustadas pelos mentores da hierarquia planetária. 

       Esta última ação reguladora, conforme dissemos acima, rege e atua também nos corpos internos e conscencionais das almas humanas. Os corpos biológicos existem e vêm ocupar espaço para a expressão da alma no mundo material com suas realizações e transformações da matéria, e para o ancoramento de certas energias cósmicas puxadas pela alma durante os períodos em que a evolução física das raças serve à Consciência e corpo de manifestação do Logos Criador. Passado isto, tendo-se, portanto, vencido os ciclos programados, os corpos até então utilizados sem condições de receber almas mais evoluídas tornam-se inúteis para esta e a outra finalidade, precisando desaparecer do cenário terreno. O mesmo acontece no processo interno com as almas-personalidades que não conseguiram avançar, sendo obrigadas pela mesma Lei da Desintegração a entrar na via invertida. Este processo desintegratório, no entanto, perdura por milhares ou milhões de anos e na medida em que uma nova raça atinge um auge, a inversão de outras ocorre simultaneamente com maior velocidade, conquanto em determinados períodos mundiais ou eras astrológicas os acontecimentos geológicos já mencionados aceleram as extinções.

       Em linha com estes fatos, hoje somente são reconhecidos alguns poucos ramos étnicos primitivos remanescentes dos esplendores da civilização lemuriana, cujos veículos físicos se acham na via involucionária, após cumpridas as fases ou subciclos de um tempo existencial terreno de um passado imemorial para a história acadêmica. E a ciência oficial não consegue avaliar estes elementos da evolução-involução porquanto os principais elementos lhe são ocultos e outros que lhe são revelados tornam-se para ela inaceitáveis; assim rebela-se, tateia na escuridão do desconhecido e formula suas frágeis teorias e discussões materialistas que estão muito longe de estabelecer a verdade.

       Com relação às almas mais jovens, tendo elas entrado na Terra trazidas de outros orbes ou recentemente egressas do reino animal e que estivessem em período de preparação nos planos superiores aguardando o momento de adentrar na esfera física planetária, são em grande número experienciadas justamente nos corpos decadentes de ramos étnicos estacionários ou que já estejam em processos invertidos. O inteligente plano evolucionário nada desperdiça, pois almas jovens e ainda primitivas podem se adequar a corpos também de padrões vibratórios ajustáveis com suas naturezas, e as almas vivem simultaneamente sob dois vetores: o evolucionário que as move a avançar intimamente nas experiências terrenas e o involucionário que rege a idade decadente dos corpos físicos de que as almas tomam posse e que estão lentamente atravessando o processo da extinção. Com o tempo, as almas que nesse caminho alcançam estados satisfatórios nas suas evoluções, serão conduzidas para outros grupamentos étnicos mais adiantados onde ali se situarão. Não havendo mais essa condição na Terra neste estágio de formação egóica de almas jovens, voltarão elas para planos superiores onde permanecerão em expectativa de obterem futuramente novos corpos em cenários físicos na Terra ou noutros orbes de nosso sistema solar.

       No momento, na Terra, muito pouco ocorre com novas transmigrações deste gênero uma vez que desde um tempo distante o reino animal não avança para o reino humano, senão somente alguns esporádicos representantes individualizados. As raças remanescentes do período atlante e a ariana, são as que, maiormente, habitam a Terra. Portanto, os bilhões de almas vêm sendo depositários de toda a atenção da hierarquia planetária no tocante aos avanços de consciência desde antes dos processos exercitados no passado com as mitologias e religiões, e na atualidade através das disciplinas intelectuais pelo método científico. No entanto, não devemos confundir que a racionalidade do método científico conduza exatamente a uma transformação conscencional, pois ele é segmentado e, principalmente, exercita o intelecto nos postulados teóricos, trazendo as reflexões e experiências práticas para maior polarização das energias objetivas da alma. Os antigos métodos mitológicos, os religiosos, espiritualistas, filosóficos, herméticos e esotéricos em geral trabalhavam e trabalham os elementos subjetivos do pensamento em relação direta com as energias da alma em diferentes graus de sensibilidade e consciência. A união e interiorização de ambos os métodos é a principal meta da hierarquia planetária para os séculos vindouros.

Continuaremos.
Rayom Ra

[Os textos do Arca de Ouro, por Rayom Ra, podem ser reproduzidos parcial ou totalmente, desde que citadas as origens ]

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Entre os Lírios do Amanhã! A Renúncia de Jesus - Parte I


      
                  MENSAGEM FUNDAMENTADA PELO REI DO MUNDO EM SHAMBALLA

       PARA OS QUE CREEM POR QUE SABEM E PARA OS QUE SABEM POR QUE CREEM! 
                                                                     [Rayom Ra]


SANAT KUMARA

       Em  Hosanas de glórias ao Pai generoso, nosso Deus-Pai e nosso Deus-Mãe, hoje, em meio às benesses de portento cortejo de Kumaras e anjos, além do respaldo vibratórios de guardiões da chama sagrada da vida, os que zelam, pela execução do Plano Divino sobre a Terra, e pela vitória das almas eleitas para abastecerem de esperança as mônadas  inteligentes terráqueas que surgiram na Terra através do sopro divino, e as trazidas por nós, em naves e em fulcros ou tubos plasmados pela nossa engenharia sideral,  chego hoje investido do mister de vos dizer que algo sublime e encantador, de êxtase angelical,  se aproxima de vós, por  gesto inolvidável de RENÚNCIA DE JESUS: 

       Os lírios crísticos voltam a florir nos jardins dos céus e nos jardins da Terra, pois ele, em breve,  estará entre vós!

       Para todos nós que conhecemos os poderes miraculosos das flores em vosso planeta, e sendo que todos juntos as projetamos, houve uma espécie delas, os lírios, por desenho eleito por Jesus, especialmente, para sacramentar as suas passagens pelos orbes onde desceria para ensinar aos seus povos sobre o Amor do Pai, que se tornaram marcas indeléveis de seu espírito magnificado.

       Dentre os seres ligados às plasmações das formas e à escolha dos ingredientes vibráteis do elemento ar, de atributos voláteis, que conferem os aromas , esses olores que se elevam pelos ares até suas ondas matrizes no espaço infinito, louvamos hoje os samaritanos crísticos, guardiões dos lírios crísticos, que compõem uma ordem celestial especial, pois que velam pela nova egrégora na Terra : a dos novos tempos Crísticos, a dos Lírios  sagrados da Nova Concepção de Jesus Cristo, para a Assunção da Terra a um grau de homogeneização de sentimentos e valores confraternizados.

       Eis-nos e eis-me aqui, em plena comunhão de empenhos extraordinários entre o céu  e a Terra, na esfera de conexão mais inusitada pela nossa anfitriã, uma parte inquestionável da chama gêmea de Mestra Nada! Nossas programações seguem o curso das informações que os seres humanos precisam com mais urgência, pois buscam os povos, tão avidamente, por um pastor de almas que lhes dê novamente a segurança num porvir, tão insólitas estando as perspectivas e tão confusas as suas expectativas, após terem partido para os planos espirituais vários dos seus mais sagrados gurus e mestres, em várias nações de vosso planeta em rebuliço valorativo assustador.

        Com somente noticias espetaculares ou dramáticas sobre o aporte de seres extraterrestres em chegada ao planeta, e sondando, de forma  hipnoticamente incansável, as almas que buscam no além alguma fonte de esperança, em de viagens galácticas abstratas, sonham aquelas apenas com naves em descida coletiva frente aos governos e sumidades terrenas e sofrem, de antemão, por alarmes incógnitos, passíveis de mudanças de percurso e de intensidade, pela chegada á Terra do seu mais augusto Redentor:  Jesus Cristo está voltando entre coroas de luzes e lírios galácticos para dar rumo novo aos seus rebanhos perdidos nas convicções de tantas inocentes notícias de finalizações de esperanças e de precipitado apogeu de vitórias dimensionais.

       Nosso intento é o de louvar a era planetária que se aproxima de todas as vossas vidas, as quais acompanhamos, e em sintonia permanente convosco, como  velhos avôs que somos de toda essa confraria de vossas comunidades espraiadas pelas metrópoles da Terra, pelos campos e pelos litorais, pelos penhascos gramados, pelos templos de todas s as ordens e doutrinas, pelos lugarejos onde Cristo e Buda passaram,  Krishna  e  Gandhi,  e tantos mais, nossas almas irmãs congregadas na mesma chama da Luz da Evolução Infinita que todos os nossos seres palmilham, em graus e degraus de absolutas e indescritíveis romarias de aprendizado e luta pela vitória de nossas almas itinerantes no oceano misterioso da matéria física, ainda que quintessenciada  e nulificada em nossos reinos de dimensões superiores.

       Um dia se derramou sobre a Terra, pela inextinguível sabedoria divina, e pela inexorável lei de justiça galáctica, e pelo sempre fiel dedo da providência divina, apontando, com todos os seus propósitos insondáveis e incognoscíveis, para vós e para nós, as coisas todas que se processariam em vários territórios do Cosmos, a Perfeita Presença do Filho de Deus.

        A Perfeição Criadora ainda nos assombra, mesmo com a nossa história de éons pelas galáxias de vários universos físicos e adimensionais.

       Em contemplarmos esses esplêndidos brilhos de lírios cristalinos, em pureza celestial, ajoelhamo-nos perante a vontade divina de enviar seu Príncipe de Luz, a majestade Jesus, à Terra, em renovado apelo ao ingresso de suas ovelhas perdidas ao seu aprisco bondoso, hospitaleiro e salvador.

     Louvamos ao Pai e a seu Filho Jesus Cristo, aquele que se dignou a deixar seus rastros de exemplares virtudes pelo vosso plano adverso e hostil, pela homenagem que faz ao povo terráqueo com sua grande e abnegada decisão de retorno ao globo que sulcou com suas cruzes, quando da reunião hospitaleira na Metrópole do Grande Coração, do amantíssimo ser intergaláctico Ramatís, onde se consumou a pauta de assuntos sobre o Carma Planetário da Era da Transição de Urantia para novos patamares evolutivos, com suntuosas conexões prismáticas com todos os âmbitos cósmicos de referência aos humanos sobre o Conselho do Carma, e com todos os templos etéricos atrelados ás funções de decisões sobre o planeta Terra.

       Sua decisão arrojada e maravilhosa foi a de que, em breve, deixará suas túnicas divinais e triunfantes para novamente volver às paragens da Terra, em restauração cíclica. Vestirá um invólucro, um templo físico, a bem de toda a comunidade terráquea. Sua mãe e seu pai serão um par de sacerdotes iniciados de Essânea e os genes de pai e mãe terráqueos, mas 'walk-ins', somar-se-ão a vários dispositivos siderais de ajustes vibratórios.
       Em trajetos dimensionais de vários patamares, ornados de lírios de sutilíssimas e singelas pétalas etéricas, dentre outras proféticas proezas e primícias da Criação Supra Estelar, outras criaturas, com suas originais belezas e poderes celestiais chegarão com ele.

                                                                     Segue Parte II

Entre os Lírios do Amanhã! A Renúncia de Jesus - Parte II

Olhai os Lírios do Campo!

       A Terra saberá, pelas lágrimas de Nossa Senhora Mãe Santíssima de Jesus Cristo, vertidas em parto celeste simbólico, reiterado pela vontade de seu amado primogênito, e sentidas pelos mais sacramentados apóstolos da luz em vaso físico, em meados de setembro de 2012, a fim de que sua alma de indescritível grandeza e nobreza, nos pródromos de mais uma odisséia de renúncia  à glória eterna, possa deitar sua sombra ilustre e resplandecente de Filho de Deus em todos os recantos de vosso planeta recalcitrante.

       Alicerçado por ética divina, numa respeitosa visão que todos devemos ter diante de suas opções sábias de desforço cósmico de sua identidade suprema, e arregimentado por códigos de leis de um cômputo de ações missionárias em prol da equilibração das órbitas solares e planetárias, portando eficazes e cosmocientificas ferramentas de auxílio ao planeta, por deter miraculoso arsenal de poderes próprios dentro de todos as matérias universais, e submetendo-se humilimamente, por  valores sacrificiais e imperscrutáveis , aos desígnios divinos renovados, embora já dantes delineados pelo Pai, dispôs esse rabi divinal a cumprir um idílio novamente com a sociedade planetária, na vestimenta mais inusitada que todos poderíamos cogitar, a de ser humano, em bases de densificação ainda mais sacrificial, pela vitória do bem e do amor na face desse grão estelar onde habitais e tanto sofreis.

       Nascerá em solo brasileiro e será regente de todos os cometimentos que se processarem nesta Terra eleita, soberbo como será visto e respeitado, como o mais veemente e venerável parlamentar humano do novo modelo terráqueo de governo planetário, onde regerá, das novas raças e civilizações de vários milênios pelas quais a Terra ainda irá passar, de um trono invisível, todas as suas conquistas e glórias da era dourada em seus inícios pálidos, mas férteis e promissores.

       Seu pai de outrora, seu padastro humano, José, hoje Saint Germain, será também seu suporte frequencial, juntamente com todos os Kumaras e os essênios de sua origem paradisíaca. Como hoje sendo o Instrutor do Mundo, fez a opção de esta realizar-se em moldes presenciais.

       Nem porque tantos flagelos à humanidade neste novo despertar das eras, neste acordar de nova vida por bilhões de almas, e ainda ansiando, milhares delas, chegarem ao prumo mais equilibrado de suas histórias siderais, pelo investimento que fizeram em afãs de vitórias, almejando a harmonia de suas essências com a perfeita harmonia cósmica, o sufrágio de possível derrocada de tantos empenhos, os medos que tem sido gerados pela antecipação mental sobre os testemunhos horrendos que poderão chegar a muitos, sem desejarem que o tempo lhes seja tão exíguo, mantendo chamas trinas acesas em oração santificadas, milhares de filhos de Gaia, ansiando paz,  plenitude e oportunidades de mais vida e mais trabalho fecundante do progresso por si e pelos compatriotas terrenos ...e por não terem podido, todos, ou muitos, chegarem ao apogeu de suas escaladas...pelos sonhos nutridos durante centenas de estações de vidas sucessivas na Terra, de poderem concluir suas carreiras de luz e rumarem posteriormente aos seus andares de ascensão e paz.... 

       ...Jesus voltará e dará sementeiras novas a todos os que desejem ainda semear suas esperanças.

       As derradeiras horas de consumição dos expurgos planetários aproximam-se a passos céleres, sim,  e em verdade, sem que, contudo,  a humanidade vá ser extinta, mas sabiamente destinada a multifários estilos de recuperação, purificação ou transmutação de seus veios de características e obstinações retardantes de suas redenções pessoais que incidam na redenção coletiva, na contramão de suas próprias necessidades  e destinações sagradas, fadadas a todos os filhos de Deus.

       Que nem mesmo  todas as mudanças topográficas se processem do dia para noite e que nenhum filho do Pai seja arrancado da vida antes de seu desabrochar!
 São esses os pedidos das nossas orações de todas as noites no Círculo Sagrado (*) com prodigiosas energias de Anjo Ezequiel, Zadkiel e Ametista, Astréa, Pòrtia e Saint Germain, vultos ilustres do Cosmos e de vossos  irmãos com histórias biográficas junto ás vossas, e com bilhares de almas humanas que assentiram à nossa anterior convocação e ao nosso clamor conjunto de toda a Grande Fraternidade Branca Universal.

       (* Ler sua mensagem: Pela Terra e seu Glorioso Porvir – Súmula da Reunião do Conselho do Carma)

       Que a presença entre vós de Jesus, o anjo celeste de maior pureza, de mais exuberante luz e prodigiosidade transmutadora do mal,  auxilie-vos  na derradeira fase de estardes 'encarados' com os vossos disfarces de teimosos de filhos da Luz, muitos de vós vos esquecendo de não serdes os  escravos de vossos desejos egóicos efêmeros e traiçoeiros.

       Havereis ainda de contemplardes muitas noites estreladas, muitos sóis brilhando no alvorecer de cada novo dia que vos é oferecido pelo  Pai Criador.

       Que novas ensolaradas alvoradas, novas tardes douradas e novas noites platinadas, salpicadas dos dons do Criador, como faiscantes pontículos de vidas pulsantes, em órbitas também vivas e vívidas de alegria por fazerem parte dos céus de esplendores divinos,  ainda possam raiar na Terra e mudarem  todo esse cenário de torpezas e constrangimentos desumanos.

       Todos esses terão chegado ao seu termo de existirem na face da Terra, pois que envoltos no manto crístico, que fiquem nubladas as suas mancomunações e desastrosas ações de conseqüências nefastas. Mesmo que ainda algumas  invigilantes pegadas vossas venham a vos causar o prejuízo de vossas desditas, haja tempo e lucidez em vós para deterdes o avanço do mal em vós.

       Tende compaixão de vossos seres e afeiçoai-vos, de vez, aos pés de Cristo que volta, num desforço de ultimardes a vossa burilação como filhos renitentes de Gaia, ainda que migrantes de tantas galáxias e estrelas de povos enfermos ou de outras, moradas sutis de povos anônimos, cuidadores dos destinos da Terra.

                                                                    Segue Parte III

Entre os Lírios do Amanhã! A Renúncia de Jesus - Parte III


JESUS

       Olhai, doravante, os lírios de vossos campos e lembrai-vos de que eles serão ainda e sempre a marca da energia crística na Terra, para todo o sempre de vossos dias neste globo marcado pelos açoites das jornadas inglórias, mas que será, em breve, um jardim de abençoadas e sacrossantas  esperanças.

       De lírios cósmicos se banha a Terra desde a última reunião do Conselho  do Carma, quando as sílfides e anjos alados esparramam sementes deles sobre todos os pontos dela, e, muitos, em flor aberta, com perfume dos deuses, descem suavemente sobre as frontes dos seres humanos. Embora que neste peito honrado de Jesus, pela sua magnífica passagem por tantos povos estelares, nunca mais nenhuma seta ferirá e sangrará, que nem mesmo nenhuma  cruz farpada dos espinhos de vossas índoles reprováveis venha a dilacerar as suas novas carnes , em corpo físico sagrado exultante em fluidos biomoldados estrategicamente, em parâmetros de energias divinais que não compreendeis.

       Enlevai-vos ante essa perspectiva nobilitante, para ele, de sua vinda e retorno abnegado, e generosa, para vós, ante o alento de respirardes a mesma atmosfera que vosso grande Mestre.

       Nada sobre isso devera ser constatado em nenhum tempo de sua permanência entre vós, e hoje nem deverá ser essa revelação questionada, pois que insondáveis são os mistérios e os desígnios do Pai.

       Num corpo físico astral de sutilíssima vibração fará Jesus Cristo novas proezas na Terra!

       Que esse mestre de inigualável grandeza, de um escopo e bagagem inimitáveis a tudo dê direção em vosso planeta, em fulgores de fé e alegria, pelos novos tempos de dimensões acalentadoras se aproximando. Enquanto falávamos todos nós sobre esse novo corpo crístico, resgatando agora, novamente, o relato sobre o sublime ocorrido dessa decisão especial em nossa reunião do Conselho Cármico, e após todas as considerações de milhares de seres aglutinados às esferas de posicionamentos sobre os reajustamentos relativos às questões individuais sobre o karma pessoal e o karma coletivo do vosso planeta, todos em frente á dulcíssima Cruz e Coração da Metrópole do Grande Coração, desceram dos céus estrelas cadentes enviadas pelo Pai, com anjos glorificados batizando a nova decisão, que já, em promessas insólitas de várias doutrinas, confundia a todos os seres terrenos com as constantes perguntas: - Jesus voltará?

       Jesus Cristo terá o nome oculto e caminhará anônimo, entre seus lírios em sua aura sagrada, e com também sincrônico lirial semblante,  que muitos reconhecerão.

       Não lhe importam e nem nunca lhe importarão títulos e honrarias. Não lhe apraz saber de todas as discussões estéreis que se travam sobre as origens de vários de seus nomes, pois que sua alma de quilate adimensional apenas vibra em supremo e glorioso amor divino inconspurcado e de radiações majestosas  de potente poder saneador do mal, pelos seus fulcros magnéticos obtidos à custa de tantas passagens por reinos dos mais hediondos nas constelações múltiplas em que derramou o seu sangue, mel de doçura do seu amor   incomensurável.
         Nutrindo as raças estelares, as mais remotas e ignotas, com todo seu celeiro inextinguível de virtudes e poderes, que o habilitaram, desde bem anteriormente à sua permanência em Essânea,  há  bilhares de bilhões de éons, a cear com o Pai no mistério de ser seu filho dileto a descer à Terra, fundiu-se a sua alma peregrina ao próprio Pai, sendo o seu mais imaculado filho, em meio a muitos como ele, todos divinizados, mas somente ele eleito para semear na Terra, vindo do sopro misterioso de Deus, com a sua Matriz ‘Cristo Cósmico’ ou Maytréia, e  com desejo que fosse vosso orbe um Centro futuro de estritas decisões em vossa galáxia, daqui há milhares de anos.

        Insondáveis planejamentos divinos esses, e infinitamente anteriores a qualquer manifestação do Verbo, da voz do Espírito Santo, na Sua sabedoria excelsa que somente a Ele mesmo compete compreender.

       Surpreendendo nossa mensageira com nossa presença transmentativa, com retaguarda de batalhões espirituais credenciados do Universo para sua defesa pessoal, retratamos aqui, em poucas palavras, esta mais esplendorosa realização da reunião do Conselho do Carma, desta última data vossa de 30 de junho de 2011, sem que tenhais o direito de contradizer ou vos antepor a essa autêntica revelação, que consta como registro genuíno de nossas atas solenes do livro akáshico que sela as decisões das sessões especiais, atinentes essas às histórias planetárias de terceira dimensão.

       Sob os auspícios de impronunciáveis nomes do Cosmos, seres da imensidão do vosso e outros universos, de nobres apóstolos da luz criadora do Todo Poderoso, além dos seres responsáveis pela contemplação dos ofícios acumulados para discussões nesta data inesquecível, pela magistral e definitiva  lavra de ata akáshica com assinatura galáctica de JESUS CRISTO, para arquivo de sua epopéia sideral, em muito se assemelhou, esta sagrada suprema reunião, com aquela em que decidíamos juntos, todos os maiores representantes cósmicos e espirituais, governantes da história da Terra, o advento de ESU SANANDA ou YESHUA, como o vosso Mestre Jesus, o farol da humanidade, o porto seguro de todos os filhos terráqueos, até para toda a eternidade da vida desse vosso globo azul celeste.

       A diferença evidente, no entanto, foi a de sabermos que a primeira fase sacrificial de sua escolha por vir à Terra já havia se cumprido, estando ele, o nosso amado guerreiro Esséia, hoje, estando a sorrir pela alegria e esperança de estar entre vós em breve, quando dos acontecimentos mais imprevistos de vossos dias futuro, nestas horas solenes e decisivas sobre os rumos da Ascensão de Gaia e das transformações  definitivas nas mentes da criaturas humanas.

       Mescladas à luz inaugural do novo tempo de Urantia, o tempo da colheita de todo o valoroso trabalho de milhares de missionários galácticos por todos os milênios de vossas histórias evolutivas neste ventre de promessas restauradoras do espírito e a honra de todos vós, como filhos do mesmo Pai, irmãos  nossos nessa Unidade de sermos todos as Mônadas de vida de Sua Bondade Inexcedível, estão todas as esferas sincronizadas com o percurso do Planeta Terra, que as fará evolarem-se a outras dimensões também, igualmente, pois toda a rede de sóis e estrelas, planetas e orbes do Pai obedecem a um excepcional e deslumbrante mecanismo de perfeição de suas funções siderais e para o exclusivo funcionamento do missionato espetacular de cada galáxia para o seu absolutamente perfeito e minuciosamente sinérgico funcionamento da Criação.

       Todos os discípulos da luz, capacitados pelos seus méritos e conquistas próprias,  em tempos que ainda chegarão, em alguma era de vossos futuros incógnitos, serão os novos transmissores a novos povos que migrarão para a Terra, podendo acessar esses planos sutis de registros para estudos sobre histórias  galácticas dos povos de Nebadon.  (* Nebadon é o nosso universo )

       Luzes e lírios resplandeçam sobre os céus da Terra!

       Em oração de embevecimento eterno e de gratidão ao Pai por mais uma vez estar a Terra que ressuscitamos, programando-se para sua era de vida abundante e iluminada, saudamos o Rei que novamente enverga a sua eternizada coroa, assenta-se em  seu trono apoteótico  e assume o seu cetro de espiritualidade máxima sobre o planeta, na figura de um enigmático ser, que nascerá ainda no campo, no Planalto Central do Brasil, na pátria do Amor onde plantou a sua cruz e a rosa e o coração de sua amada Mestra Nada!

       Com júbilo inenarrável, em prantos de glórias e entre jazidas de cristais celestes, por onde, entre seus veios, lírios brancos que cintilam mais do que diamantes, foram sendo sido já trazidos pelas falanges de anjos às vésperas de seu Corpus Christi, deixo a todos os meus amados seres da Terra, o mais sensibilizado e amoroso abraço cósmico, dando boas vindas ao vosso novo galardão de venturas, logo após já tendo sido superadas as convulsões de Gaia, as quais, em intenso labor de engenharia sideral de arrefecimento de expansões atômicas de núcleos internos de vosso orbe, estamos todos a colaborar, pelo amor que temos a vós, tentando, junto às naves de Ashtar Sheran e muitos outros comandos em ação em vosso céus e estratosfera, com as plêiades de seres ancestrais que dinamizam, com seus poderes, os elementos da natureza, e com  o maior regimento de forças e vultos que a Terra já teve, os milhares de seres com seus sagrados mananciais próprios de luz e sabedoria, no bojo do coração do mundo, o Brasil, damos agora ‘Graças  a Deus’ !!!

       Nunca vos falte a fé de que tudo muda a cada instante e que a Misericórdia Divina é incalculavelmente maior do que todas e quaisquer conjecturas vossas em tantas dissertações hipotéticas sobre vossos destinos.

       Em preito de extremo amor a vós, na nossa Perfeita e Indestrutível Unicidade,
                                            
                           SANAT KUMARA
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Sol Negro

       “Os adeptos do culto solar sempre tiveram em vista um segundo Sol, este místico, que os magos e os alquimistas tornaram conhecido sob o nome do “Sol Negro”. Para os filhos do Sol, na verdade, estava reservado aos planetas uma evolução posterior. A Terra, como outros planetas, se transformaria em Sol quando o seu desenvolvimento terminasse. Esse novo Sol explodiria, por sua vez, quando atingisse o máximo de intensidade, e assim continuaria sempre. Ao termo desta análise, perceberemos como poderia nascer um novo zodíaco, uma nova matriz para nosso sistema solar.

       Mas no plano humano, os seres insuficientemente evoluídos ficariam prisioneiros do Sol e não se beneficiariam dessa nova transferência. Podemos assim ressaltar a profunda discriminação estabelecida por essa grandiosa cosmogênese.

       O Sol visível, para os antigos, não era o centro e o pai dos outros planetas: era apenas uma emanação do Sol Central, o famoso “Sol Negro”. Somente este último era a fonte invisível e espiritual da mecânica celeste: uma verdadeira “central de energia”, de espiritualidade “condensada”, de onde emanavam as almas e para onde finalmente retornavam.  Este disco luminoso, espécie de negativo de nosso Sol visível, foi “recuperado” pelos magos e alquimistas que o fizeram emanação do Logos Divino, queimando nossa alma para a eternidade. Seu aparecimento é suportável somente para os “iniciados”; os conquistadores, como Cambise, rei da Pérsia, que o desejaram ver face a face, tornaram-se loucos e perderam-se nas areias do deserto. Somente é concebível uma iluminação semelhante, a que um Zoroastro, um Akhenaton ou um Juliano receberam.

       Frederico II de Hohenstaufen, na qualidade de adepto da alquimia e da astrologia, invocou também o “Sol Negro”, como Hitler o faria mais tarde para sua maior desgraça e a dos povos conservados na ignorância dessa diligência.

       A arte real ou alquimia ensina efetivamente a transmutação do chumbo em prata e em ouro, mas essa transformação que modifica a estrutura atômica da matéria, não se pode fazer como uma vulgar “receita de cozinha”. O alquimista, que não deve ser confundido com seu imitador, o “fazedor de ouro” ou “soprador”, ao mesmo tempo em que purifica a matéria no seu forno ou “athanor”, deve passar também pelo mesmo estado, o que significa que sua alma, à imagem da criação deve levar-se na direção de um princípio superior que se confunde com a essência divina. Somente a esse preço ele chegará à “grande obra”, isto é, à iluminação pelo conhecimento. Todo o simbolismo alquímico é assim penetrado pela cosmogonia solar: o Athanor ou formo mágico é figurado como o “ovo filosofal”, verdadeira matriz em miniatura da imagem gigante do Cosmos.

       A pequena obra que também tem o nome de Ergon, termina na fabricação da prata, e o seu símbolo planetário é a Lua. A grande obra, ou a obtenção de ouro, é o Parergon, ou a “obra perfeita”, que se identifica com o Sol. Quanto à pedra filosofal que dá o “pó de projeção”, cujo contato transforma os metais em ouro, é tradicionalmente vermelha e sua alegoria é o Leão, signo do Zodíaco situado no Zênite, e cuja morada se encontra no Sol. A posse do Parergon implica o conhecimento do “Sol Negro”, que é o princípio oculto da energia do Logos. Todos os que pretendem ser adeptos e que não puderam atingir esse estado de sublimação do corpo são vulgares impostores.

       Existe um meio de atingir diretamente o “Sol Negro”, mas esta é uma via terrivelmente perigosa, pois há o risco de fulminar quem, apesar de tudo, a utilizar. Só os adeptos ou “Irmãos de Heliópolis”, detentores dos segredos legados à Rosa+Cruz pelo faraó Akhenaton, seriam segundo a tradição alquímica, capazes de se servirem dessa “via perigosa”.

       Isso coloca o grave problema da iniciação de Hitler. Se o Führer tomou por símbolo de reunião o estandarte com a Cruz Gamada negra sobre um círculo branco cerrado de vermelho, pensaremos que foi por acaso, quando justamente estas três cores simbólicas são as três fases da preparação da “grande obra”? A “obra em negro” corresponde à putrefação da matéria que se deve decompor antes de renascer; a “obra em branco” é a obtenção da prata, enquanto que a “obra em vermelho” é a etapa suprema que permite obter a “pedra dos filósofos”.

       Já sublinhamos – num trabalho precedente – os laços que ligam Hitler à corrente esotérica pela filiação Gnose-Catarismo-Templarismo. Novas perspectivas abrem-se desde então ao pesquisador. A esmeralda verde, o Graal, caído da fronte de Lúcifer, foi “ocultada” por Hitler cujo nome decomposto em número corresponde ao Número do arcanjo “portador de luz” (Lúcifer), derrubado por Deus e condenado às trevas?

       É aí então que começa a magia negra.

       Voltemo-nos, pois, do lado da luz resplandescente que não nos pode enganar, pois foi dito: “Enfim, ela (a pedra filosofal) purifica e ilumina tanto o corpo e a alma que aquele que a possui vê como num espelho todos os movimentos celestes das constelações e as influências dos astros, sem olhar sequer para o firmamento, com as janelas fechadas, no seu quarto”...

       Por mais longe que busquemos é em nós mesmos que se encontra o Sol do espírito. Este livro tem outra finalidade que a de fazer compreender esta verdade. Cada homem é, em si mesmo, um sol que busca desesperadamente encontrar a Grande Luz da vida e da morte”.
  
                                    [Os Filhos Místicos do Sol – Jean-Michel Angebert]

o   o   o

       Excelente o texto.

       Muito embora os estudantes do ocultismo busquem despistar sobre as alegorias e simbolismos incorporados nas lendas da alquimia, é mais do que verdade, senão a realidade inequívoca, de que certo número deles conseguiu converter em ouro outra matéria ou metal grosseiro, embora usando do próprio ouro. A química deve o princípio de seu conhecimento aos alquimistas, por suas pesquisas da matéria e dos elementos naturais, e a astrologia deteve da mesma alquimia algum lastro de seu conhecimento oculto acerca do que representam ou veiculam os planetas em relação aos elementos e metais. Para se chegar ao desiderato da fabricação do ouro era necessária a sublimação de alguns obstáculos da própria personalidade em favor do espírito, o que Hitler não conseguiu, pois mergulhara nas artes negras. O alquimista verdadeiro era um iniciado branco, e como tal reconhecia a legitimidade de outro alquimista.

       Um iniciado reconhece outro iniciado, como percebe estar diante de um farsante, pseudo ou praticante da magia negra. Pois os grandes iniciados do passado estabeleceram suas filosofias partindo de experienciações práticas em suas próprias vidas, tendo antes recebido as iniciações das mãos de hierofantes e sacerdotes credenciados pela sabedoria oculta de que eram legítimos representantes. E essa norma ainda é a verdadeira, uma vez que somente os práticos do ocultismo e da espiritualidade alcançam o cerne dos ensinamentos. Esses, com almas vibrantes de obreiros, com mãos calejadas pelas obras realizadas e mentes fechadas ao que pregam os descrentes ou ineficazes diletantes, por reais méritos penetram os templos internos da sabedoria e recebem revelações que por si mesmas se bastam.

       A alquimia veio de mais distante ainda do que supõem os arquivos comuns de historiadores. Foi igual verdade que Akhenaton já a conhecia, como sabia do Sol Físico, do Sol Negro Central, e do Sol Espiritual, pois era um iniciado. O Sol na sua expressão tríplice é o pai de todos os elementos, como a natureza é a Mãe. Sabe-se que os egípcios, ao tempo do Rei-Sol, possuíam laboratórios ocultos onde realizavam suas experiências e desenvolviam cada vez mais o conhecimento do cosmos. E como aponta a nova arqueologia pelas provas encontradas nas escavações e inscrições murais do antigo Egito, muito da sabedoria oculta da terra dos Faraós veio trazida pelos visitantes das estrelas.

      
Rayom Ra
                                                             
[Os textos do Arca de Ouro, por Rayom Ra, podem ser reproduzidos parcial ou totalmente, desde que citadas as origens ]