sábado, 24 de maio de 2014

Manús, Manvantaras, Kalpas, Yugas, Rondas e Pralayas


                                                                     MANÚS

  Manú (sânscrito). Os catorze manús são os patronos ou guardiões dos ciclos de raças de um Manvantara ou Dia de Brahmã. (1) Os Manús primitivos são sete, porém nos Puranas (2) seu número chega a catorze. [Os Manús – propriamente Manavas, no plural são em número de catorze em cada Kalpa e cada um deles preside seu correspondente período de tempo ou Manvantara (Manú-antara, ou período entre dois Manus)]. 


  Esotericamente, cada Manú, como patrono antropomorfizado de seu ciclo (ou Ronda) especial, não é mais que a idéia personificada do “Pensamento Divino” (como o Pymander hermético), sendo, portanto, cada um dos Manús o deus especial, o criador e modelador de tudo quanto aparece durante seu próprio ciclo respectivo de existência, ou Manvantara.

  Manú é o Ser concebido como o substratum do terceiro princípio do universo, contado desde abaixo: a idéia da humanidade de um dos ciclos conhecidos com o nome de Manvantara (Rama Prasâd).

  Manú Svâyambhuva

  Ou Manú Swâyambhuva, o homem celeste, Adão Kadmon, a síntese dos catorze Manús [ou Prajâpatis]. (Filho de Svayambhû ou Brahmâ, segundo o Bhagavata Purâna e o primeiro dos Manús). Deste Manú Svâyambhuva (nascido do ser existente nele mesmo) descendem outros seis Manús, dotados de uma alma sublime e de grande potência emanadora, cada um dos quais emitiu sua própria criação. São eles: Svârochicha, Auttami, Tâmasa, Raivata e o gloriosíssimo Châkchucha, o filho de Vaivasvat.

  Na “Doutrina Secreta” encontramos uma lista dos catorze Manús antes mencionada, em sua ordem respectiva e em sua relação com cada Ronda: Svâyambhuva e Svârochi ou Svârochicha, correspondentes à primeira Ronda; Auttami e Tâmasa, à segunda; Raivata e Châkchucha, à terceira; Vaivasvata (nosso Progenitor) e Sâvarna, à quarta; Dakcha-Sâvarna e Brahma-Sâvarna, à quinta; Dharma-Sâvarna e Rudra-Sâvarna, à sexta e Rauchya e Bhauthya, à sétima.

  Segundo diz A Doutrina Secreta, o primeiro Manú (Manú-Svâyambhava) não era um homem, senão a representação das primeiras raças humanas desenvolvidas com a ajuda dos Dhyân Chohans (Devas ou Anjos) no princípio da primeira Ronda. Porém, no Mânava-dharma-zâstra lemos que em cada um dos Kalpas há catorze Manús, com o qual catorze Manvantaras formam um Dia de Brahmâ ou Kalpa, devendo entender-se por tal o intervalo desde um Pralaya menor a outro. [Doutrina Secreta II, 321].

  (1) Dia de Brahmâ [Em sânscrito Brahmâ-dina]. Período de 2.160.000.000 anos, durante os quais Brahmâ havendo surgido de seu ovo de ouro (Hiranyagarbha), cria e forma o mundo material (por ser simplesmente a força fecundante e criadora da Natureza). Depois deste período, ao serem os mundos destruídos, por sua vez, pelo fogo e pela água, Brahmâ se desvanece com a natureza objetiva, vindo logo a Noite de Brahmâ. [O Dia de Brahmâ é um vastíssimo período de manifestação ou atividade do universo, opostamente à Noite de Brahmâ, período de dissolução e repouso].

  (2) Purânas (Sânscrito). Literalmente: “Antigos”. Coleção de escritos simbólicos e alegóricos, em número de 18, que se supõe foram escritos por Vyasa, autor do Mahâbhârata. Os Purânas são lendas e narrativas de tempos antigos. Descrevem os poderes e feitos dos deuses, e parecem ter sido compostos para uso da parte menos instruída do país, que não sabia ler os Vedas.

                                              MANVANTARAS OU MANWANTARAS

  Manvantara (Sânscrito). Um período de manifestação do universo, oposto a Pralaya – repouso ou dissolução. Termo aplicado a vários ciclos, especialmente a um dia de Brahmã que compreende 4.320.000.000 anos solares, e ao reinado de um Manú, equivalente a 306.720.000. Literalmente significa: “Período entre dois Manús (Manú-antara)”.  – Manvantara é “A Expiração do Princípio Criador”; o período de atividade cósmica entre dois pralayas. Cada Manvantara se divide em sete períodos ou Rondas, e assim cada globo tem sete períodos de atividade durante um Manvantara (A. Besant – Sabedoria Antiga).

  O Manvantara, ou o período entre dois Manús, é uma Ronda ou um ciclo de existência correspondendo a um Manú, e durante o qual existe uma humanidade de certo tipo. Catorze Manvantaras formam um Kalpa ou Dia de Brahmã. Não obstante, os Manvantaras assim como os Kalpas, segundo se expressa na linguagem dos Purânas, se haverão de entender-se em suas diversas referências, posto que ditas idades se referem tanto aos grandes períodos como aos pequenos, a os Maha-kalpas e  aos ciclos menores.

  Estas diversas maneiras de apreciações se notam, sobretudo, quando se comparam as datas da ciência ortodoxa com as da ciência esotérica. Assim é que a duração do Manvantara, considerado como uma décima quarta parte de um Kalpa ou Dia de Brahmã, seria de 308.448.000 anos (ou de 306.720.000, como se lê noutras partes); ao passo que considerado como um ciclo de setenta e um Mahâ-yugas (ou Chatur-yugas), (se trataria de um período de 36.720.000 anos). Na atualidade, nos referimos ao sétimo Manvantara, chamado Vaivasvata, nome do sétimo Manú.

                                                                 KALPAS

  Kalpa (Sânscrito). Período de uma revolução mundana, geralmente um ciclo de tempo, porém comumente representa “um Dia e uma Noite de Brahmâ”, um período de 4.320.000.000 de anos. Por Kalpa se entende geralmente um Dia de Brahmâ ou Manvantara, período cronológico que representa mil Mahâyugas, ou seja, a duração de um universo, ou em outros términos, o período de manifestação ou atividade cósmica, ao fim do qual vem a Noite de Brahmâ, período de dissolução ou repouso. Assim lemos no Bhagavad Gitâ (IX, 17): “Ao fim de um Kalpa, todos os seres desaparecem em minha natureza material, e de mim emanam outra vez o principiar de um novo Kalpa. Kalpa é também o nome de uma simbólica árvore do paraíso de Indra, árvore que produz tudo quanto alguém deseje.” Esta palavra tem vários outros significados, tais como: prescrição, regra (especialmente para os ritos ou atos próprios de sacrifício), costume, maneira, forma; prática religiosa, etc.

                                                                   YUGAS
  Yuga (Sânscrito). Uma milésima parte de um Kalpa. Uma das quatro idades do Mundo, e cuja série marcha em sucessão durante o ciclo manvantárico. Cada Yuga vai precedido por um período chamado nos Purânas Sandhyâ, crepúsculo ou período de transição, e vai seguido por outro período de igual duração, chamado Sandhyânza, “porção de crepúsculo”. Cada um é igual a uma décima parte do Yuga. O grupo de quatro primeiros Yugas é primeiramente computado como “anos divinos” ou “anos dos deuses”, sendo cada um de tais anos igual a 360 anos dos homens mortais. Assim temos em anos divinos:

                                                1. Krita ou Satya Yuga....... 4.000
                                                    Sandhyâ ..........................   400
                                                    Sandhyânza.....................   400
                                                                                             _____
                                                                                              4.800

                                                2. Tretâ Yuga......................  3.000
                                                    Sandhyâ..........................    300
                                                    Sandhyânza....................    300
                                                                                              _____
                                                                                               3.600

                                                 3.  Dwâpara Yuga..............  2.000
                                                     Sandhyâ.........................    200
                                                     Sandhyânza...................    200
                                                                                              _____
                                                                                               2.400
 
                                                4. Kali Yuga.........................  1.000
                                                    Sandhyâ..........................     100
                                                    Sandhyânza....................     100
                                                                                              _____
                                                                                               2.200
                                                                             Total........12.000

  Isto, expressado em anos dos mortais, equivale a:

                                                         4.800 X 360 = 1.728.000
                                                         3.600 X 360 = 1.296.000
                                                         2.400 X 360 =    864.000
                                                         2.200 X 360 =    432.000
                                                                               ________­­­_
                                                                Total......  4.320.000 anos.

  O que precede é chamado um Mahâyuga ou Manvantara. 200 de tais Mahâyugas, ou seja, um período de 8.640.000.000 anos perfaz um Kalpa, sendo este último só “um Dia e uma Noite”, ou vinte e quatro horas, de Brahmâ. Assim, uma “Idade de Brahmâ” ou uma centena de seus anos divinos, deve ser igual a 311.040.000.000.000 de nossos anos mortais. Os antigos masdeístas ou magos (os parsis modernos) detinham o mesmo cálculo, por mais que os orientalistas não pareçam dar-se conta daqueles, pois até os mesmos mobeds parsis os têm esquecido. Porém seu “Tempo Soberano de Largo período” (Zervan Dareghô Hvadâta) dura 12.000 anos e estes são os 12.000 anos divinos de um Mahâyuga, como foi dito antes, ao passo que o Zervan Akarana (Tempo sem limites), mencionado por Zarathustra, é o Kala, fora do espaço e do tempo, de Parabraham.

  Os yugas anteriores ao presente são o Krita-yuga, ou idade do ouro; o Tretâ-yuga, ou idade da prata, e o Dwâpara-yuga, ou idade do bronze. O Kali-yuga, idade negra ou do ferro, é o atual, que começou há uns 5.000 anos, tão logo Krishna se fez despojado de seu corpo mortal.

                                                                  RONDAS

Rondas [Círculos, Anéis ou Revoluções] como foi dito em “Cadeias Planetárias”, estas se acham constituídas por sete globos ou mundos dispostos em forma de dois arcos unidos em seus extremos inferiores: um descendente que compreende os globos A, B, e C, e outro ascendente que compreende os globos E, F, G, figurando o globo D – o quarto – no ponto de união de ambos os arcos. 


  Os sete globos da Cadeia constituem em conjunto um agregado ou corpo planetário que se desintegra e se forma de novo sete vezes no curso da vida planetária. Esta Cadeia tem, pois, sete encarnações por assim dizer-se, e os resultados de cada uma se transmitem para a Cadeia seguinte. Estas sete encarnações ou Manvantaras constituem a evolução planetária, o reinado de um Logos Planetário, e cada uma delas se subdivide em sete períodos.

  Uma Onda de Vida procede do referido Logos, dá uma volta completa pela Cadeia e sete destas grandes ondas de vida, denominadas “Rondas”, completam um Manvantara. Em cada uma destas Rondas ou voltas em torno da série de mundos que formam a Cadeia Planetária se vão desenvolvendo as Mônadas ou individualidades humanas, e este desenvolvimento se verifica por meio de ondas sucessivas que correspondem aos diversos globos da Cadeia, cabendo advertir que assim como o esquema completo da Natureza a que pertencemos se desenvolve por meio de dita série de Rondas, em derredor de todos os mundos, assim também o desenvolvimento da humanidade, em cada um dos mundos, se verifica através de uma série de Raças desenvolvidas, por seus turnos, dentro dos limites de cada mundo. Além do mais, cada Ronda está especialmente destinada à preponderância de um dos sete “Princípios” humanos na ordem de sua graduação ascendente. [A.P. Sinnet – Budismo Esotérico]

  O alento do Logos Planetário desperta a vida sucessivamente em cada um dos sete globos ou mundos, começando pelo globo A, no qual faz surgir a existência, uma após outra, às inúmeras formas que na sua totalidade constituem um mundo. Uma vez a evolução levada até certo ponto no globo A, a onda de vida passa ao globo B, e então o globo A desaparece lentamente em aprazível sono, e deste modo vai a onda de vida passando de um globo a outro, até haver percorrido todo o círculo, chegando ao globo G, e terminando sua evolução. Sobrevém então um período de repouso, durante o qual cessa toda atividade evolutiva exterior, principiando a segunda Ronda pelo globo A, como antes, porém num grau más elevado de desenvolvimento evolutivo.

  Este processo se repete seis vezes, porém na sétima Ronda, ou seja, a última do Manvantara, ocorre uma mudança, pois o globo A, havendo já completado seu sétimo período de vida, se desintegra de modo gradual, sobrevém o estado de centro laya imperecedouro, e ao despontar da aurora do Manvantara seguinte, se desenvolve do dito globo A, um novo globo, como um corpo recente, no qual passam a residir os “Princípios” do planeta A anterior. 
   
 Assim, durante um Manvantara, cada globo tem sete períodos de atividade, vindo a ser cada um deles, a seu tempo, o campo onde a vida evoluciona. Se considerarmos um globo isolado veremos que durante cada período de atividade, evolucionam nele sete Raças-Mães de uma humanidade, ao mesmo tempo em que evolucionam seis outros reinos não humanos: os três reinos elementais, e mais o mineral, o vegetal e o animal, em mútuas dependências uns dos outros. Estes reinos contêm formas de todos os graus de evolução e diante deles se estende a perspectiva de um desenvolvimento superior. Assim é que quando o período de atividade do primeiro globo chega ao seu fim, as formas evolutivas passam ao globo seguinte para continuarem ali os seus desenvolvimentos, continuando a seguir suas carreiras progressivas de um globo a outro, até que aquela Ronda termine e de novo prossigam seus cursos Ronda após Ronda, até o fim das sete Rondas, ou seja, do Manvantara, até o término das encarnações de sua Cadeia planetária, em que o Logos Planetário recolhe os resultados da evolução na série dos planetas. (A. Besant – Sabedoria Antiga).

  Em cada Ronda há catorze Manús, e cada um deles como patrono antropomorfizado de sua Ronda ou ciclo especial, é a idéia personificada do Pensamento Divino e, por conseguinte, é o deus especial, o criador e formulador de tudo quanto aparece durante seu ciclo de existência ou Manvantara [Doutrina Secreta].

  Atualmente nos encontramos no quarto planeta (D), na quinta Raça da quarta Ronda do presente Manvantara, exatamente no ponto médio de nossa evolução.

                                                                   PRALAYAS

  Pralaya (Sânscrito). É um período de obscurecimento ou repouso planetário, cósmico ou universal – o oposto a Manvantara. Pralaya é o período de dissolução, sono ou repouso relativo do total do universo que sobrevive ao final de um Dia, de uma Idade, ou de uma Vida de Brahmâ. Porém, este termo não se aplica unicamente a cada “Noite de Brahmâ”, ou seja, à dissolução do mundo que segue a cada Manvantara; aplica-se igualmente a cada “Obscurecimento” e a cada cataclismo que põe fim, por meio do fogo ou por meio da água, alternativamente, a cada Raça-Mãe.

  Há muitas classes de Pralayas, porém os principais são:

  1. O Naimittika, “ocasional” ou “incidental”, causado pelos intervalos de “Dias de Brahmâ”, durante os quais Brahmâ, que é o Universo mesmo, dorme sua Noite. Este Pralaya é a destruição das criaturas, de tudo quanto tem vida e forma, porém não da substância que permanece numa condição estacionária até que apareça a nova aurora ao término da Noite.

  2. Prakritika, ou “elemental”, que ocorre ao fim da Idade ou Vida de Brahmâ, quando todo o existente se resolve no Elemento primordial, para ser modelado de novo e terminar aquela Noite mais longa. Nesta classe de Pralaya, o retorno deste universo à sua natureza original é parcial e físico.

  3. Âtyantika, definitivo ou absoluto, o qual não concerne aos mundos ou ao Universo, senão, unicamente, a algumas Individualidades, sendo, portanto, o Pralaya individual, ou Nirvâna, depois de haver a isto alcançado. Não é possível nenhuma outra existência futura ou nenhum renascimento até depois do Mahâ-Pralaya. O Pralaya individual é a identificação do Encarnado com o Incorpóreo, ou seja, o Espírito Supremo, e é um estado Mahâtmico, já temporal ou já até chegar o próximo Mahâ-kalpa.

  No Bhâgavata-Purâna se fala de uma quarta classe de Pralaya, o Nitya ou perpétuo, ou seja, a dissolução contínua, que é o caminho que se opera de modo imperceptível e incessante em tudo que há no universo, desde o globo até o átomo. É progresso e decadência, vida e morte. [Doutrina Secreta].

  O ocultismo admite também várias classes de Pralayas. Há o Pralaya individual de cada globo, após passar a humanidade e a vida ao próximo globo, havendo sete Pralayas menores em cada Ronda; o Pralaya planetário quando se tenha completado sete Rondas; o Pralaya solar quando todo o sistema tenha chegado ao seu fim, e por último o Pralaya universal, Mahâ ou Brahmâ-Pralaya, ao término da Idade de Brahmâ. Estes são os Pralayas principais, porém há muitos outros Pralayas menores.

  O Mahâ-Pralaya, Pralaya universal ou final, é a morte do Kosmos, a reabsorção do universo. Nele todas as coisas se resolvem em seu Elemento único; os mesmos deuses morrem e desaparecem durante aquela dilatadíssima Noite. O Prakriti e o Purucha – Natureza e Espírito – se resolvem sem qualidades ou atributos no Espírito Supremo que é o Todo. O Espírito permanece no Nirvana, ou seja, Aquele para o qual não há Dia nem Noite. Este Grande Pralaya ocorre ao fim de cada Idade de Brahma. Todos os demais Pralayas são menores, parciais, periódicos e seguem aos Manvantaras, ou Dias de Brahmâ, em sucessão regular, como segue a noite ao dia de cada ser terrestre.

  Assim é que depois de cada Dia de Brahmâ vem um Pralaya parcial, cuja duração é a mesma que a do Manvantara, ou noutros termos: a duração da Noite é igual a do Dia de Brahmâ. Em todos estes Pralayas menores os mundos permanecem em uma condição estacionária, se acham em um estado latente de inação ou passividade, como dormindo durante todo este período, para despertar de novo ao chegar a aurora de um novo Dia.

  Durante a dilatada Noite de descanso ou sono do universo, chamada Pralaya universal, quando todas as Existências estão dissolvidas, a Mente Universal permanece como uma possibilidade de ação mental, ou como aquele Pensamento Absoluto abstrato do qual a Mente é a concreta manifestação relativa. Toda ideação cósmica cessa então porque não existe nada nem nada para perceber seus efeitos. Brahmâ, a Deidade mesma, se acha em estado latente, no modo de sono. Os variadíssimos estados em que se acha diferenciada a substância cósmica se resolvem no estado primordial de abstrata objetividade potencial. Nosso Kosmos e a natureza inteira se extinguem para reaparecer somente em um plano mais perfeito, depois deste larguíssimo período de repouso. Os inumeráveis globos desintegrados são de novo construídos do antigo material, e reaparecem transformados e aperfeiçoados para uma nova fase da vida.

  Segundo o ocultismo, os Pralayas cíclicos não são mais do que “Obscurações”, durante as quais a Natureza, isto é, todas as coisas visíveis e invisíveis de um planeta em repouso permanecem estacionárias.

Fonte: Helena Petrovna Blavatsky – Glosario Teosófico
Tradução Espanhol/Português: Rayom Ra

Rayom Ra 
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Um comentário:

  1. A minha ausência de comentários apenas reflecte o meu desconhecimento do assunto. Mas o conhecimento que se inicia com o actual interesse, não pretende ser meramente intelectual.Faço votos de que não seja passageiro. Para o autor desejo sempre grande clareza e agradeço a discreta mas lúcida partilha.
    Pedro V

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