quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Antúlio, O Grande Filósofo Atlante


   A etimologia de seu nome é ANT-LUZ, que significa “Frente à Luz”, ou com “A Luz de Frente”.

   Nasceu em Zeus, país atlante, em sua capital Maha-Ethel – “Manancial de Estrelas”, durante o reinado do Rei Ateneas.

   Seu pai era Hamán-Arosat e sua mãe Valkíria de Colina de Ouro. Os primeiros Mestres da Sabedoria foram os Profetas Brancos de Anfíon, que tinham um Santuário-Escola em um outeiro chamado Colina Grande. Dela, Antúlio chegou a ser diretor devido ao seu grande desenvolvimento de faculdades que abrangiam valiosíssimos conhecimentos científicos e de ordem espiritual, que investigava e difundia por toda a sua vida. Esta Escola se denominou depois, “Atlas”, pela grande magnitude dos ensinamentos que dali emanaram. Também, o Grande Mestre de Luz ficou conhecido com este nome.

   Tanto ele quanto seus discípulos vestiam a túnica branca dos Profetas Brancos, para simbolizar sua estreita união com a Loja Branca dos planos superiores.

   Antúlio se viu sempre atacado e perseguido pelos pontífices atlantes que eram politeístas e viviam na opulência, fazendo comércio com seres luminosos, e os escravizavam. Portanto, combatiam os Ensinamentos da Grande Sabedoria que eram comunicados no Santuário-Escola, não só relacionados com as ciências, os estudos das plantas medicinais, alquimia, matemáticas, astronomia e astrologia, mas também com as Leis da Evolução, através da reencarnação. Foi Antúlio o primeiro a falar da Trilogia do Ser e dos Planos Superiores coexistentes.

   Todo este caudal de Sabedoria Eterna não podia ser manejado nem compreendido pelos pontífices que o prendiam e o torturavam em várias ocasiões; porém seu discípulo Hilkar, o Príncipe de Talpakén, reportava ao rei Ateneas todas estas injustiças e ele era liberado.

 Certa noite foi aprisionado secretamente com alguns de seus discípulos e duramente torturado porque não queria “retratar-se” das enormes “mentiras que ensinava”, inquietando enormemente o povo. Sem julgá-lo previamente, foi obrigado a tomar uma taça de veneno; ao ver isto, um de seus discípulos se lançou sobre ela e a fez em pedaços. Porém, de nada valeu porque serviram-no uma segunda taça que, ao tomar de seu conteúdo, morreu preso a horríveis martírios.

   Antúlio aparece à sua mãe e discípulos na Escola e diz-lhes que devem abandonar imediatamente o país, porque seriam perseguidos e, também, devido a um cataclismo que se aproximava. Deveriam dirigir-se por mar rumo a Ascuzay (a Escola de hoje) e depois entrar pelo Mar Grande, recentemente conformado (hoje o Mediterrâneo) e difundir sua doutrina a todos os povos.

   Valkíria e discípulos haviam cumprido todas as instruções de seu Mestre, levando consigo o copioso arquivo das crônicas escritas tanto por Hilkar, primeiro notário de Antúlio, como por Valkíria. Estas crônicas Antulianas foram escritas em língua Tolsteka e traduzidas mais tarde pelos Kobdas ou Flaminus para diferentes línguas.

   Antulio, durante sua vida, ajudado por sua mãe e íntimos, realizou inúmeras viagens a todos os planetas do sistema solar, anotando seus múltiplos graus de evolução desde as mais altas hierarquias solares, até os mundos de recentes conformações e sistemas de vida rudimentares, e outros mais que o Mestre qualificou como “mundos escuros de expiações” onde seus habitantes viviam em horríveis condições de dores. Como guia de orientação, podemos recorrer à Divina Comédia de Dante.

   Igualmente, em corpo etérico, visitou os Planos de Luz Superior, Moradas Logoicas ou diferentes Céus, Dimensões Divinas e em especial seu lugar de origem: O Sol Central da Constelação de Sirius.

   Toda esta valiosíssima informação, baseada em experiências vivenciadas, dão a esta humanidade as bases da astronomia e astrologia.

   Milênios depois formaram as bases da Doutrina dos Sábios Hierofantes dos antigos Templos de Memphis, Luxor e Tebas, pois se fizeram cópias dos originais traduzidos da língua Tolsteka, como já dissemos, pelos Kobdas do Santuário de Negada. Por sua vez, os sacerdotes egípcios os traduziram para hieróglifos secretos que somente eles conheciam. Moisés os estudou e constatou, por sua grande vidência, toda esta sabedoria.

   Também assim fizeram os Mestres de antiquíssimas Escolas de Sabedoria de Golconda e de Madura, de onde Krishna os tomou antes de ser perseguido pelos brahamanes da Índia, já que se promulgava a abolição total das castas.

   Estes ensinamentos foram, do mesmo modo, levados aos altos cumes dos Montes Himalaias e às impenetráveis selvas do Tibet e Nepal, de onde os tomaram os Mestres da antiga Pérsia.

Dos Dactylos Antulianos surge mais tarde a grande Escola Ptolomeísta de Alexandría, proveniente de Ptolomeu I, discípulo de Aristóteles; este discípulo de Platão e por sua vez de Sócrates, os grandes filósofos gregos.

   Sócrates, Platão, Aristóteles e Ptolomeu são os quatro postes refletores da Sabedoria Antuliana.

   Mais tarde, no tempo de Joshua de Nazareth, desta Escola surge Filón de Alexandria, que em diferentes encarnações foi: El Kobda Babel, Nathan, consultor do rei Salomão, José, vice-rei do Egito – filho do Patriarca Jacob – que livrou àquele país da fome, e Esen, filho adotivo de Moisés, fundador da Fraternidade Essênia.

   Ó Amor Infinito que tantas vezes te derramaste neste mundo! Perdoa todas as nossas ofensas, ignorâncias e danos à oportunidade de vislumbrar uma vez mais Tua Eterna Glória.

   Personalidades de Cristo: Juno – Numu – Anfion – Antúlio – Abel – Krishna – Moisés – Cristo – Jesus

Publicadas por Fraternalamor a la/s 5:31 PM  

Rayom Ra
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6 comentários:

  1. Ótima postagem. Uma viagem no tempo, que nos trás reflexão.

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  2. Bacana demais. Pouco se divulga de Antúlio. Mas o que está no texto oferece bastante campo para se pesquisar. Obrigado pela postagem, que Deus o abençoe.

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  3. Texto muito bom.só uma observação, o que vc chama de personalidades de Cristo é melhor chamar de reencarnações do nosso Mesias. E uma delas que faltou por nomear é a de Buda, sua 8º encarnação, antes de vir como Jesus o cristo.

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    1. Olá Rigmary Valera:
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      Prazer por sua visita. Na verdade, esse texto não é meu, coloquei-o no blog. Achei interessante suas observações, gostei.
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      O que eu entendo é que o Gautama tornou-se um Bodhisattva, um Buda, não exatamente um Cristo. Mas ele pode transitar dentro da força crística, como qualquer outro iluminado das iniciações maiores.
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      Cristo, na sua manifestação original, é energia pura e em nosso planeta incorpora em personalidades luminares, segundo um planejamento da Grande Fraternidade Branca. Hoje duas personalidades incorporam o Cristo (energia) no papel de dirigentes de nosso planeta. São eles Mestre Jesus, naturalmente, e Mestre Kuthumi.
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      Quando o Gautama tornou-se o Buda Divino o Cristo-personalidade era o Senhor Maytréia, que ajudou o Gautama em sua missão magnífica.
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      Na época de Jesus, ambos, trabalhavam juntos - ora um, ora outro numa sincronia mais do que perfeita, fantástica. Era, digamos, como se Cristo Maytréia fosse Jesus e Jesus fosse Cristo Maytréia numa só pessoa e junto a eles, Buda Gautama os auxiliava.
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      Assim ganhou a humanidade com essa participação de grandes seres em mais uma manifestação divina.
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      Grande abraço, muita paz.
      Rayom Ra

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  4. Bom. Vivamos o evangelho, estudemos o espiritismo, leiamos os livros de inacio ferreira e ramatis, pentateuco de emmanuel. O espírita, ou, verdadeiro estudioso, n rejeita nada, pesquisa, olha os dois lados da moeda.

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  5. Eu fico com Emmanuel em A Caminho da Luz, quando diz que a comunidade de espíritos puros só veio ao planeta por duas vezes, quando Jesus encarnou e quando da formação da terra. Em nenhum momento faz referência de que Jesus já teria encarnado antes dessa vinda.

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