segunda-feira, 12 de março de 2018

Regresso à Lemúria (4) - Kryon

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NO VULCÃO

  Saudações, queridos, Eu Sou Kryon do Serviço Magnético.

  Para os que estão escutando estamos no Parque Nacional de Vulcões, no Havaí. É um lugar que meu sócio tem frequentado muitas vezes. Kahunas de ambos os gêneros os tem mostrado parte da majestade. Quero contar-lhes sobre a celebração deste tema porque não é a primeira vez que um grupo tem sentado para desfrutar de uma energia sumamente especial. Queridos, não é realmente a energia da Lemúria, nem tão pouco das mestras, mas de Gaia. É disso que quero falar-lhes.

  Muitas vezes temos mencionado em ser senciente do que seja Gaia. Vocês se sentam e sentem algo, não importa se o sol está brilhando ou se estão vivendo a bênção da chuva ou se estão molhados com o rocio da névoa; não importa, porque a vida, a presença de Gaia sabe que estão aqui. Já temos dito que a natureza a que vocês chamam Mãe Natureza, ainda que pareça tê-los precedido como raça humana, ela esteve se preparando para vocês como raça humana. Temos também lhes dito que Gaia os conhece e que o planeta, mesmo, havia sido criado para a compaixão vindoura do ser humano.

  Desse modo, quero que se sentem por um momento, enquanto conto-lhes a história de Gaia. Temos feito isso em muitos lugares do planeta. Estivemos em lugares onde se podia senti-los como aqui: a majestade do Grande Canyon, lugares como este na verde ilha da Irlanda, lugares assim na Baixa Baviera em que se podia senti-los como aqui, onde a personalidade de Gaia era idêntica. Onde os abraça e diz “Bem vindos, sei quem são”.

  Parece-lhes interessante que o clima esteja assim hoje? Parece-lhes interessante que este aspecto siga o meu sócio onde quer que ele vá? E não tem nada a ver com meu sócio (risos do público). Tem a ver com os que o rodeiam. Vocês criaram energia de amor, compaixão e expectativa. As pessoas perguntam: “É possível a consciência mudar o clima?”. Antes de responder quero que retrocedam metaforicamente e perguntem a um indígena exatamente antes dele realizar sua cerimônia para mudar o clima (risos). Hoje em dia é um tanto inacreditável e não científico pensar que talvez a consciência de uns poucos possa mudar a Física ao seu redor, criar chuva ou evita-la, ou ter o sol por um momento ou dois sobre eles para uma cerimônia preciosa. A resposta é sim. Os experimentos com a Física e a consciência têm provado, inclusive para os cientistas, que um grupo de seres humanos pode afetar a Física do planeta. Isso não é metafísico, isso é ciência. Quanto mais forçoso seja pensar que um grupo de alta consciência possa mudar o clima? Sim, podem e o tem feito. Bem vindos ao seu próprio milagre, agora mesmo! Gaia sabe quem são.

  Se conversam com um abraçador de árvores e lhes perguntam: “Por quê? Por que está tão enamorado da Natureza? Que sente quando vai abraçar a essa árvore que é sua favorita?”. E em todo o mundo, em qualquer idioma, a resposta será a mesma: “de algum modo, por um momento ou dois, dá-me uma paz que vai mais além de qualquer coisa que eu pudesse crer por mim mesmo. É quase como se toda a Natureza se houvesse estendido por um momento para dizer-me: ‘“Conheço-o. Obrigado por estar aqui”’. Se entendem isso no que seja possível aqui, que ela sabe tudo sobre vocês, é como se a cada regresso a Terra dissesse: “bem vindos de volta”. 

  Tivemos antes feito canalizações em que dissemos a quem nasceu em cidades: “saiam da cidade, ainda que seja por pouco tempo e ponham seus pés na terra a fim de sentirem isso, essa mãe formosa que sabe quem são. Isso é o Jardim do Éden, a Terra. Não onde se sentam: mas a Terra. Foi o Jardim que se preparou para a humanidade”.

  Bem, agora. O que vocês supõem requereu isso, essa criação, isso tão inusual? É específico deste planeta? E a resposta é assim: todas as coisas colocadas aqui, e a evolução de que falamos, a ciência que lhes citamos, todas essas coisas começam a se integrar num plano, talvez num quebra-cabeça misterioso, porém todo esse quebra-cabeça assinala uma coisa: a magnificência do ser humano que é celebrada porque é aquilo que potencialmente é possível em cada um de vocês.

  Por que as pessoas caminham nos bosques? Por que se sentam nos pastos? Por que querem ouvir os pássaros? Porque há uma transmissão de paz para vocês. Quero que sintam agora essa transmissão. Há aqui alguns que têm literalmente dificuldades para terem paz em seus corações, em suas mentes, em suas vidas. Eu sei quem está aqui, eu sei quem está escutando. Porém, isso é especialmente para quem está sentado no pasto, diante de mim. Queridos, não percam essa oportunidade. Vocês estão num lugar muito especial, num lugar poderoso. Tenho lhes falado da deusa Peleé. À Peleé não é rendido culto; Peleé é uma ajudante legendária; o que faz Peleé é a força de Gaia como vocês a veem no fogo da montanha, e é a protetora, a que elimina a negatividade.

  Em muitas culturas existem ajudantes, talvez chamados deuses e deusas, que fazem o mesmo; protetores, favorecedores, os que levam consigo a negatividade. Os humanos necessitam desta classe de linearidade para verem-se funcionar; e assim vejamos agora como funciona. Neste exato momento vocês estão sentados na casa de Peleé. E Peleé os conhece; Gaia os conhece. Esta seria uma boa ocasião, agora mesmo, para quitar a negatividade que possam ter trazido de outras partes do mundo – ou da porta vizinha – se viverem aqui, a fim de permitir que se limpem e se purifiquem, de modo que possam ter paz mental e compreender, talvez pela primeira vez, quem são vocês.

  Já dissemos isso antes, a coisa mais difícil, o mais difícil de um ser humano fazer é entender isso para si mesmo. Vocês deveriam ser capazes de criar paz por si mesmos, porque o motor dentro de vocês é tão grandiosos e provem de uma Fonte tão assombrosa que teriam de poder acionar o interruptor e retirar toda a negatividade afora. No entanto, o que se interpõem é a dualidade, o intelecto, a dúvida, e um akash que talvez esteja pleno de recordações de não poder nunca avançar. Então, porque não soltar essas coisas por um momento e deixar que o planeta as tenha? Deixem que o planeta as tenha. Perguntem a um abraçador de árvores: “Isso funciona ou não?”. E lhes dirá: “É por isso que há um sendeiro muito desgastado e pisado até aqui a esta árvore; porque venho cada manhã e cada noite. E Gaia abraça-me e sinto tanta paz que me ponho a ir e a bem trabalhar o dia inteiro”. Bem, aqui há muitas árvores. Estão em solo sagrado; os ensinamentos sobre a Lemúria devia dizer isso. Isto é sagrado! Marcado pelo ensinamento que diz que vocês são sagrados. Existe uma observância de pensamento, uma coerência da energia entre vocês e este planeta. Se não podem senti-la, então estão dormindo bem profundo.

  Quero que sintam isso. Não lhes diria essas coisas não fossem absolutamente verdadeiras e reais. Nesta nova energia há muitos que recentemente estão descobrindo as coisas que sempre têm existido. Pode ser que não saibam disso, porém em todo o mundo estão sendo revelados muitos segredos dos indígenas. É quase como se entendessem plenamente que a precessão dos equinócios tenha passado, que suas profecias se hajam cumprido, e seja seguro. E os segredos dos indígenas são os que eu estou mencionando agora. Verão: eles conhecem Gaia, e o ser humano moderno dos dias de hoje não a conhece. E essas coisas que tenho canalizado antes, devem se integrar porque Gaia é sócia de vocês e da força da compaixão que vocês têm.

  Bem, agora, conectemos tudo isso para que possam entender um pouco mais do porquê da Terra ser considerada como um grupo álmico, e porque quando tocam a Gaia aqui ou noutro lado do planeta, estão tocando ao mesmo grupo álmico. Aqui está o porquê. Disse que Gaia é sua sócia e vocês o sabem. A compaixão que vocês desenvolveram é nova, a paz que podem ter, que é nova, e mais a informação sobre vocês e o planeta, que começam absorver, não terminam com vocês.

  Quando qualquer de vocês absorve isso e sai em determinada postura ao pasto que veem em derredor, qualquer de vocês, e o compara a Gaia, se volta para o mundo. Estão entendendo isso? Gaia e a humanidade se devem aliar-se, assim como entenderão e superarão os indígenas, porque esta é a comunicação do que vocês sabem e compreendem, bem como a compaixão que possam ter pelo resto do planeta que não pode permanecer em um só lugar onde estejam estacionados, pois o veículo é Gaia. Pois tudo está junto no mesmo lugar em todo o planeta; vocês tocam uma árvore e estarão tocando a todas; eu canalizei isso há pouco.

  Se vocês têm informação sobre a compaixão e a alegria desta nova energia, Gaia as sentirá e serão sentidas noutros lugares. Duzentas pessoas tendo compaixão por este planeta e pela paz na Terra, nesta temporada mágica das Festas, duzentas pessoas sentadas sobre o pasto, sentadas sobre Gaia, transmitirão ao planeta uma energia do que esse grupo é, instantaneamente.

  Gostaria de dizer aos indivíduos que, se irão ter uma boa reunião, se terão uma meditação, que seria muito melhor não o fazerem num edifício, pois se puderem ir lá fora, nos elementos, tocarão a comunicação de Gaia. O que lhes estou dizendo é antigo. O que lhes digo é simplíssimo: Gaia 1.01. O que um pai ou mãe indígenas ensinariam ao filho. Tenho que começar por algum lado para que vocês compreendam a aliança que têm e onde estão sentados.

  O que sentiram no vulcão? Havia paz ali? Que energia monstruosa, deveras; algo que seria muito terrificante, que se lhes adviesse verdadeiramente em sua forma poderosa? Pois o que se lhes dá é um estímulo de paz quando o vislumbram. Todo esse poder fala-lhes de paz. Essa é Gaia, dizendo-lhes que aqui estão seguros. Essa é Gaia dizendo: “Bem vindos a uma montanha muito, muito especial”. Essa é Gaia os convidando a devolver algo. Pois o que você faz, ser humano, na sua fonte compassiva como grupo, não pode ser comparada com nenhuma energia na Terra. Porquanto, você leva uma parte do Criador dentro de si.

  Agora lhes direi algo para que pensem, antes de encerrar. Se esse processo é possível, um pequeno grupo ao ar livre, tocando Gaia, portanto tocando ao planeta inteiro: se isso é possível, simplesmente simulem que também há um sistema – somente simulem –  que toma a Terra compassiva e a amplia em toda a galáxia. Não direi muito mais, entretanto acabo de dar-lhes uma razão pela qual estejam aqui. Pensem nessas coisas; há um sistema; vocês não estão apartados de nada que veem. Celebrem-no. Logo usem-no.

  E assim é.

  Kryon
 Transcrição e tradução: M. Cristina Cáffaro
  www.traduccionesparaelcamino.blogspot.com.ar

 Tradução Espanhol / Português: Rayom Ra

                                                                                            Rayom Ra                                                                                                  http://arcadeouro.blogspot.com.br 


domingo, 4 de março de 2018

Quinze Passos para Perdoar


  O perdão nos é mostrado na filosofia e na psicologia como a melhor medicina tanto para a alma quanto para a mente. Sabemos que tal atitude não resulta sempre em facilidade, por isso trazemos quinze passos para perdoar a quem nos feriu.

  1. Deixemos o ressentimento ir-se. Em se querendo de verdade perdoar a quem nos fez dano, devemos nos despojar daqueles sentimentos de rancor e amargura. Deixar para trás esta nossa parte que odeia aquela pessoa e só deseja-lhe o mal. Ao nos aferrarmos a esses sentimentos negativos sentiremos perder nossa própria vida e impediremos a nós próprios de sermos felizes.

  2. Consideremos o contexto das coisas. No momento, podemos sentir que a pessoa arruinou nossa vida por completo, o que nos fez sentir por demais miseráveis. Ainda que nos haja ferido, o mais provável é que não seja o fim do mundo. 

  3.Tratemos de ver se aprendemos uma lição disso. Consideremos-nos um aprendiz em vez de uma vítima. Quando alguém nos haja ferido, o mais prático e seguro é nos vermos como vítima. Porém, em vez disso, tratemos do lado positivo da situação e se realmente tenhamos aprendido algo de tal experiência. Se aceitarmos que há uma lição, estaremos menos propensos a culpar a pessoa por nos ter magoado.

  4. Ponhamos a nós no lugar da outra pessoa e tratemos de ver a situação da perspectiva dela. Precisamos nos lembrar que toda história tem dois lados. É possível nos sentirmos a única vítima, entretanto podemos também ter ferido a pessoa. Talvez nos pareça estupidez sentir pena de alguém que nos tenha causado dor. Porém, pensemos nas vezes em que ferimos outros e realmente tenhamos lamentado essas ações. É possível a pessoa sentir-se ainda pior que nós próprios.

  5. Pensemos em todas as coisas boas que ela fez por nós. É possível querermos dramatizar a situação e pensar que a relação foi um grande erro, e cada interação com a pessoa que nos magoou somente nos trouxe dor, porém raras vezes se dá esse caso. Tratemos de ser mais amáveis com ela recordando todas as vezes em que fora bom amigo, um excelente apoio ou um ombro sobre o qual chorarmos. 

  6. Consideremos se alguma vez magoamos aquela pessoa. Olhemos a outra face da moeda. É bem provável também termos ferido outros no passado e eles tenham conseguido superar-se. Recordemos como nos sentimos depois de havermos magoado a pessoa e o muito que desejávamos que nos perdoasse.

  7. Precisamos saber que o perdão alivia o estresse. Diversos estudos têm demonstrado que não perdoar e insistir nas injustiças cometidas contra nós, na realidade podem aumentar a pressão arterial, acelerar o ritmo cardíaco, deixar nossos músculos mais tensos e provocar muito mais estresse do que se tentássemos perdoar a pessoa. Quanto mais tempo nos aferrarmos aos sentimentos de cólera pior se sentirão nosso corpo e mente. Por que causar-nos esse dano?

  8. Concedamos tempo para nos acalmarmos. Isso inclui que, se tomarmos a decisão de perdoar a partir de hoje, não significa devermos chamar de imediato a pessoa que nos magoou a fim de falarmos disso. Se estivermos ainda com raiva, feridos, tristes ou decepcionados de tal modo que somente possamos pensar ou sentir com clareza em estado normal, o correto é tomarmos mais tempo para pensarmos. Conquanto possa ela ter pressa em falar-nos e acertar as coisas, expliquemos com calma estarmos de acordo em conversar, porém necessitaremos um pouco mais de tempo para assimilarmos tudo.

  9. Aceitemos suas desculpas. Falemos e a asseguremos de que realmente sentimos que seus sentimentos são genuínos. Estabeleçamos contato visual com a pessoa e sintamos se, verdadeiramente, ela é sincera e sente de fato remorso pelo sucedido. Deixemos que fale e analisemos suas palavras, e se considerarmos que é hora de aceitarmos suas desculpas então digamos-lhe sim. Recordemos que há uma diferença entre aceitarmos suas desculpas e naquele instante perdoarmos por completo. Podemos aceitar suas desculpas e logo nos darmos mais tempo a fim de nos superarmos.

  10. Digamos-lhe para que saiba como nos sentimos. Falemos sobre o mal que nos fez sentir. Compartilhemos nossa pena, sentimentos e dúvidas. Façamos ela ver o muito que nos afetaram suas ações e o muito que meditamos delas. Se unicamente aceitarmos suas desculpas e não falarmos sobre o sucedido, o mais provável é que prolonguemos a raiva e a amargura.

  11. Se necessário, fiquemos longe da pessoa. Se precisarmos de uma semana, um mês ou mais tempo para ficarmos longe dela, digamos-lhe com honestidade. Passemos-lhe algo como: “realmente quero reconstruir nossa relação, mas vou necessitar de algum tempo para assimilar o sucedido”. Não há mal algum em seguirmos o nosso próprio ritmo.

  12. Mostremos compaixão. É possível não sentirmos muita compaixão por uma pessoa que nos tenha causado danos. Porém, se quisermos reconstruir nossa relação mais rápido e fazer com que ambos nos sintamos melhores, devemos demonstrar compaixão diante dos sentimentos da pessoa. Pensarmos no mal que ela deve estar sentindo por nos haver ferido e reconhecermos que nada é perfeito.

  13. Recuperemos a confiança. Devemos ir de pouco em pouco com a pessoa e nos esforçarmos por reparar a relação. Tomarmos as coisas com calma, nos reunirmos em situações pouco tensas conquanto encontremos espaço para estarmos a sós.

  14. Aceitemos a dor se não pudermos esquece-la, não nos importando com o que achemos, não podendo evitar de pensarmos em nossa dor, continuando irritados e duvidando que possamos voltar a confiar plenamente nela. Ainda que isso seja desagradável é muito natural se não conseguirmos superar. É melhor admitirmos do que insistir em negar nossos sentimentos. Se realmente não pudermos superar não faz sentido nos esforçarmos em algo que não tenha razão de ser.

  15. Avancemos em vez de olharmos para trás. Concentrarmos-nos no futuro e em tudo o que esteja reservado para nós, sem nos importarmos com a pessoa, esteja ela incluída nessa projeção. Sejamos agradecidos a todas as pessoas que realmente contam em nossa vida e por todas as oportunidades que temos, e pensemos em todas as coisas maravilhosas que nos esperam.

Fonte:https://www.centrobaruch.com/single-post/2017/03/09/15-PASOS-PARA-PERDONAR 

  Tradução Espanhol / Português: Rayom Ra

                                                                                      Rayom Ra                                                                                                  http://arcadeouro.blogspot.com.br