segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Revelações de Sanat Kumara

ARUANDA, ESU E OS ESSÉIAS

Salve a luz de todos os Mestres de Aruanda, pórticos da perene porvindoura iluminação da Terra! Salve a plácida bonança dos tempos imemoriais da Unidade e da Perfeição!

Eu vos saúdo, fihos do mesmo Pai de todos os Kumaras e de todos os anciãos, de todos os reinos e de todos os seres da infinita e eterna Criação! De galáxia em galáxia vínhamos perlustrando todas as sendas de conquista da sabedoria divina e do envolvimento com as aberturas das portentosas escamas energéticas da densidade da matéria. Eram verdadeiros portais de insofismável fortaleza cuidadora, que somente Deus poderia construir para adestrar os seus rebentos na Luz de Seu apoteótico Saber! Bem além do que vossas mentes possam penetrar, um reino de deslumbramento me intrigara naquela ínterim de minha evolução, naquele tempo já desdobrada em milhares de faces de experiências na unicidade e integralidade da perfeição do Cosmos !

Fomos em comitivas e exércitos, muito antes que tomásseis conhecimento de que a Terra iria existir neste corpo nebulósico onde vossas almas transitam desde imemoriais transferências migratórias de vossos e outros bilhões de seres de outros continentes univérsicos. Mestre Zerah nos convidava a conhecer um universo de tribos espetaculares em forma de bolhas cósmicas de cores múltiplas e fosforescentes, espraiadas em paisagens paradisíacas por aquele recanto galáctico, irmão paralelo de vosso universo físico, mas na dimensão mais quintessenciada que nossas almas já vividas em éons de estreitezas com as obras do Criador jamais havíamos penetrado até então. Como governador de Alcíone, naquele tempo sem tempo, quando nem mesmo pensávamos que num tempo vosso de contingências evolutivas para a ascensão dos povos miscigenados da Terra essa mesma tenda de amparo divino a vossos espíritos, na forma de globo de um azul promissor, necessitaria da intervenção da Aruanda, a gigantesca nebulosa paralela à Via Láctea, sutilíssima e invisível em vossos céus, sobreposta galacticamente como outro universo de luzes ofuscantes, enfeitada pelas moradas cósmicas dos seres detentores dos mais esplêndidos poderes mágicos de transmutação alquímica de todos os elementos dos reinos materiais de vida, Mestre Zerah nos deu 7 chaves douradas de tamanho impensavelmente delicado.

Eram as 7 chaves dos templos mais ricos de Aruanda, dentre outros de encantadores diferentes estilos e atribuições onde, naquele interregno de tempo, quando chegou a nossa hora de estarmos com os deslumbrantes seres desta galáxia de grandeza incalculável, abriríamos com essas chaves os templos da Iniciação mas espetacular da 49- dimensão. Zerah ou Hylion, que dentre outros expoentes de Sabedoria CosmoSolar, transmutado à dimensão de nosso plano, passando a habitar Vênus, por misteriosos, sábios, inquestionáveis e premonitórios desígnios divinos, trouxe aos Kumaras a sabedoria mais ancestral deste povo de nobreza, sabedoria divina e brancura cristalina exuberante, povoando o circuito venusiano de pulsação de vidas espirituais, além de nós, de parte da população daquelas esferas-moradas dos poderosos mestres alquímicos de Aruanda.

Chegaram ao nosso plano também nestas bolhas, cópias-maquetes de suas tribos, em tamanhos minimizados, tais quais naves transparentes, embora suas luzes em matizes fulgurantes, os milhares de seres de Aruanda que passariam a partilhar de nossas vidas em Vênus, a fim de que pudessem transmitir a nós e mais tarde à futura Terra, que nem mesmo existia, os galardões de sua sabedoria ancestralíssima, de éons dimensionalmente muito superiores aos que nós havíamos perlustrado em nossos próprios éons de jornadas e experienciações diversificadas em muitos milhares de planos dimensionais, em esquemas e gradações dos incontáveis planetas disponíveis no espaço, o útero materno da Divindade.

Essas bolhas vinham com o nome de tribos de Essânia, reinos de Essu, dado que, dentre elas, havia vindo para Vênus o seu governador Essu, o maior dos guerreiros Essus, ou essênios, ou esséias, aquele que aí na Terra chamais de Yeshua, ou Esu. Sua alma gêmea, a Deusa Ishtar, passou a estar em Vênus e durante bilhões de séculos conviveram juntos, dando ao nosso próprio planeta o nome de Ishtar, pelo cargo majoritário da Deusa Ishtar na condução de um de nossos maiores continentes venusianos. Passou Vênus a ter perante todos os majestosos governantes de orbes da mesma grandeza o referencial de Estrela Ishtar ou a Nova Essânea. Naquele tempo Essu e Deusa Ishtar tiveram filhas de seu grande amor, as quais foram chamadas de 'As TheIshtaras' ou as semeadoras de Thea, a aliança das 7.000 tribos de Deusas Femininas de Aruanda, dentre as milhões de tribos outras de Magos Brancos e Deusas-Mães dos novos fetos planetários semeados pela comunhão do Pai com a Mãe, Mãe-Espaço, nutridora de todos os planetas, estrelas e sóis, como regaço uterino da Polaridade Feminina da Criação, além do seu intrínseco atributo de Pomba Branca de Deus, ou a Voz Irradiadora da Vontade Divina.

Ambos, Essu e Deusa Ishtar ou Nadja, a estrela Ishtar, após éons em Vênus, vieram para a Terra, em missão neste vosso planeta que irá ser, daqui a alguns bilhões de anos, o Centro Planetário das Convenções dos Governantes da Via Láctea, após chegar aos padrões vibratórios de Vênus, tendo sido e agora ainda sendo restaurado de suas enfermidades planetárias mais impeditivas de sua permanência na órbita solar, pela intercessão dos Kumaras, guiados pelas tribos de Essu e Nadja e todas as outras fecundas, misteriosas, poderosas, transmutadoras e milagrosas Chamas Vivas, os seres de Aruanda, em seus beneplácitos corpos de luz, nos matizes mais divinos e resplandecentes que jamais havia contemplado, este que descortina a vós mais um dos véus de Ìsis: ARUANDA desvelada! Provindos de Aruanda ou de Essânia, Essu e Nadja detinham, ao lado de todos os seus conterrâneos galácticos daquelas eras anteriores às suas descidas para Vênus, que compunham as tribos e cidades de arquitetura indescritível, o conhecimento sagrado dos Códigos de Vibração das Virtudes da Coroa Divina, a AUM BAN DHAN.

Em Aruanda, a AUM BAN DHAN era e É, até que se dissipem todos os planos divinos quanto às vidas espirituais conscientes nos esquemas planetários de matéria fluídica universal, a FONTE SAGRADA de todos os registros e de todos os arsenais de condução cósmica dos corpos estelares e dos seres criados decaídos, desde os albores dos inícios de toda a Criação, no universo imediatamente mais próximo do nosso plano virginal, que possa ter sido a nossa estância primeira de vida como anjos em culpa, o portal primordial de nossas descidas às histórias de todos os seres criados, em viagem voluntária ao reino da materialidade e da instintividade.

Os Kumaras foram com suas 7 chaves cedidas por Zerah, o mestre de Essânea, o governador galáctico de Aruanda, apreender em seus respectivos 7 sagrados templos iniciáticos sobre os cristais espetaculares que aglutinam os completos e verdadeiros registros akáshicos siderais, de contextura fluídica e alcance magnético superiores ao total de dimensões de vossos universos materiais, onde toda a ciência divina de Alquimia e da Construção das Formas, dos Símbolos, os Elementos Sutis ou matrizes dos reinos elementares da Terra e de outros orbes e os arcabouços da Matemática e da Sabedoria Oculta sobre os Poderes Divinos ali estão representados, mas sob a égide condutora dos seus manipuladores mais ancestrais de toda a eternidade, os ARASHAS OU ORIXÁS conhecidos apenas pelos povos de ARUANDA.

Os 7 templos eram os reinos dos 7 ARASHAS de envergadura divina, ou os vossos 7 mais majestosos ORIXÁS dos cultos de AUM BAN DHAN, os que são genuinamente conectados às tribos essênias e aos exércitos de seus guardiões, os esséias, que, em Jesus e Nadja descendo a Vênus e posteriormente à Terra, deveriam trazê-los totalmente protegidos de todas as ciladas dos tempos da matéria e das circunstâncias da 'vida espiritual em vasos físicos' nesta matéria densa de vosso planeta, que os poderiam arrastar para esquemas de involução jamais possíveis para os seus postos ilustres nestas regiões paradisíacas da Luz Divina e de toda a Magia da Criação.

Os ESSÉIAS, e Yeshua era um deles, especializaram-se nos suprimentos de sabedoria sobre as propriedades e o eletromagnetismo dos átomos de todas as substâncias dos elementos de todos os planetas dos universos de vida material, mesmo que modificados por regime de adaptação em universos outros. Polarizavam, em seus corpos translúcidos e fosforescentes, centenas de enigmáticos fulcros de transformações moleculares, tais quais centros de força incrivelmente possantes e determinadores do êxito dos objetivos que os faziam acioná-los. A eles, seres robustos e altos, de antenas como as de Ísis, fazendo-nos crer, à primeira vista, que eram tais quais tótens cósmicos, e a vós tais quais vossos estigmatizados demônios, foram impingidos e neles incrustados, na forma semelhante a de vigas de aço espiraladas, em movimento constante em seus corpos gigantescos, estes fulcros dissipadores de quaisquer resíduos cósmicos de dardos desferidos pelos sacerdotes galácticos do Mal (*).

Portando emblemas de seus meritórios serviços aos universos, com seus currículos sem condições de apreciação por vós e pelos vossos parâmetros de vosso tempo e de vossas medidas, o seu poderio da atuação abrangeria o domínio, a implantação, o controle e a superior administração de todos os elementos primordiais que formariam os reinos naturais dos planetas de primeira à quinta dimensão, e dentre eles a própria Terra, a fim de estabelecerem a ordem e o absoluto controle sobre todo o equilíbrio da vida atômica, molecular e monádica dos reinos mineral, vegetal, animal e hominal e da substância etérica primária, o Éter Físico de cada moradia cósmica, até a completa ascensão dos seres às suas escadas convergentes para o Um, a Consciência Unificada em parte do Corpo Cósmico Divino.

Mais tarde voltariam, após ter sido Esu vitorioso no seu intento de Cristificar a Terra, para auxiliarem a humanidade no seu período cíclico mais difícil e mais intrincado, este vosso ciclo do vosso 'hoje', o qual a humanidade terrena está enfrentando com as suas inúmeras conjunturas e interferências de intentos díspares, de povos de muitos sóis, estrelas e planetas de universos vizinhos, para que a Terra que Cristo, como Esu, palmilhou, possa ser o novo Sol, daqui a bilhões de eras, sob o comando dos filhos de Zerah, os zeladores dos Discos Solares de poder sobre esta constelação Láctea, Akenathon e Nefertiti, enquanto que ainda agora, em vosso tempo atual, Esu e Nadja voltam ao cenário espiritual da Terra, como mantenedores da chama sagrada do Coração do Planeta Terra, através dos símbolos essênios da Cruz e do Coração, do Sol de 17 pontas de Aruanda e da Rosa Vermelha da pulsação da vida da Deusa Ishtar e suas Ishtaras.

Aruanda, os arashas, os essênios, os esséias, os venusianos e os seus filhos azuis que ascensionaram na Terra, e são hoje vossos mestres da Grande Fraternidade Branca Universal, estão todos mesclados há éons, tendo formado mais uma raça adjacente de todos os seus encontros de amor cósmico universal imaculado, a partir dos Erês, um dos reinos do Arasha Yori, ou as crianças espirituais da AUM BAN DHAN, quais sejam as que estais a conhecer como crianças indigo e crianças cristal, em próximas missões na Terra como os mais novos semeadores dos futuros radiosos que esperamos deste vosso grão estelar, quase extinto em tempos idos, pela força corrupta dos inimigos da luz nos bastidores da imensidão do espaço cósmico, cujos meandros sobre as suas vidas extrafísicas pululantes no mal ainda não tendes tido o total conhecimento.(**)

Tendo ESU descido à Terra como Jesus, ou como o Ser Alquímico Transmutador do Karma Coletivo da Humanidade, estava estabelecido em conselhos anteriores à formação da Terra que, como entidade responsável pela implantação da futura AUM BAN DHAN, a Doutrina da Magia Divina dos Arashas, e como o Instrutor do Mundo, por ser um esséia e abarcando em seu espírito magnífico e esplendoroso toda a riqueza de sua devoção e extrema conexão com o ARASHA ORIXALÁ, o célebre e divino sábio essênio-esséia encarnaria primeiramente na antiga Atlântida, como Mestre do Templo do Sol, em Tiahuanaco, auxiliando Tamathaê, seu filho em Vênus, a ser precursor dos cultos e celebrações de toda esta suntuosa e excelsa doutrina de Aruanda.

Tamathaê, João Evangelista ou Francisco de Assis, por sua vez, sempre teve sua contraparte gêmea no Universo Transdimensional do Triângulo e da Cruz, seu irmão hoje conhecido como Ramatis. Ambos, de forma natural, naquela época, habitavam um mesmo corpo na Atlântida, em alternâncias de identidades, por centenas de anos, até que Ramatis, em sua personalidade atlante, por dever fazer seu trabalho de plataforma de sua próxima condução da direção espiritual magística do Planeta Terra, como dirigente especial alquímico da nação brasileira, cujo regaço integra hoje algumas partes distintas da Atlântida e Lemúria, deixou-o aos cuidados de Esu e rumou para Vênus, transladando-se em questão de segundos, de onde enviaria instruções dele mesmo e de toda a sua bagagem em Ciência Ancestral Integral e dos recursos logísticos da magia alquímica dos seres de Aruanda, a esta altura já presente há éons em nosso esteio dálvico (estrela d 'alva- Vênus), alicerçando seu irmão gêmeo em carne humana nos confrontos de exorbitantes afrontas entre os templos da luz e os templos dos magos negros da época, provindos de Capela e outras estâncias cósmicas enfermas.

Aquele, entretanto, que ainda seria em vosso milênio atual de vidas carnais o vosso novo Instrutor do Mundo, Jesus Cristo, percorreu os intrincados caminhos da Terra logo que solidificada, pós suas eras de implantação em fogo cósmico, antes mesmo que encarnasse na Atlântida, como um Esséia enviado por Deus, pois antes mesmo que tivesse que passar pelos cravos cruéis da sua sangria, deixou cravadas as suas 7 ponteiras cósmicas na Terra, os punhais divinos dos 7 ARASHAS de Aruanda, em forma de símbolos da Essânea, entrecruzamentos vibratórios em forma de ' X ', o mais alto mistério dos 7 Templos dos ARASHAS, hoje sendo desvelado e utilizado em larga escala pelos EXUS DE LEI da Umbanda Esotérica ou Iniciática, esses os verdadeiros esséias ancestrais que conduzem milhares de seres adestrados a lhes representarem em patamares vibratórios de diversas funções hierárquicas especialmente de defesa física, psíquica e espiritual dos seres terráqueos. Este episódio deslumbrante marca a chegada do espírito de ESU à Terra, marcando os territórios que comporiam os 7 chackras fundamentais da Terra, com a marca dos 7 Arashas ou Orixás Sagrados.

Dentre esses Chackras Sagrados, o seu centro, o seu sétimo entrecruzamento vibratório posiciona-se etérica, astral e geograficamente no aureolado Planalto Central do Brasil, nas Terras da Santa Cruz, Baratzil, já estabelecido sagradamente por decisão divina, por todas as eras da Terra, como o Olho de Hórus, o Olho de Cyclopea, o Olho de Deus na Terra, sob esta égide plasmadora do punhal central do ARASHA ESUXALÁ, ou seja ESU, na sua correspondência com ORIXALÁ, ou EXU DE LEI NA VIBRAÇÃO DE OXALÁ, na forma da Cruz, do Coração, do Disco Solar de 17 pontas e da Rosa Vermelha de Nadja de Ishtar, símbolos tombados definitivamente pela construção de Ramatis neste polo de imantações sagradas de Essânea, de Aruanda, da Grande Fraternidade Branca Universal e do Universo da Cruz e do Triângulo de Ramatis, tudo consubstanciado como esteios cósmicos sagrados na sua Metrópole do Grande Coração.

Para tanto, investiu ESU a sua essência ancestral esséica para agir nestes albores da respiração da Terra como planeta vivo que comportaria bilhões de seres decaídos em expurgo para seus retornos às fontes virginais de suas criações, acionado todos os seus poderes como Sagrado Esséia do Símbolo da Cruz, adaptando sua identificação tão pujante como o EXU DAS 7 ENCRUZILHADAS, ou das 7 CRUZES DE ESU, na Sagrada Corrente Astral da AUM BAN DHAN, a verdadeira ' FONTE DOS ARASHAS DE ARUANDA ', sua morada cósmica ancestral. Vênus, Aruanda, Ishtar, Essânea, Essênios, Esséias ou Exus Ancestrais, Cósmicos ou Coroados! Todos pólos e seres divinos em ação na Terra! São os ESSÉIAS os vossos guardiões de todos os ciclos da Terra, os portentosos magos brancos dirigentes da corrente das Falanges de vários graus dos verdadeiros, e somente os autênticos, EXUS da vossa Umbanda do Brasil, os guerreiros da luz que vieram com Jesus duelar com os inimigos das vossas vidas em paulatina Ascensão.

O motivo de seu nome "Exu das 7 Encruzilhadas" foi para Jesus, Yeshua, ESU, Exu, Esséia das 7 ARASHAS OU VIRTUDES DIVINAS CRUZADAS, expressar à Terra a realeza e ascendência das FORÇAS DO ESPÍRITO X FORÇAS DA MATÉRIA, para o ' Combate Energético Espiritual Planetário e Cósmico ' mais esplendoroso, possante, arrojado e decisivo quanto ao entrecruzamento oposto das 7 simbologias satânicas que pretendem derrubar a Terra à vibração de planeta dominado pelos Magos Negros da Polaridade Inversa do vosso próprio Universo. Agregando-se, ainda, a estes sagrados alicerces-ponteiras divinas de ESSUXALÁ, responsáveis pela equalização da frequência dos chackras da Terra, a vibração própria dos sacerdotes magos brancos da Atlântida de pele vermelha, também provindos de Aruanda, conjuminaram-se as forças do ARASHA OXOSSI, o Orixá da Vida, por dirigir cosmicamente todo o movimento de fluxo e refluxo do prana, do oxigênio, da fotossíntese de toda a vegetação da Terra e, por correlação vibratória, entrecruzado em eixos cósmicos ainda para vós desconhecidos com o Orixá ou ARASHA ESSU, adquire a exponencialização como o ARASHA DA SABEDORIA COSMOTELÚRICA, ou o regente divino da frutificação e multiplicação de bens e frutos materiais e de dons espirituais aos seres terráqueos.

Tamathaê, Francisco de Assis, ou Kuthumi, após todo o preparo de ESU como Exu Ancestral das 7 Encruzilhadas, após a sua vinda como precursor da AUM BAN DHAN na Atlântida que o fez relembrar-se da sua vida em Vênus como seu ulterior filho missionário, e mais tarde acompanhando Jesus Cristo ao Gólgota, que transmutou seu corpo fluídico na própria Cruz Essênia de Aruanda, aportou no Brasil em meio às luzes rubis de Nadja e às dezenas de raios dos Mestres de Luz representantes da Verdade, da Justiça e do Amor Divinos, ainda embalado pelos retumbantes hinos das trombetas dos anjos e amparado pela espada de Arcanjo Miguel, anunciou-se em mensagem falada aos já preparados novos instrumentos medianeiros dos povos de Aruanda, como o CABOCLO DAS 7 ENCRUZILHADAS, fundando a AUMBANDHAN no BRASIL, na frequência vibratória do ARASHA OXOSSI, como o Arauto de Aruanda ao lado de ESU.

Na burilação de seus equívocos espirituais pessoais ancestrais, Francisco de Assis desceu ao vosso planeta ao lado de Ramatis e de Esu para fundar na Terra, após todo a sua trajetória como esséia atuante na Atlântida como detentor de poderes de magia branca, e após seu apogeu como monge glorificado em penitência de abstinência afetiva, e posteriormente como Mestre Ascenso, as expressões de Luz Divina das tribos galácticas de Aruanda e de seus todos filhos em Vênus como escolha pessoal de seu ser ancestral para a conclusão de seu Missionato Galáctico próprio, paradigmas de evolução e ascensão de todos os seres criados. Como Kuthumi, deixa ele aos fiéis dos pensamentos ainda segmentados as suas lições de humildade e sabedoria, aguardando o tempo da Unificação Triunfal, que ora se aproxima de todos os entendimentos humanos.

A Doutrina da AUM BAN DHAN, em moldes de dogmas próprios, embora polêmicos, detêm, como FONTE de todas as capacidades divinas as virtudes do AMOR, da SABEDORIA, da JUSTIÇA, da VERDADE, da BELEZA, da PUREZA, da VONTADE, da HUMILDADE, da FORTALEZA, da COMPREENSÃO, da FORÇA e PODER DECISÓRIO de seus ARASHAS, bem como os poderes da fluência, da coesão, da irradiação e da expansão da matéria e dos éteres cósmicos e telúricos, como recursos dispersivos de toda a torrente de mal que a humanidade vem suportando desde suas mais imemoriais idades, mas especialmente agora, pela derradeira fase cíclica da virada planetária, quando as insalubres forças da magia negra escancaram-se de forma aturdidora e venenosa.

Emprestou dos dicionários divinos esta Sagrada Corrente Ancestral da Verdade, como sábia disposição da Vontade Divina em semear a Terra de todas as sementes- fontes supremas de seu Amor e Compaixão pela humanidade, os nomes de todos os seres que se manifestam nos núcleos humanos espiritualistas, de ações dos povos anscestrais de Aruanda, para que fossem mais acessíveis a todas as classes de homens as prodigiosas capacidades de Deus através de seus Orixás, virtudes d'ELE mesmo, por ser o sofrimento humano incalculável, por estes deuses ancestrais deterem poderes de resolvê-los ou amenizá-los e por nem todos disporem de oportunidades de acesso aos mananciais de culturas espirituais outras instituídas por elites de vosso mundo, sem que estejam com toda a Verdade e sem que sejam as priorizadas por nós ou que sejam melhores do que outras.

Ao lado de milhares de anjos e mestres trabalham na Terra e pela Terra os seres enviados pelos ARASHAS, os Esséias, os Erês, os Pais velhos e Caciques da Umbanda, dentre outras magistrais equipes de trabalhadores da luz, em plano espiritual nesta doutrina ancestral e preciosa, rica e estuante, laboram em vosso plano terrestre, especialmente no país de sua fundação, o Baratzil, terra das estrelas do Cruzeiro Divino ou Terra da Santa Cruz, o símbolo de ESU.

Mestre Zerah, como eu vos contava, tendo levado este que vos fala e milhares de seres de Vênus àqueles templos de Aruanda, há bilhões de éons, após transpostos, em segundos, diversos exuberantes túneis dimensionais, para além de todas as galáxias de estrelas inimagináveis por vossos parâmetros, culminou seu intento amoroso de nos fazer conhecer a história de ESU em Essânea-Aruanda, antes de sua vinda a Vênus, com a sua aquiescência de que moldássemos junto a todas as Confrarias dos Espíritos Ancestrais da Terra, como a Falange das Santas Almas do Cruzeiro Divino, as bases das 7 LINHAS da AUMBANDHAN no Brasil, pois que, tendo-a conhecido há bilhões de anos-luz, então, como as 7 vibrações divinas de espectro ultra frequencial das virtudes mais eloquentes de Deus, restava a este que vos fala, tendo aprendido, ao lado de Esu, Nadja, Kuthumi e Ramatis, as leis divinas dos ARASHAS, trazer à Terra, além de todo o amor que partiu do coração deste vosso intercessor, maiores condições de auxílio aos seres humanos, para enfrentarem o degládio insano com os seres trevosos destas dimensões estreitas de vida espiritual, mesmo enquanto dita Saint Germain todas as demais frequências de luz à disposição dos seres eternos, pois tudo jorra, como mecanismos vários de iluminação das consciências e alimento espiritual aos padrões mentais diversificados das crenças humanas, da mesma Fonte Incomensurável de Bênçãos do Pai Criador.

Aquelas 7 CHAVES dos 7 TEMPLOS que nos foram outorgadas para adentrar e conhecer, os reinos de ARUANDA, fizeram e fazem, até os dias de vosso hoje, todos nós, os 144 KUMARAS, nos CURVARMOS em REVERÊNCIA A ESU, A NADJA E A TODAS ESSAS TRIBOS DE ARUANDA QUE DISPÕEM DO ARSENAL DE SIMBOLOGIA CÓSMICA UNIVERSAL ANTES MESMO QUE NÓS, OS KUMARAS, TIVÉSSEMOS NOS ACERCADO DE NOSSO PADRÃO FREQUENCIAL DE SERES ENCARREGADOS DO RESGATE DA TERRA HÁ BILHÕES DE ANOS ATRÁS!

E ASSIM É!!!

Que a UNIDADE seja agora a "INSTAURAÇÃO DA VERDADE INTEGRAL" sobre a Terra!

Os homens da Terra, convivendo com luzes e trevas, devem abandonar os seus preconceitos e os atavismos obstrutivos da racionalidade espiritual de terceira dimensão e compreenderem que, afora todas as mistificações que rondam o terreno deste movimento de magia ancestral do "Povo de Aruanda na Terra", como aquelas que também há nos meios conhecidos como os dos "Mestres Ascensos", a não-discriminação e o trabalho conjunto devem ser as charruas que elevem a Terra à sua nova destinação de planeta regenerado, até que a sua alvorada dourada inicie a emitir definitivamente os seus raios de iluminação de todas as almas decaídas nos universos da matéria.

Embora a estranheza que advirá a milhares de seres humanos espiritualistas, o Povo de Aruanda e os ARASHAS, com seus Pais Velhos, Erês e Caciques, como todos os seres da Essânea e seus ESSÉIAS- EXUS, os Kumaras ou anciãos, os mestres do Espiritismo e os vossos idolatrados Mestres de Vênus ou Mestres Ascensos, compomos, "JUNTOS", uma mesma "Egrégora" daquilo que chamais de Governo Oculto do Mundo, ou a " GRANDE FRATERNIDADE BRANCA UNIVERSAL ".

"CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ!!!"

SOMOS TODOS UM!!!

SANAT KUMARA
Mensagem ditada a Rosane Amantéa em 05 de outubro de 2010.

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domingo, 12 de dezembro de 2010

É Hora de Atenção!

Uma vez mais os Mestres Ascensos -Vigilantes da Terra - nesses momentos decisivos na vida planetária, em que as transformações e mudanças radicais devam em pouco acontecer, vêm nos alertar sobre coisas aparentemente pequenas, mas que de fato não o são. Fazem-no para acuramentos de nossas personalidades, com o intuito de não somente sermos elos dignificados e produtivos nessa corrente eclética mundial, mas, principalmente, para nossa própria segurança e isenção de riscos comprometedores. A sonolência na observância dos princípios mais elementares das disciplinas de nosso eu-personalidade, não deve nunca ser depreciada, pois nos conduz, invariavelmente, para decepções, dificuldades e obstáculos.

Se representamos em nosso lar familiar os pilares sobre os quais repousam os ensinamentos e as energias poderosas de nossos mentores espirituais, necessitamos realmente ser os pilares. O irmão ou a irmã já deve ter observado no cotidiano, que quando nos descuidamos de nossas disciplinas e somos atacados em nossos campos áuricos, mesmo sutilmente, desorganizam-se os bons relacionamentos entre membros da família, problemas surgem de repente e até doenças vêm nos atrapalhar. E enquanto não colocamos nossos pensamentos e desejos em ordem e não convergimos nossas melhores energias para nosso Cristo Interno, as coisas não voltam à normalidade.

Em âmbito muito maior, quer nacional ou planetário, representamos também esses elos ou unidades aos quais, nesse momento, os Mestres, Guias e Protetores da humanidade abraçam e contam, não desejando que sejam alijados da corrente por incompetência ou por permitir que abram as portas para os indesejáveis visitantes, deixando-os instalar-se. Exortam-nos a que matemos as ilusões de nosso Maia pessoal que nos leva em seus oníricos tentáculos a julgarmo-nos os eleitos e já escolhidos, simplesmente por que somos boas pessoas, corretas e trabalhadoras, e, portanto, nada nos afetará, pois os Mestres e Missionários resolverão tudo. Isso já foi dito algumas vezes através de Rosane Amantéa em suas formidáveis comunicações, mas precisamos realmente decorar essa lição ao inverso por que também somos missionários em qualquer dos escalões em que nos situemos, segundo nosso momento evolucionado, e responsáveis por muitas coisas que nos rodeiam. E essas coisas somadas se produtivas serão em benefício do todo, mas sendo improdutivas serão subtrações a formar hiatos que necessitarão dos esforços de outros servidores para novamente voltarem a ser parcelas positivas.

Desculpe-me o irmão ou irmã que lerá esse preâmbulo da mensagen conjunta de Ashtar Sheran e Ramatís – desnecessário até, porque melhor do que ninguém eles sabem dizê-lo – porém, embora fale a você, digo-o, mais do que a outrem, para mim mesmo na expectativa de avocar sempre minhas forças internas astrais e mentais a permanecerem acordadas, atuantes e fora da hipnótica sonolência e irresponsável digressão a que os agentes das trevas induzem. Ao mesmo tempo, desejaria jamais esquecer-me de estar sempre atuante naquele mínimo que sei fazer em benefício da Terra e de nossa humanidade. E sem preguiças. Vamos então ao texto:
Rayom Ra


É Hora de Atenção!

"Desejamos paz a todos os terráqueos em todos os pontos da Terra! No entanto, terão que ficar atentos para que isso possa acontecer nesse período de intensas transmutações da contraparte etérica do planeta Terra.

É tempo de conscientização paulatina, mas plena e constante!
Como dissemos anteriormente, estamos seguindo um planejamento superior de desinfecção astral e desinstalação de camadas densas da estratosfera planetária, com programação estipulada até meados de dezembro.

Iremos nos estender um pouco mais do tempo previsto, até atingirmos um ponto frequencial de ondas eletromagnéticas que seja diferencial de segurança vibracional humana. Não cessarão, entretanto, os nossos movimentos saneadores. Temos cumprido apenas a ordem da vez quanto à recuperação de vazios já saneados, recompondo o ambiente 'telúrico-astral' das regiões internas da Terra.

Ainda muito haverá que ser feito quanto à expulsão gradativa dos milhares de seres inferiores dos antros escuros deste orbe, quando permanecem em trabalho operoso muitos enviados divinos que realizam a triagem para as várias opções de emigração planetária. Os seres terráqueos vivem momentos de 'impressões' variadas sobre esse período vigente, com deturpações teóricas sobre os fatos verídicos que estão ocorrendo.

Os muitos espiritualistas esotéricos deslumbrados, os magistas leigos e os ocultistas novatos, todos menos experientes, não concebem de forma sensata e correspondente em seus raciocínios ao que está evidente para nós: - a grande agitação nas camadas umbralinas e movimentos de extrema revolta que a os atinge na superfície de formas imprevisíveis. A despeito de considerarem que o espírito deve se voltar para suas novas fases de aproximação gradual de suas realidades extrafísicas de liberdades do ser, o que realmente é benéfico, não compreendem, porém, que a 'razão' é o melhor antídoto contra o aprisionamento dos seres aos padrões antigos de vida física e emocional e aos comportamentos e pontos de vista já obsoletos.

A seriedade da hora, por outro lado, parece 'empolgar os imaturos' para um espetáculo de disputas de informações.

Efusões e ativações energéticas que tem sido alardeadas, sem um preparo psicobioelétrico humano correspondente, como os que são por parte de pessoas abalizadas em sistemas cósmicos de irradiação frequencial e autorizadas pelos seres cósmicos responsáveis, pode lhes acarretar distúrbios psicossomáticos variados e invasão mental e espiritual de agentes externos. Há exacerbação de ânimos quanto a essas pretensas vitalizações energéticas em determinadas datas deste período terreno e ocorrência de milhares de casos de cooptação espiritual e mental através do mecanismo de controle remoto espiritual dos 'sombrios’, principalmente sobre as mentes de alguns canais humanos que não tem a preocupação ou o conhecimento quanto à propagação de suas mensagens mistificadas.

Há que saber-se discernir quanto ao diferencial entre 'entusiamo fantasioso' e a vigilância vibratória mental e moral necessária que as circunstâncias de travessia dimensional 'exigem' neste momentum do planeta. Algumas criaturas se nos assemelham a principiantes infantis na área da espiritualidade e da nossa ciência intergaláctica. Há que amadurecerem e se conscientizarem sobre à singularidade desse ciclo milenar pelo qual o planeta atravessa e se tornarem mais responsáveis quanto à importância de serem portavozes das verdades que os planos superiores desejam transmitir à Terra.

Há os que se iludem quanto a serem privilegiados para transmutações alquímicas nos organismos humanos, enquanto muitos mestres e seres divinos celestialmente designados a esta função, dos reinos arcangélicos, muitas vezes nem mesmo conhecem alguns canais que dizem acessá-los e receberem suas benesses. A atribuição de se realizarem modificações celulares e também a de se conduzirem processos de efusões cósmicas é de alcance impossível para seres humanos, os quais apenas podem ser sustentadores dessas ações de comando extrafísico, se forem seres realmente conectados a essa função no âmbito planetário.

Por outro lado, os que apenas aceitam quaisquer noticias dos planos cósmicos, sem a análise de sua procedência e da sua logicidade, interagem com a desenfreada articulação dos sombrios para distraí-los quanto ao que verdadeiramente acontece, quando deveria, toda a humanidade ou especialmente a comunidade espiritualista do planeta, estar em 'plantão de ronda' sobre seus comportamentos e ações diárias e sobre os riscos da 'alienação' quanto ao conhecimento real do Plano Divino sobre a Terra Intensas modificações na contraparte etérica geológica da Terra já prenunciam e fazem acontecer muitos dissabores de várias coletividades nas cidades terrenas.
Arcanjo Miguel e Kryon agem de forma totalmente articulada ao planejamento divino, estando ambos e muitos outros seres de luz bem distanciados da intenção de se atrelarem a movimentos fanatizados e sem adequação à seriedade deste período de alicerçamento de camadas estratosféricas que estão sendo adaptadas ao novo padrão frequencial do planeta, pelos especialistas em engenharia fluídica sideral.

A despeito de toda a amorosidade e esperança a que sempre incentivamos os seres da Terra a nutrirem em seus seres despertos, a ingenuidade e a superficialidade com que muitos realizam seus modos de pensar sobre os eventos reais atuais chega a 'nos assombrar'.

Houve informação compatível por nossa parte através de canais mais coerentes com a realidade espiritual deste ciclo da Terra de que estamos exercendo funções restauradoras em vosso plano físico e que vossos comportamentos deveriam estar fundamentados quanto ao minucioso cuidado com vossas características morais, vossos hábitos e atitudes, eximindo-vos de movimentos antifraternos e modalidades excêntricas de conexões mediúnicas que se desviem do objetivo de vigilância acendrada que o período conclama, além do cuidado com o esquadrinhamento de vossas emoções e sensações, propósitos de vida, características pessoais e hábitos repetidos de forma invigilante e negligente.

 ( Ver mensagem: “ ESQUADRINHEM-SE!” no arquivo de blog)

O preparo da nova atmosfera terrestre, através da super potencialização de frotas estelares intergalácticas, abastecidas com recursos cósmicos desconhecidos de vós e de energias extraplanetárias ultrasutis, com a finalidade de dissolução das plataformas subcrostais que albergam os trevosos, ainda acontece de forma ininterrupta e de extensas proporções e com a ciência de nossos orbes de origem que são de extrema complexidade.

Ser responsável pelo comando de frotas que anestesiam dragões imensos e outros milhares deles menores, que costumam estar às vossas costas, para serem capturados pelos esséias e Pais Velhos, que passam, então, a desalgemar centenas de criaturas escravizadas por eles, em plano astral, a fim de que esses não venham a infortunar vossas vidas, é um procedimento de grande envergadura que hoje nos compete explicar brevemente, sem que com isso estejamos vos desestimulando à conquista da paz que tanto almejam.

Conscientizar a humanidade é um objetivo deste tempo e estamos todos unidos neste propósito, pois ninguém partirá sem o discernimento quanto ao que está enfrentando, de forma derradeira, no entanto. Alguns confundem a 'realidade' da vida espiritual paralela de toda a humanidade, que deve ser conjecturada com fins de maior aprimoramento individual e coletivo, com 'informações de caráter negativo', infelicitando-nos com a sua falta de bom senso e coerência quanto ao que realmente é negativo.

'Trazer consciência sobre os atos dos seres trevosos não é conspiração deles para convosco. É providência de nossa parte para a oportunidade de vossa defesa psíquica.'
Jamais a 'desinformação', a 'mistificação', a propagação de lendas cosmoinfantis' e a alienação' serão os trunfos de verdadeiros seres cósmicos e espirituais iluminados e tutores de vossa mentalidade ainda engatinhando na verdade.

A exaltação de milhares de espiritualistas modernos para o culto ao devocionismo fanatizado e à visualização desmesuradamente otimista quanto a um futuro próximo equivocado acarreta preocupações ainda dos mestres e seres de várias hierarquias cósmicas, que tentam fazer réplica às mensagens que tem tido a intenção de 'fascinação' mental com suas autênticas 'falas' que promovem a expansão do amor e da consciência mais alicerçada na prudência e na inteligência espiritual. Este ciclo da Terra não pode virar festividade deslumbrada como as de vossa vida física.

O tempo de comemorações crísticas suaviza a psicosfera terrestre e a vibração dos 'homens de bem', mas faz intensificar nossas providências quanto aos que não são esses homens de bem e que farão muito mal a vós neste período se não houver o empenho da guarda a vós dos batalhões espirituais da 'ronda planetária' em ação, enquanto as mentes distraídas se devotam ao consumismo e ao esquecimento das prioridades espirituais e morais que o grande Mestre da Terra almejou promover ao escolher visitar o planeta em veículo humano visível a vós.
Atenção maior em todos os quadrantes! Fazemos a nossa parte!

Conscientizem-se de que são falíveis e que podem se equivocar e estarem obedecendo a comandos inferiores que se infiltram sutilmente em vosso arquivo de concepções metafísicas! Instruir-vos nos ajuda e convocamos a todos para o maior crivo das informações deste final de era terráquea.
Que o Natal da Terra seja de mais amor e de mais humildade!

Com votos de alegria e verdadeira paz nestes tempos em que se lembra Sananda na Terra, despeço-me pedindo mais cuidado e ATENÇÃO ao que verdadeiramente vem 'do plano divino'”.

ASHTAR SHERAN em parceria com RAMATIS.
Mensagem transmitida telepaticamente a Rosane Amantéa em 10 de dezembro de 2010.

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sinais dos Tempos - Parte I

“Sinais dos tempos”, idéia cunhada a partir dos evangelhos dos apóstolos de Jesus, pretende significar, sob um manto de revelações, que grandes tribulações advirão para a humanidade com o consequente julgamento de cada ser humano vivente na Terra, segundo suas obras. Os sinais prenunciados por Jesus Cristo, reafirmados e ultra dimensionados por João Evangelista em seu exílio na Ilha de Patmos, mandado pelo imperador Diocleciano, numa linguagem quase toda enigmática e profundamente alegórica, serão os precursores e ao mesmo tempo os já extraordinários acontecimentos sequenciados, que deixarão atônitos a todos os habitantes do planeta. E depois de tudo, o mal que por tantos milênios atormenta as nações deixará a Terra.

“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. “Nunca mais haverá qualquer maldição...” “Então já não haverá noite, nem precisarão eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles. E reinarão pelos séculos e séculos”. Apoc. 21-8 e 22-3,5.

O calendário para a contagem do Fim dos Tempos e a data de um esperado julgamento que antecederá ou sucederá aos eventos, detem, igualmente, algumas divergências. Em Mateus 24-6.7.8 é dito com relação às dores e tribulações:

“E certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerras: vede não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim”. “Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome e terremotos em vários lugares”. “Porém, tudo isto é o princípio das dores”.

Para religiosos, as referências contidas nas parábolas de Jesus não são elusivas ou meramente simbólicas, como charadas para leitores assíduos ou pesquisadores de livros sagrados. São, verdadeiramente, profecias contendo revelações importantes e transcendentais do final de uma era de aproximadamente 2000 anos, em que se cumprirá o primeiro mandato de Jesus Cristo, chamado pelas religiões cristãs e movimentos religiosos afins, de o Filho de Deus. Feitas análises para o entendimento das passagens anotadas nos evangelhos sobre os sinais dos tempos, vê-se claramente o indicativo de que ao final do período em que Jesus reina sobre a Terra, acontecimentos os mais terríveis tanto geológicos quanto de doenças, fome, sede; de conflitos, guerras e misérias, açularão a vida em todos os lugares e mudarão a crosta do planeta. Esses convulsivos acontecimentos afligirão a todos os povos que finalmente reconhecerão a veracidade das palavras de Cristo e o valor de suas profecias.

As interpretações de todas as situações apresentadas por Jesus são sempre motivos de grandes discussões entre pesquisadores, evangélicos e céticos. A par dessas infindáveis discussões e visões pessoais de milhares de autores, em muitos trechos das narrativas dos quatro evangelistas há claros dispositivos para fáceis interpretações, principalmente quando tratam de instruir a pôr em prática a fé e ao seguir os passos do enviado da Galiléia. Mostram-se, portanto, ensinamentos isolados e simples para o entendimento de religiosos, mas com frequência também as palavras se alternam com enigmáticas e simbólicas parábolas, porque nelas se embutem metáforas alusivas a níveis mais profundos das experiências espirituais ligadas às tradições milenares. Vejamos alguns outros exemplos onde as palavras de Jesus deixam claras mensagens proféticas:

“Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais”. “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, e ninguém seria salvo; mas por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados”. “Então se alguém vos disser: Ei-lo ali! Não acrediteis”. “Porque surgirão falsos Cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios, para enganar se possível, os próprios eleitos”. Mateus, 24-21.22.23.24.

“Dize-nos quando sucederão estas coisas, e que sinais haverá quando todas elas estiverem para cumprir-se”. “Então Jesus passou a dizer-lhes: vede que ninguém vos engane”. “Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu, e enganarão a muitos”. “Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis: é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.” Marcos, 13-4.5.6.7

“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas: sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas”. “Haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados”. “Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória”. “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei as vossas cabeças; porque a redenção se aproxima”. Lucas 21-25.26.27.28

Na verdade, há pouco mais de meio século acontecimentos incomuns vêm se precipitando sobre a Terra. Hoje, ao final de 2010, a humanidade sente transformações muito mais intensas, tanto na atmosfera e clima do planeta quanto nas relações entre os povos. As mensagens da ciência, as transformações das sociedades e tudo mais que cerca e envolve as atividades das nações e interessam a uma mídia construída de um macro poder econômico da mais inabalável infra-estrutura mundial, viram notícias. Caso contrário, notícias são proibidas, suprimidas, minimizadas ou perdem visibilidade, sendo unicamente tratadas por organismos menores tanto quanto possível independentes, porém sem as retumbantes respostas de quando submetidas ao processo da globalização.

E se por um lado, a ciência encurta o tempo dos traslados através dos meios de transportes mais rápidos, e ajuda nas intercomunicações muitas vezes instantâneas entre distantes regiões da Terra, e homens e mulheres realizam numerosos intercâmbios das culturas mundiais, por outro lado essa apresentação ao vivo dos povos vem trazer grandes desafios aos sociólogos. Pois enormes abismos se abrem pelas diversidades de elementos e premissas sócio-religiosas emergentes das diferentes nações. E Isto somente vem indicar que a distância física entre os povos encurta num sentido figurativo de tempo, mas as pontes mentais num sentido subjetivo de egos precisarão ser incansavelmente reconstruídas para a edificação de uma nova mentalidade universal sem distanciamentos de nenhuma ordem e sob novas energias.

E se neste momento a economia mundial globaliza, segundo assim entendem muitos especialistas, em contrapartida os grupos poderosos que dominam sobre os meios pelos quais as necessidades básicas convergem, põem de joelhos mais de meio mundo; os interesses tornam-se cada vez mais absurdos, a natureza se depaupera por todas as vias onde o homem interfere e as guerras eclodem conforme predissera o grande mentor nazareno. Efetivamente não serão por esses veículos nem com esses miliardários condomínios particulares, sob um imperialismo sem precedentes, que as nações se unirão em futuro.

Vivemos, sem a menor dúvida, debaixo dos sinais dos tempos. Muitos falsos profetas têm aparecido para alardear grandes acontecimentos jamais confirmados. Anunciadores da ciência vêm surgir em constantes volúpias a fim de também apresentar suas descobertas laboratoriais que trarão novos elementos ao enigma da vida, mas invariavelmente acabam mesmo por provocar infindáveis discussões que pouco ou nada acrescentam ao senso comum.

Muitos acreditam que o mundo logo acabará; esperavam esse final na virada do milênio, mas tal não se verificou. A grande comunidade cética mundial, capitaneada pelos cientistas e pesquisadores ateus, acompanhada de perto pelos teóricos e entusiastas de uma revolução mecânica na vida planetária, delira quando os acontecimentos preconizados não se aproximam das margens apregoadas. Apegam-se demasiado à exatidão de datas, ao calendário gregoriano, sob cuja contagem os fatos não vêm se consumando com a precisão que conhecidos profetas pretensamente os teriam expostos, como Michel de Nostradamus. Tendo em mente um gatilho disparador de críticas e regozijos, se esquecem de observar ou fingem não ver o mundo a se transformar acima e abaixo, sem que a ciência consiga deter ou dominar os efeitos dos fenômenos naturais mais nítidos e tangíveis. Correntes do ceticismo científico, não tão céticas quanto possam parecer, e não tão menos culpadas de certos acontecimentos como veremos mais adiante, então buscam explicar através de seus manuais técnicos de terminologias empoladas porque tais coisas se verificam ou não, e fazem profecias baseadas somente na ciência, e se propõem a novos estudos e experiências. Não obstante, em regra geral, nada concluem de aproveitável, pretendendo redefinir sempre suas metodologias, dissimulando mensagens e se afastando cada vez mais das origens dos fluxos permeantes das desordens na natureza.

A ciência é simplesmente necessária e espontânea. Através de mentes poderosas ganhou conotações humanas e pragmáticas, mas caminha com tudo o que Deus criou segundo os tempos. A ciência é, portanto, de Deus para seus universos; os homens não a inventaram, somente a vem descobrindo e dela se aproveitam. O que são desnecessárias são as explicações céticas dos que imantam a ciência com um espesso véu de materialidade, desejando fazer crer que ela somente existe porque homens a inventaram. Incorporam um organismo pensante nas metodologias laboratoriais como um cérebro biológico programado e fazem da ciência um amontoado de proposições e axiomas ateus, fugindo assim de seu principal objetivo que é a união do homem com seu Criador pelo conhecimento e inteligente descoberta. (...) [ 
[ Os textos do Arca de Ouro, de autoria de Rayom Ra, podem ser reproduzidos parcial ou totalmente, desde que citada a origem ]

Sinais dos Tempos - Parte II

São muitas as mensagens que nos chegam através de guias da humanidade, nos seus papéis de transmissores dos alertas e cuidados ao término de um ciclo e início de uma nova era. Religiosos e pesquisadores das ciências ocultas se acostumaram com as profecias acerca do Juízo Final. Os evangelhos tornaram-se a principal referência sobre tais profecias e a par do que Jesus ditou, outros videntes, com o correr dos séculos, viriam confirmar as revelações ainda que sob véus. Nos dias de hoje, no entanto, não mais existe a necessidade de velar os acontecimentos, pois não há dúvida alguma para muitos milhões de que as predições do passado se cumprem no presente e fatos inesperados vão surgindo e se integrando nos cenários do planeta. As mensagens são diretas, em linguagem moderna ao que objetivam, sem quaisquer teores simbológicos.

Os veículos de comunicação são os mesmos para todos os povos e nações; portanto, não há como tratar o assunto à sombra dos segregacionismos de grupos ortodoxos esotéricos, segmentos religiosos dogmáticos e outros: o fórum é universal apesar de as forças malignas, nas suas diversas facções, tentarem impedir que as verdades venham à tona. Os intensos esforços dos obreiros são no sentido de que todos na face da Terra tenham acessos às mensagens e decidam por suas próprias consciências de que lado permanecerão. Na verdade, como dissemos na primeira parte desse trabalho, já está feita a separação entre aqueles que irão vivenciar uma nova era no planeta e os que daqui partirão, embora haja ainda um percentual menor de indecisos para mudar de lado se assim desejar.

A vinda de Cristo abriu os Portais à Era de Peixes que traria as energias para um trabalho de apuramento mundial e resultaria numa queima coletiva de carma e preparação para a chegada de pelo menos 1/3 da humanidade aos umbrais das iniciações. Em linha com esse planejamento sob os auspícios de Cristo, houve em todos os países seguidas situações em que obreiros nas diversas áreas das atividades humanas reencarnariam com o escopo principal de alavancar novos ideais e mudar pensamentos e sistemas estratificados. Os momentos de mudanças nunca são aleatórios, pois obedecem a uma cronologia adrede elaborada, relacionada às efemérides cósmicas de conjunções astrológicas propícias. Nada nesse teor acontece simplesmente por esforços individuais, uma vez que todas as ações para as finalidades colimadas são mantidas e supervisionadas pelos escalões da Hierarquia Planetária.

Como postos avançados da Hierarquia, no segundo milênio, os obreiros provocariam muitas outras e principais mudanças nas mentalidades das raças quer estimulando novas perspectivas ao pensamento - que em diversos casos redundariam em revoluções e guerras - quer puxando do fundo e expondo abertamente as diferentes linhas dos carmas humanos e suas misérias. Como resultado, grassaram sementes nos pensamentos dos oprimidos brotando em fortes ideais, e sob as vontades de líderes as estruturas seculares não cabíveis nem compatíveis com as perspectivas evolucionárias de um novo tempo, foram sendo removidas. O enfraquecimento do despotismo religioso, a Revolução Científica, O Renascimento, O Humanismo, A Revolução Americana com os ideais da democracia postos em práticas na América do Norte, A Revolução Francesa, A Revolução Industrial, o Espiritismo coordenado e codificado por Allan Kardec, uma sociologia aprofundada nos direitos das classes, criações de partidos populares e sindicatos, são alguns dos exemplos modernos acontecidos no segundo milênio pós Cristo, que trouxeram rumos e horizontes mais amplos e definitivos para a humanidade.

Desse modo, a necessidade de se ter leis justas para o livre exercício dos direitos humanos confrontou com as tradições de castas e elites poderosas, que tergiversavam de seus reais papéis e detiveram inadequadamente por séculos e milênios os governos de povos, obstruindo seus avanços, escravizando suas mãos de obras e obstando suas expressões criativas como almas. As revoluções e guerras tornaram-se inevitáveis pela intransigente estupidez dos homens em seus modos reacionários, como também – impossível evitar - pelos erros, ambições e desastradas diretrizes dos próprios reformadores. As consequências advindas dos movimentos armados e guerras serviriam para a queima mais rápida de grande parte dos carmas dos povos, pois cada etnia, raça ou nação inteira, respondia em seus coletivos pelos desatinos do passado contra o processo evolucionário. E embora cada segmento social inferior ou racial de grandes e menores nações tenha sofrido pela subjugação a poderosos reis e senhores – muitos cruéis - ou por escravidões, a evolução jamais cessou e novas perspectivas de um mundo diferente aos poucos se desenhariam, com oportunidades mais amplas a quase todas as raças. E isso, sem qualquer dúvida, viria novamente trazer à materialização as palavras de Cristo quando disse ao mundo numa linguagem objetiva para indivíduos e nações: “Não julgueis que vim trazer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada”, (MT. 10,34-36).

É ainda difícil para líderes e governantes compreender que nada de fato pertence ao homem, senão tudo a todos, por estarmos incursos num processo evolucionário que por diversos caminhos, etapa após etapa, ciclo após ciclo procura propulsionar sempre avanços à humanidade. As diferenças mentais entre povos e nações refletem, maiormente, os estágios do desenvolvimento das consciências segundo diversos fatores -- o principal deles o amadurecimento como almas. Retrocessos nas conquistas sociais acontecem justamente por visões conturbadas e negativas, eivadas de falsos e hipócritas sentimentos patrióticos e orgulhos raciais. São, na verdade, reminiscências dos tempos assoberbados pelo fausto e títulos de nobrezas, de um forte sentimento de superioridade ante os irmãos de raças e o desejo de restaurar para si e seus clãs as honrarias do passado. Porém, os objetivos determinados para a evolução dos povos transcendem aquele longo período caído ao desuso, superado e ultrapassado. Antes, houvera a necessidade de reis e imperadores, da existência de elites e castas separadas da grande onda das populações incultas, por que era preciso governar quem precisava ser governado, e tanto quanto possível sem a mescla de sangue com as classes sociais inferiores.

Hoje, embora a maioria da população mundial não tenha atingido todos os estágios adiantados que nossa evolução consegue alcançar, os sistemas de governos absolutistas com poderes ilimitados e com elites poderosas por descendências, não atenderiam mais a nova mentalidade que a Hierarquia Planetária vem semeando para todos os povos. Mesmo usufruindo do conforto da ciência e tecnologia moderna, há um sentimento de frustração em grandes contingentes populacionais onde os sistemas imperialistas e obsoletos continuam existir. As classes se acham completamente insatisfeitas, aspirando por novos sistemas de governos, por leis mais justas e equitativas e oportunidades iguais da livre expressão e trabalho.

É fato que grupos econômicos poderosos, praticamente imbatíveis nos seus projetos, estão sempre conspirando e obstruindo implantações de leis novas que favoreçam o bem comum contrariamente aos seus interesses particulares. Populações inteiras e grandes segmentos das sociedades ainda vivem em condições subhumanas, enquanto outros estão no mais absoluto conforto ou na riqueza. Apesar do carma das nações, fatores como esses de níveis tão profundos e dolorosos desafiam os planos da Hierarquia Planetária. As forças negativas atuando como nunca sobre os homens, favorecem os levianos, corruptos, ambiciosos, violentos e imorais, intensificando cada vez mais as dissensões, os escândalos, as grandes divisões sociais, as inversões de padrões, revoluções, guerras e roldões de seguidos distúrbios que são a realidade mundial presente, conduzida a uma definitiva linha divisória entre o bem e o mal, entre a consciência crística e a de satã.

Há uma longa história nos dois últimos milênios de milhões de almas vagantes de um para outro povo, lá se reencarnando. Grupos de servidores são chamados para guiar essas almas, acelerando, conforme já nos referimos, seus processos depurativos. Não fosse desse modo, a maioria alcançaria ou não o momento da consecução do Fim dos Tempos em condições de se elevar sobre seus próprios carmas, por que reincidem seguidamente nos mesmos vícios mentais. Noutras terras, sem os mesmos atavismos e histórias orgulhosas, disporão de melhores condições para o ajuste cármico.

Para muitos, principalmente céticos e homens da ciência material, isso não tem valor algum, soando-lhes como fábulas de esotéricos doidos, visto não existir provas concretas da existência de uma Hierarquia Oculta regendo e velando os destinos das nações. Negam-se sistemática e peremptoriamente a também aceitar o processo reencarnatório, que para eles não existe. Entretanto, questões emergem tanto para crentes como para céticos sobre a natureza do mal. Quais as finalidades e interesses dessas chamadas forças opositoras de todos os tempos, a agir e atravancar os avanços das sociedades e valores humanos mais legítimos?

Muitas são as confluências que levam o mundo a tremer e rachar diante de tantos acontecimentos. As forças negativas que se opõem aos valores morais e buscam afastar o homem de seus caminhos evolucionários, são exatamente as mesmas de antanho, recrudescidas hoje com os avanços científicos e tecnológicos. Não há manifestações cegas dominando os desejos humanos e arrastando homens e mulheres para o crime, aos vícios degradantes e a toda a sorte de desatinos. A ignorância e atrasos mentais de povos não são exatamente os veículos mais preponderantes para a ação mundial do mal neste momento, pois homens de pensamento esclarecido, autoridades governamentais, homens da ordem, políticos, intelectuais refinados e tantos possuidores de culturas suficientes para saberem discernir entre os opostos, se corrompem traindo seu sangue e seu povo amparados por leis capciosas ou quando chefes de nações cometem crimes, fazem guerras absurdas e exorbitam em tudo, muitas vezes se isentando de condenações. Há, portanto, nesses fatores de desvios, outras conotações; há forças poderosas que atuam onde as portas lhes estão franqueadas, independentes de conquistas intelectuais ou de níveis sociais. Tivemos exemplos bíblicos e históricos de civilizações que avançaram atingindo auges extraordinários para as épocas que depois decaíram pelos desregramentos morais de seus habitantes. Pareceram-nos, sempre, pelos relatos dos historiadores e professores escolares, que os retrocessos resultaram unicamente dos cérebros dos homens envolvidos. No entanto, esses caminhos da destruição, foram sempre semeados nas mentes das populações por hordas de inteligências malignas espiritualmente ocultas que sabiam muito bem o que queriam e no que tudo resultaria.

O mal é cósmico. As forças malignas coexistem em todo o universo, por que mal e bem são valores inerentes tanto nos universos inferiores sujeitos mais intensamente às polaridades positiva e negativa, quanto provindos diretamente de outro universo maior - mais acima do nosso - de onde suas forças originais se precipitam. Sabemos, pelas lições legadas por grandes mensageiros e Mestres, quais os caminhos para evitar o mal que de tempos em tempos, fortalecido, se espalha pela Terra para tentar mudar os rumos da humanidade. Mas não saberíamos, ainda hoje, verdadeiramente, como erradicá-lo de nós mesmos por nossa pessoal ação. Faltam-nos elementos, conhecimento verdadeiro das origens, meios e fim de tudo, daquilo que somos, o que seremos e do que nos rodeia e penetra. E enquanto ignorarmos a maior parte das causas internas seremos sempre, por muitas e incompreensíveis razões, vulneráveis, não nos enganemos. Humildade acima de tudo, vigilância permanente no “Orai e Vigiai!”, fé inteligente e evangelização, são as lições básicas que nos ensinam a manter o mal distanciado.

O apanágio de conquistas pessoais, por enquanto, pertence aos deuses, aos maiores que conseguiram galgar grandes postos na Hierarquia Planetária e estagiaram noutros planetas ou sistemas solares. Nossa civilização ainda é vacilante, nossas forças mentais não são imunes aos saltos imprevisíveis das polaridades quando excitadas pelas ações opostas. As vibrações astrais que nos seus laços arrastam personalidades são justamente o grande manancial de ações e reações díspares. Ligam bilhões instantaneamente numa corrente poderosa que imanta e prende, cegando e dominando temporariamente. Mente e razão, emoção e ação não se combinam em melhores níveis humanos para um equilíbrio adequado. Esses mesmos bilhões de almas na Terra ainda não alcançaram o amadurecimento necessário que os imunizariam dos ataques das forças negativas astrais-mentais em desejáveis proporções. (...)  [ Leia o restante em Rayom Ra (Rayom_Ra) on Scribd | Scribd onde o texto integral poderá ser acessado para leitura on line ou para downloads completos ]

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domingo, 7 de novembro de 2010

Porque Deus(não)Existe

Os ateístas blogueiros, via de regra, se dizem perseguidos pela sociedade quando declaram não acreditar em Deus. Afirmam sofrer discriminações e por isso, muitas vezes, deixam de declarar suas convicções. Particularmente, essa alegação para mim, além de me parecer orquestrada como tantas coisas na internet, soa-me como pedido de socorro à ciência materialista para que se criem novos, mais intensos e modernos mecanismos intercedentes em favor do ateísmo, contra o rolo compressor teista. Sempre tive colegas e amigos ateus, e nas conversas ou discussões em salas de aulas ou no bar da esquina, jamais vi ou senti qualquer discriminação a eles.

É óbvio notar-se na cultura ocidental que a crença radical em Deus não existe para milhões, que, embora se digam teístas, usam Deus unicamente como um subterfúgio, mero apoio ou produto de cultura atávica. Pois seus vícios, atos, atitudes e demonstrações públicas constrangem e afrontam costumes, contrariando as crenças e credos baseados naquilo que Deus desejaria para a humanidade. Para crentes seguidores, Deus é Alguém sumamente pedagógico e não obedecê-Lo é incorrer em erros e pecados. Mas sob esse ângulo já entraríamos nos sistemas doutrinários e cada sistema interpreta Deus e Seus ditames de diferentes maneiras.

E é aqui onde os ateus vêm divergir solenemente, respaldar-se e se armar com elementos anti-religiosos e até deístas, por verem nas múltiplas crenças meras imaginações sem qualquer logismo ou racionalismo. A velha fraqueza humana debaixo de panos monoteístas subvertida pelo politeísmo milagroso. Bem, bem – nesse caso quando o ateu é instruído, não fanático aos seus próprios argumentos, e não raciocina com o dedão do pé, ou seja, não ignora completamente os veios das principais religiões em seus embriões e nascedouros ários, sedimentados por incontáveis eras nos tesouros védicos - e tendo já o ateu se dado ao enfado de estudar a fé, mesmo ao seu próprio modo que seja, bem como às conceituações filosóficas de pelo menos uma religião, talvez deixe entrever um amargor cético - suave e imperceptível resquício de tolerância. Mais do que isto é querer demais de um ateu convicto em suas pessoais visões. E nem estamos falando de um sistema monista, puxado para o esotérico, pois ao ateu que destaca de prima e categoricamente o sentido sumamente negativista do teísmo, nada daquilo também favorece e tudo lhe vem parecer uma parafernália de crenças sem pé nem cabeça.

 Deus não existe – tudo bem, não existe, e o budismo não invoca Deus. As bases do budismo prescindem de um deus para conduzir o homem a uma realização total e completa. Buda teria ensinado que a iluminação pessoal está ao alcance de qualquer um sem precisar de Deus. Os céticos adoram invocar esta parte do budismo, que eles mesmos detestam, para atazanar crentes e citar mais uma incoerência e contradição entre as religiões.

É preciso ver, contudo, que ao invés de propor uma religião, Buda trouxe um sistema filosófico cujos princípios ele mesmo construiu. Os seguidores da filosofia budista, em diversos segmentos, ao se abastecer de suas verdades, viriam mais tarde ampliá-las para práticas sacerdotais certas e erradas. Porém, a forma popular do budismo filosófico, como religião, edificou-se sobre uma miscelânea em que se misturam regras de meditação, o misticismo e o exoterismo orientais.

Precisamos sempre enfatizar que Buda era politeísta, uma vez que em suas pregações ele falara da existência de deuses criadores. E a pergunta que emerge: - Buda teria mesmo ignorado, ou então se negado a aceitar um deus único, contrariamente ao que proclamaram Akhenaton e Moisés em seus respectivos tempos e lugares? Ou nenhuma das alternativas anteriores? Nunca li algures e nunca soube de tais hipotéticas afirmações do Zakiamuni. No entanto, no início de sua caminhada interna, antes de consumar a iluminação, Buda teria seguido algumas regras de purificação, posturas mentais e religiosidade dos brâmanes que cultuam uma trindade maior e divina com Brahma-Vishnu-Shiva. As quatro nobres verdades e os oito nobres caminhos que Buda formalizou se constituíam, adredemente, num conjunto natural de experiências pessoais descoberto pouco a pouco, embora subjetivamente, pelos buscadores mais argutos. Porém, Buda, ao atingir o Nirvana através da meditação, por visões superiores ao humano nos níveis mais profundos da mente, os qualificaria e os adequaria a fim de serem entendidos ou seguidos objetivamente por qualquer pessoa para determinados fins – daí virem fazer parte da religião que se organizaria após a partida do iluminado.

Falemos um pouco de tempos recentes. O ateísmo encontrou guarida definitiva nos trabalhos de Darwin sobre a evolução das espécies. Os biólogos, antropólogos, paleontólogos, pesquisadores ateístas e céticos em geral têm ultimamente buscado provar - ou pelo menos se referem ao fato - que o homem evoluiu de um ancestral comum. Mas onde se encontra esse ancestral que sequer guarda provas de possuir uma linhagem genética definida, existindo senão em imaginativos esboços de pranchetas? Assim, depois de tantas idas e vindas e ziguezagues, o majestoso processo evolucionista tão zelosamente cuidado por cientistas, professores e renomados pesquisadores, acabou por se tornar num edifício movediço permeado por uma cortina de fumaça, pois desde que Darwin engendrou o processo já foram desconstruídas diversas teorias vigentes, substituídas umas pelas outras que, não obstante, recuam cada vez mais no tempo sem sair do lugar.

Os métodos científicos jamais conseguiram reunir provas concretas e satisfatórias de que o homem moderno é o resultado de alguma espécie evolucionada. Seria de um antropóide, um hominídeo, um orangotango ou do misterioso e desconhecido ancestral comum? A própria pesquisa de Charles Darwin que ele denominou de Teoria da Evolução das Espécies nunca teve o epíteto mudado, e tal como as teorias sobre o surgimento do homem moderno, as demais espécies carecem igualmente de verdades comprobatórias quanto às suas reais origens e evoluções, segundo a ciência, claro. Transformações de caracteres principais ou evolução de uma espécie para outra? Teorias, meras teorias em palavras técnicas rebuscadas e fórmulas herméticas apoiadas nos excêntricos exercícios da imaginação: brumas do pensamento científico-ateísta que entrou por anacrônicos labirintos e não encontra a saída! Para a ciência isso é um tijolo quente nas mãos de sábios, uma vez que a falta de provas materiais e definitivas descredencia a montagem teórica.

Vejamos só o que fazem esses pesquisadores para ganhar fama e provar que o homem é um produto 100% evolucionário do reino animal:

“Foi assim que Eugene Dubois montara o Pithecantropus Erectus – O Homem de Java – utilizando-se de uma calota macacóide, um fêmur humano, dois dentes de macacos, complementando bizarramente o resto com massa.

“O próprio Eugene Dubois concluiria numa fase posterior de sua vida que a calota craniana de seu amado Pithecanthropus, pertencia a um grande Gibão, um símeo que os evolucionistas não consideram esteja tão intimamente relacionado aos humanos.” (A História Secreta da Raça Humana – Michael A. Cremo e Richard I. Thompson”.

O Homem de Pitdown teria uma parceria perfeita entre o pesquisador Charles Dawson e um padre jesuíta Pierre Teilhard de Chardin, que juntos construiriam o Homem de Pitdown, sendo facilmente comprovado que tanto o crânio quanto a mandíbula eram pertencentes a donos diferentes, pois o crânio era humano e a mandíbula de um macaco.

O padre Teilhard de Chardin participaria com outros parceiros de nova e ambiciosa aventura, dessa vez na montagem do Homem de Pequim, ou o Sinanthropus Pekinensis, pois o material coletado para construir o Homem de Pequim também se comprovaria com acerto pertencer a alguma espécie símea e jamais a um ancestral humano.

Da mesma forma o Australophitecus, o Ramapithecus e o recente achado batizado de Lucy, não resistiram a um exame mais acurado de especialistas, sendo comprovadamente enxertos com ossos humanos e de macacos, com crânios não desenvolvidos o suficiente para comparar-se com uma remota possibilidade hominídea. Nada, portanto, que os identificassem ancestrais do homem moderno.

O que dizer então aos nossos filhos que aprenderam essas inverdades em livros escolares da oficialidade acadêmica?”(de o Monoteísmo Bíblico...por Rayom Ra).

Isso sem falar do Neadentharlensis e do Cro-Magnon que teriam se originado um do outro e o Cro-Magnon seria o pai do homem moderno desde há 35.000 anos somente! O quanto se jurou de pés juntos que nós ontem fomos aqueles e hoje se descobre que dentre aqueles descobertos, um não descendeu do outro, mas foram ambos, no mínimo, contemporâneos! Ou seja: o Cro-Magnon que seria mais refinado que o Neadentharlensis, e esse último, teriam ambos vivido há mais de 100 mil anos e o Cro-Magnon jamais teria dado origem ao Homo Sapiens Sapiens, por que na marca dos 35.000 anos alardeados pela indústria de modelos hominídeos, ele simplesmente já estava extinto. Idem, o Neadentharlensis. Melhor assim para as pesquisas, pois a descoberta de que o crânio do Neadentharlensis fosse – como foi – maior que o nosso, viria provar que era por demais desenvolvido para pertencer a uma espécie macacóide. Ah, o homem – esse desconhecido!
   
Não, definitivamente não, Deus não existe! É preciso gritar bem alto para todos ouvirem! DEUS NÃO EXISTE! Ouviram agora?A ciência prova todos os dias que Deus não existe mesmo, nunca existiu! Ninguém jamais o viu, nem sabe onde ele mora! A monumental explosão do big-bang, esta sim, tornou-se a fantástica descoberta do milênio que derrubou todas as crendices tolas sobre esse velhinho de barbas brancas! O big-bang explica a origem orgânica e inorgânica de todas as coisas, e nos quasares, pulsares, núcleos galáticos, buracos negros, nebulosas, galáxias e em tudo mais encontrado e dimensionado no universo, está indelevelmente escrita a história da vida desde o seu começo até os dias de hoje. Foi preciso que o homem inventasse a ciência para que a raça humana viesse entender que Deus não existe! Aliás, o homem sempre foi matéria; a vida é matéria – morremos e acabou. És pó e ao pó voltarás! Simples assim. Mas por que mesmo a matéria desejou inventar Deus, se o homem biológico e seu aparelho cerebral são matéria da própria matéria que por sinal é auto-nascida e inteligente? Espelho, espelho meu, revela-me, por favor, o enigma do que sou eu!

Essa história de se fazer analogias entre o macro e o micro, são coisas de esotéricos desvairados. O tal monismo é mais uma criação desses místicos varridos. Não há Deus no universo, não somos micro-deuses coisíssima nenhuma; homens são ex-macacos – Darwin descobriu a verdade e a ciência vem seguidamente desvelando o mistério – bem, quase! Mas vá lá: o que existe em verdade verídica é que todas as leis cósmicas, os sistemas solares, o mecanicismo de planetas girando em torno de seus imaginários eixos, suas rotas orbitais em redor de seus sóis, as correntes eletromagnéticas planetárias, pólos negativos e positivos, a viagem de um sistema solar pelo cosmos na direção de uma determinada estrela que também viaja, a migração de galáxias inteiras para pontos ainda desconhecidos, a sístole e a diástole do corpo do universo, o átomo, o tempo, o não-tempo, essas coisas e tantas outras, surgiram ao acaso do big-bang. E depois que o big-bang assentou bases no universo.... Ei, vamos com calma! O big-bang veio de dentro ou de fora? Se ele veio de dentro e explodiu para fora, que ou Quem teria antes construído o vácuo de fora, se é que vácuo no universo existe de fato? E o “Nada” de onde a grande explosão emergiu – ou talvez implosão - seria mesmo o “Nada”, ou o “Nada”, por pura semântica, já significa algo? Okay, okay, consideremos por um instante que não se sabe ainda se alguém ou alguma coisa tinha antes criado o “Nada”, mas os cientistas céticos com certeza continuam a ter a dura tarefa de explicar matematicamente tudo isso. 
     
Verdadeiramente, o que sabe a ciência com toda a convicção, é que da matéria pura brotou o inteligente universo com miríades de situações, e que a própria matéria como quem diz: aqui quem manda sou eu, já chegou organizando tudo - leis, princípios, a matemática, a física, a astronomia, a química, a biologia, enfim..., todas as coisas que a ciência inventada pelo homem, mais tarde também descobriria! E isso há mais ou menos 15 bilhões de anos!      

Prossigamos. A resistência às inovações no campo da medicina, das antes chamadas terapias alternativas, hoje holísticas, pelos donos da ciência material, não é recente. Catedráticos sempre se esmeraram no sentido de obstruir as terapias provindas da cultura milenar, principalmente asiática. E por quê? Bem, casuísmos não são comuns nos meios laboratoriais quando as mudanças vêm de fora. Os problemas criados por estes tipos reacionários estratificam-se nas raízes profundas do ateísmo. Para ateus e céticos, a ciência é somente material e ponto final. E se houvesse um reconhecimento da eficácia das práticas de terapias mantidas pelas crenças esotéricas milenares, pensavam antes os calculistas - ou penso eu que assim eles pensavam - estaria existindo uma aquiescência com a ignorância popular. O povo é ignorante, não entende nada de fórmulas, leis físicas, férmions, bósons, hádrons, léptons, quarks; outras possíveis partículas subatômicas; nem sabe lá o que são energias, forças, metafísica, métodos científicos laboratoriais, LHC, tecnologia de medicamentos, nada disso. Isso é coisa para cientistas e neófitos da ciência. O povo entende mesmo é de crendices, da tal espiritualidade, da alma – sobre histórias de raças sábias e seres provindos de outras estrelas, reencarnações, carma. Coisas assim destituídas de qualquer fundamento científico e que revelam a tolice, a infantilidade e o fanatismo das crenças populares!
      
Vejamos então alguns exemplos:

1. Os métodos do Yoga foram popularmente pioneiros no ocidente em termos não somente de filosofia oriental, mas também foram guias e referências para terapias físicas, emocionais e mentais não convencionais. Loucos esses professores! Vieram trazer disparates sem qualquer amparo científico. Vamos acabar com isso! Hoje representantes arejados da moderna psicologia e psiquiatria recomendam, principalmente, Hata Yoga, por promover comprovados efeitos benéficos e importantes para a saúde, além do fato de já serem ministrados em universidades diversos cursos de formações de professores.
      
2. Do-in e Acupuntura. Métodos terapêuticos com e sem aplicações de agulhas pelo corpo, em locais estratégicos, com efeitos subjetivos e objetivos contra dores e males em geral. Medicina desenvolvida principalmente na China antiga por monges de muitas tradições, portadora do conhecimento de meridianos e circuitos de energias que percorrem um dos corpos sutis e invisíveis do homem. Hoje também com cursos ministrados em universidades e recomendado por terapeutas da medicina oficial.
   
3. Outras terapias como Shiatsu, Reike, Tui-na, Moxabustão, Banhos Terapêuticos, Reflexologia, Meditação, etc., atualmente empregam milhares de profissionais competentes a produzir bem estar para a população e resolver certas dificuldades e desconfortos que a medicina oficial não consegue. 

4. Medicina homeopática. A mais perseguida cruelmente. Não bastou a Organização Mundial da Saúde reconhecer e oficializar suas práticas. Os laboratoristas alopáticos estão sempre de plantão a fazer campanhas desmoralizantes a essa medicina sensacional. Se ao menos os doutores ateus reconhecessem a existência de corpos espirituais na fisiologia humana, sobre os quais tanto a alopatia quanto a homeopatia inferem suas ações, saberiam o que a máxima homeopática “similia similibus curantur” realmente quer significar. O chamado corpo etérico pelos esotéricos é o veículo que regula todas as curas homeopáticas para o físico e ajuda ao emocional, sob processos de dinamizações de medicamentos naturais. Os pacientes homeopáticos espíritas e esotéricos, por suas próprias escolhas em locais específicos, costumam ser assistidos pelas falanges de médicos espirituais que acompanham e auxiliam nos tratamentos para melhores resultados.

5. Operações Espirituais e Passes Magnéticos de Curas – tradicionais não holísticos. Métodos de alguma forma já antes utilizados nas civilizações antigas, notadamente no Egito. Hoje as operações espirituais alcançaram um status definitivo em organizações esotéricas e espíritas sendo eficientes para grande número de males e doenças. Os Passes Magnéticos são mais do que terapias, pois quando bem organizados por correntes de operadores e médiuns, agem não somente sobre males físicos, como também nos males mentais e espirituais, libertando os pacientes de dores e obsessões.
    
Esses exemplos já nos dão uma dimensão de como a cultura oriental avançou no ocidente sobre os conceitos e preconceitos da ciência acadêmica e como as populações cada vez mais se têm beneficiado dessas introduções, hoje modernizadas com o auxílio da tecnologia. Algumas dessas terapias atraem céticos e ateus que pouco se incomodam das origens nas tradições religiosas antigas, e das crenças de que deuses vieram ter com os homens para revelar-lhes essas ciências, e assim ignorando suas histórias, ateus e céticos se beneficiam do holismo como mortais comuns. Mentira minha?

Voltemos a Deus. Seria Deus aquele senhor que muitos crentes acreditam ter características físicas de um homem de nosso tempo? Pois é, saibamos que eles não estão totalmente errados e sua crença não é tão infantil como se pensava. A cabala nos fala de um Microprosopo e um Macroprosopo. O Macroprosopo, chamado de a grande face, é o nome do universo, o Arikh-Anpin, e a face menor considerada a antítese do outro é o Microprosopo ou Zaouir-Anpin. A grande face, segundo os cabalistas, tem crânio, cabelos, rosto, olhos, nariz, barba, enfim uma face completa. Crendices a parte, tudo tem explicações para a grande face que para os gnósticos é o Logos.

A totalidade do universo de nosso sistema solar é análoga para o máximo e o mínimo. O Logos Solar é o grande Deus que não conhecemos senão por tímidas comparações. As Hierarquias Criadoras são constituídas por deuses - na realidade, iniciados avançados do sistema solar e fora dele - com grande autoridade, sabedoria e poderes para construir e desconstruir em nome do Criador. Nosso Deus mais imediato e poderoso é o Deus Planetário Sanat Kumara, o Melquisedec bíblico, O Ancião dos Dias, O Senhor do Mundo, o Rei, a Juventude dos Verões Eternos, a Fonte da Vontade do Logos Planetário, etc. Seus cabelos são brancos como a neve, e é provável ter sido ele um dos que ditaram ao apóstolo João, na Ilha de Patmos, capítulos do Apocalipse.
      
Sim e daí, se o ateu não acredita num deus maior vai acreditar em deuses menores? Problema seu prezado irmão ateu. A analogia cabalista perfeita, de como é encima é embaixo e vice versa, é aplicada em termos práticos à organização da vida em todos os aspectos. Uma grande empresa tem várias cabeças pensantes e organizadoras que comandam departamentos, que estão subordinados a outros departamentos maiores, até chegar ao presidente. Uma nação tem sempre o seu maior mandante e imediatamente abaixo há os subordinados que, em hierarquias, comandam administrações e setores, todos com suas autonomias relativas. Sanat Kumara é nosso Deus que comanda todo o planeta desde Shamballa dentro da Terra, numa determinada dimensão chamada etérica. A Hierarquia da Fraternidade Branca o representa em vários setores, e seus mestres são para nós deuses não somente em beleza de luzes e policromias, mas em poderes de energias e forças. Quem um dia viu Deus face a face aqui na Terra, viu mesmo Sanat Kumara, que resplandece como um sol.

Acima de Sanat Kumara há ainda no âmbito planetário o Velador Silencioso – outro misterioso deus com atribuições que não entendemos, por estar desligado dos problemas humanos.

Que mais eu poderia dizer sobre Deus num texto como este de breves referências crentes e esotéricas? Sei, contudo, que palavras não convencem a quem se entrincheira contra determinadas idéias e as rebate quase instintivamente. A aceitação de um ateu para uma só realidade de Deus não se fará por meras palavras, senão por disposição íntima. Portanto, para encerrar esse pequeno e laborioso discurso, desejo dizer aos amigos ateus que está tudo bem, a vida continua como sempre, e se Deus não consegue mexer com a química cerebral da comunidade atéia nos seus 2.3% da população mundial, a grande comunidade religiosa crente, esotérica e mística o sente diariamente no mais recôndito da alma ou através dos mecanismos da mente iluminada pelo conhecimento e sabedoria. Entretanto, cuidado prezado irmão ateu aficionado unicamente pela objetividade das metodologias científicas, pois a ciência materialista não é mais a mesma: hoje ela já se divide para se reorganizar, e as pontas estão começando a se atrair!
                                                                                                 Rayom Ra

                                                                                                                     07/11/2010.
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