quarta-feira, 22 de maio de 2024

Gaia - Sinais dos Tempos - [II] - [R]

  Uma vez que o processo vibracional ou de consciência global no planeta se acelera pelo momento de ascenso planetário em escala cósmica – com todos os acontecimentos físicos que os instrumentos acusam de inversões e mudanças gravitacionais – os átomos de nossos corpos superiores também acompanham os crescentes padrões. Quem não conseguir se situar dentro dos novos padrões vibratórios da nova consciência mundial, equilibrando as polaridades opostas, precipitará seus valores mentais e emocionais unicamente para a polaridade da matéria física, não podendo assim experimentar padrões mais altos de dimensão x matéria mais sutil e refinada. Por oportuno, o montante quase total de almas com padrões vibratórios superiores alcançados e os não alcançados já foi definido pelos mentores planetários junto à população mundial.

  Há algum tempo a ciência vem notando que a distância entre os polos geográficos e magnéticos vem diminuindo a cada ano. A partir de 1980 verificou-se que essa aproximação se dava na média de 10 quilômetros por ano. No entanto, mensurações a partir de 2007, vieram demonstrar que já havia a distância de 550 quilômetros entre esses polos com a aproximação do polo magnético em direção ao polo geográfico na média atual de 55 quilômetros por ano. Isso talvez possa ser explicado pelo fato de o orbe terrestre possuir dois corpos que se sobrepõem em dimensões diferentes, com massas diferentes, ou seja, um corpo material e físico que conhecemos e outro totalmente eletromagnético formado de energia-matéria etérica. Aquele corpo etérico planetário já sente a ação de energias mais poderosas provindas, principalmente, de um astro que vem de fora de nosso sistema solar e atrai o corpo etérico da Terra para si, forçando-o a retomar sua posição original ocupada antes da hecatombe do período atlante.

  O corpo etérico planetário, ao final de tudo, virá arrastar sua contraparte física na mesma direção e distância a que ele se desloca, sob um ritmo ainda controlado pela Hierarquia Planetária para não permitir desastres abruptos antes de um tempo predeterminado, enquanto o planejamento de socorro aos habitantes da Terra não esteja encerrado. A plausibilidade dessa afirmação pode ser atestada pelas declarações recentes de cientistas geógrafos, ao constatarem que o eixo da Terra se move alguns centímetros a cada ano no sentido de sua verticalização.

  Tanto as constatações dos aumentos sucessivos dos ciclos nas Ressonâncias de Schumann – que a ciência ateia e cética se apressa em desmentir e rebater, apresentando argumentos em contrário e sem consistência – bem como suas previsões para anos passados são objetos de reflexões. As datas de nosso calendário Gregoriano nem sempre batem com os eventos esperados nos períodos previstos por profetas ou cientistas libertos das ortodoxias laboratoriais acadêmicas. As mensurações de tempo x espaço, principalmente, nos dias apocalípticos atuais, se encontram um tanto atropelados pela intensidade de fatores que se vêm desencadeando, e pelas interferências de nossa Hierarquia Planetária a que já nos referimos. Certos fatos relevantes tanto para o planeta quanto para as nações e reinos da natureza, impossíveis conter por mais tempo, se sucedem em medidas e padrões das iniciais profecias. Entretanto, pela não constatação das maciças catástrofes e outros eventos, conforme previu Nostradamus, que Ramatís também divulgou para o final do século XX, apegam-se os debochados e sarcásticos materialistas e também grande gama de ortodoxos espiritistas, para tentar desmoralizar a fé e o conhecimento de religiosos esclarecidos e esotéricos.

  Os tempos atuais são diferentes e únicos. Estivemos por duas vezes à beira de uma convulsão mundial sem precedentes pelo enorme perigo de uma guerra nuclear. Os dirigentes das nações estão sendo alertados a não mais ignorar a presença dos óvnis na atmosfera do planeta. Nossa Hierarquia Oculta trabalha ante a invasão de poderosas hostes alienígenas do mal que trabalham nos planos internos da Terra. Um planeta que possa ser o Nibiru das profecias Maias já é visível a olho nu ao nascer e ao por do Sol num dos polos, se aproxima rapidamente, sem que se saiba ao certo se com ele virão mais alienígenas invasores, ou será esse o planeta higienizador preconizado por Ramatís que arrastará 2/3 da humanidade para seu bojo. E sobre parte desse assunto voltemos ao século XX para reencontrar as previsões divulgadas por Ramatís de antigas profecias, em seu livro “Mensagens do Astral”, cuja primeira edição se deu em 1948.

  É, no entanto, tarefa das mais ingratas destacar trechos desse magnífico e ímpar trabalho revelatório da literatura esotérico-espiritualista, ditado e orientado por Ramatís a Dr. Hercílio Maes. Para melhor avaliação das fantásticas interpretações de muitas das profecias do passado, sugerimos aos leitores ler a obra “in totum”, que, por si só é um guia completo para o entendimento de verdades ocultas sob “Véus de Isis”, que Ramatís descortina com grande sabedoria e rara lucidez. Não obstante a grande capacidade de Ramatís em ler nos “registros akásicos”, acontecimentos passados e probabilidades futuras, acreditamos que o insigne mestre não obtivera, na ocasião em que ditou a obra, autorização para abordagem e análise da trasladação e interseção de nosso sistema solar com o Cinturão de Fótons, situado em torno do sol central de Alcione da Constelação das Plêiades. Com isso, teríamos perdido a oportunidade de saber, há décadas, diretamente do Mestre sobre mitos ou verdades objetivas desse assunto.

  Sabe-se hoje que todos os planetas deste nosso sistema solar possuem três movimentos: o de rotação em torno de seus eixos, o de translação em torno do Sol (no caso da Terra há uma variante em que ocorre a precessão devido à presença de alguns fatores sobre a inclinação do seu eixo planetário com a eclíptica), e aquele que leva nosso Sol e toda sua corte a se aproximar e se afastar da constelação das Plêiades e de seu sol central, Alcione. Esse último movimento global, segundo cálculos previstos partindo-se das revelações dos Maias, atingiria seu ápice – o ponto mais próximo de Alcione - a cada 25.920 anos. E desta vez nosso sistema solar permaneceria dentro do Cinturão. Vejamos, pois, Ramatís em seleções de interessantes tópicos:

  1. Quanto ao dia e a hora, ninguém sabe, mas unicamente o Pai”. Prevendo a tradicional desconfiança do habitante terráqueo, o Divino Cordeiro predisse: “E aquele que tiver olhos de ver que veja”.

  No transcurso de sua obra, Ramatis revela sobre o planejamento cósmico acerca de todos os acontecimentos que redundam na construção do sistema solar. E diz que nada é imutável, exceto as leis cósmicas divinas emanadas do Deus Criador. E acreditamos seja esse o motivo de algumas das predições de Nostradamus e afirmativas dele mesmo, Ramatís, para o final do século XX, não se terem verificado como previstas. Muitas das profecias antigas, corroboradas por Nostradamus e outras trazidas pelo vidente, aconteceram dentro de um tempo compatível com as revelações. O Fim dos Tempos, no entanto, ao se revestir de importância ímpar e por ser de âmbito mundial, implicando diretamente em novas diretrizes para toda a vida terrena, vem obtendo dos “Engenheiros Siderais” e dos Mestres da Hierarquia Planetária, atenção mais do que especial. Os acontecimentos trágicos, anelados às hecatombes mundiais que transformarão a crosta terrestre, varrendo nações e afundando grandes extensões de terra, sem dúvida, acontecerão. Porém, a data correta, relembra-nos Ramatís: “...ninguém sabe, mas unicamente o Pai. Há quem duvide de que Deus, se existe, participa desse processo. E existindo, por ser um Ente Supernal e de tal magnitude, não se incomodaria com um planeta insignificante como a Terra. Ledo engano, pois Suas leis são incorporadas nas mentes dos grandes hierárquicos cósmicos, prepostos de Seus planos, para serem aplicadas em todos os casos e nas situações em que haja a possibilidade de ajustes e mudanças em prol da evolução.

  2. Um Geólogo Sideral é aquele que orça a carga do planeta em edificação, e seus satélites, prevendo as correspondências que se processarão dentro do sistema solar que for chamado a se mover; um Químico Sideral examina o “’quantum”’ magnético físico que se manifestará no futuro, dentro das indescritíveis operações químicas ocorridas no laboratório do Cosmos; um Anatomista Sideral estabelece as linhas fundamentais das figuras humanas que deverão surgir no orbe, em conformidade com os recursos do meio, as condições físicas e necessidades da massa espiritual operante; um Sociólogo Sideral prevê as migrações das almas entre os globos habitáveis do mesmo sistema, no contínuo intercâmbio que acelera a angelitude nas seleções espirituais e retifica os rebeldes com a disciplina corretiva; um Legislador Sideral prescreve as leis básicas da ascensão espiritual, manifestando-se gradativamente, às humanidades na forma de ‘“revelações periódicas”’ e na conformidade da apreensão mental dos seres”.

  Temos aqui bons exemplos, segundo o entendimento de nossos cérebros físicos, acerca dos títulos e funções desses seres siderais operantes em nosso globo em conjunto com a Hierarquia Oculta, e que, no transcorrer das eras em diversas civilizações, obtiveram diferentes nomes dêiticos, ou epítetos celestiais, de acordo com religiões, esoterismos ou mitologias.

  3. Todos vós estais devidamente avisados dos próximos eventos dos ‘tempos chegado’; conheceis no subjetivismo de vossas almas, a sequência dos fatos que se desenrolarão sobre a crosta de vosso orbe. (...) A eclosão desses acontecimentos dar-se-á pela presença de um planeta que se move em direção à Terra e cuja aproximação já foi prevista remotamente pelos Engenheiros Siderais. A sua órbita é obliqua sobre o eixo imaginário do vosso orbe e o seu conteúdo magnético, poderosíssimo, atuará tão fortemente que obrigará, progressivamente, a elevação do eixo terráqueo. Se imaginardes uma haste oblíqua, no espaço, e atuardes na ponta superior da mesma, atraindo-a para vós e conservando a ponta inferior no mesmo local, obrigá-las-ei a tomar a posição vertical. É o que acontecerá com o planeta que habitais.
  Trata-se de um planeta impregnado de magnetismo primário muitíssimo vigoroso, cuja aura radiativa, devido a estrutura mineral do seu núcleo, ultrapassa de 3.200 vezes o potencial da aura astro-etérea do vosso globo. Ele trafega numa órbita que exige 6.666 anos para completar o seu círculo e, mediante o seu próprio magnetismo e as coordenadas de forças que se cruzam no vosso sistema solar, tange a órbita terrestre, formando um ângulo de poderosa atração magnética, capaz de elevar, gradativamente, o eixo da Terra.”.
(...) Denominamo-lo ’Astro Intruso’ porque não faz parte do vosso sistema solar, e realmente se intromete no movimento da Terra, com sua influência, ao completar o ciclo de 6.666 anos”.

  Esse é o “Astro Intruso”, assim denominado por Ramatís em suas apreciações sobre os acontecimentos estrondosos que ocorrerão na Terra. Não se trata, pois, pelo que se depreende das explicações do Mestre, do Nibiru, Nebereu, Marduck, Hercolubus, ou Planeta X, que no seu trânsito do plano orbital, se aproxima da Terra a cada 3.600 anos. Segundo alguns especialistas, Nibiru, seria o 12º. planeta do sistema solar, e residência dos reptilianos, que nele habitam, mas cujas condições ambientais são inóspitas, de extrema pobreza de fauna e flora, bem como paupérrimo de bons elementos minerais, sendo, pois, um espectro vagante numa órbita obrigatória com uma raça extremamente perigosa, poderosa mental e tecnologicamente, carnívora de qualquer espécie, mas decadente, e em perspectiva de rápida extinção.

  Já o “Astro Intruso”, diz Ramatís, “não faz parte do vosso sistema solar, e realmente se intromete no movimento da Terra, com sua influência, ao completar o ciclo de 6.666 anos”. Portanto, vem de fora, não sendo assim o 12º. planeta de nosso sistema conforme preconizam modernos pesquisadores, podendo não obstante, o Nibiru ser outro planeta que também se aproxima, o que seria mais trágico ainda.

  4. Embora a elevação do eixo da Terra tenha de se processar gradativamente, de modo tal que, a princípio, não despertará a curiosidade científica ou a apreensão humana, ser-vos-á fácil avaliar as consequências decorrentes do fenômeno. Certamente, os cientistas hão de explicar o acontecimento dentro das leis consagradas pelo academismo oficial e situá-lo no campo das modificações climatéricas e previstas no “tempo geológico”. A verticalização, quando for percebida, será incondicionalmente atribuída à periodicidade espontânea dos movimentos naturais do orbe. Dificilmente a vossa ciência haverá de aceitar a “absurda” notícia da aproximação de um planeta desconhecido nas cartas astronômicas.
  O atrito magnético, que provocará gradativamente o aquecimento de vosso orbe, será levado à conta de fenômeno comum e inerente às alterações da massa planetária.  Mas, apesar de todas as explicações cientificamente ‘muito bonita’, dos vossos cientistas, os acontecimentos se efetivarão de acordo com os planos elaborados pelos Construtores Siderais e não conforme as opiniões acadêmicas”.

  Ramatís acertou em cheio e a comunidade científica do mundo inteiro ainda desdenha dos esotéricos, endeusando os grandes técnicos que se utilizam de consagrados métodos científicos para suas assertivas “aprofundadas” nos assuntos. Mesmo com o advento do super telescópio Hubble, que desmentiu categoricamente tantas afirmações ortodoxas e recentes especulações de homens da astronomia, não vieram as suas novas descobertas servir como parâmetro mais moderado para um respeito maior à sabedoria milenar. Sabemos agora que a NASA veio omitindo muitas informações importantes acerca de suas prospecções na Lua e Marte, e segundo ex-astronautas e aposentados daquele grande instituto, habitantes e aliens visitantes de outros planetas foram vistos em naves diversas, contataram, ameaçaram e proibiram certas explorações no espaço. Vídeos, fotos e livros editados por tais ex-profissionais, pululam nas livrarias estrangeiras, mas mesmo assim a comunidade científica teimosa, e a romaria de seguidores céticos, inconformados com essas provas irrefutáveis, se apegam mais ainda às suas teses superadas buscando desmentidos, a exemplo de avestruzes que enfiam as cabeças nos buracos da terra para não ver.

  5. A fase mais intensa das modificações físicas situar-se-á entre os anos de 1982 e 1992, e os efeitos mais catastróficos se farão sentir até o ano de 1999, pois o advento do terceiro milênio será sob os escombros que, em todas as latitudes geográficas, revelarão maior ou menor efeito dos adventos dos “’fins dos tempos”’. Daqui a mais alguns anos, os vossos geofísicos anunciarão apreensivos, a verdade insofismável: - “’O eixo da Terra está se verticalizando!!!

       Numa rápida estatística de terremotos entre 1982 e 1992, temos os seguintes dados:
       1.  1982 –  Iêmen –    3.000 mortos
       2.  1983  - Turquia –  2.200 mortos
       3.  1983 -  Colômbia – 197 mortos
        4.  1985 -  México  - 36.000 mortos
       5.  1985 – Chile – 177 mortos
       6.  1986 – El Salvador – 2 200 mortos
        7.  1988 – Nepal – 1.000 mortos
       8.  1988 – China – 938 mortos
       9.  1988 – Armênia – 25.000 mortos
     11.  1990 – Irã – 60.000 mortos
     12.  1990 – Filipinas – 1.600 mortos
     13.  1991 – Índia – 2.100 mortos
     14.  1992 – Turquia – 1050 mortos
     15.  1992 – Egito – 555 mortos
     16.  1992 – Indonésia – 1200 mortos
      17.  1992 – Nicarágua – 116 mortos

       Partindo de outras estatísticas entre 1993 e 2003 temos os seguintes principais fatos:
      1.  1993 – Índia – 35.000 mortos
      2.  1994 – Colômbia – 1.000 mortos
      3.  1995 -  Japão – 6.500 mortos
      4.  1995 – Rússia -  2.000 mortos
      5.  1997 – Irã – 1.100 mortos
      6.  1997 – Irã -  2.500 mortos
      7.  1998 – Afeganistão – 4.400 mortos
      8.  1998 – Afeganistão -  300 mortos
      9.  1998 – Afeganistão – 4.900 mortos
    10.  1998 – Nova Guiné (Tsunami) – 3.200 mortos
    11.  1999 – Colômbia – 1.200 mortos
    12.  1999 – Turquia – 34.500 mortos
    13.  1999 – Taiwan – 2.300 mortos
    14.  1999 – Turquia – 700 mortos
    15.  2001 – El Salvador – 680 mortos
    16.  2001 – Índia – 15.700 mortos
    17.  2002 – Afeganistão – 800 mortos
    18.  2003 – Argélia – 2.250 mortos.
    19.  2003 – Turquia – 200 mortos

       Partindo de 2004 até 2010, tivemos as principais ocorrências por terremotos como seguem:
       1. 2004 – Sumatra – 230.000 mortos
       2. 2005 – Paquistão – 82.400 mortos
       3. 2006 – Indonésia – 6.600 mortos
       4. 2007 – Peru – 710 mortos
       5. 2008 – China – 88.000 mortos
       6. 2009 – Indonésia – 1.780 mortos
       7. 2010 – Haiti – 223.500 mortos

       Apesar desses dados não estarem completos, eles refletem as principais incidências, pois as diversas fontes onde foram pesquisados divergem, ou omitem. Nota-se, no entanto, que o número de terremotos e de mortes entre 1982 e 1992, e 1993 e 2003, detém resultados com poucas diferenças. Já a partir de 2004 até a data de 2010, os efeitos dos terremotos parecem ter sido muito maiores sobre as populações, ocasionando número assombroso de óbitos, mesmo excetuando-se o tsunami de Sumatra, embora haja se originado de um maremoto. A história não tem como registrar com a precisão de agora, as ocorrências dos últimos dois milênios, embora tenha havido terremotos na Europa, Ásia e Américas, consideradas grandes catástrofes mundiais. No entanto, por tudo quanto a ciência humana vem apurando nas últimas décadas, mesmo com o ceticismo fortemente blindado em relação às profecias, é altamente improvável encontrarem-se paralelos em todos os séculos comparados com as três últimas décadas de nossa atual era.

  Esse fato é ainda confirmado com os dados científicos expedidos pela United States Geological Survey dos EEUU, dando conta de que nos últimos 20 anos o número de terremotos aumentou de maneira inacreditável e somente na última década foram registrados mais de 200.000 abalos sísmicos. Quanto a Ramatís ter afirmado que “(...) e os efeitos mais catastróficos se farão sentir até o ano de 1999” e tal não ter acontecido exatamente como relatou o Mestre, mas se terem alastrado pelo terceiro milênio sem que comoções monumentais transformassem definitivamente a geografia da Terra, o Mestre nos esclarece através de comunicação mais recente, da seguinte forma:

  6. “O astro  intruso  é  um  corpo  celeste  que  existe    bilhões  de  anos  realizando o mesmo  trabalho  de  higienização  espiritual  em  diversos  planetas  tangenciados  por  ele.  Em  torno  da  Terra,  sua  órbita  está  plasmada  numa  elipse  energética  que  poderia  ser  seguida  facilmente  por  um  veículo  espacial  munido  de  equipamentos  apropriados  que  os  homens  não conhecem. É como se fosse uma grande artéria, onde no lugar do sangue corre a energia que ele plasmou  em  toda  a  sua  existência.  E  à  medida  que  se  aproxima  da  Terra,  mesmo  ainda  distante em termos de tempo do planeta, essa energia se torna mais forte naquele segmento da órbita no qual ele se encontra, influenciando sobremaneira os acontecimentos quanto aos homens e à natureza.
  Desde a década de 50 que as  vibrações  do  astro  intruso    estão  chegando  ao  planeta,  aumentando  ano  a  ano.  A  previsão  sobre  a  chegada  dele  no  final  do  Século XX dizia respeito ao início do estágio mais forte da carga magnética que ele impõe. Por isso,  ocorrem  e  ocorrerão  tantos  desastres  naturais,  guerras,  conflitos  armados  e  violência  generalizada  durante  o  século  XXI  e  na  primeira  metade  do  século  XXII  com  fortes  desastres  naturais.  Nosso  século  atual  marca  o  grande  início  da  Batalha  do  Armagedom. A vibração etérea do astro intruso já está na Terra.
  Quem  estuda  o  Apocalipse,  ou  se  interessa  por  ele,  desenvolve,  em  geral,  uma  ideia  errada  do  que  significa  o  final  dos  tempos.  As  pessoas  pensam  que,  em  um  determinado dia, o mundo acaba, com um acontecimento surpresa. Não é assim.
  O  Apocalipse  se  desenvolve  gradualmente  através  de  um  período  que  é  curtíssimo  para  a  espiritualidade,  porém  de  certo  modo longo  para  os  homens.  Nada ocorre  de  surpresa,  pois  Deus  seria  insensível  se  não  permitisse  aos  homens  serem  avisados  sobre  o  que vai ocorrer na Terra. Eles são alertados justamente para que reflitam sobre seus atos e se modifiquem para enfrentar o inevitável. Os homens já deveriam transmutar seus espíritos para  enfrentar  a  morte  do  corpo  denso  de  modo  tranquilo,  e  não  o  fazem.
  No Apocalipse, Deus avisa que a humanidade precisa estar preparada. Os  avisos  chegam  com  muita  antecedência,  em  geral  de  150  a  200  anos  antes,  quando   a   violência   se   generaliza   no   planeta,   e   os   fenômenos   naturais   atípicos   se   multiplicam,  causando  severos  danos.  A  partir  de  então  a  vida  se  torna  mais  difícil,  como  numa última chance para que os homens se modifiquem. O Apocalipse, assim, se manifesta como uma doença terminal de longa duração, a qual permite ao enfermo pensar sobre o que praticou na vida. No caso, a humanidade está doente.
  Além do que consta nos “’Registros Iniciáticos”’ do Oriente, podeis encontrar notícias da última influenciação sofrida pelo eixo da Terra se percorrerdes os textos da Bíblia, do Talmude, de inúmeros papiros egípcios, das tábuas astronômicas da Babilônia, da Pérsia, da Índia, e até os calendários astecas e os dos maias. Há notáveis e exatas referências a esse fenômeno nas lendas folclóricas do México, da China, da Arábia, do Tibete, da Finlândia; nos relatos verbais ou tradições conhecidas entre os aborígenes da América Central e os remanescentes peles-vermelhas americanos. Os “’Livros de Bambu”’, dos chineses, as “’Crônicas do Talmude”’ e o “’Livro dos Reis”’, entre os assírios, revelam perfeita concordância conosco nas suas citações simbólicas do fenômeno de que se trata.
  Os mamutes, que os vossos cientistas lobrigam sob os gelos do Pólo Norte, ainda com os ventres repletos de ervas indigeridas, que cresciam a mais de 1.800 quilômetros de distância do local, são testemunhos indiscutíveis de que houve um acontecimento violento no passado. Na realidade a espécie mamute foi aniquilada de súbito – asfixiada pelo gás que se desprendeu na convulsão – e soterrada sob o gelo que se formou em consequência da modificação rápida do eixo da Terra. A nova modificação no eixo terráqueo, que inicia atualmente, processa-se lenta e gradativamente. No primeiro caso houve inversão e, no segundo, registra-se elevação do eixo”.

  Sob tantas e diferentes fontes Ramatís indica aos céticos acadêmicos possuídos da arrogância peculiar que lhes compete, onde encontrar o fio da meada da ciência que hoje existe graças aos antigos sacerdotes iniciados nas ciências ocultas. Quanto ao fato de ao longo das décadas em que as obras de Ramatís circulam por diversos países em diferentes continentes, e os acadêmicos ironizavam as crendices tolas por serem sem nenhuma base demonstrável por métodos científicos, hoje, apesar de se omitirem em comentar e não se curvarem às veracidades das comunicações, essa mesma comunidade cética encontra respaldos nas pesquisas quando constatam que o eixo da Terra vem se movendo alguns centímetros anualmente.

  E se os mamutes desapareceram por envenenamento de gases desprendidos da Terra há 5.600 anos, segundo paleontólogos, não terá sido esse o mesmo destino dos dinossauros há 65.5 milhões de anos, talvez por um fenômeno geológico de extraordinária magnitude que balançasse o planeta e o fizesse sair de sua estabilidade? Ou meramente por gases letais espalhados na atmosfera da Terra onde, exatamente, se concentrassem as famílias sauros, independente de cataclismo? Ou numa hipótese mais ousada, teriam sido levados da Terra para outros orbes primitivos?

  Que a Terra fosse abalroada por um grande asteroide e os dinossauros houvessem perecido, é realmente uma grande ficção da mente científica, pois onde estariam os restos de tal asteroide? Ter-se-iam calcinado sem nada restar, se dos dinossauros sobraram fósseis? E os outros animais que ainda viveriam pelos milhões de anos adiante por que teriam sobrevivido? E os antropoides de quem hoje se acham vestígios com datas anteriores e posteriores ao desaparecimento dos dinossauros, como teriam escapado do terrível impacto que formaria uma cratera com milhares de quilômetros de diâmetro e tantos de profundidade, além de provocar, com toda a certeza, terríveis e arrasadores maremoto e terremoto, convulsivos a praticamente todo o planeta? Impossível!

  7. “Os cientistas da Atlântida também esposavam dúvidas sobre o que iria acontecer até os últimos momentos dos acontecimentos, embora as “’pitonisas”’ e as “’vestais”’ dos “’Templos do Vaticínio”’ advertissem de uma próxima catástrofe, e o próprio rei Noé, decididamente fizesse navegar o seu palácio flutuante até as fímbrias do Himalaia, a fim de preservar os documentos iniciáticos em seu poder. O conhecimento científico daquela época – embora adiantado no campo astronômico e astrológico, em relação às leis positivas – desmentia a possibilidade de acontecimentos inesperados e incomuns. Conforme reza a tradição bíblica, enquanto Noé predizia o dilúvio, o povo dançava e se divertia, zombando da ingenuidade do seu bom rei, confiando nos seus conhecimentos fragmentários.
  Os cientistas ignoram que os profetas costumam lançar um véu sobre o fundo de suas predições, porque encerram também vaticínios referentes a futuros remotos. A ignorância dessa circunstância fez que o povo atlante fosse colhido por uma inundação espantosa, sem poder alcançar as altas cordilheiras, que os sacerdotes assinalavam como locais de segurança”.

  Nas devidas proporções, considerados um novo tempo e os avanços mentais dos povos, ainda assim a situação se repete em relação aos incrédulos, ateus e céticos de todas as categorias. Com essas revelações, Ramatís tira em definitivo quaisquer dúvidas quanto à existência física de Noé e sua Arca, que não era arca, mas um castelo flutuante. Sabe-se que grandes vultos do antigo testamento não foram unicamente homens de fé cega em Deus, mas iniciados na sabedoria de todos os tempos, pois sempre houve segmentos de Hierarquias Solares operando na Terra para sua evolução, fundando centros de ensino oculto onde documentos contando a história das raças e revelando forças, eram guardados dos profanos. Sem dúvida, e sabem os verdadeiros iniciados, que os documentos iniciáticos mais secretos, desde um passado remoto, sobrevivem por feituras de materiais especiais imunes à ação do tempo, do fogo e da água, para serem resgatados por mentores espirituais quando devam novamente ser usados.

  8. Duvidar das profecias consagradas nas tradições bíblicas seria atribuir a Jesus o título de embusteiro, pois ele ratificou as predições dos profetas e sempre as acatou e repetiu. João Evangelista, na Ilha de Patmos, aos 96 anos de idade, quando do seu desterro determinado por Domiciano, ouvindo a voz que vinha da esfera do Cristo, registrou suas impressões e descreveu a “’Besta do Apocalipse”’. Isso vos demonstra a fonte divina de suas profecias.
  (...) Mas é ainda Nostradamus, o famoso vidente e ocultista do século dezesseis, que oferece matéria mais aproximada dos eventos dos vossos próximos dias. Michel de Nostradamus, conceituado médico, em uma de suas existências anteriores, foi um dos mais célebres profetas bíblicos (Isaias). Embora variem as interpretações acerca de suas “’centúrias”’, realizaram-se até o momento todas as suas predições, com acentuada exatidão”.

  As profecias que por João Evangelista seriam recebidas e que levaram o nome de Apocalipse, justamente significando revelação, como se vê, foram originais, passadas diretamente das hostes de Cristo para a mente do apóstolo. Não foi tal revelação, em todo o seu desdobramento, produto de um condicionamento mental do autor, como supõem alguns, mas transmitida a ele através de um tipo de mediunidade chamada ideoplastia mediúnica, conforme explica Ramatís, em que o espírito do profeta fora do corpo lê na tela etérico-astral os fatos futuros e os traz para a mente e cérebro terrenos a fim de reproduzi-los. Esse mecanismo mediúnico está bastante esmiuçado por Ramatís com as seguintes explicações:

  9. “A revelação feita a João Evangelista exigia que ele tomasse parte, diretamente, no fenômeno, para que os seus relatos se impregnassem de suas emoções altamente superexcitadas, de modo a impressionarem as massas e os futuros exegetas da mensagem. Se ele apenas psicografasse as comunicações recebidas dos Espíritos Mentores do orbe, estes é que teriam de adaptar as suas mensagens à força emotiva e compreensiva terrícola. Deveis saber que à medida que as almas assumem posições hierárquicas de mais alta responsabilidade, vão se libertando grandemente do sentimentalismo e da emotividade versátil do ser humano. A linguagem dos seus comunicados espirituais endereçados à Terra, já não pode rebaixar-se à altura do melodrama terreno, a que já se sobrepuseram por efeito de sua emancipação espiritual; exigir-lhes isso seria quase uma impossibilidade! Por esse motivo, os Técnicos Siderais, sob a inspiração divina de Jesus, evocaram o espírito de João Evangelista, quando no seu exílio na Ilha de Patmos, e o auxiliaram a contemplar no além, no plano astral, os sucessos mais importantes do porvir, impressionando-o com a sua excessiva dramaticidade.
  O espírito do profeta foi submetido, deliberadamente, a uma visão ideoplástica atemorizante, diante do panorama global dos acontecimentos, e daí ter sido ferido em sua visão pelo espetáculo das “’chuvas de fogo”’, dos “’montes em chamas”’, dos “’poços de abismos”’, ou dos “’oceanos de mortos”’. Os quadros que descortinou, as cidades, os mares, os homens e os animais que descreveu, têm significações cósmicas; por isso tudo deve ser encarado em caráter global, em relação ao todo, às massas e continentes, mas não em relação, apenas, às criaturas terrenas, aos credos ou quaisquer grupos isolados. Os Técnicos Espirituais projetaram e repetiram, propositadamente, na indescritível tela cinematográfica do mundo astral, as imagens que melhor representassem os terríveis sucessos gerais do “’fim dos tempos”, os quais constituem o conteúdo mais importante do Apocalipse.
  O Evangelista João, em visão extraterrena, desprendido do corpo físico, pôde ver e gravar em sua memória etérica todos os acontecimentos futuros, transferindo os respectivos quadros, depois, para a sua consciência física. Rememorando, então, o que vira em transe e, dominado ainda pelas emoções tremendas que o haviam empolgado no instante da visão, impregnou os relatos apocalípticos de misteriosa energia oculta, mas que, apesar de sua aparência fantasmagórica, não deixa dúvidas quanto à veracidade dos acontecimentos. Essa força emotiva, estranha e latente, que lhe caldeia a revelação, é que tem mantido o fogo sagrado do interesse pelo Apocalipse, embora a sabedoria da ciência acadêmica queira situá-lo como improdutiva história de fadas! Coalhado de símbolos estranhos, e incoerente para com a lógica da realidade material, o Apocalipse é bem um relato assombroso de energia espiritual, onde a linguagem, ainda que quase infantil, representa um poema heroico a realizar-se no futuro!”.
 

Gaia - Sinais dos Tempos - [III] - [R]

   É desejar muito que homens da ortodoxia laboratorial venham aceitar essas explicações de um sábio que em vidas pregressas andou por tantas civilizações e comprovou pessoalmente tantas assertivas. Mesmo mil provas não sensibilizarão os donos da ciência material, mas pouco importa para os Mentores da Grande Hierarquia, pois as ávidas pesquisas da ciência concreta na busca do conhecimento na medida em que lhe tragam enigmas sobre enigmas, mais forçarão seus representantes a entrar nos campos das abstrações – que místicos e ocultistas tão bem conhecem – a fim de explicar aquilo que a complicada instrumentalização e os conceitos básicos das regências de leis materiais não conseguem apreender. 

  10. “Aqueles que só admitem a realidade dos acontecimentos sob o exclusivismo das experimentações científicas e condenam os profetas como inúteis, não atingiram ainda o limiar hipersensível do sexto sentido, que será uma faculdade normal para o fim do terceiro milênio. Confundem a ausência de um sentido que lhes faria perceber a mensagem profética, com o puro intelectualismo do mundo das formas, que os torna apenas repetidores incessantes do dito por outros repetidores. Para aferir o valor profético, acumulam provas, continuamente, através da precariedade dos cinco sentidos, ao mesmo tempo em que as descobertas se repetem e as leis em uso se modificam a cada passo. Invocam altos conhecimentos para a fiscalização dos acontecimentos profetizados, traçados nos céus e, paradoxalmente, fracassam na sua edificação espiritual na Terra!
  (...) Inúmeras vezes o cientificismo se torna até anticientífico, pois não raro os cientistas fogem deliberadamente do estudo dos fatos, quando é certo que muitos deles exigem a boa-fé inicial até dos sábios! O ceticismo científico é, na realidade, o responsável pela longa série de derrotas da vossa ciência, paradoxalmente considerada “’a mais bem informada”’. Ideias, propostas, invenções simples e teorias singelas têm sido condenadas “’a priori”’ pelo próprio academismo oficial, como representando coisas aberrativas ou infantis, para depois serem consagradas por outros cientistas mais estudiosos dos fenômenos da vida!
  (...) Já desapareceu, porventura, esse costume anticientífico entre os vossos cientistas, que continuam a sorrir, com ares de superioridade, ante as evidências dos fenômenos espíritas, da comunicação entre os mortos, das obsessões, e que não conseguem assimilar o sensato processo da reencarnação? Poucas afirmações, no vosso mundo, têm sido tão tolas quanto as que os vossos cientistas fazem diante de um caso de xenoglossia, declarando que se trata de mera associação de ideias. A verdade, entretanto, é que essa disposição dos cientistas para se agarrarem aos princípios denominados científicos não passa de uma ingênua beatice do ceticismo acadêmico, incapaz de “sentir” aquilo que, depois de percebido, se torna comum e assimilável por qualquer mentalidade reduzida!”.

  Viva Ramatís uma vez mais! A lucidez e análise do humano só são válidas por quem conhece o crítico, aquilo a que ele critica e a composição do soro que neutraliza o veneno da crítica. Realmente, os geniais céticos de nossa ciência chegam, em muitas instâncias, a superar aos simples e incultos aborígenes, aos zulus que ainda caçam com espetos de paus, ou ao caipira que pita seu fumo de rolo acocorado sobre os calcanhares, frente à palhoça em desalinho, tal a ingenuidade (ou quem sabe até a hipocrisia pelo fato de não saberem explicar convincentemente).
 
  O fato é facilmente perceptível quando, por exemplo, a comunidade científica com seu ortodoxismo vem afirmar que o universo surgiu do nada e do nada surgiu o big-bang, e do big-bang todas as coisas se organizaram por elas mesmas, inclusive as leis cósmicas e as leis mecânicas das rotações e transladações dos planetas e os seus sistemas solares. Com a maior cara de pau reafirmam que a natureza da Terra é produto do acaso, ou da inteligência da matéria, que depois de um longo processo de epigênese natural no mar, com tantas interpolações posteriores de espécies, surgiria o ancestral do homem e finalmente o homem.

  E seguindo essa absurda linha de felizes coincidências, perguntaríamos como o homem sendo matéria, inventaria os conflitos emocionais, e da matéria emanariam os pensamentos, o psiquismo e todas as coisas abstratas com as quais nossas personalidades terrenas convivem? Finalmente, sendo o homem um eu-matéria, sem Pai nem Mãe espirituais, por que esse homem-matéria inventaria a lenda de um Criador acima de todas as realidades materialistas, Alfa e Ômega da existência do universo? Seria somente para o exercício de sua contradição?  

  11.Para provar-vos que os profetas e os videntes preveem as dúvidas da ciência, assim como advertem, em seus relatos proféticos, de que serão contestados antes de suas completas conclusões, reportamo-nos a Nostradamus que, na carta a Henrique II, cent. 56-57, assim se expressa: “’Então, tendo o Grande Deus Eterno cumprido todos os seus desejos, as coisas não se sucederão de outro modo, apesar das equívocas opiniões contrárias, que excedem sempre a todas as razões naturais dos sonhos proféticos”’. Alhures ele ratifica o seu pensamento, quando na centúria 3-34 diz o seguinte: - “Quando o sol ficar completamente eclipsado passará em nosso céu um novo corpo celeste colossal, que será visto em pleno dia; mas os astrônomos interpretarão os efeitos desse corpo de outro modo; por isso, ninguém terá provisões em face da penúria, porque esse corpo é de efeito abrasador”’.
  (...) Na realidade, a aura magnética desse planeta, em conjunção com a Terra, o Sol, a Lua e outras influências astrais adjacentes, será igual a gigantesco refletor de magnetismo aquecido, resultando lamentável aridez na parte do vosso globo que ficar mais exposta às consequências catastróficas do “’fim dos tempos”’”.
  (...) A composição do magnetismo etéreo-astral desse planeta, em comparação com o mesmo campo de forças da Terra, é indescritível efervescência de assombroso potencial energético, e ultrapassa, então, de 3.200 vezes o mesmo conjunto terráqueo. Inúmeras estrelas que os astrônomos situam no céu variam, também, quanto aos seus núcleos rígidos e sua aura etéreo-astral que, dotadas muitas vezes de igual volume material, diferenciam-se em milhares de vezes quanto ao volume áurico.
  Esse poderoso imã-magneto, que circula sobre um ângulo do vosso sistema solar, em sua aproximação também influi e se combina à aura etéreo-astral dos outros orbes circunvizinhos da Terra, no conhecido fenômeno de contato astrológico. Os cientistas atlantes previam a futura influência do planeta intruso sobre o vosso mundo, pois em seus tratados de astrosofia, a serem em breve conhecidos, já diziam que o “juízo da Terra seria assistido pela ronda da roda de Ra”, ou seja, pela ronda do globo responsável pelo juízo da Terra em torno do Sol.
  Esse volume de 3.200 vezes maior do que a Terra não é referente à massa rígida daquele orbe, cujo núcleo resfriado é um pouco maior que a crosta terráquea. Estamos tratando de sua natureza etéreo-astral, do seu campo radiante e radiativo, que é o fundamento principal de todos os acontecimentos no “fim dos tempos”. É o volume de seu conteúdo energético, inacessível à percepção da instrumentação astronômica terrestre, mas conhecido e até fotografado pelos observatórios de Marte, de Júpiter e de Saturno, cujas cartas sidéreas registram principalmente a natureza e o volume das auras dos mundos observados.
  Com a elevação gradativa do eixo terráqueo, os atuais pólos deverão ficar completamente libertos dos gelos e até o ano 2000, aquelas regiões estarão recebendo satisfatoriamente o calor solar. O degelo já principiou; vós é que não o tendes notado. Se prestardes atenção a certos acontecimentos comprovados pela vossa ciência, vereis que ela já assinala o fato de os polos se estarem degelando.
  Em breve, colossais ‘“icebergs”’ serão encontrados cada vez mais distantes de suas zonas limítrofes, os animais das regiões polares, pressentindo o aquecimento procurarão zonas mais afins aos seus tipos polares, enquanto peixes, crustáceos, aves e outros animais acostumados aos ambientes tropicais farão o seu deslocamento em direção aos atuais polos, guiados pelo “faro” oculto de que eles serão futuras zonas temperadas.”

  Já falamos da orbita desse planeta que vem de fora do sistema solar segundo as palavras do próprio Ramatís. Esse esclarecimento veio definir ante o que acreditávamos ser o ‘“Astro Intruso”’, o mesmo Hercólubus das profecias maias. Agora, parece-nos que o “Astro Intruso” é outro, portanto não sendo o 12º. planeta mencionado pelos ufólogos e por alguns esotéricos. Sobre os acontecimentos mais assombrosos até o ano 2.000, já nos pronunciamos em comentário anterior. Entretanto, há de se considerar que com a verticalização gradativa do eixo planetário, os pólos realmente vinham de há muito degelando, fenômenos este constatado por Ramatís muito antes da comunidade cética manifestar-se.

  Embora seja evidente para cientistas perspicazes e sensíveis que a Terra se move em direção de sua antiga posição astronômica, e muitos dos devastadores acontecimentos ocorridos na natureza devam originar-se justamente dessa elevação da Terra, a ciência ortodoxa prefere divulgar que o degelo, a mudança climática, o rompimento da camada de ozônio e todas as respostas da natureza, nessa desordem mundial, se devam às emissões de gases poluentes. Graças ao bloco contrário de cientistas, o efeito estufa é fortemente contestado pela maneira como vem sendo colocado. As causas elencadas por cientistas formais e ortodoxos e reforçadas suas divulgações por homens de governos com evidentes interesses, demonstram-se, pelo bloco dissidente, exatamente com o sentido inverso nas emissões do CO2.

  Os cientistas que discordam da mídia controladora das massas mundiais, nessa verdadeira epidemia de afirmações sobre o dióxido de carbono, são chamados “hereges”. Os hereges afirmam categoricamente que o gás carbônico jamais foi fator ou elemento principal do efeito estufa planetário, mesmo porque sempre houve eras de intenso calor e gelo na Terra. Em contra-argumento ao processo doutrinário, sistematicamente lançado pelos veículos de comunicação junto à opinião pública mundial, e ao pseudo fato de a emissão de CO2 ser o grande vilão do aquecimento global, a corrente herege aposta que não é a emissão de CO2 o principal agente causador do aquecimento desordenado, mas o aquecimento desordenado é que vem liberar quantidades maiores de CO2 já existentes na natureza. Sob essa divergente ótica, causas e efeitos mudam diametralmente de lado e alteram de maneira radical e contrária muitas das falsas proposições de propagadores do efeito estufa, que descem ladeira abaixo.

  Nessa linha de contestações, vejamos a interessante exposição do cientista João Airton Coelho da Rocha, que entregou suas pesquisas sobre os poluentes atmosféricos ao World Wide Institute, morrendo dois dias depois. Professor Airton dizia que a bio-vida planetária depende basicamente de três fatores: uma atmosfera protetora, água em estado líquido e temperatura amena entre os limites máximos de (-) 50º. C a (+) 50ºC.

  Ele reafirmou que os únicos organismos vivos produtores de oxigênio são os fitos plânctons, que mantém oxigênio na atmosfera com somente 4% de produção e que a camada de ozônio possui buracos por onde o oxigênio consegue escapar. A 50 km de altitude está localizada a camada de ozônio O3. Nessa camada existem buracos por onde o oxigênio vaza naturalmente para o espaço exterior. Para ali atingir, o oxigênio leva mais de 10 anos e nesse caminho o oxigênio passa por diversas camadas.

  O informe do professor ainda ressalta que até os 12 km de altitude todas as toxinas liberadas precipitam-se em forma de chuva e retornam a Terra. Dos 12 km até os 40 km existe uma faixa onde não há precipitações. Nessa última faixa, grandes quantidades de oxigênio se perdem, pois são oxidadas ao reagir com elementos poluentes e detritos presos na camada.

  “O professor reafirmou que os mais perniciosos veículos de destruição da camada de ozônio são os foguetes transportadores de naves e os satélites, pois ultrapassam as camadas superiores liberando combustíveis e detritos danosos ao equilíbrio da atmosfera”.

  Estados Unidos, Rússia, França, Inglaterra e China encabeçam a lista com 80 % de participação e igual responsabilidade pelo atual caos atmosférico do planeta.

  12. “A presença do “’Astro Intruso”’ (sob certo teor cabalístico), que deve elevar o eixo da Terra, está explícita na linguagem do profeta João, quando diz (VIII-10) “’E tocou o terceiro anjo uma grande estrela ardente como um facho, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas”’. Na sua visão extracorpórea, que a técnica sideral preparou num fabuloso resumo ideoplástico, que anulava a idéia de movimentos gradativos, o evangelista viu “’uma estrela cair”’, mas essa queda, que lhe pareceu rapidíssima, abrange todo o espaço de tempo ocupado pelo “’Astro Intruso”’ na sua lenta aproximação da Terra. Em virtude de João apreciar em poucos minutos, a sucessão de acontecimentos que ocupariam séculos, tudo lhe pareceu rápido, presente, com os seus movimentos aceleradíssimos, devido à ausência da noção gradual de tempo”
  (...) Afirma o evangelista: “’E a grande cidade (a Terra) foi dividida em três partes”’ (capítulo XVI-19), completando seu pensamento no versículo 20: “”E toda a ilha fugiu, e os montes não foram achados””.  Ele descreve as principais modificações que sofrerão os oceanos Pacífico e Atlântico, com as emersões da Lemúria e da Atlântida, que formarão extensa área de terra, do que resultará a existência de apenas três continentes, para melhores condições de existência da humanidade futura. E a grande cidade, isto é, a superfície do vosso globo ficará dividida em três partes.
  Depois, o evangelista prediz com perfeita exatidão o que acontecerá após o terremoto, quando as paisagens familiares e conhecidas não serão mais encontradas, naturalmente por terem sido substituídas por aspectos novos: ‘“E toda a ilha fugiu e os montes não foram achados”’.
  As estranhas mutações no clima costumeiro da Terra, provocadas pelo degelo contínuo e pela influência magnética do “’Astro Intruso”’, culminarão na produção de chuvas de pedras, “’como do peso de um talento”’.
  E diz mais o profeta: “’E as cidades das nações caíram, e Babilônia, a grande, veio em memória diante de Deus, para lhe dar de beber o cálice do vinho da indignação e da ira”’. Quer isso dizer que as terras submergiram devido a elevação gradual do eixo. E Babilônia, a grande (a humanidade desregrada), veio em memória, isto é, apresentou-se para julgamento com a memória de seus atos, pecados e virtudes, desregramentos e sublimações, perante Deus, para a seleção à direita ou à esquerda do Cristo, na separação já prevista.
  Os habitantes da Terra terão, portanto, de prestar contas de todos os seus atos e ser responsabilizados pela semeadura realizada nas reencarnações passadas; hão de submeter-se ao “’juízo final”’, a fim de serem situados carmicamente nos mundos que lhes são afins com o grau espiritual de então. Na verdade, não serão propriamente a “’indignação e a ira de Deus”’ que há de cair sobre os faltosos, mas simplesmente o efeito, a consequência das infrações destes à Lei da Evolução”.

  Segundo cálculos sobre as profecias, informados por Ramatís, somente 1/3 de seus moradores permanecerá na Terra, os demais 2/3 deverão ser levados para o “Astro Intruso”, onde ficarão por um determinado tempo a fim de se purificar. Outros cálculos nos dão conta de que serão 2/5 os que permanecerão. De todas as formas o cálculo é aproximado, ficando abaixo de três bilhões. Entretanto ‘ficar na Terra’ pode não significar todo o 1/3 de pessoas ao mesmo tempo no plano físico. Os planos mais acima do físico certamente receberão, antes ou após a grande hecatombe, os eleitos que por seus bons atos não serão enviados a locais de expurgos noutros planetas ou ao próprio Planeta Higienizador.

  13.A figura da Besta descrita por João Evangelista no último livro que faz parte da Bíblia, intitulado “’Apocalipse”’, é um simbolismo do desregramento a que há de atingir o vosso mundo, conjugando-se a todas as paixões inferiores e formando uma só consciência coletiva, composta das criaturas invigilantes. Simboliza um comando pervertido, ou seja, a dominação por parte de um grupo que submeterá aos seus caprichos determinada quantidade de seres.
  (...) A Besta apocalíptica representa, pois, a alma global e instintiva de todas as manifestações desregradas: ela age sorrateiramente sobre as criaturas negligentes e sempre lhes ajusta as emoções contraproducentes, a fim de incentivar para a insanidade, a corrupção e a imoralidade geral. O reinado da Besta, como o de Satanás, implica na existência de súditos que são os gozadores das bacanais lúbricas dos sentidos humanos e das paixões aviltantes, herdadas do animal.
  (...) Não vos esqueçais de que o simbolismo da Besta alicerça-se exclusivamente no instinto humano desregrado, que pode manifestar-se em qualquer latitude geográfica do mundo ou setor de trabalho religioso, filosófico, científico ou social. (...) Na política, buscam o voto do eleitorado e depois dilapidam o patrimônio público; na ciência, empregam a cerebração genial no desenvolvimento da indústria bélica para a destruição em massa; na religião, a esperança do céu é vendida a título de mercadoria imponderável.
  No apocalipse, os agentes nefastos da política, da ciência e da religião são representados sob a alegoria de três espíritos imundos semelhantes às rãs, porque esses homens abomináveis se parecem com répteis asquerosos, do charco, visto que, devido a pele escorregadia que lhes dá a proteção desonesta, escorregam e escapam das mãos da Justiça!
  (...) a Besta apocalíptica, que representa um desregramento geral, continua a endereçar o seu convite voluptuoso à vossa humanidade e prevê com êxito a corrupção total dos costumes tradicionais. Um dos mais característicos sinais de que a Besta começa a agir com despudorado cinismo é a volúpia das criaturas em se desnudarem nos folguedos do mundo; iludidas pelo senso psicológico do século eletrônico, confundem a subjetiva ansiedade de desregramento psíquico com a nudez inocente do selvagem e a naturalidade da criança. Quando a nudez começou a imperar desbragadamente em Sodoma e Gomorra, Babilônia e Roma, a Técnica Sideral sabia que isso significava o fim de uma civilização; por isso o fogo purificador procedeu à benéfica desinfecção do ambiente lúbrico, em que as hordas selvagens funcionaram como retificação dolorosa para os espíritos também embrutecidos”.

  Parece-nos que Ramatís teria ditado tais comunicações no dia de ontem, tamanha a similitude dos fatos da atualidade com os de suas narrativas em 1948. Os desregramentos da humanidade, no entanto, são ainda maiores do que se imaginariam nas linhas gerais traçadas pelo Mestre. Nos dias atuais a vida tornou-se excessivamente violenta, o perigo ameaça a todos os cidadãos em qualquer lugar onde se encontrem; a Besta tornou-se muitas vezes mais feroz e poderosa do que previsto e os valores se hão invertido de tal forma que os bons padrões da educação familiar chocam-se com a generalidade, se fragmentam e diluem a todo instante, sendo “esquecidos” pelas gerações. Sem a menor dúvida que a única fonte, cujo manancial consegue respaldar as consciências confusas e desejosas de não perder valores morais contra os hábitos nocivos de um dilacerado mundo, se encontra nos ensinamentos da verdadeira espiritualidade.

  Cristo alcança as almas em seus vários níveis de existência, mas sua mensagem é sempre a da salvação e evolução pela prática dos nobres valores. Esse é um paradigma divino revelado desde a vinda de Jesus à Terra, e seguido pelos milênios como o guia seguro e infalível para todos, não importando raças ou culturas. A mensagem de Cristo foi e é universal; foi trazida há 2.000 anos unicamente para a consciência humana em sua reta final rumo aos portais de uma nova civilização que hoje se anuncia. Esse é um dos motivos de Cristo ser responsável também por julgar e separar o joio do trigo, pois ele sempre esteve junto com a humanidade, ensinando, abrindo veredas e trazendo almas mais avançadas para iniciações em níveis de mestrados.

 14.Ante a proximidade do milênio do mentalismo, a seleção se faz urgente, porquanto as condições educativas terrenas vão permitir que o homem desenvolva, também, as suas forças íntimas para futuramente situar-se na posição de cooperador eficiente do onipotente. Se os “esquerdistas” de vossa humanidade ficassem com direito a viver na Terra, no terceiro milênio, em breve seria ela um mundo de completa desordem, sob o comando de geniais celerados que, de posse das energias mentais, seriam detentores de assombroso poder desenvolvido para o domínio da vontade pervertida! Os maiorais formariam uma consciência coletiva maligna e invencível pelo restante, que se tornaria escravo desse torpe mentalismo! Seria uma execrável experimentação científica contínua, de natureza mórbida, uma degradação coesa e indestrutível sob o desejo diabólico, como se dá com certos magos que hipnotizam o público no teatro e submetem grupos de homens à sua exclusiva direção mental!
  Por isso serão separados imediatamente os candidatos ao diabolismo terrestre, evitando-se que se repita o acontecido na Atlântida, onde os magos negros da organização da “Serpente Vermelha” conseguiram açambarcar as posições chaves da coletividade. A fim de desalojá-los de sua posição perigosa e salvar a integridade moral dos bem intencionados, o Espaço teve que empregar exaustivos e severos recursos incomuns, que pesaram na economia e no equilíbrio magnético e psicológico da época. A terapêutica sideral não mais podia ser contemporizada; o ambiente estava impregnado de terrível energia que, na forma de “um elemental virgem”, agressivo e destruidor da matéria fina, era utilizado discricionariamente para fins nefandos.
  Então os Mentores Siderais fizeram reverter essa energia sobre a crosta do orbe, numa operação que diríamos de “refração” sobre os próprios agentes de todos os matizes, que a manuseavam. Os atlantes, em sua maioria, passaram então a funcionar como “captadores” vivos das forças deletérias em liberdade e que manuseavam à vontade; mas incorporaram em seus veículos astro-etéricos a quantidade correspondente a cada culpa belicosa ou uso desregrado, tornando-se portadores de uma carga nociva, do elemental tosco, primitivo, imune à medicação comum.
  O resultado disso a vossa humanidade ainda está sofrendo, pois esse elemental, essa energia agressiva, lesiva à matéria mais fina, e profundamente corrosiva, está sendo expurgada pelos corpos físicos na forma confrangedora conhecida pela patogenia cancerosa. O câncer identifica ainda os restos dessa substância virulenta do astral inferior, que foi utilizada com muita imprudência por parte dos atlantes, acarretando um “carma” que deverá durar até o princípio do terceiro milênio e cuja “queima” está sendo apressada pelo Espaço, motivo pelo qual aumentam atualmente os quadros mórbido de câncer”.

  A ciência terrena não se baseia na sabedoria milenar para avaliar os casos de doenças e especificamente as origens do câncer. No entanto, há décadas luta para vencer os seus efeitos com medicação pesada e processos terapêuticos que acabam por provocar nos pacientes problemas colaterais terríveis, quando não os levam ao óbito mais rápido do que se seguissem tratamentos menos pesados e até naturais. Não desconhecemos que há casos em que os tumores malignos enraizados sob a conhecida metástase, já contaminam os órgãos e sangue do portador, drenando-lhe rapidamente as energias. E malgrado os esforços da medicina, o tratamento em regra geral, como dissemos, somente contribui para acelerar o processo de desencarne, pela impossibilidade de promover a cura ou estender mais alguns anos de vida ao paciente, sob condições, tanto quanto possíveis, razoáveis.

  Os avanços da ciência, sobre o tratamento do câncer, não são ainda suficientes para a cura e nem para a prevenção total. Os métodos de prevenção, quando aplicados, são para os casos de efeitos cármicos controláveis, ou de contaminação de metais e de outros elementos nocivos ao organismo, não estando ao imperativo de um processo expurgador necessário e programado para o ego desde sua descida a Terra. Para esses últimos casos não há métodos preventivos através da medicina oficial. A maioria das pessoas que encarna sob o signo do sofrimento cancerígeno precisará realmente passar pelo expurgo da energia entranhada nas células de seus corpos espirituais, por débitos do passado. Uma faixa de eletivos ao câncer conseguirá escapar de seus efeitos dolorosos, se optar pela espiritualização e pelas obras de auxílio aos irmãos da humanidade. Nesses casos, poderá haver uma inversão do processo mórbido da doença, pela constante entrada de energia balsâmica das correntes espirituais, obstando assim o avanço dos tumores e ações no sangue. E isso de fato acontece.

  Entretanto, conforme já expusemos noutro trabalho aqui editado, havendo a medicação e terapia pesadas surtido efeito sobre o avanço cancerígeno mais intenso, fazendo retroagir sua manifestação, duas principais consequências poderão advir pelo fato de a energia deletéria não ter ainda se extinguido. A primeira é a energia, que no processo obrigatório do expurgo não encontra saídas nesse ou naquele órgão aonde se manifestava, vir procurar outro ponto onde se externar. Assim, o processo recomeça noutro local. A segunda, devido à potência da medicação e terapias com produtos químicos de impacto, em que a energia cancerígena foi inibida na sua ação, não podendo assim se manifestar integralmente, a energia virá guardar-se nas suas maiores proporções para novamente se externar noutra encarnação. Em compensação, a saúde geral do corpo estará completamente abalada e debilitada pela violência utilizada nos processos de combate ao câncer. Logo, a pessoa não se livrará do câncer enquanto a energia armazenada não se liberar completamente.
 
  Sob a ótica do carma, o sofrimento dessa terrível doença precisará ser suportado até o seu final por quem é dela portadora. A não ser que pelas vias da caridade haja condições dela ser naturalmente atenuada ou neutralizada por completo, conforme já exemplificamos. Porém, cada caso detém suas vias cármicas pessoais que se cruzam ou se somam, e nem sempre outra solução é encontrada senão o padecimento, o que não significa sempre a morte rápida. Há diversos casos em que o portador do câncer luta muitos anos usando medicina terrena, embora sem reais avanços na cura. O corpo biológico age como uma esponja que absorve as boas e as más energias acumuladas em nossos corpos sutis desde muitas encarnações, e os resultados bons ou maus aparecem sempre.

  Reproduzimos a seguir, trechos de uma notícia assustadora acerca de diagnósticos de câncer de mama, editada por globo.com-Ciência e Saúde:
                                                
  “O governo dos Estados Unidos decidiu nesta terça-feira (20) (julho de 2010) criar uma comissão para investigar a suspeita de erros em resultados de exames para detectar o primeiro estágio do câncer de mama. A notícias foi divulgada pelo jornal "The New York Times", que relatou casos de mulheres que teriam sido operadas sem necessidade.

  Entre todos os tipos de câncer de mama, o mais comum é o carcinoma ductal. Ele ataca as células do canal por onde passa o leite materno e pode se espalhar pelo seio. O primeiro estágio desse tipo de câncer é o carcinoma ductal in situ, que pode ser detectado por meio de biópsia, uma agulha que retira para análise amostras de célula da mama.

  Segundo o "New York Times", a interpretação dos resultados desses exames de biópsia não tem sido 100% segura nos Estados Unidos. O governo americano resolveu fazer um levantamento dos diagnósticos depois de receber a informação, pelo jornal, de que 17% de todos os casos desse tipo de câncer podem estar errados, ou seja, a doença não existiria.

  Uma associação americana formada por pessoas que venceram o câncer de mama afirma que 90 mil mulheres receberam diagnósticos errados de carcinoma ductal no país. Muitas passaram por tratamentos incorretos por causa dessa avaliação errada dos resultados. Algumas fizeram cirurgia sem precisar”.

  Não desmerecemos os esforços de sérios pesquisadores a fim de encontrar soluções para os problemas humanos, e dos profissionais honestos, competentes e sensíveis aos sofrimentos da humanidade. E são muitos esses bons profissionais utilizando tecnologia inteligente apesar de os monopólios das grandes organizações mundiais, que visam unicamente o lucro, dominarem as pesquisas e procurarem obstruir cada vez mais o desenvolvimento da medicina natural.

  Os diversos ramos da ciência estão longe ainda de domar o carma na sua generalidade. E nem a humanidade atingiu o momento em que as doenças poderão ser erradicadas do planeta pela ação mínima de remédios naturais, terapias e cirurgias seguras. No entanto, os cientistas materialistas e os interesses financeiros desconstroem alguns dos esforços de pesquisadores sensíveis às mensagens e auxílio dos mundos superiores, criando cercos e barreiras cada vez mais difíceis de transpor para o avanço de processos naturais de curas, que se somariam às conquistas já verificadas pela medicina acadêmica.

  A homeopatia é ferozmente perseguida por grande parte da comunidade médica e científica que não entende seus efeitos pela ação de um processo endógeno nos corpos sutis do homem. A essa endogenia se conjugam as prescrições da medicina do espaço em tratamentos não convencionais com bons resultados já comprovados. Porém, as organizações monopolizadoras da farmacologia, não explicam porque tantos medicamentos “milagrosos” e caros são retirados de circulação anos depois de continuados usos, quando se comprovam seus efeitos danosos à saúde e por serem responsáveis por casos letais. Então desaparecem das prateleiras das farmácias as coloridas embalagens e as fórmulas de terminologia complicada, indecifráveis pelos consumidores, que somente entendem que o remédio foi feito para curar seus males. E contam dezenas os remédios já retirados da comercialização nos últimos anos.

  O mecanicismo da atual processualidade laboratorial e o desprezo universitário aos tratamentos da medicina natural são de fato os responsáveis por esses diagnósticos errados, acusados por aquela associação americana. Muitos diferentes casos em que tanto os diagnósticos quanto às cirurgias foram errados e desnecessários, provocaram danos irreversíveis à saúde de inúmeras pessoas.

  Para encerrarmos essa resenha, escolhemos mensagens finais, concomitantes com os acontecimentos que se avizinham. Os trechos tomados são auto-explicativos e compreensíveis ao que a maestria de Ramatís pretendeu passar aos esotéricos, espíritas, religiosos e às pessoas de boa vontade. Todas essas consciências - alvos de Ramatís para um maior estímulo e confiança – mantêm acesas em seus corações as chamas da esperança de um mundo melhor, e, principalmente, trabalham com vontade e dedicação para o desiderato.

  15. “A subtração magnética é uma sucção gradativa, partida do astro inferior, a que cada alma responderá conforme sua faixa vibratória, revelando a sua maior ou menor afinidade com as condições de vida primitiva que lá existe. Os espíritos de vibrações rapidíssimas, em faixas vibratórias mais sutis, escaparão da influência do planeta e, portanto, não sentirão o futuro entorpecimento magnético, um estado de morte aparente e consequente flutuação compulsória na atração para o orbe estranho. Os “esquerdistas”, porém, sentir-se-ão sob estranha hipnose, que os deixará inquietos, ignorando de onde provém a força atrativa e succional; perderão o senso do local em que permanecerem até aquele momento, e envolvidos por forte torpor, terminarão trasladando-se para o meio inóspito do planeta higienizador, no qual só despertarão para a recapitulação das lições negligentes na Terra. Mas o que há de predominar nesse processo migratório exótico será justamente a afinidade psíquica de cada espírito para com o planeta primitivo”.

  16.Quando o astro retornar, isto é, em sua nova aproximação da Terra, daqui a 6.666 anos, em que ficará um tanto mais distanciado da órbita terráquea, pelo gradual afastamento nas oscilações cósmicas expansivas, aqueles que já estiverem livres de suas mazelas e da carga magnética deletéria, farão a transmigração em massa para a Terra, enquanto os mais recalcitrantes continuarão nos ciclos reencarnatórios depurativos do próprio planeta-exílio”.

  17.Antes de Jesus, na velha Atlântida, já os profetas afirmavam que haveria modificações no “eixo da roda”, ou seja, o eixo da Terra. Hermes Trimegisto, o insigne instrutor egípcio já dizia:
  “’Na hora dos tempos, a Terra não terá mais equilíbrio; o ar entorpecerá e os astros serão perturbados em seu curso”’.
  E Isaias o confirma (LXV-17) quando diz: - “’Porque eis aqui estou eu, que crio uns céus novos e uma terra nova; e não persistirão na memória as primeiras calamidades, nem subirão sobre o coração”’. 
  O evangelista Lucas também adverte (XXI-10): “’E aparecerão grandes sinais nos céus”’ (queda virtual das estrelas e abalo ou comoção nos céus). João Evangelista, no seu Apocalipse (VIII-7) anuncia: “’E caiu do céu uma estrela ardente, como um facho, e caiu ela sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas”’.
  E no capítulo VI-13 “’E as estrelas caíram do céu sobre a Terra, como quando a figueira, sendo agitada por um grande vento, deixa cair os seus figos verdes”’.
  E no capítulo XXI do Apocalipse, lê-se o seguinte: “’E vi um céu novo e uma  terra nova, porque o primeiro céu e a primeira terra se foram”’, ou seja: a velha Terra,  inclinada no seu eixo, e o velho céu familiar a todos, modificaram-se ou se foram. O profeta deixa subentendido que, devido a mudança do antigo panorama sideral, os cientistas terão que modificar os seus mapas zodiacais, em cada nova latitude e longitude astronômica peculiar a cada povo, organizando-lhes outros quadros do “’novo”’ céu”.

  18.A humanidade terrena do terceiro milênio, deverá ser constituída dos espíritos que forem selecionados no “’Juízo Final”’, até o fim deste século, compreendendo as criaturas fraternas, honestas, avessas à guerra, à crueldade, à maldade, sumamente devotadas às coisas espirituais, cujo carma se apresente de modo mais favorável a permitir a vida em um mundo melhor.
  Em face de a Terra verticalizar-se, na próxima elevação do seu eixo, dar-se-á melhor ajuste entre as suas estações, resultando disso estabilidade do clima, predominando as fases da Primavera e do Outono. Isso favorecerá à eliminação dos resfriados, gripes, bronquites, pneumonias e todas as moléstias peculiares ao sistema respiratório, consequentes de oscilações violentas da atmosfera.
  Embora ainda devam manifestar-se na Terra outros tipos de enfermidades comuns ao homem, estas serão provenientes do sistema nervoso em particular, podendo ser curadas com êxito pelos processos da psicoterapia e cromoterapêutica. A humanidade do terceiro milênio, não obstante ser ainda necessitada de trabalho árduo e contínuo poderá dedicar maior soma de tempo à Arte, à Ciência, à Filosofia e, principalmente ao estudo disciplinado da Alta Espiritualidade. Poderá controlar perfeitamente os efeitos do clima e pôr em prática extraordinários sistemas de domínios das forças da natureza.
  Majestosas civilizações desenvolver-se-ão nos atuais polos, gozando a plenitude de um ambiente estável e acolhedor, livre das comoções geológicas extremistas e das intempéries que surpreendem à lavoura e abatem o ânimo do trabalhador. Muitos sonhos e ideais elevados já serão possíveis de concretizar-se nesse breve porvir do vosso globo, pois, embora seja ainda um mundo imperfeito, deverá gozar das credenciais de uma esfera em vias de se tornar morada superior!

  19.A terra que se encontra debaixo das gigantescas camadas de gelo, dos polos, cessou de produzir logo que a Terra sofreu a inversão do seu eixo, quando da submersão da “’Grande Atlântida”’, há mais ou menos 27.000 anos. Mas trata-se de terra nutrida, que pôde conservar seu húmus e vitalidade em estado latente. Quando os raios solares começarem a despertar toda a energia adormecida nessa região, que é poderoso cadinho de forças telúricas, a própria erva de qualidade rasteira poderá atingir até um palmo de altura, e qualquer vegetal se transformará em espécie gigantesca e de contextura carnuda. O carvalho, o álamo, os cedros, pinheiros, árvores frutíferas como as nogueiras, amendoeiras, as majestosas perobeiras e figueiras bravas para o lenho e para a cobertura, encontrarão a magnificência de um solo ubérrimo, capaz de enfeitar a superfície dos polos qual frondosa cabeleira de vegetação gigantesca”.

  20. As convulsões geológicas e as inundações, como produtos naturais de elevação do eixo terráqueo nos acontecimentos profetizados, não permitirão, logo de início, uma absoluta estabilidade e segurança mesológica. Devido à mudança das linhas tradicionais do equilíbrio geofísico e do magnetismo terráqueo, continuarão a registrar-se, ainda, certos impactos subterrâneos, embora cada vez mais fracos. Apesar de apresentar a Terra satisfatórias condições de habitabilidade, a humanidade terrícola ainda não encontrará, no princípio do terceiro milênio, um panorama edênico e venturoso.
  Serão aplicados todos os esforços e conhecimentos artísticos, científicos e educativos para a edificação de um cenário agradável à existência humana dos escolhidos. O êxito desejado nãos era obtido de modo ‘“ex-abrupto”’, mas sim no decorrer dos primeiros dois ou três séculos, como fruto do entendimento entre as criaturas bem intencionadas. Distantes das angústias atuais em que o fantasma da guerra exige que a melhor parte dos proventos humanos seja transformada em armamentos assassinos, todos os esforços e realizações hão de convergir apenas para um só objetivo – um mundo melhor!
  Ao começo, quase tudo estará por fazer e renovar. O final do vosso século será qual o fim de uma festa bacânica, em que os destroços se amontoam por todos os cantos, em face da incúria do homem e da brutalidade dos elementos da natureza justamente irritados pela agressividade humana. As margens dos mares, lagos e rios e os novos panoramas geográficos, as ruínas batidas pelos ventos melancólicos das intemperanças e desilusões humanas, demarcarão os restos de algumas orgulhosas civilizações, que se submergirão sob as paixões desregradas e a distância do Cristo amoroso.
  A face enrugada da Terra, os cenários inéditos e as numerosas surpresas consequentes da elevação do eixo, hão de requerer novas providências no reajuste e na classificação geológica. A vegetação selvática, nutritiva e seivosa, revelando-se através de espécimens gigantescos, na região dos polos degelados, inspirará um viveiro de indústrias pletóricas para o bem da humanidade renovada. Graças aos registros da memória “’psico-etérica”’ do homem, onde se reflete o resumo de toda a escalonada do espírito, ele fará inteligentes adaptações ao panorama modificado, e a sua experiência do passado induzi-lo-á a eliminar o excessivo, o fútil e o inadequado, para só edificar agrupamentos cercados do essencialmente benéfico e necessariamente indispensável. Não se verão mais os monstrengos atulhando os cemitérios, na forma de ricos mausoléus que atestam a vaidade humana ainda depois da morte; desaparecerão os monumentos graníticos que estratificam o orgulho dos homens nas praças públicas, apenas porque cumpriram o dever que se lhes havia solicitado como aos mais credenciados para certas responsabilidades!
  A existência humana, no terceiro milênio, será toda consagrada ao bem comum; os valores espirituais hão de predominar sobre as estultícias das glorícolas bordadas nas pedras e gravadas no solo instável de um mundo em transe para novas configurações futuras. Todo o aspecto edificativo do mundo deixará sempre uma fisionomia de transitoriedade; perceber-se-á que o homem já delineia as suas atitudes para o fim espiritual, olvidando pouco a pouco a preocupação aflitiva de eternizar-se no meio físico. E a estabilidade do clima, pela perpendicularidade do eixo e a ausência das variações tempestuosas, que são produtos dos desequilíbrios barométricos, auxiliá-lo-ão a compor uma vida tranquila e profundamente saudável”.
      
  Voltamos a ressaltar que os acontecimentos mundiais não deixam quaisquer dúvidas acerca do momento apocalíptico em que estamos vivendo. A própria ciência se vê constantemente em becos sem saída para confirmar tudo aquilo que apregoa, estando dividida. Sabemos nós, os esotéricos, ocultistas e espíritas mais atentos, o quanto as inteligências geniais vêm trabalhando ao longo dos milênios em oposição ao Plano da Criação em andamento na Terra. Muito mais agora em que, segundo consagrados ocultistas e comunicadores do plano espiritual vêm afirmando, o momento é de trazer ao claro muitas revelações que estarrecerão ao mundo.

  Estamos já estarrecidos tanto pelas versões de uma nova história mundial que homens corajosos ousam contar desafiando poderosas organizações, mediante achados arqueológicos e de documentos antigos, quanto atemorizados pelas incríveis aberrações humanas realizadas contra a própria vida, contra a razão e o senso natural, e pelas loucuras generalizadas que assistimos diariamente.

  Para onde irão esses homens e mulheres que vivem do fútil e do consumismo, da imagem física e dos prazeres e vícios insaciáveis? Que mundo é esse que com tanta paixão bilhões se entregam como se fora um mundo de realidades, sustentado por uma máquina poderosa de criar ilusões a lançar sempre um véu dissimulador sobre as consciências distraídas? E que máquina é essa de fazer guerras, prostituir, espalhar o terror, a fome, a doença e a morte, como simbolizam os quatro cavaleiros do apocalipse; de dominar a Terra por meio de homens da política e senhores da sorte? Sabemos para onde irão, Ramatís nos contou com riquezas de detalhes, pois a colheita já foi feita e todos fazem o que desejam para depois não virem reclamar de injustiças de Deus, quem em Deus muito mal acreditam. Está escrito no apocalipse, não lê quem não quer.
 
  Texto revisto, atualizado e reeditado.
 

                                                                   Rayom Ra
                                                 http://arcadeouro.blogspot.com.br