domingo, 24 de maio de 2009

Considerações Sobre a Criação - VI

1. Que é mundo mental?
R. Mundo mental é o mundo intermediário entre as faixas superiores e inferiores do universo de nosso sistema solar. Representa o elo que permite às vidas a ultrapassagem de um estágio evolutivo para outro. A ativação da energia e força pela Mente Universal ou Terceiro Logos vem encontrar sua síntese no mundo mental, de onde atuam os arquétipos formadores dos mundos inferiores. Tanto a ação do Terceiro Logos, na sua potencialidade criativa no universo fenomenal, quanto à do Primeiro Logos, no avivamento e ativação do corpo causal das vidas em ascendente evolução, são produzidas do mundo mental.

2. Em qual escala, exatamente, encontra-se o mundo mental na situação do universo?
R. Há uma consideração matemática e outra simbólica quanto à posição do mental em nosso sistema solar, quando da criação dos cinco mundos. Se entendermos o mundo etérico aparte do mundo físico, o mundo mental com suas duas divisões estará então no quarto nível da escala, contado de baixo para cima. Se, ao contrário, considerarmos o mundo etérico incluso no mundo físico, adotando a nomenclatura físico-etérico para externar uma única expressão, o quarto nível alcançará a divisão superior do mundo mental, chamada mental abstrato.
Por outro lado, ao fazermos a contagem de cima para baixo a partir de Atma, o mundo mental concreto estará no quarto nível. A relação simbólica atribuída ao mundo mental é exatamente a de ser o intermediário entre o bloco superior e o inferior dos planos vibratórios, o que também caracteriza uma simbólica demarcação entre dois estados de consciência com a relação quatro. Conforme sabemos, a cifra quatro representa a estabilidade material e a personalidade com seus quatro corpos de matéria dos mundos inferiores.

3. Como entender melhor a conotação intermediária do mundo mental, relativamente aos planos e respectivas divisões, com a não inclusão do mundo adi e anupadaka?
R. Os mundos adi e anupadaka, sendo os mais altos na escala dos mundos, possuem participações de transcendental importância no universo. No mundo Adi, o Logos estabeleceu o seu laboratório de atividade ao inicio de tudo, quando entrava objetivamente no espaço reservado para a construção do sistema solar. Dali, o Logos começou propriamente a edificar os cinco mundos, através de seus impulsos construtores, tendo ativado na matéria pregenética todas as possibilidades de criação.
Desta maneira, ao estabelecer as condições para a edificação e vivificação do mundo mental, o Logos realizava a idéia da criação de um mundo onde houvesse a intermediação de dois estados de consciência. Os três subplanos superiores do mundo mental formam o mundo mental abstrato; abaixo desta região se iniciam as trocas energéticas na matéria cósmica, estabelecendo-se relações duais e opostas.
Portanto, esta dupla situação configura o mental abstrato num mundo simbolicamente intermediário entre dois grandes universos no mesmo sistema solar. Sob este critério, na parte inferior, os mundos mental concreto, astral e etérico-físico, contam, respectivamente, quinto, sexto e sétimo mundos e formam o universo fenomenal.

4. Os arquétipos que se organizam do pensamento do Logos também detém relações duais?
R. O mundo mental abstrato, sendo a região intermediária entre o universo superior e o inferior, vem realizar, principalmente através do pensamento do Logos, a síntese das polaridades opostas. Abaixo do mental abstrato, o pensamento ideal do Logos vem desdobra-se para atuar em situações ambíguas no universo fenomenal. Tempos depois, quando vidas estarão de retorno a este mundo portando em suas consciências o pensamento da criação fundamentado na ideação do Logos, a dualidade é somente evocada abstratamente, mas demonstrando um pensamento completo, como numa balança perfeitamente ajustada.
Os arquétipos que compuseram as condições de materializar nos mundos inferiores a Idéia Central do Logos para a criação, estabeleceram condições diversas fragmentadas em pensamentos-formas para a necessária atividade pluralizada dos reinos e vidas. Os arquétipos são modeladores tanto das idéias maiores, que mais se aproximam em sínteses do “pensamento-unidade” no Plano da Criação, como das idéias menores, que realizam modificações cíclicas de pequenas amplitudes nos mundos inferiores constituídos de forças duais e opostas. Nas suas origens, estes arquétipos trazem as sementes das relações duais ao desenvolvimento dos pensamentos-formas, que necessitarão ser convenientemente trabalhados pela mente humana, para redundar em realizações materiais propriamente ditas.

5. Como entender melhor estas relações?
R. O universo fenomenal criado pelo Logos é de forças antagônicas que se mantém em equilíbrio, justamente por serem opostas. Nesta idéia, os valores são relativos e determinam situações que se amparam em sustentações intra-dependentes, nas quais nada funciona sem que um elemento venha complementar a outro. Isto é uma lei natural sob o imperativo das causas que provocam a tríplice relação: nascimento-vida-e-morte. Nisto se inclui a ação que produz o movimento. A ação origina-se na mente, quer de uma nova causa gerada por um efeito anterior, quer de um efeito em si mesmo. O movimento segue à ação tal como a energia segue o pensamento.
Os arquétipos construtores da natureza proporcionam os necessários elementos para que haja ação, movimento, reação, causa e efeito e outros agentes nessa grande rede incidente de energias e forças cósmicas nos processos e princípios evolucionários. Há nestas relações energias positivas e negativas, sem o que não se revelaria a necessária dualidade nas formas da matéria. Mas nada atinge objetivos sem a presença de um móvel propulsor. Este móvel propulsor em âmbitos absolutos é inegavelmente o Logos que estabelece os parâmetros de ação, movimento e alcance das mutações naturais dos reinos. E cria o cérebro animal e o humano como fragmentos de Si mesmo. Então o pensamento do homem se pluraliza nos padrões e tônicas dos valores relativos, mas ainda cego quanto à luz divina original. Com isso, novas mutações acontecem na natureza e valores serão subvertidos. Assim, por má condução dos valores naturais, mais do que nunca causa e efeito estarão ativos num plano de infinitas variações.
Isto traz o ego humano a procurar saídas pela reflexão. Entretanto, os arquétipos do pensamento divino esposado pelo Logos, apesar de tudo, permanecem fluindo pelo éter, a exemplo de um oceano vivo. Basta ao homem aprender a sintonizar-se com este oceano de idéias para orientar a diversidade do pensamento terreno em direção a um “pensamento-unidade.” E quando mentes captam um novo tipo de energia presente num dos arquétipos criado pelo Logos, anunciando outra ordem de idéias temporais, e por conseqüência de pensamento renovador, novos valores virão então se afirmar na contemporaneidade.
Ao início deste processo, já mentes superiores desdobram-se para poder sustentar a energia do novíssimo pensamento, até que o humano a incorpore em definitivo. Estas mentes superiores nada têm a ver com o pensamento humano em seu próprio mundo, mas implantam sementes na mente do homem a partir da fluência dos arquétipos que estejam vibrando para a Terra. A partir daí, o próprio homem, com seu destino cármico, passará a ser o instrumento da materialização daquela energia.

6. De que maneira estas sementes do pensamento geradas da energia dos arquétipos vêm influenciar a mente terrena?
R. O homem é por definição o transformador da natureza. Isto porque adquire valores que o impulsionam a agir sempre. Antes do surgimento do homem no cenário terreno no Grande Plano da Criação de que estamos tratando, o mundo estava construído de uma forma em que as mudanças somente ocorriam por ação de fenômenos naturais. Os reinos mineral, vegetal e animal sempre conviveram sob padrões de trocas sem que o meio ambiente fosse significativamente afetado. Assim, os arquétipos que oferecem condições para as transformações ambientais praticamente repousavam, fluindo unicamente pelo éter por ser parte embrionária da vida dinâmica que periodicamente vem estabelecer ações objetivas.
Com o advento dos egos terrenos à vida planetária, esta situação começou a se modificar lentamente, e quando o homem passou a gerenciar o próprio pensamento as transformações ambientais se produziram mais profundamente. O pensamento magnífico do Logos repercute por todos os segmentos da vida, através dos reinos e pela atmosfera, sendo assim o agente executor de Sua própria Ideação. Mas quando chega o instante em que pequenos e grandes ciclos de progresso precisam ter início no planeta, o homem é instado a participar ativamente. Desta maneira, a energia do Logos que fundamenta os mundos circundantes do sistema solar, impulsiona os arquétipos do mundo mental a agir na psique e mente humana.
Este processo provoca que os estímulos desçam pelos arquétipos e inundem a natureza. Os mestres do mundo e trabalhadores ocultos iniciam então a tarefa de veicular esta energia à mente humana para que seja materializada. Daí decorre um esforço conjunto dirigido especificamente para inserção e sustentação de novas idéias em permanente corrente, através de pensamentos-formas, a fim de que sejam captadas pela mente humana e trazidas ao cérebro.
Por outro lado, os egos de nosso tempo, das mais variadas maneiras, através do pensamento sensível ou científico, virão reforçar, respectivamente, a essência dos pensamentos-formas que o Logos deseja materializar na Terra. Como resultado, em diferentes núcleos, nas diversas nações e raças, idéias renovadoras e robustecidas por conotações progressistas, começarão a ser trabalhadas no cérebro do homem, até tornarem-se definitivamente patrimônio da humanidade.

7. Como entender, neste caso, o que seja a idéia materializada?
R. Evidentemente os ideais justificados pelo pensamento do Logos para o mundo terreno, acabam não tendo total sucesso nas suas imediatas materializações, pelo fato da tergiversação de certos princípios que deveriam ser observados pelo humano. Por mundo terreno entendemos os mundos físico-etérico, astral e mental, por estarem implícitos na vida humana do planeta Terra, em expressões diversas da matéria universal, e sob a regência de leis que regulam os fenômenos. O ego terreno detém simultaneamente corpos de matéria destes três mundos, estando assim as vibrações destes mundos interligadas com o ego. Mas na prática ocorrem diferenças e divergências quanto à interpretação do pensamento progressista. Isto acontece pela ação dos elementos positivo e negativo entranhados nos valores trabalhados pela mente intelectual e corpo astral, que induzem o ego humano a tomadas de posições muitas vezes errôneas, conduzindo realizações ao fracasso temporário.
A Idéia dimanada do Logos precisa ser decodificada pela mente intelectual do homem, mesmo que a intuição, antes de tudo, estabeleça sua presença inclusiva. Não sendo assim, torna-se muito difícil para o homem atual entender conscientemente o novo pensamento, ainda que sob imperiosas circunstâncias as pressões dos fluxos internos dos arquétipos consigam levá-lo parcialmente às realizações práticas.

8. O mal contribui para que certas idéias fluidas dos arquétipos não alcancem os perfeitos objetivos?
R. Sem dúvida. A Ideação projetada pelo pensamento do Logos na fluência dos arquétipos, não discrimina raças ou nações. A complexidade encontrada na civilização humana, pela organização das sociedades, impede a clareza das realizações inspiradas pelo Logos. Conquanto as leis naturais de sobrevivência por si mesmas tornem difíceis ou precárias as condições de vida para milhões, outros não têm tanto a lamentar. Estas discrepâncias e tantas outras decorrências, principalmente das diferenças sociais, são o legado perverso da civilização que o homem produziu.
A cada grande ciclo do desenvolvimento das sociedades humanas, as novas idéias trazidas pela energia dos arquétipos do pensamento do Deus do sistema solar, vêm encontrar resistência nos homens poderosos. Estas posições estratificadas devem e precisam ser combatidas e demolidas, a fim de que condições sociais mais justas aconteçam de acordo com o carma evolutivo projetado para a humanidade. Nestes momentos cíclicos, o inevitável choque entre blocos reacionários e renovadores abala estruturas governamentais, cujos sistemas estabelecidos com leis obsoletas e injustas privilegiam poucos em detrimento da grande maioria, vindo trazer dissenções entre células sociais e familiares. Isto é próprio quando se instala um processo de renovação, e muitos conflitos virão gerar, além de discussões, revoltas, greves, revoluções ou guerras.
Nestes acontecimentos, o mal estará sempre entranhado, buscando dominar as mentes mais arrebatadas pelo pensamento separatista e discriminador, confundindo-as ou tratando de estimular-lhes cada vez mais o estreitamento da visão otimista do futuro. Nos envolvidos, e através das ações psicológicas dos perversos, subreptícios argumentos são implantados no subconsciente, estribados no orgulho pessoal, racial ou de posições sociais adquiridas, além de fazê-los sentir sensações de perdas de posses, honras e privilégios.
Fortalecem-se assim no psiquismo envenenado, os confrontos milenares entre o bem e o mal, em clima de vida e morte, redundando em perdas para ambos os lados. Como consequência, os objetivos trazidos ao humano através do processo divino de tudo prover para o bem de todos, não alcançam nesse clima os resultados que deveriam alcançar em tempo razoável. Em muitas ocasiões, por absoluta estultícia humana, o mal atrasa o processo de renovação e avanço mental e social do mundo, por décadas ou séculos, produzindo, ademais, cruéis resultados separatistas.

9. Que é mundo mental concreto?
R. Mundo mental concreto, também chamado do pensamento concreto, é a divisão inferior do mundo mental. A matéria deste mundo vibra nos quatro subplanos inferiores, estabelecendo relações duais ao pensamento humano, estando, por conseguinte, no universo de causas e efeitos. A partir deste mundo, os arquétipos idealizados pelo Logos vêm encontrar sustentação no intelecto, produzindo formas-pensamento que o homem utiliza para as realizações de sua vida.

10. Como as correntes do pensamento se estabelecem do mundo mental concreto para a mente humana?
R. O mundo mental concreto é uma região plena de possibilidades arquetípicas prontas para trabalhar o desenvolvimento mental da humanidade. Quando ciclos evolutivos no planeta estão prestes a se iniciar, novos arquétipos do pensamento são postos em atividade, vindo respaldar-se no esforço conjunto e continuado dos muitos trabalhadores nos diversos planos de existência. Desta maneira, acontecem novos influxos de energia no mundo mental, notadamente na região do pensamento concreto, redundando em diversificadas colorações de qualidade na matéria. Isto é realizado através de muitos anos terrenos, na medida em que as idéias vão sendo mais bem trabalhadas pelo pensamento intelectual dos egos humanos.

11. De que maneira a relação arquetípica x pensamento humano pode trazer melhor qualidade ao mundo mental concreto?
R. Os ciclos evolutivos do pensamento intelectual do homem se iniciam justamente com idéias mais dinâmicas sobre a vida, que são exercitadas primeiramente pelos pensadores e filósofos que marcham na vanguarda das raças. Estas idéias, calcadas normalmente num silogismo inteligentemente concatenado, vêm proporcionar combustível intelectual às mentes que estão ao nível inferior dos destacados pensadores. Neste segmento, as idéias são exercitadas por décadas ou séculos, suficientemente discutidas, colocadas em prática, e, sempre que possível, melhor desenvolvidas pelas numerosas variações conceituais trazidas do cogitar. As oposições aos ideais formulados pelos pensadores são, em algumas ocasiões, necessárias resistências. Devido a isto, surgem ajustes ou desdobramentos antes não conjeturados, para o acolhimento de diferentes mentes segundo idiossincrasias, inclinações psicológicas e reais necessidades. Antes de tudo, é imperativo que os pontos convergentes sejam logo postos em prática, para que se produzam resultados substanciais nas sociedades.
Os esforços dos melhores pensadores sempre se estribam na tentativa de buscar soluções que visem proporcionar melhores condições de vida material para todos, e, tanto quanto possível, equilíbrio social. As conceituações gnósticas buscam normalmente envolver os argumentos, na intenção de subordinar os valores da vida a uma autoridade superior, que, acima de todas as conjeturas do intelecto, é absolutamente presente em tudo e em todos. Mas isto nem sempre é atingido, aceito ou entendido pelos homens ávidos de prazeres e de conquistas materiais. Ademais, há, evidentemente, obras produzidas por pensadores ou filósofos materialistas, inspirados em antigos pensadores que se opunham à existência de um Deus ingerente aos problemas humanos. Mas estes autores contemporâneos representam blocos opositores, não interessados em discutir seriamente Deus e Suas relações gnósticas, mas, sim, o homem como o senhor absoluto de seu destino através de sua própria ciência.
Entretanto, as discussões produzem no pensamento concreto correntes de energia que, pouco a pouco, estabelecem condições superiores na contextura da matéria mental. Como consequência, a coloração da matéria mental passa a transmutar qualidades especialmente desenvolvidas pelas idéias trabalhadas no cérebro humano, e que vêm trazer crescente dinamismo ao mundo intelectual. Neste processo, tanto o intelecto é exercitado pelo humano, alcançando resultados que conduzem ao âmago da idéia do arquétipo, como também o próprio arquétipo. Esta intensa e mutua relação, modela no pensamento-forma trazido do arquétipo, o momento mental e psicológico de grande parte dos egos terrenos. Produz-se, então, neste sinergismo, a exata identidade da essência contida no arquétipo, com a sua expressão material repercutida na substância subconsciente da psique humana.

12. Como entender melhor a identidade de um arquétipo com a personalidade humana?
R. O arquétipo vem especialmente trabalhar a energia do pensamento terreno, quando é chegado o momento de novos conceitos entrarem para a história da humanidade. A integração, arquétipo/pensamento-forma/mente terrena, é realizada através da ação inclusiva do arquétipo, que naquela vibração cíclica procura modelar o pensamento à própria necessidade humana. Há na Inteligência do Logos a permanente Idéia Diretora de execução do Grande Plano da Criação. O Logos necessita fazer evoluir todo o seu corpo de manifestação, chamado sistema solar, através das inúmeras e quase infinitas variações e trocas energéticas. Estes câmbios vêm produzir de volta na Sua consciência as experiências transmutativas que ele busca. Nosso sistema solar é um de um conjunto de sete, que mantém intrarrelações e intradependências com todo o conjunto.
As situações vividas pela humanidade estão inseridas nas relações de energia e força que o Logos estabeleceu na sua origem, ao idealizar o Grande Plano da Criação. A humanidade representa no planeta Terra uma parte do cérebro e coração do Logos. Este simbolismo é integralmente expresso pela totalidade das vidas de todo o sistema solar. Assim sendo, há de existir sempre ciclos que estimulem a progressão da mente humana a fim de que o Logos também experimente situações de avanços no cenário cósmico.
As novas idéias surgem de cima para baixo, do mundo mental para a Terra, e suscitam no pensamento considerações mais dinâmicas. A alma humana particulariza em Anima Mundi, cabendo ao Logos ajustar os momentos cíclicos progressistas com a capacidade do ego terreno em aceitá-los e absorvê-los no devido tempo. Este trabalho, no entanto, é persuasivo, pois a índole humana é de realizar pelo momento e em seguida esquecer.
Devido a isto, os arquétipos do pensamento do Logos realizam uma ação plasmática no ego humano, estabelecendo a energia do novo pensamento e tratando de, aos poucos, adaptá-la à capacidade do cérebro físico em absorvê-la. Em seguida, recebem em seu âmago as reações da alma, promovidas de sua índole terrena, procurando entendê-las perfeitamente. Há, por assim dizer, neste processo, um sinergismo simbiótico, dando por resultado um pensamento-forma principal, volátil e dinâmico, - como é a vontade qualificada pelo Logos, - ao mesmo tempo modelado aos valores psicológicos, étnicos e culturais da personalidade humana. Este planejamento, formulado para a mente terrena em todo o planeta, adiciona possibilidades de projeções que compreendem, em âmbito geral, previsões de avanços, estagnações e retrocessos.

Rayom Ra

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